Magia branca

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Magia branca

Mensagem por Rafael Monteiro em Ter Maio 15, 2012 6:38 pm

NOTA DA MODERAÇÃO: Teor de abertura do tópico: Todos sabemos que a magia está ligada ao ocultismo. Mesmo havendo a faceta sombria da magia negra, com seus rituais e sacrifícios humanos, há aquela que se utiliza de meios próprios para supostamente fazer o bem às pessoas.
É a invocação de curas e iluminação divina, afirmações positivas, decretos e orações, mantras e rezas, que invocam o poder da luz divina para elevar as energias e as forças de suprimento. Todas as pessoas, em parte, praticam ou já praticaram a magia branca de alguma forma, mesmo através de uma reza, ou uma simples simpatia, ou mesmo um pedido com fé para que alguém fosse protegido. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Magia_BrancaNo livro Faith For Millions, o padre John A. O'Brien escreve:

"O supremo poder do ofício sacerdotal é o poder da consagração. 'Nenhum ato é maior', diz São Tomé, 'que a consagração do corpo de Cristo'. Nessa fase essencial do sagrado ministério, o poder do sacerdote não é suplantado pelo poder do bispo, do arcebispo, do cardeal ou do papa. Portanto, ele é igual ao de Jesus Cristo. Porquanto nesse papel o sacerdote fala com a voz e a autoridade do próprio Deus."

"Quando o sacerdote pronuncia as tremendas palavras da consagração, ele alcança os céus, faz Cristo descer de seu trono e coloca-o sobre nosso altar para ser oferecido novamente como a oferta pelos pecados do homem. Esse poder é maior que o dos monarcas e dos imperadores; é maior que o dos santos e dos anjos, maior que o dos serafins e dos querubins. Na verdade, é maior que o poder da Virgem Maria: porque, enquanto a Virgem Bendita foi o agente humano por meio de quem Cristo se encarnou, uma única vez, o sacerdote faz Cristo descer dos céus, e o oferece presente sobre nosso altar como a eterna vítima pelos pecados do homem — não uma vez, mas mil vezes! O sacerdote fala e eis que Cristo, o eterno e onipotente Deus, abaixa sua cabeça em humilde obediência às ordens do sacerdote."

Como respondem os amigos aos que dizem que a missa é um ritual de magia branca?
____________________________________

Esse site de astrologia,
está com a opção "santos", porque no Brasil, por causa da pluralidade da cultura brasileira, nós temos esse problema
de mistura de crenças...
 
Quanto à imagem do mosaico/ícone do Pantokrator, repare que ele é muito mais antigo do que o ROCK, e veja bem, o uso deste símbolo como "satanista" foi criado por metaleiros para ironizar as pessoas que os chamavam de santanistas, ou seja este símbolo é de 1970+, e pode acreditar, na imagem o símbolo significa uma coisa bem diferente do que você acha, talvez algum dos amigos do fórum pode dizer o que significa.
 
Agora, quanto à imagem do Sagrado Coração de Jesus, não há "mão chifrada" nenhuma, Jesus aponta para o seu coração...
 
Abraço, fique com Deus!

Rafael Monteiro

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Re: Magia branca

Mensagem por Lucas B. em Qua Maio 16, 2012 11:51 am

A diferenciação entre magia branca, preta, lilás, etc. é algo apenas reconhecido e aceito no próprio meio ocultista, para nós Cristãos no Catolicismo toda forma de magia é condenável, não há portanto qualquer forma de criar-se um paralelo entre magia e ritos liturgicos Católicos.

Magia, é um termo que possui uma infinidade de conceitos a variar conforme o entendimento de seus praticantes, derivando de um termo Persa que significaria "sábio", mas basicamente no seu entendimento amplo acredita na existência de uma energia(ou várias) universal, que transcede o mundo material e sobre a qual através de técnicas e invocações, poderiam ser manipuladas(panteísmo), algumas são associadas a entidades e seu domínio de "pontos" específicos da realidade, sexualidade, força, elementos, etc.(politeísmo).

Ora, tudo isso por si só já evidencia a total incompatibilidade de qualquer conceito de magia com o Cristianismo.
Quanto a questão da transubstânciação:
Não é uma invocação "mágica", porque não é por "força" das palavras, ou "técnica" do Sacerdote, que se realiza o mistério. Não há manipulação. É antes o encontro de duas vontades - de Deus se doar como alimento aos homens, e dos homens desejarem essa comunhão com Deus - tornado possível unicamente pelo poder de Deus.
Para isso fazem-se necessários alguns "pré-requisitos": um ministro legitimamente ordenado(a quem Deus confere esse dever pela participação no Sacerdócio único de Cristo), recitação de forma válida (a que remete às palavras e à intenção explicita de Cristo na última ceia e significa a união com a Igreja de Cristo numa mesma Fé, pela tradição) e a intenção do Ministro em que se realize por meio de sua união com o Sacerdócio de Cristo o Mistério da Transubstanciação.
Não há aqui manipulação de "energias" (ou da energia do próprio Deus), e domínio da vontade (uma sobre outra, ou sobre inexistente como no panteísmo).

Quanto ao Pantokrator, é uma antiga forma de arte iconográfica própria das Igrejas de origem oriental. Desconheço a imagem postada, pois a imensa maioria das representações possui uma disposição gestual diferente, é algo que só poderia ser entendido com exatidão conhecendo-se a intenção de sua autoria.
Ademais, a mais antiga representação do Pantokrator (e onde deve-se buscar certamente a explicação do conjunto) é a do mosteiro de Santa Catarina no Monte Sinai, segundo os historiadores há dois tipos de representação em relação à mão, tanto podem representar a benção, quanto um gestual de retórica que representa o ensino. Particularmente acredito que as mais variadas representações estão relacionadas à segunda hipótese, visto este gestual poder ter diferentes formas em diferentes culturas, o gestual da benção é mais claramente "unificado" para todos. E como bem apresentado, a conotação "maligna" do gesto é algo bem mais recente.

Quanto à imagem do Sagrado Coração apresentada, é preciso um "sério" esforço da vontade para ver ali um simbolo que remeta ao mal. Ademais, a intenção da maioria dos artistas de icones "Sagrados", não é como nesse caso, representar "fielmente" ao Senhor, e sim "representar o Senhor", e com isso despertar toda a contrição e piedade que daí derivam, do que Ele é per si. A proposito, a imagem original do Sagrado Coração é baseada numa visão "celestial" de Cristo.
Mais um exemplo: Conta-se que Santa Faustina Kowalska a pedido de Jesus procurou fazer uma pintura sua, mas nunca lhe parecia suficientemente fiel ao Verdadeiro:
...quando fui à casa daquele pintor que estava pintando a Imagem e vi que ela não era tão bela como é Jesus, figuei muito triste com isso, mas escondi essa mágoa no fundo do meu coração. (…) a Madre Superiora ficou na citade para resolver diversos assuntos e eu voltei para casa sozinha. Imediatamente dirigi-me à capela e chorei muito. Eu disse ao Senhor: Quem vos pintará tão belo como sois? Então ouvi estas palavras: O valor da imagem não está na beleza da tinta nem na habilidade do pintor, mas na Minha graça.
Não conheço a origem da LIBRAS, mas tenhamos bom senso, se formos fugir a qualquer uso por medo do que o mal "agrega" para si, em breve não usaremos nada, isso é "farisaísmo". O que torna alguma coisa natural "má" é a intenção e o uso que se dão ao mesmo.
Assim, pois, quanto ao comer das carnes imoladas aos ídolos, sabemos que não existem realmente ídolos no mundo e que não há outro Deus, senão um só.
Pretende-se, é verdade, que existam outros deuses, quer no céu quer na terra (e há um bom número desses deuses e senhores).
Mas, para nós, há um só Deus, o Pai, do qual procedem todas as coisas e para o qual existimos, e um só Senhor, Jesus Cristo, por quem todas as coisas existem e nós também.
Todavia, nem todos têm esse conhecimento. Alguns, habituados ao modo antigo de considerar o ídolo, comem a carne como sacrificada ao ídolo; e sua consciência, por ser débil, se mancha.
Não é, entretanto, a comida que nos torna agradáveis a Deus: comendo, não ganhamos nada; e não comendo, nada perdemos. (I Cor 8,4-8)
Olhei-a atentamente e distingui claramente quadrúpedes terrestres, feras, répteis e aves do céu.
Ouvi também uma voz que me dizia: Levanta-te, Pedro! Mata e come.
Eu, porém, disse: De nenhum modo, Senhor, pois nunca entrou em minha boca coisa profana ou impura.
Outra vez falou a voz do céu: O que Deus purificou não chames tu de impuro. (At 11,6-9)

Vinde Senhor Jesus!

Lucas B.

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Re: Magia branca

Mensagem por Paulo Henrique Viana em Sex Jul 06, 2012 12:37 pm

Pergunta: Horoscopo esta na categoria de magia branca?

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Agora, no catolicismo não há «magia» ?!!!

Mensagem por MSPP em Ter Set 25, 2012 2:47 pm

Lucas B. escreveu:Para isso fazem-se necessários alguns "pré-requisitos": um ministro legitimamente ordenado(a quem Deus confere esse dever pela participação no Sacerdócio único de Cristo), recitação de forma válida (a que remete às palavras e à intenção explicita de Cristo na última ceia e significa a união com a Igreja de Cristo numa mesma Fé, pela tradição) e a intenção do Ministro em que se realize por meio de sua união com o Sacerdócio de Cristo o Mistério da Transubstanciação.

Na bíblia não consta que Deus tenha conferido tais poderes a um «ministro legitimamente ordenado». Yeshua apenas disse: «Tomai, comei: Isto é o meu corpo...

Tomou, então, o pão e, depois de dar graças, partiu-o e distribuiu-o por eles, dizendo: «Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória.» (Lucas 22:19)

20*Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós.»
(Lucas 22:20)

Ora é o facto do aparecimento de uma classe clerical de «padres» ou «abades» (Mateus 23) que chama a si o PODER de consagrar o pão e o vinho e teologicamente ligar isso a uma transubstanciação, não apenas no «corpo» e «sangue» entregue e derramado por nós mas também na sua ALMA e DIVINDADE que grita à minha mente comparando-o como uma espécie muito bem disfarçada de «magia» (seja ela "negra" ou "branca"»).

Depois vem uma outra coisa: Desde pequeno tenho visto ligar a «missa» ao dinheiro que o «padre» recebe pela encomenda:
estipêndio.

É preciso fazer uma força muito grande para deixar de ligar a chamada «Eucaristia» à «magia».

Depois de escrever isto, lembro-me do «Natal».

Há anos, quando me sentava no banco do jardim publico, perto da igreja de Ermesinde apanhei um papel do chão escrito à mão fazendo apologia do Natal (supostamente por um católico) louvando-o pela sua «magia».
Eu fiquei muito mal impressionado pelo que li, mas tenho a certeza que se eu lesse isso quando tinha cerca de 10 anos ficaria muito bem impressionado.
O mesmo digo das pessoas que têm uma mentalidade semelhante à que eu tinha com dez anos de idade.

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Re: Magia branca

Mensagem por Lucas B. em Dom Set 30, 2012 9:17 am

Na bíblia não consta que Deus tenha conferido tais poderes a um «ministro legitimamente ordenado». Yeshua apenas disse: «Tomai, comei: Isto é o meu corpo...
Talvez tenha lhe faltado um pouco de atenção, o que coloquei foi a forma como a Igreja admite a validade da consagração, o que na verdade consta na Bíblia sim, fazendo alusão por exemplo a Mt 10, mas como vivo dizendo, dependendo da interpretação que se faça pode-se encontrar ou não nela, mais ou menos do que se espera.
Ora é o facto do aparecimento de uma classe clerical de «padres» ou «abades» (Mateus 23) que chama a si o PODER de consagrar o pão e o vinho e teologicamente ligar isso a uma transubstanciação,...
Mais uma questão de interpretação, o sacerdócio ministerial (o padre, o abade, etc.) sempre existiu por determinação de Deus, desde a eleição de Israel como seu povo, passando pelos filhos de Aarão, os Levitas, etc, culminando no Apostolado de Cristo nos 12, então "aparecimento" certamente não é a palavra apropriada para descrever uma realidade cujo o verdadeiro "aparecimento" remonta bem antes ao que provavelmente quis deixar implicito.
Segundo, essa "classe" como ensinado por Jesus, nunca deve pretender chamar a si "poder" e sim "serviço", se ocorrem desvios individuais nesse aspecto, cada um responderá por si, o que também não invalida o ministério.
... não apenas no «corpo» e «sangue» entregue e derramado por nós mas também na sua ALMA e DIVINDADE que grita à minha mente comparando-o como uma espécie muito bem disfarçada de «magia» (seja ela "negra" ou "branca"»).
É preciso fazer uma força muito grande para deixar de ligar a chamada «Eucaristia» à «magia».
É comum tratarmos assim aquilo que foge à nossa compreensão, e também não é novidade, vejamos onde isso se repete:
...Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.
A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?
Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.
Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente.
Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum.
Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir?
Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza?(Jo 6,51-61)

--------------
Ora, havia ali um homem, por nome Simão, que exercia magia na cidade, maravilhando o povo de Samaria, e fazia-se passar por um grande personagem.
...Quando Simão viu que se dava o Espírito Santo por meio da imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro, dizendo:
Dai-me também este poder, para que todo aquele a quem impuser as mãos receba o Espírito Santo.
Pedro respondeu: Maldito seja o teu dinheiro e tu também, se julgas poder comprar o dom de Deus com dinheiro!
Não terás direito nem parte alguma neste ministério, já que o teu coração não é puro diante de Deus. (At 8,9.18-21)


Para mim é bastante claro, o que você chama "poder de consagrar" eu chamo como o Apóstolo, de "dom de Deus". Mas à algumas mentes como a do Simão por exemplo também parecerá "magia", aquilo que não compreendemos ou aceitamos.
Eu por exemplo nunca entendi bem como as informações como telefonia e imagem se transmitem sem fio de um lugar para outro, isso para mim é "mágico", mesmo assim não fujo ao seu uso.

Quanto à questão do estipêndio (que aqui vejo como um outro tema), me parece se realizar de forma diferente na Europa, então não vou comentar aqui.

Vinde Senhor Jesus!


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..... tudo perdi e considero esterco, a fim de ganhar a Cristo.

Mensagem por MSPP em Seg Out 08, 2012 12:40 pm

Na verdade, TUDO DEPENDE de «INTERPRETAÇÃO». Sim interpretação particular de uma classe dominante.

Mas de uma interpretação que interpreta o que não está escrito nas escrituras. (2ª Pedro 20-21)

Não foi YHWH nem Yeshua que deram o tal dom de DEUS aos «padres» pois Yeshua era contra uma classe clerical de «padres» embora seja essa a tendência humana. Leia, por favor, o cap 23 de Mateus. A classe clerical apareceu, mesmo assim.
A princípio começaram a chamar de «pais» aos irmãos mais experientes no cristianismo, com o significado de mais idóneos e de filhos aos neófitos. Veja por exemplo as cartas de João.(1ª João 2:13) Mas com o tempo, os superintendentes (que é o que significava a palavra «bispo») começaram a dominar os irmãos e estes a subjugarem-se a eles. Afinal o que parecia um acto de ingenuidade e sem malícia transformou-se, com o tempo, numa espécie de escravidão bem reprovável que deu no que deu.
Não vale a pena tapar os olhos com a peneira.
O sacerdócio de Aarão não tem NADA a ver com o sacerdócio de Melquisedeque de Yeshua. (veja carta aos Hebreus 7).
No entanto, o sacerdócio da classe clerical é uma inspiração do sacerdócio de Aarão e a respectiva classe clerical uma cópia da tribo de Levi, adaptada às circunstâncias dos povos gentios.
O grande mal é terem tomado o PODER e deixado o «serviço» como é bem fácil de ainda hoje constatarmos. E quem lhes deu esse PODER foram as pessoas que se submeteram a essa classe clerical que apareceu realmente, desenvolvendo-se lentamente até ter atingido o apogeu e uma espécie de declíneo, mas sem ter ainda sido extinta. Está claro que a partir de Constantino, os Imperadores Romanos deram-lhes uma grande força em troca de serviços que tornassem o Império Romano unido.
Eu compreendo muito bem as palavras de Yeshua que «Lucas B.» fez o favor de transcrever em letra destacada. Mas se lermos com atenção vemos que a «interpretação» que clero lhes dá para adquirir poder sobre as consciências dos seus irmãos mais pequeninos não está implícito.
É aqui que está o cerne da questão!
Tal como o «mago» Simão, os padres e sua classe clerical procurou «PODER» e não os dons de YHWH. Os gentios que vieram do paganismo sempre estiveram de espirito aberto para os actos mágicos, mas em YHWH e em Yeshua não há magias, mas propósitos. Toda a magia foi negada ao amaldiçoado mágico Simão, apesar de estar disposto a pagar com dinheiro, mas a classe clerical conseguiu tudo isso, com o tempo.

Não, os «padres» não têm o dom de YHWH como eu bem me tenho apercebido.
Mas à semelhança do mago Simão «vendem» as suas «missas» por dinheiro a que para disfarçar chamam de estipêndio. Aqui, em Portugal saiu uma lei proibindo cobrar aluguer do contador da luz e da água etc. O que fizeram essas empresas?! Deixaram de cobrar isso?! Não! Apenas lhe mudaram o nome mas a cobrança dessas taxas continuou com nome diferente! Esperteza! Verdade!

É certo que as coisas evoluem até mesmo com os serviços e os valores cobrados, mas tal como se passa com a mudança dos políticos, podemos dizer que as «moscas» mudam mas o «esterco» é o mesmo.
A propósito de «esterco» leia o que disse Paulo em relação à sua sabedoria antiga em
Filipenses 3:8.
8Sim, considero que tudo isso foi mesmo uma perda, por causa da maravilha que é o conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor: por causa dele, tudo perdi e considero esterco, a fim de ganhar a Cristo

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Re: Magia branca

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