A Igreja Católica e a Segunda Guerra Mundial

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Re: A Igreja Católica e a Segunda Guerra Mundial

Mensagem por Rafael Monteiro em Seg Ago 13, 2012 12:35 am

Meu Deus do Céu, quanta abobrinha!

Esses sites estão é fazendo um humor idiota,
Eu como entusiasta da história (não apoiador da guerra, mas sou interessado na história) da Segunda Guerra Mundial, creio que posso dizer sobre o assunto...

Primeiramente vejamos o que judeus famosos ou não disseram naquela época à respeito da Igreja:



Albert Einstein: "Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Mas, do mesmo modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral. “Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse. " [Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton]

Isaac Herzog - "O povo de Israel nunca se esquecerá o que Sua Santidade [Pio XII] e seus ilustres delegados, inspirados pelos princípios eternos da religião que formam os fundamentos mesmos da civilização verdadeira, estão fazendo por nossos desafortunados irmãos e irmãs nesta hora , a mais trágica de nossa história, que é a prova viva da divina Providência neste mundo." [Isaac Herzog, Gran Rabino da Palestina, em 28 de fevereiro de 1944; "Actes et documents du Saint Siege relatifs a la Seconde Guerre Mondiale", X, p. 292.]

Alexander Shafran - "Não é fácil para nós encontrar as palavras adequadas para expressar o calor e consolo que experimentamos pela preocupação do Sumo Pontífice [Pio XII], que ofereceu uma grande soma para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados; os judeus da Romênia nunca esqueceremos estes fatos de importância histórica." [Alexander Shafran, Gran Rabino de Bucarest, em 7 de abril de 1944; "Actes et documents du Saint Siege relatifs a la Seconde Guerre Mondiale", X, p. 291-292]

Juez Joseph Proskauer - "Temos ouvido em muitas partes que o Santo Padre [Pio XII] foi omisso na salvação dos refugiados na Itália, e sabemos de fontes que merecem confiança que este grande Papa estendeu suas mãos poderosas e acolhedoras para ajudar aos oprimidos na Hungria". [Juez Joseph Proskauer, presidente do "American Jewish Committee", na Marcha de Conscientização de 31 de julho de 1944 em Nova York]

Giuseppe Nathan - "Dirigimos uma reverente homenagem de reconhecimento ao Sumo Pontífice [Pio XII], aos religiosos e religiosas que puseram em prática as diretrizes do Santo Padre, somente viram nos perseguidos a irmãos, e com arrojo e abnegação atuaram de forma inteligente e eficaz para socorrer-nos, sem pensar nos gravíssimos perigos a que se expunham." [Giuseppe Nathan, Comissário da União de Comunidades Israelitas Italianas, 07-09-1945]

A. Leo Kubowitzki - "Ao Santo Padre [Pio XII], em nome da União das Comunidades Israelitas, o mais sentido agradecimento pela obra levada a cabo pela Igreja Católica em favor do povo judeu em toda a Europa durante a Guerra". [ A.Leo Kubowitzki, Secretario Geral do "World Jewish Congress" (Congresso Judeu Mundial ), ao ser recebido pelo Papa em 21-09-1945]

William Rosenwald - "Desejaria aproveitar esta oportunidade para render homenagem ao Papa Pio XII por seu esforço em favor das vítimas da Guerra e da opressão. Proveu ajuda aos judeus na Itália e interveio a favor dos refugiados para aliviar sua carga". [William Rosenwald, presidente de "United Jewish Appeal for Refugees", 17 de março de 1946, citado em 18 de março no "New York Times".

Eugenio Zolli - "Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura caíram, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz". [Eugenio Zolli, em seu livro "Before the Dawn" (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma; durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em 1945, foi batizado como "Eugenio" em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII]

Golda Meir - "Choramos a um grande servidor da paz que levantou sua voz pelas vítimas quando o terrível martírio se abateu sobre nosso povo". [Golda Meier, ministra do Exterior de Israel, outubro de 1958, ao morrer Pío XII]

Pinchas E. Lapide - "Em um tempo em que a força armada dominava de forma indiscriminada e o sentido moral havia caído ao nível mais baixo, Pio XII não dispunha de força alguma semelhante e pôde apelar somente à moral; se viu obrigado a contrastar a violência do mal com as mãos desnudas. Poderia ter elevado vibrantes protestos, que pareceriam inclusive insensatos, ou melhor proceder passo a passo, em silêncio. Palavras gritadas ou atos silenciosos. Pio XII escolheu os atos silenciosos e tratou de salvar o que poderia ser salvo." [Pinchas E. Lapide, historiador hebreu e consul de Israel em Milão, em sua obra "Three Popes and Jews" (Três Papas e os Judeus), Londres 1967; ele calcula que Pío XII e a Igreja salvaram com suas intervenções 850.000 vidas].

Sir Martin Gilbert - "O mesmo Papa foi denunciado por Joseph Goebbels - ministro de Propaganda do governo nazista - por haver tomado a defesa dos judeus na mensagem de Natal de 1942, onde criticou o racismo. Desempenhou também um papel, que descrevo com alguns detalhes, no resgate das três quartas partes dos judeus de Roma". [Sir Martin Gilbert, historiador judeu inglês, especialista no Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista em 02-02-2003 no programa "In Depth", do canal de televisão C-Span]

Paolo Mieri - "O linchamento contra Pio XII? Um absurdo. Venho de uma família de origem judia e tenho parentes que morreram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Esse Papa [Pio XII] e a Igreja que tanto dependia dele, fizeram muitíssimo pelos judeus. Seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e quase um milhão de judeus salvos graças à estrutura da Igreja e deste Pontífice. Se recrimina a Pio XII por não ter dado um grito diante das deportações do gueto de Roma, mas outros historiadores têm observado que nunca viram os antifacistas correndo à estação para tratar de deter o trem dos deportados. Um dos motivos por que este importante Papa foi crucificado se deve ao fato de que tomou parte contra o universo comunista de maneira dura, forte e decidida." [Paolo Mieri, periodista judeu italiano, ex-diretor do "Corriere della Será", apresentando o livro "Pio XII; Il Papa degli ebrei" (Pio XII; O Papa dos hebreus), de Andrea Tornielli, a 6 de junho de 2001. ]

David G. Dalin - "Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes, tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda".

[David G. Dalin, rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália]

Em 1942, o jornal Jewish Chronicle (Crônica Judia), de Londres, observou: “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França... Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”

O Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral... No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”

Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa.”

Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.”

Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.”

Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição... Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana... Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”

Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.

O rabino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”

Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus -- para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”

O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.

Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam".

A Segunda Grande Guerra produziu muitos mártires católicos, dentre eles se destacam Edith Stein e Maximiliano Kolbe e ainda os beatos Rupert Mayer e Alojs Andritzki, nesta mesma época o Arcebispo de Berlim, Cardeal von Preysing e o beato Von Galen, cardeal e bispo de Münster, destacaram-se na denúncia dos crimes do nazismo.

O Cardeal Pacelli tomou o nome de Pio XII (1939-1959), quando os nazistas ocuparam Roma, acolheu no Vaticano milhares de perseguidos, de todos os credos e raças e nacionalidades. Por uma grande soma de dinheiro resgatou 200 judeus e, com a sua aprovação, Monsenhor O'Flaherty, alto funcionário da Congregação do Santo Ofício, organizou uma rede clandestina de auxílio aos perseguidos que permitiu que fossem salvos milhares de judeus e comunistas.


[color=red]Vamos agora à palhaçada! Já que você não se deu ao simples trabalho de pesquisar no Google!

A Waffen-SS "SchutzStaffel" que significa "tropa de proteção" era uma tropa política da Alemanha Nazista, que primeiramente era somente a Guarda Pessoal de Hitler, e depois se tornou como que um "exército", com várias divisões e batalhões, os soldados da SS eram necessariamente membros do partido nazista e era deles a guarda e captura dos prisioneiros dos campos de concentração.

Se você ao invés de perder seu tempo escrevendo bobagem e fosse ler um pouco, você saberia que Heinrich Himmler, jamais foi padre, que ele era o braço direito de Hitler, que era militar e membro do partido desde sua fundação, e o comandante das tropas SS.

A última pergunta quase me fez cair da cadeira de rir!

OneEvil.org! (UmMal.org)
O site foi feito para caluniar a Igreja, site desconhecido, que só tem abobrinha, que o logotipo do site é de bruxaria, qual é a confiabilidade da informação tendenciosa e maluca desse site!?

Qualquer debilóide maluco pode criar um site e um ranking e escrever o que ele quiser.

O ULTIMO PARÁGRAFO FOI RETIRADO PELA MODERAÇÃO
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Rafael Monteiro

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Re: A Igreja Católica e a Segunda Guerra Mundial

Mensagem por diogo0912 em Qui Ago 16, 2012 2:13 pm

Rafael,

Deves lembrar das regras do fórum, e das palavras de Cristo, que nos exortou a dar a outra cara a tapa...

Depois que usar o computador não esqueça de dar a Descarga e se limpar, por que você ta acessando muita "M#!d@"

Quando fazemos algo e queremos saber se fizemos certo, devemos nos perguntar: "Jesus orgulhou-se do meu ato"Decerto Jesus não se orgulharia das tuas palavras...


Vamos ter um pouco mais de calma, e não importa o que for, seguir o exemplo que Jesus nos deu.

att,

Diogo
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Re: A Igreja Católica e a Segunda Guerra Mundial

Mensagem por camiloabc em Dom Mar 10, 2013 7:32 pm

as palavras dele não foram as mais delicadas, mas foram bem verdadeiras.
Na internet (e não só) é preciso muito cuidado com a fonte da informação, muita da informação é falsa, disparatada, boatos maldosos...

um bom jornal, uma boa revista tem um filtro, pessoas que avaliam minimamente se a informação tem um minimo de credibilidade... na internet qualquer louco pode criar um site e colocar lá os boatos e calunias que quiser.

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