Aquecimento Global II

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Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Sex Jun 08, 2012 8:08 pm

Aquecimento Global II

Como vi que um tópico homônimo já havia sido criado, mas foi fechado, resolvi criar outro como continuidade, devido a informações colocadas na media, mais recentemente (vídeo do programa do Jô) e outras de data bem anterior, mostrando a farsa desse aquecimento e outras no mesmo embalo, além de mostrar como somos manipulados inescrupulosamente pelos donos do mundo.



É interessante notar no vídeo acima, empáfia do ator Juca de Oliveira (também ex-diretor de pornochanchada) e sua mirabolante teoria sobre parte desse aquecimento vir do processo de extração de petróleo do pré-sal e a infame acusação de que o professor seria da bancada ruralista...


Qualquer criança que tenha as suas primeiras aulas de química e pensasse um pouco mais, deduziria que o CO2 não pode formar efeito estufa, pois sendo mais pesado que o ar não teria como parar lá encima. Ele sobe pelo calor com que é produzido e cai a quilômetros de distância, mas cai. E que mágica as moléculas desse gás faz, que não deixa o calor sair, mas deixa o mesmo entrar.

Aqui o bioquímico Kary Mullis, Nobel de Química em 1993, muito antes do professor Ricardo Augusto Felício, conta como a coisa começou:



E, até onde sei, o primeiro aqui no Brasil, Luiz Carlos Molion, a contestar essa farsa, em entrevista ao “Canal Livre”:



Isso só acontece porque somos manipuláveis



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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por diogo0912 em Sab Jun 09, 2012 10:47 am

Olá Helmanara,

Olha, as coisas não são bem assim. É importante olhar os dois lados da moeda. Infelizmente, é inegavel o efeito que a ação antrópica esta criando. Obviamente que muitas vezes o que é afetado é somente o microclima, entretanto, se continuarmos destruindo microclimas, não haverá mais lugar saudavel para a vida (de microclima em microlima, os microclimas vão se acabando...).

Pense bem, será que esse cara não nos quer manipular? Simulações feitas no maior laboratorio de analise climatica do mundo (nem me lembro agora o nome, e nem a fonte, mas vou perguntar denovo ao meu professor de climatologia, e depois posto aqui nesse tópico) mostram um cenário de grandes mudanças microclimáticas que não podem ser deixadas de lado. Essas simulações foram feitas por 4 grupos diferentes de cientistas... .

E vale salientar também que esse cara não é físico ou cientista, ele é formado em geografia. Além de quê, ele não cita fontes e a explicação que ele da sobre a temperatura é feita com um pobre uso da lei dos gases ideais (como se esse fosse o único fator do problema)

Além de quê, desde o ensino médio, sabemos a seguinte equação do ozonio:

co+o3 = co2+o2.

Isso é quimica, isso é fato, não há muito o que discutir...

E ainda por cima, espero que essas informações não virem pretexto para poluir, para destuir e desmatar. Isso eu realmente temo...

Todavia, não podemos negar que as pessoas fazem um grande alarde sobre essas possiveis mudanças climáticas que estão ocorrendo. Portanto, devemos ser criticos, e não aceitar qualquer coisa que nos é passada sem consultar um pouco mais as fontes.
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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Sab Jun 09, 2012 12:35 pm

Olha, as coisas não são bem assim. É importante olhar os dois lados da moeda.

Ué, mas esse é exatamente esse o outro lado que ninguém mostra!

Pense bem, será que esse cara não nos quer manipular?

Aí, dada a sua análise exposta, eu é que acho que você é que está querendo manipular.

E vale salientar também que esse cara não é físico ou cientista, ele é formado em geografia.

Esse “cara”, como você o trata é o Professor Ricardo Augusto Felício:


Graduado em Ciências Atmosféricas - Meteorologia pela Universidade de São Paulo (1998), mestrado em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2003) e doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (2007). Atualmente é Prof. Dr. da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia e Meteorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Climatologia Geográfica, Antártida, Meteorologia e ciclones extratropicais que atuam no Brasil e no cinturão polar. Realiza pesquisas sérias e críticas sobre a variabilidade climática e seus desdobramentos, desmistificando as "mudanças climáticas antropogênicas" e sua ideologia embutida.

O segundo “cara” é Kary Banks Mullis



(texto com tradução automática retirado do site)
Ele recebeu um título de bacharel em química do Instituto de Tecnologia da Geórgia em 1966. Ele ganhou um Ph.D. Licenciatura em Bioquímica da Universidade da Califórnia, Berkeley, em 1972 e lecionou em bioquímica lá até 1973. Naquele ano, Kary tornou-se um pós-doutorado em cardiologia pediátrica na Universidade de Kansas Medical School, com ênfase nas áreas de angiotensina e fisiologia vascular pulmonar. Em 1977, ele começou a dois anos de trabalho de pós-doutorado em química farmacêutica da Universidade da Califórnia, em San Francisco.
Kary ingressou na Corporação Cetus em Emeryville, Califórnia, como um químico do DNA em 1979.Durante seus sete anos lá, ele realizou pesquisas sobre a síntese de oligonucleótidos e inventou a reação em cadeia da polimerase.
Em 1986, foi nomeado diretor da biologia molecular no Xytronyx, Inc. em San Diego, onde seu trabalho foi concentrado na tecnologia de DNA e fotoquímica. Em 1987 começou a consulta sobre a química de ácido nucleico para mais de uma dúzia de corporações, incluindo Angenics, Cytometrics, Eastman Kodak, Laboratórios Abbott, Milligen / Biosearch, e Laboratórios de Especialidades.

Kary recebeu um Prêmio Nobel em Química em 1993, para a sua invenção da reação em cadeia da polimerase (PCR). O processo, que Kary conceituada em 1983, é aclamada como uma das técnicas científicas monumentais do século XX.
Um método de amplificação de DNA, PCR multiplica um fio único, microscópica dos milhares de milhões material genético de vezes dentro de horas. O processo tem várias aplicações na medicina, genética, biotecnologia e ciência forense. PCR, devido à sua capacidade de extrair DNA de fósseis, é na realidade a base de uma nova disciplina científica, Paleobiologia.
Kary é autor de várias patentes importantes. Seus invenções patenteadas incluem a tecnologia de PCR e UV-sensível plástico que muda de cor em resposta à luz. Seu pedido de patente mais recente cobre uma abordagem revolucionária para instantaneamente mobilizar o sistema imunológico para neutralizar patógenos invasores e toxinas, levando à formação de seu mais recente empreendimento, Altermune LLC. Altermune está concentrado em Influenza A e Staphylococcus aureus resistente à droga.
Kary foi agraciado com o Prêmio Japão em 1993 pela invenção PCR. É um dos mais prestigiados prémios internacionais da ciência.
Kary faz parte do conselho de assessores científicos de várias empresas, oferece consultoria especializada em questões legais envolvendo DNA, e é um palestrante freqüente em campi universitários, empresas e reuniões acadêmicas em todo o mundo.
Ele vive com sua esposa, Nancy Cosgrove Mullis, em Corona del Mar, Califórnia, e em Anderson Valley, na Califórnia.

O terceiro “cara” é Luiz Carlos Baldicero Molion



Possui graduação em Fisica pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia, University of Wisconsin, Madison (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982) e é fellow do Wissenschftskolleg zu Berlin, Alemanha (1990). É Pesquisador Senior aposentado do INPE/MCT e atualmente Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas, professor visitante da Western Michigan University, professor de pós graduação da Universidade de Évora, Portugal. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Dinamica de Clima, atuando principalmente em variabilidade e mudanças climáticas, Nordeste do Brasil e Amazonia, e nas áreas correlatas energias renováveis, desenvolvimento regional e dessalinização de água.É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia, Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/WMO).


Qual o curriculum do seu professor?


Da próxima vez, dê-se ao trabalho de, ao menos, de assistir aos vídeos completamente para poder tecer uma crítica mais consistente. Ou vão acabar pensando que você é do tipo que julga o livro pela capa


Portanto, devemos ser criticos, e não aceitar qualquer coisa que nos é passada sem consultar um pouco mais as fontes.

Concordo, pratique também você o que você mesmo aconselha.
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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Sab Jun 09, 2012 1:25 pm



Até a "Grobo" noticia:



O tal "buraco" é bem mais embaixo:




http://en.wikipedia.org/wiki/The_Report_from_Iron_Mountain

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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Sab Jun 09, 2012 2:22 pm

No meu sítio, onde em breve estarei tirando nosso sustento com cultivo orgânico (e diga-se de passagem, como é duro encontrar insumos orgânicos por aqui no interior), por estar perto da rodovia, favoreceu a seguinte observação:

No asfalto, há 20 metros da entrada, no verão ao meio dia, se frita um ovo.
Na entrada onde a terra está compactada e lixiviada, ao tocá-la percebe-se um calor forte, mas tolerável.
No terreno limpo e arado o calor é confortável.
No pasto ralo, ao tocá-lo, sente-se um frescor e sente-se muito mais frescor quando esse pasto ralo encontra-se debaixo de uma árvore de copa rala (no caso uma farinheira).
Na mata que conservo, o frescor é maior mas, ao contrário do que muitos que nunca entraram numa mata fechada ache, as copas das árvores estão onde se vê por fora, ou seja, é um tapete de folhas, muitas vezes ralo e distante do solo, pois abaixo da copa não existem folhas, apenas o emaranhado de galhos nus, e isso é devido à procura dessas árvores pelo sol!
Uma terra arada, cuja cultura seja a cana, o napier, ou mesmo outras culturas intensivas, não restabeleceria em alguns meses o que seria a copa da antiga floresta que ocupava esse lugar? E se não for plantado nada, em dois meses nasce de tudo. Já nasceu até mamoeiro oriundo provavelmente de frutos caídos e enterrados há cerca oito anos.
Eu escrevo isso porque muitos desses ambientalistas, a grande maioria deles, que criticam a torto e a direito os “promotores do aquecimento global”, moram e vivem encima do que era antes uma formosa Mata Atlântica, e andam diuturnamente com seus veículos, que não importa a sua potência, queimam combustível fóssil ou álcool produzido pelos tão criticados canaviais.
Gás carbônico é adubo para minhas plantas que produzem alimento que nos mantém de pé e saudáveis, prontos para falar as mais das belas poesias, quanto as mais puras besteiras.
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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por diogo0912 em Dom Jun 10, 2012 7:50 pm

Olá Halmenara,

Primeiro, descupe se em algum momento fui ou pareci grosseiro contigo. Descupe-me, também, se não tratei com o devido respeito os senhores que você citou.

Estamos aqui debatendo um assunto muito interessante, e penso que esse debate fraterno poderá enriquecer nossos pontos de vista. Eu vejo, por observação cotidiana, que não são muitos os que apoiam essa teoria defendida pelo Ricardo Felicio. Estudo na UFRN, na escola de ciências e tecnologia, e conheço muitos professores por aqui. Quando ví essas entrevistas pela primeira vez fui perguntando aos meus professores sobre isso, e por unanimidade ninguem concordava com o senhor Ricardo Felicio.

Volto a dizer que muitos cientistas de peso reconhecem os problemas que esses senhores dizem não existir. Um deles é meu professor Roberto Carlos Moro. Aqui esta o curriculo dele:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4164437Y9

Vale salientar que ele também mexe com o assunto. Ele é professor do curso de mestrado em ciências climáticas da UFRN. Outra professora minha com quem conversei, e que deu-me muitos argumentos contra essa teoria é a professora Zulmara. Aqui vai o curriculo dela:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4795953P3

Outro professor meu que me explicou sobre a ultilização errônea da lei dos gases ideiais e sobre o ciclo de degeneração dos microclimas foi professor Sebastião. Esse tem bastante moral para falar sobre isso pois tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase em Ciências Ambientais Aplicadas, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento sustentável, sistemas de gestão ambiental, avaliação de impacto ambiental, Além de outras especializações que você pode conferir aqui:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=W173346

Então, sobre argumento de autoridade, tem poucos defensores da teoria do Felicio, enquanto eu acho muitos que dão argumentos firmes para ir contra a teoria do Felicio.

Descupe se eu dei a entender que você não era critica. Não era isso que eu quis dizer, mas, infelizmente, quando escrevemos não conseguimos mostrar nossas emoções totalmente. Quando falei sobre criticidade, falei sobre procurar argumentos, entender as leis, e só depois formar opinião. Se você fez isso, retiro tudo o que disse e lhe peço perdão humildemente.

Quanto ao assunto em voga, é algo muito polêmico, mas creio que temos muitos dados, e temos muitas evidências para sustentar a opinião dos que apoiam o aquecimento global.

Novamente, desculpe se fui rude. Espero um bom debate Smile


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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Seg Jun 11, 2012 7:37 am

Por enquanto, qual deles é meteorologista?
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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Geovanni146 em Seg Jun 11, 2012 9:51 am

Olá pessoal, a paz de Cristo.

Sou leigo no assunto, mas acredito que como a maioria dos cidadãos comuns, e com todos os acontecimentos ligados ao tema tratado aqui pelos nobres amigos, nos fica a impressão de que algo muito errado está acontecendo com o planeta. 

Apenas orientado por um "censo comum" estou inclinado a abonar os argumentos apresentados pelo Diogo. Contudo, o sr hamenara, que diga-se de passagem, sempre muito inteligente nos seus colóquios, vem defendendo muito bem "o outro lado", nos fazendo, pelo menos a mim, refletir melhor a questão. Rolling Eyes  

Grande abraço.
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Re: Aquecimento Global II

Mensagem por Halmenara em Qua Jun 13, 2012 9:37 pm

Seus professores:

Roberto Carlos Moro Filho

Possui Doutorado em Engenharia Aeronáutica e Mecânica (ITA - Conceito Capes 6), mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Paraná (2004) e graduação em engenharia civil (1996). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Engenharia Civil e Mecânica, com ênfase em Mecânica dos Fluídos, atuando principalmente nos seguintes temas: métodos numéricos, escoamento hipersônico, combustão e meios porosos.
(Texto informado pelo autor)

Zulmara Virgínia de Carvalho

Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1996), mestre em Física pela Universidade de São Paulo (1999) e doutora em Física pela Universidade de São Paulo (2006), com especialização em Jornalismo Científico pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Atualmente, Professora Adjunta na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com pesquisa na área de gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação. Atuou como pesquisadora-tecnologista do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, colaborando com a implantação da padronização primária da grandeza resistência elétrica por meio do efeito Hall quântico. Tem experiência na área de Metrologia e Qualidade; Divulgação Científica e Física da Matéria Condensada, com ênfase em magnetismo e em medidas realizadas em condições de baixas temperaturas e altos campos magnéticos.
(Texto informado pelo autor)

Sebastião Luiz de Oliveira

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Maria (1977) e Doutorado em Desenvolvimento Sustentável - École des Hautes Études en Sciences Sociales - Paris (1983). Atualmente é professor adjunto e pesquisador da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase em Ciências Ambientais Aplicadas, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento sustentável, sistemas de gestão ambiental, avaliação de impacto ambiental, gestão integrada de recursos naturais, licenciamento ambiental, participações governamentais, energia e desenvolvimento, petróleo e gás natural e planejamento integrado de bacias hidrográficas.
(Texto informado pelo autor)

É só comparar os currículos e constatar quem mais tem a ver com climatologia!

Aquecimento global é a “maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico”

Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara,renunciou à Sociedade Americana de Física.
Só um grave motivo poderia ter levado alguém com currículo tão vasto* a renunciar ao importante órgão de físicos americanos.
E esse motivo foi o “embuste do aquecimento global”, uma fraude amparada até por cientistas famosos que, perdendo o amor à verdade, começaram a enveredar pela corrupção.

Eis o texto da carta feita pública pelo próprio professor Hal Lewis.

De: Hal Lewis, da Universidade da Califórnia em Santa Barbara
Para: Curtis G. Callan Jr., da Universidade Princeton, presidente da Sociedade Americana de Física

6 de outubro de 2010
Caro Curt:
Quando eu ingressei na American Physical Society há sessenta e sete anos atrás ela era muito menor, muito mais delicada, e ainda não corrompida pela inundação de dinheiro (uma ameaça contra a qual Dwight Eisenhower advertiu há meio século).
Na verdade, a escolha da física como profissão era, então, uma garantia de uma vida de pobreza e de abstinência. Foi a Segunda Guerra Mundial que mudou tudo isso. A perspectiva de ganho mundano levou alguns físicos.
Tão recentemente quanto 35 anos atrás, quando eu presidi o primeiro estudo APS de uma controversa questão social/científica, o The Reactor Safety Study, embora houvesse fanáticos em grande quantidade no exterior não havia indício algum de pressão descabida sobre nós como físicos. Éramos, portanto, capazes de produzir o que eu acredito que foi e é uma avaliação honesta da situação naquele momento.
Estávamos ainda reforçados pela presença de uma comissão de fiscalização composta por Pief Panofsky, Vicki Weisskopf e Hans Bethe, todos eles físicos proeminentes e irrepreensíveis. Fiquei orgulhoso do que fizemos em uma atmosfera carregada. No final, a comissão de fiscalização, no seu relatório ao Presidente APS, observou a total independência em que fizemos o trabalho, e previu que o relatório seria atacado pelos dois lados. Que melhor homenagem poderia haver?
Quão diferente é agora. Os gigantes já não caminham sobre a terra, e a inundação de dinheiro tornou-se a razão de ser de muita pesquisa em física, o sustento vital para muito mais, e fornece o suporte para um número incontável de empregos profissionais.
Por razões que logo ficarão mais claras omeu orgulho em ser um ex-companheiro APS todos esses anos foi virando vergonha, e eu sou forçado, absolutamente sem prazer, a oferecer-lhe minha renúncia da Sociedade.
É claro, o embuste do aquecimento global, com os (literalmente) trilhões de dólares que corromperam muitos cientistas, e levou a APS como uma onda gigantesca.
É a maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico. Qualquer um que tenha a menor dúvida de que isto é assim deve se esforçar para ler os documentos doClimategate, que a colocam a nu. (O livro de Montford organiza os fatos muito bem.) Eu não acredito que qualquer físico verdadeiro, mesmo o não cientista, pode ler esse material sem repulsa. Eu quase gostaria de fazer dessa repulsa uma definição da palavra cientista.
Então, o que tem feito a APS, enquanto organização, em face desse desafio? Ela aceitou a corrupção como a norma, e se deixou levar por ela. Por exemplo:

1. Há um ano, alguns de nós enviamos um e-mail sobre o assunto para uma fração da sociedade. A APS ignorou os problemas, mas o então presidente iniciou imediatamente uma investigação hostil para saber onde nós obtemos os endereços de e-mail. Em seus melhores dias, APS acostumava incentivar a discussão das questões importantes, e de fato a Constituição fixa isso como seu objetivo principal. No more. Não mais. Tudo o que foi feito no ano passado foi projetado para silenciar o debate.

2. A espantosamente tendenciosa declaração da APS sobre a Mudança do Clima aparentemente foi escrita às pressas por algumas pessoas durante o almoço, e certamente não é representativa dos talentos dos membros da APS como eu os conheço há muito tempo.

Então, alguns de nós pedimos ao Conselho que a reconsidere. Uma das notas de (in)distinção na Declaração foi a envenenada palavra “incontrovertível”, que se aplica poucos pontos na Física, e certamente não à questão climática. Como resposta a APS nomeou um comitê secreto que nunca conheci, que nunca incomodou-se em falar com algum “cético” mas, no entanto, aprovou a Declaração na íntegra. Eles admitiram que o tom havia sido um pouco forte, mas, engraçado, eles conservaram a palavra envenenada “incontrovertível” para descrever os fatos, posição que ninguém sustenta. No final, o Conselho manteve a declaração original, palavra por palavra, e aprovou um texto muito mais “explicativo”, admitindo que havia incertezas, mas pondo-as de lado para dar a aprovação genérica ao original.

A Declaração original, que ainda permanece como a posição APS, também contém o que eu considero um conselho pomposo e asinino a todos os governos do mundo, como se a APS fosse mestre do universo. Não o é, e estou envergonhado que nossos líderes pareça pensar que o é. Isso não é diversão nem jogos, essas são questões sérias que envolvem largos setores de nossa essência nacional, e a reputação da Sociedade enquanto sociedade científica está em jogo.

3. Nesse ínterim, o escândalo do Climategate irrompeu no noticiário, e as maquinações dos principais alarmistas foram reveladas ao mundo. Foi uma fraude em uma escala que nunca vi, e eu não tenho palavras para descrever sua enormidade. Qual foi o efeito sobre a posição APS?: nenhum. Nada mesmo. Isso não é ciência; há outras forças que estão agindo.

4. Então, alguns de nós tentamos atrair a comunidade científica para o fato (que é, afinal, a finalidade histórica pretendida pela APS) e coletamos as 200 assinaturas necessárias para apresentar ao Conselho uma proposta de um grupo de tópicos sobre Ciência Climática, achando que a discussão aberta das questões científicas está na melhor tradição da física, que seria benéfica para todos nós, e também seria uma contribuição para a nação. Eu poderia observar que não foi fácil coletar as assinaturas, uma vez que nos negaram o uso da lista de membros APS. Em qualquer caso nós agimos em conformidade com as exigências da Constituição da APS, e descrevemos com muitos detalhes o que tínhamos em mente, simplesmente para trazer o assunto à tona.

5. Para nosso espanto, a Constituição que se dane, o Sr. se recusou a aceitar nosso pedido, e fez uso de seu próprio poder sobre a lista de discussão para realizar uma pesquisa sobre se os membros tinham interesse numa TG sobre o Clima e o Ambiente. Você perguntou aos membros se eles assinariam uma petição para formar um TG sobre um tema ainda a ser definido e não forneceu formulário para petição alguma, assim você recebeu um monte de respostas afirmativas. (Se você tivesse perguntado sobre sexo teria obtido mais expressões de interesse.) Não saiu, naturalmente, nenhum pedido ou proposta, e você agora lançou um parte do Ambiente, de maneira que toda a questão ficou discutível. (Qualquer advogado teria te explicado que você não pode coletar assinaturas para uma petição vaga e, em seguida preencher com o que você quiser.) O objetivo de toda essa manobra foi evitar sua responsabilidade constitucional de encaminhar nossa petição ao Conselho.

6. A partir de então você montou um outro comitê segredo para organizar a sua própria TG, simplesmente ignorando a nossa petição legal.
A direção da APS driblou o problema desde o início, para suprimir a conversa séria sobre o mérito das reivindicações sobre alterações climáticas. Você se espanta que eu tenha perdido a confiança na organização?
Eu sinto a necessidade de acrescentar uma nota, e isso é conjectura, pois é sempre arriscado discutir os motivos das outras pessoas. Esta intriga no quartel geral da APS é tão bizarra que não pode haver uma explicação simples para ela. Alguns defendem que os físicos de hoje não são tão espertos como costumavam ser, mas eu não acho que isso seja um problema.
Eu acho que é o dinheiro, sobre o qual exatamente Eisenhower alertou meio século atrás.De fato, há trilhões de dólares envolvidos, para não falar da fama e da glória (viagens frequentes para ilhas exóticas) para quem é membro do clube. Seu próprio Departamento de Física (do qual é presidente) iria perder milhões por ano se estourasse a bolha de sabão do aquecimento global.
Quando a Universidade Estadual da Pennsylvania absolveu Mike Mann de delito, e a Universidade de East Anglia fez o mesmo com Phil Jones, elas não podem ter tido desconhecido as sanções pecuniárias que sofreriam se faziam o contrário. Como diz o velho ditado, você não precisa ser um meteorologista para saber para que lado o vento está soprando.
Posto que eu não sou filósofo, eu não vou explorar até que ponto o auto-interesse esclarecido cruza a fronteira da corrupção, porém uma leitura atenta dos noticiário do Climategate deixa claro que esta não é uma questão acadêmica.
Eu não quero parte nenhuma nela, por isso, peço-lhe aceitar a minha demissão. A APS já não me representa, mas espero que ainda nós sejamos amigos.

Hal

*(O número de títulos do catedrático é como que infindo. Seguem em inglês:
Harold Lewis is Emeritus Professor of Physics, University of California, Santa Barbara, former Chairman; Former member Defense Science Board, chairman of Technology panel; Chairman DSB study on Nuclear Winter; Former member Advisory Committee on Reactor Safeguards; Former member, President’s Nuclear Safety Oversight Committee; Chairman APS study on Nuclear Reactor Safety Chairman Risk Assessment Review Group; Co-founder and former Chairman of JASON; Former member USAF Scientific Advisory Board; Served in US Navy in WW II; books: Technological Risk (about, surprise, technological risk) and Why Flip a Coin (about decision making))


Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambientalista

Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa idéia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.
De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” ‒ população que emigra por causa do mau clima. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Nos censos recentes se verifica que foi um erro mortal, diz Michaels.

Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.
O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais freqüentes.

O caso de figura deveria ser as Bahamas que têm mais ciclones que qualquer outro lugar da terra. Entretanto a população aumentou 14% desde o ano 2000. E as ilhas Salomão se saíram melhor: mais 20%. Nas Seychelles os habitantes cresceram 9%.

Para o cientista, a história recente revela que os órgãos da ONU funcionam como uma central sistemática de desinformação climática.

Michaels aponta alguns dos exageros inverossímeis, aliás já desmentidos, espalhados pelo Painel Intergovernamental para as mudanças climáticas ‒ IPCC, e seu autoproclamado e inexistente consenso na ciência climática.

Quando o governo da Índia desmentiu a fantasia do IPCC segundo a qual desapareceriam os glaciares do Himalaia que alimentam o rio Ganges, o chefe do IPCC, o indiano Rajenda Pachauri, respondeu que o governo indiano apelava a uma “ciência vudu”.

Mas, agora, diz Michaels, verifica-se que o grande aprendiz de vudu é a ONU e seu órgão, o IPCC.

No mesmo relatório, o IPCC sustentava que 55% da Holanda já estavam abaixo do nível do mar. Ainda defendeu que em nove anos o crescimento da vegetação tropical diminuiria pela metade em virtude de um massivo declínio das chuvas anuais.

Todos estes erros se devem a um azar? perguntou Michaels.

Os cientistas são humanos e podem errar. Mas, responde Michaels, o esquisito é que as gafes da ONU têm sentido único. Nunca se encontra um erro na outra direção, quer dizer, subestimar as mudanças climáticas.

Em cada “erro”, o IPCC apelou para literatura que não foi conferida no sistema “peer-review”.
Num trabalho sem viés ideológico deveria haver possibilidades mais ou menos iguais de erro num sentido ou num outro. E o modo de corrigir os erros seria dar liberdade aos cientistas para agir normalmente.

Qual é a probabilidade de que uma moeda caia do mesmo lado seis vezes sucessivas? É 0,015%.
Porém, os cientistas da ONU consideram que um nível de 0,05% de probabilidade é um nível suficiente para achar que uma hipótese pode ser aceita, conclui Michaels.

E com esse grau de probabilidade de estarem certos pretendem reformar o mundo e pô-lo de ponta cabeça!


Erros do IPCC estão acima do imaginado, queixa-se a Holanda

A Agência Holandesa de Avaliação Ambiental reconheceu que o texto do relatório de três mil páginas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) tinha mais erros do que o esperado.

A agência aceitou responsabilidade por um dos erros do IPCC, ao informar, em 2005, que 55% do território da Holanda se encontram abaixo do nível do mar, quando a proporção correta são 26%.

O relatório deveria ter dito que 55% estão sujeitos a inundações.

Mais algumas “ninharias” estatísticas do IPCC afetando um país inteiro.
Se fosse só uma, mas estão aparecendo em série.
E uma série que de momento não acabou.



Conferência sobre mudança climática

Em Bruxelas, na sede da Federação Pró Europa Cristã, realizou-se no dia 13 de abril último esclarecedora conferência sobre o tão debatido tema da mudança climática.

O conferencista, Stéphane Buffetaut, é deputado no Parlamento Europeu e foi administrador adjunto de Versalhes durante 13 anos. Jurista e especialista em direito ambiental, atualmente preside o Observatório do desenvolvimento sustentável do Comitê econômico e social europeu.

Os aspectos relacionados com o clima e suas variações naturais foram abordados detalhadamente, e ressaltada a constante manipulação ideológica a que são submetidos por órgãos da mídia em âmbito universal, procurando responsabilizar o homem e suas atividades por todos os males mundiais. E a pseudo-solução que sugerem é uma vida simples e primitiva — o miserabilismo.

A partir dessa impostação, todos compreenderam melhor a intenção dos chamados eco-terroristas e seu engajamento para a instauração de uma “nova ordem mundial”, à maneira da “nova religião” que praticam — um culto à natureza, esquecendo-se de que Deus delegou ao homem, rei da criação, o domínio da natureza.

O conferencista abordou muito bem a fracassada Conferência de Copenhague e os interesses conflitantes entre os diversos países que dela participaram. Apesar desse fracasso, o discurso da Comissão Européia não mudou, continuando a afirmar que seu objetivo é “promover um acordo sólido e juridicamente contratado sobre a mudança climática, nas Nações Unidas”.

O Sr. Buffetaut concluiu afirmando: “Defrontam-se duas concepções de ecologia: uma voltada para o homem, e outra sem o homem. Profundamente malthusiana, esta última tem como exemplo extremo certas seitas de deep ecology americanas, cujos membros se esterilizam a fim de não perpetuar o gênero humano — o qual, segundo os sectários, polui a natureza ‘deificada’ pelo neopanteísmo contemporâneo”.


Só a má conduta científica é deplorável? E a manipulação ideológica?

Em recente editorial, a “Folha de S.Paulo” (24.8.2010), sob o título “Fraudes contra a ciência” apontou “dois casos rumorosos de má conduta que puseram em evidência a necessidade de vigiar de perto a pesquisa científica, em especial quando financiada com verbas públicas”.

“O mais recente envolve Marc Hauser, da Universidade Harvard (EUA), renomado pesquisador das origens da moral no homem e noutros primatas.

“A universidade concluiu, após três anos de investigação, que Hauser é culpado em oito casos de má conduta, dos quais não se conhecem os detalhes. A acusação abrange de deslizes menores a fraudes com dados”, acrescentou a editorial.

A irregularidade, infelizmente, acontece com relativa freqüência nas áreas do evolucionismo.
Sobre o segundo caso, a “Folha” diz: “O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) também se viu envolvido, no final de 2009, em acusações análogas. Erros localizados em um influente relatório de 2007 terminaram reconhecidos e corrigidos, mas só após intensa pressão.

“Bem mais graves eram as suspeitas levantadas por mensagens eletrônicas trocadas por climatologistas do IPCC, no chamado “climagate”.

“Haveria ali, na correspondência furtada e vazada, indicações de que manipulavam dados e boicotavam estudos dos cientistas céticos quanto ao papel da atividade humana no aquecimento global. Três comitês independentes inocentaram os cientistas das acusações mais pesadas. As últimas conclusões são aguardadas para o final deste mês”.

A “Folha” cita que nos EUA, investigaram-se oficialmente 217 casos em 2009, e acrescenta:
“Seria ingênuo supor que fenômeno similar não esteja em curso no Brasil. Instituições de pesquisa já deram mostras de que relutam em investigar a fundo e de forma transparente os poucos casos que vêm à tona, como plágios detectados na maior delas, a USP.

“Agências estatais de fomento como CNPq, Capes e Fapesp (para citar as mais destacadas) deveriam tomar a frente e criar equipes para investigar, por amostragem, a qualidade dos dados e conclusões dos estudos que financiam”.

Estas oportunas observações, entretanto, omitem o mais grave e mais atual problema envolvido nas deformações do IPCC e de outros “catastrofistas”.

Falhas ou fraudes humanas, culpadas ou não, podem acontecer em qualquer época, como a fraude do homem de Piltdown, perpetrada pelo teólogo evolucionista Pe. Teilhard de Chardin SJ no início do século XX.

Mas, o mais grave na nossa época é a deturpação dos dados da ciência com finalidades ideológicas, visando impor a nível planetário um sistema universalmente fracassado: o socialismo.

Tendo falido a versão soviética, os mais atualizados adeptos do socialismo procuraram na linguagem “verde” um travestimento para sua ideologia anti-natural.

A manobra não teria futuro se não fosse a repercussão que esses ativistas obtiveram na imprensa.
Gostaríamos de ler nos mesmos jornais e portais uma crítica oportuna e prudente dessa manipulação.
Essa mesma prudência gostaríamos ver na apresentação do noticiário sobre as matérias científicas ‒ aliás, tão importantes ‒ que essa ideologia encapuzada ‒ socialista, comunista, ou anarquista ‒ envenena com sistemática freqüência.



Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/conferencia-sobre-mudanca-climatica


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Eu não sei porque, os argumentos apresentados nos primeiros vídeos postados não lhe convenceram e não lhe motivaram uma pesquisa mais profunda que a simples opinião verbal dos seus professores. Seria importante que você contestasse, ponto a ponto, as questões mais importantes. Com os três primeiros vídeos, procurei mostrar opiniões com diferenças de idade, procedência, principalmente independência no caso do físico estadunidense. Com os vídeos seguintes, tentei mostrar a profundidade e origem obscura de tais alarmismos.

Como disse o professor, ninguém aqui está dizendo, com essa opinião, que poderemos desmatar a vontade, poluir a vontade. Como você disse, "de microclima em microclima..." De microclima em microclima, pouquíssimo ou quase nada alteraria o clima do planeta, mas afetaria e afeta sensivelmente os seres humanos que são obrigados a viverem dentro deles e o que ninguém comenta é o que esses(provavelmente você e seus familiares também), que como disse, estão "plantados" onde outrora era uma formosa Mata Atlântica estão fazendo de ecológico. Separar o lixo é um começo mas só isso não basta. Quem, por questões ecológicas só usa veículo a álcool? Quem faz por conta própria, fossas sépticas nas suas casas, para liberarem somente a parte líquida do esgoto? Quem pinta o telhado e as paredes de branco para reduzirem a irradiação de calor solar? Quem procura lojas suburbanas que vendem cereais no picado para evitar o uso de embalagens plásticas?

Como disse com razão o Geovanni, "pelo senso comum" (e pela nossa boa fé nos cientistas) abona-se, mas infelizmente não é bem assim o problema é bem mais profundo e isso é apenas uma ponta de vários icebergs.

E olhe, até a comunista Dilma, com seus erros de português, sabe que "não é bem assim"...


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Halmenara

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