Fraternidade nas igrejas

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por JoãoHangel em Sab Maio 04, 2013 1:10 pm

Essa fraternidade não percebo nos locais de trabalho por onde passei, o que vejo são evangélicos amigos entre si, mais quando convivem com colegas de trabalho ateus, espíritas, católicos, ou de quaisquer outra religião, os tratam friamente e muitas vezes já até presenciei perseguições e intrigas.

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Maio 04, 2013 3:38 pm

Caro João Hangel,

De início, quero dizer que seja bem-vindo ao nosso fórum, e que a paz de Nosso Senhor esteja sempre no seu coração!

É muito pertinente essa sua colocação. No meu ambiente de trabalho há uma pequena quantidade de protestantes que age exatamente da maneira como você se expressou no seu colóquio.

Quando o Ricardo afirma que "Deus, no entanto, exige que amemos também os nossos adversários, rogando por eles", está se referindo a uma verdade que, no caso a que me reporto, está muito distante, ou seja, estes protestantes desejam a paz do Senhor entre si, mas não fazem o mesmo para aqueles que são de outras confissões religiosas. Aqui percebe-se nitidamente a existência de uma falta desse "amor" que dizem que é cristão para com as pessoas que não são do seu ciclo de conivência religiosa, quando Jesus nos ensinou que saudassem A TODOS com a sua paz, enfatizando ainda que não preocupassemos com aqueles que não a recebessem, porque aquela paz nos seria devolvida como recompensa.

Um grande abraço !!!

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Maio 04, 2013 3:45 pm

Caro Ricardo,

Assim você afirmou:

"Por outro lado, nas comunidades ligadas ao catolicismo, parece haver menos intimidade e confiança entre os membros - até mesmo o rito de saudação mútua antes da eucaristia foi abolido."

Penso que essa sua afirmação se trata de um equívoco imenso, uma vez que não conheço qualquer fonte documental revogando este momento da celebração eucarística a que você se refere.

Entretanto, gostaria que colocasse no nosso fórum a fonte (ou as fontes) dessa sua afirmação, no sentido de preservar a fidedinidade das suas postagens no nosso fórum.

Agradecido, fico no aguardo de sua resposta.

Um grande abraço !!!
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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Maio 04, 2013 4:25 pm

Caros Amigos,

Complementando o que afirmei no meu colóquio anterior, desejar a paz do Senhor é uma prática de saudação tanto hebraica (Sl 122) quanto messiânica (Lc 2,14).

Mas o que afirma Jesus em relação a essa saudação ?

"Quando entrares numa casa (ou em algum lugar), dizei primeiro: Paz a esta casa (ou a esse lugar). Se houver alí gente de paz, descansará sobre ela a vossa paz. Do contrário, voltará a vós" (Lc 10,5-6).

Nesta passagem Jesus não afirma que só se deve desejar a paz aos irmãos na fé, aos amigos e aos familiares, MAS A TODOS !!!

Afirmar que "Para que alguém saúde outra pessoa com a paz de Cristo, é oportuno que ela mesma tenha paz em seu coração e em suas palavras" e que "De nada adianta palavras vazias sem amor. Do mesmo modo, não dá para dizer que se tem paz e comunhão com Deus se não houver um testemunho compatível" como fez o Ricardo Gabriel, é colocar-se de forma antagônica ao ensinamento de Jesus.

Em suma, é mais um equívoco que precisa de esclarecimentos.

Um grande abraço !!!
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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Maio 04, 2013 4:51 pm

Caro Ricardo,

Não quero ofendê-lo, mas perceba como você tem facilidade para deturpar um texto no sentido de denegrir a Igreja Católica:

No seu colóquio, você afirmou que "o rito de saudação mútua antes da eucaristia foi abolido".

Por outro lado, no Missal Romano está escrito que "se for oportuno (grifo nosso), o diácono ou sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes: Irmãos e irmãs, Saudai-vos em Cristo Jesus. (...) E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade, o sacerdote saúda o diácono ou o ministro. (...) O Missal não cita a obrigatoriedade da saudação, ao contrário, coloca-a como opcional (a clausula “se for oportuno” indica isso), (...) a instrução Redemptionis Sacramentum, nos pontos 71 e 72, clareia ainda mais a intenção e o modo sobre como se deve saudar-nos desejando a paz."

Deve observar que tornar facultativo de acordo com a realidade ou o momento da comunidade é uma coisa e abolir é outra completamente diferente.

Convém ressaltar que em muitos lugares esta saudação está sendo feita logo no início do culto; em outras imediatamente após o ato penitencial; em outras após a oração após a comunhão, cabendo ao sacerdote ou a equipe litúrgica o discernimento de qual momento deva ou possa fazer acontecer.

Apesar do texto que você citou do missal ser muito claro e não deixar dúvidas neste sentido, acredito que está esclarecido a partir da diferenciação entre os termos "FACULTATIVO" e "ABOLIDO". São coisas extremamente distintas, nada tendo a ver a primeira com a segunda.

Um grande abraço !!!
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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por mazzzo em Sab Maio 04, 2013 9:48 pm

ricardo_gabriel escreveu:Notadamente, nas igrejas evangélicas que visitei houve uma melhor recepção por parte dos anfitriões do que nas paróquias católicas em que já estive. Quando um irmão crente vê o outro na rua, eles se saúdam da mesma forma que na igreja. Por outro lado, nas comunidades ligadas ao catolicismo, parece haver menos intimidade e confiança entre os membros - até mesmo o rito de saudação mútua antes da eucaristia foi abolido..

Interessante que é vinha um casal na porta de minha casa, pedir esmola, comida, etc... e um dia eu reparei o que estavam conversando e percebi que eram evangélicos. Então eu perguntei se a igreja deles não ajudava. Eles responderam que não tinha esse tipo de ajuda... Eles, o casal, recebia cesta básica dos vicentinos (católicos) pois na igreja deles não tinha... Perguntei se tinha alguma organização do tipo dos vicentinos (que ajudam a todos, sem distinção de cor, religião, etc), eles responderam que não. Então, de que serve um evangélico cumprimentar outro na rua com na igreja se, na hora da necessidade, não ajudam ? Ou se ajudam, ajudam só entre eles (entre os participante fiéis, que pagam dizimo, fazendo assim distinção entre pessoas) ?

Ahh !!! E tem um hospital na cidade que estava para fechar as portas... um grupo de católicos assumiu trabalho de limpeza, lavar roupas, etc....tudo gratuitamente. Também fizeram campanhas na cidade para ajuda financeira ao hospital. Perguntei a coordenadora de alguma das dezenas de igrejas evangélicas ajudam, e a resposta foi NÃO ! Essas igrejas arrecadam $$$ aqui mas não ajudam em nada, na cidade... O asilo é católico, o hospital tem voluntários católicos, os vicentinos são católicos, e os evangélicos estão ocupados demais apontando os dedos nos acusando de idolatria e fazendo proselitismo.

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Maio 05, 2013 4:06 am

Ok, Ricardo,

Muitos católicos se saudam com a paz do Senhor. É muito comum ouvirmos deles expressões como "Fica na paz!". Outros simplesmente se abraçam... outros desejam a paz do senhor literalmente como está escrito, muito embora que não sejam todos, mas alguns.

Particularmente, até mesmo aqui no nosso fórum, faço isso muitas vezes no início ou no fim de vários dos meus colóquios, o que você, como observador crítico que o é, já deve ter observado muito bem.

Mas tenho que fazer mais algumas observações em relação ao seu ultimo colóquio quando você afirma que "o efeito da não-obrigatoriedade é que ninguém mais quer fazer". Isso não é verdadeiro, Ricardo. Como afirmei anteriormente, esta saudação é feita na imensa maioria das celebrações antes da comunhão, e em muitas delas em outros momentos.

Quando você questiona se "seria por razão de economizar tempo ou de não dar importância à demonstração pública de comunhão cristã", conhecendo-o como o conheço, tenho a convicção de que isso faz parte desse seu caráter muitas vezes crítico e poucas vezes reflexivo. São questões que estão ligadas a cada comunidade, a cada celebração de modo particular e de acordo com as várias peculiaridades que a Igreja submete ao discernimento dos seus ministros, de maneira que não sou eu que, estando na Igreja, vou julgar essa questão, e muito menos você que, estando fora dela, tem muito menos propriedade a seu respeito ou até mesmo não a tem.

Essa sua interpretação de que a saudação "após a comunhão não deveria ser", tomando como referencial a passagem em que Nosso Senhor afirma que "Se trouxeres a tua oferta ao altar e ali te lembrares que teu irmão tem algo contra ti, deixa diante do altar a tua oferta, e vai-te reconciliar-te primeiro com o teu irmão...", não diz respeito a essa questão, como também a ela não se aplica. Ela se aplica a cada um em particular e de acordo com a necessidade de perdão, de modo que, inserida na celebração litúrgica, caberia no momento do ato penitencial, como já é feito em algumas comunidades, muito embora que na hora da saudação isso também possa acontecer, o que é muito bom, independentemente de ser antes ou depois da comunhão.

Mas de tudo o que você escreveu, quero destacar como mais marcante o seguinte: "Aí também cabe o ensinamento de Jesus: "Se saudardes apenas os que vos saúdam, que recompensa tereis?" Esta ultima colocação que você nos apresenta não é contrária ao que você citou anteriormente? Vejamos:

"É verdade que a saudação da paz dos crentes é apenas entre os que são considerados irmãos. (...). Não é legal que se faça diferença entre as pessoas, mas, aos mais chegados, falamos de assuntos comuns (A PAZ DO SENHOR QUE FAZ CHOVER SOBRE OS MAUS E OS BONS NÃO DEVE SER UM ASSUNTO COMUM A TODOS INDEPENDENTEMENTE DE 'SEREM CRENTES' OU NÃO ? [grifos meus]). (...) Para que alguém saúde outra pessoa com a paz de Cristo, é oportuno que ela mesma tenha paz em seu coração e em suas palavras. (...). Do mesmo modo, não dá para dizer que se tem paz e comunhão com Deus se não houver um testemunho compatível."

Na minha ótica, há muita contradição no pouco que escreveu, mas como pode, da minha parte, estar havendo uma interpretação equivocada a respeito do que escreveu, o estou questionando e me fazendo desculpar em caso de equívoco de minha parte.

Um grande abraço e, para não esquecer, FICA NA PAZ DO SENHOR !!!
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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por mazzzo em Dom Maio 05, 2013 10:12 am

ricardo_gabriel escreveu:Duas coisas aqui me chamaram a atenção, três para ser mais completo. Esse casal ou não contou a sua necessidade aos irmãos da fé

O fato é a "igreja" desse casal não tem esse serviço de ajuda aos mais necessitados. Simplesmente não tem.

Não tem ajuda aos necessitados (que o certo é ter e sem distinção de pessoas seja por raça, credos, etc...), não ajudam o hospital com voluntários e nem financeiramente mas usam, quando precisam, e suas roupas sujas são lavadas pelos católicos, e assim vai.... é assim que eles tem moral para apontarem tanto os dedos naquelas acusações típicas (e hipócritas).

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por gleidsonmacedo em Dom Maio 05, 2013 11:18 am

aqui na minha paróquia é muito comum ao nos encontrarmos na rua ou em qualquer lugar nos saudamos com um: "A paz de Cristo e o amor de Maria. Amém"
Num sei bem certo uem começou, nem como se espalhou, mas é quase um "com licença", "tudo bem", "bom dia", etc...
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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por camiloabc em Dom Maio 05, 2013 6:59 pm

As mais de 40.000 denominações protestantes têm de tudo.
No Brasil quase todos têm origem no catolicismo, que normalmente conheciam muito mal e continuam a conhecer mal.
São normalmente muitos pequenos grupos, na sua grande maioria com uma preparação religiosa/teológica fraca. Mas num pequeno grupo é fácil criar laços de proximidade. Um grupo pequeno de uma religião numa região largamente dominada por outra cria laço de proximidade/fraternidade muito mais facilmente. Vale tanto para os protestante em regiões de maioria católica como para católicos em regiões de larga maioria protestante... ou hindu, islamica, budista. Uma minoria pequena se não for unida dissolve-se.
Os protestante são uma agregado de muitas pequenas minorias, que na maior parte dos casos se desconhece entre si. Há diferenças enormes também entre os grupos protestante e por regra geral, nas regiões de protestantismo mais antigo grupos que tiveram origens comuns frequentemente nutrem entre si fortes ressentimentos. Afinal muitos grupos têm origens em zangas nas suas direções.
Um bom exemplo do que se passa em países com protestantismo antigo de raiz calvinista:

http:// www.youtube.com/watch?v=TApmimuSq4I (vejam, vejam)

o protestantismo luterano não tem criado a multitude de denominações, mas na prática está morto, as regiões luteranas são hoje regiões de ateismo pratico aonde a prática religiosa é inferior a 5% da população.

Eu na minha paróquia também faço parte dos vicentinos. Ajudamos pessoas de todas as religiões. Numa paróquia aonde mais de 80 % da população se diz católica apenas uns 20% são praticantes. São esses 20%, ou antes uma parte desse 20% que ajuda o resto da população. Temos ajudado protestantes (sim, protestantes, que eu de evangélico vejo muito pouco na maior grande maioria deles) de várias denominações. A IURD faz de conta que os ajuda, mas na realidade só os ajuda a ficarem mais pobres. Nesses grupos protestantes vejo muitas palavras, mas nunca os vi ajudarem os seus proprios membros. Palavras ocas e sem consequencias praticas. Quem acaba por procurara atenuar os sofrimentos nos tempos dificeis acabamos por ser nós, o pequeno grupo de católicos praticantes, que para além de sermos praticantes somos colaborantes... esse pequeno grupo acaba por ser uns 2% da população, se tanto. E sim, talvez não nos mostremos tão calorosos entre nós como membros de grupinhos religiosos minusculos porque andamos tão sobrecarregados, entre o trabalho, a família e o serviço de evangelização à séria... não daquele de palavras ocas dos grupusculos "evangélicos" que o tempo para convívio entre nós não é muito. E agradecem-nos? A mim não, tenho de aturar muitissimo mais críticas e palavras azedas que agradecimentos ou elogios. Mas servos inúteis somos, fazemos aquilo que sabemos ser o nosso dever.

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por camiloabc em Dom Maio 12, 2013 5:15 am

Você vê coisas no que eu disse que não estão lá.
É Jesus que me salvará ou não, se eu também fizer por isso. Também não faço aquilo que faço para ser salvo, faço-o porque entendo que essa é a vontade de Deus, é o meu dever, como cristão.
O vídeo é uma caricatura, que mostra como são muitas vezes ridículas as divisões entre grupos cristãos. E é como lhe disse, muitas vezes os diferentes grupos protestantes dividem-se devido a conflitos pessoais e as suas relações são muito más. Isso é particularmente visível nos regiões de protestantismo antigo, seja ele pentecostal, batista, adventista, metodista, presbiterano, etc.

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Re: Fraternidade nas igrejas

Mensagem por mazzzo em Dom Maio 12, 2013 6:46 pm

camiloabc escreveu:
É Jesus que me salvará ou não, se eu também fizer por isso. Também não faço aquilo que faço para ser salvo, faço-o porque entendo que essa é a vontade de Deus, é o meu dever, como cristão.

Sim. É assim que penso. O camilo não faz a caridade para merecer o céu, a salvação. Ele sabe que isso não é suficiente. Ele sabe que a salvação é pelo Sacrifício de Jesus, o Salvador. Mas ele, camilo, faz a caridade por adesão (Fé vivida) a esse Salvador, que nos mandou amar uns aos outros e que disse que tudo o que fizermos ao menor (necessitado) é a Ele que fazemos. Não é para merecer o céu, mas por gratidão, por amor, por adesão a Nosso Senhor e Salvador.

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