Purgatório

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Re: Purgatório

Mensagem por Rafaela Botelho em Qua Jul 22, 2009 5:21 pm

Olá

Eu acho muito legal perguntarem... É muito bom aprender. Mas, não entendo como ainda tem gente que vem com o objetivo de nos convencer que estamos errados na nossa doutrina. Ora, este é um fórum católico.
Discutir e refletir sobre diversos temas é interessantíssimo, e a participação de membros de doutrinas diferentes faz com que conheçamos as nossas próprias respostas...

Espera-se que uma pessoa que posta um texto com conteúdo que diverge da doutrina católica queira ver o que a Igreja tem a dizer a respeito de tal assunto.

Então, as respostas não me impressionam... É claro que os católicos vão responder a favor da Igreja. Respeitar os não-católicos é uma coisa, tomar como verdade o que eles dizem contra nossa Igreja é outra.

O que me impressiona é a audácia de alguns.

Fiquem com Deus
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Rafaela Botelho
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Catequese do Papa sobre o Purgatório

Mensagem por Pe. Anderson em Qui Jan 27, 2011 6:38 pm

Caros amigos,

Vejam como esse belíssimo texto do nosso Papa completa tudo o que foi escrito aqui até hoje:


CATEQUESE DO PAPA: SANTA CATARINA DE GÊNOVA E O PURGATÓRIO

Intervenção na audiência geral de hoje

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos na Sala Paulo VI para a audiência geral.


Queridos irmãos e irmãs:

Hoje, eu gostaria de falar sobre outra santa que, como Catarina de Sena e Catarina de Bolonha, também tem o nome de Catarina: falo de Catarina de Gênova, que é particularmente notável por suas visões do purgatório.
O texto que nos conta sobre sua vida e pensamento foi publicado na cidade da Ligúria, em 1551, e é dividido em três partes: a Vita, propriamente dita, a Dimostratione et dechiaratione del purgatorio - mais conhecida como Trattato - e o Dialogo tra l'anima e il corpo. O compilador da obra de Catarina foi seu confessor, o Pe. Cattaneo Marabotto.

Catarina nasceu em Gênova, em 1447; última de cinco filhos, perdeu o pai, Giacomo Fieschi, em sua infância. A mãe, Francesca di Negro, educou seus filhos como cristãos, tanto é assim que a filha mais velha se tornou freira aos dezesseis anos. Catarina foi casada com Giuliano Adorno, um homem que, depois de anos de experiência na área do comércio e no mundo militar do Oriente Médio, voltou a Gênova para se casar. A vida conjugal não foi fácil, especialmente pelo temperamento do marido, que gostava de jogos de azar. A própria Catarina foi induzida, no começo, a levar um tipo de vida mundana, na qual não conseguiu encontrar a serenidade. Depois de dez anos, em seu coração havia um profundo sentimento de vazio e amargura.

Sua conversão começou em 20 de marco de 1473, graças a uma insólita experiência. Catarina foi à igreja de São Bento e ao Mosteiro de Nossa Senhora das Graças para confessar-se e, ajoelhando-se diante do sacerdote, "recebi - escreve ela - uma ferida no coração, do imenso amor de Deus"; e foi tão clara a visão de suas misérias e defeitos, e ainda, da bondade de Deus, que ela quase desmaiou. Foi ferida no coração com o conhecimento de si mesma, da vida que levava e da bondade de Deus. A partir dessa experiência, nasceu a decisão que orientou toda a sua vida e que, expressa em palavras, foi: "Não mais mundo, não mais pecado" (cf.Vita mirabile, 3rv).

Catarina, então, interrompeu a confissão foi embora. Quando ela voltou para casa, foi ao quarto mais distante e refletiu por um longo tempo. Nesse momento, ela foi instruída interiormente sobre a oração e teve consciência do amor de Deus por ela, de que ela era pecadora, uma experiência espiritual que não conseguia expressar em palavras (cf.Vita mirabile, 4r). Foi nesse momento que Jesus lhe apareceu como sofredor, carregando a cruz, como muitas vezes foi representado na iconografia da santa. Poucos dias depois, ela voltou a buscar o sacerdote para realizar, finalmente, uma boa confissão. Começou aí a "vida de purificação" que, durante muito tempo, fez com que ela sofresse uma dor constante pelos pecados cometidos e a levou a impor-se sacrifícios e penitências para mostrar seu amor a Deus.

Nesse caminho, Catarina ia ficando cada vez mais perto do Senhor, até entrar no que é conhecido como "a via unitiva", ou seja, uma relação de profunda união com Deus. Na Vita, está escrito que sua alma era guiada e amestrada somente pelo doce amor de Deus, que lhe dava tudo de que ela precisava. Catarina se abandonou de tal forma nas mãos de Deus, que viveu, durante quase 25 anos, como ela escreveu, "sem qualquer criatura, instruída e governada apenas por Deus" (Vita, 117r-118r), nutrida principalmente pela oração constante e pela Santa Comunhão recebida todos os dias, algo incomum naquela época. Foi somente anos mais tarde que o Senhor deu-lhe um sacerdote para cuidar de sua alma.

Catarina sempre relutou em confiar e expressar a sua experiência de comunhão mística com Deus, sobretudo pela profunda humildade que sentia frente às graças do Senhor. Foi somente a partir da perspectiva de dar-lhe glória e poder ajudar os outros em seu caminho espiritual, que ela aceitou contar o que lhe tinha acontecido na época de sua conversão, que é sua experiência original e fundamental.

O lugar da sua ascensão mística aos cumes foi o hospital de Pammatone, o maior complexo hospitalar de Gênova, do qual foi diretora e promotora. Portanto, Catarina viveu uma existência totalmente ativa, apesar da profundidade de sua vida interior. Em Pammatone, formou-se ao seu redor um grupo de seguidores, discípulos e colaboradores, fascinados pela sua vida de fé e por sua caridade. Ela conseguiu que seu próprio marido, Giuliano Adorno, deixasse a vida dissipada, se tornasse terciário franciscano e se transferisse para o hospital para ajudar sua esposa. A participação de Catarina no cuidado dos doentes continuou até os últimos dias de sua jornada terrena, em 15 de setembro de 1510. De sua conversão até sua morte, não houve acontecimentos extraordinários, somente dois elementos caracterizaram sua vida inteira: por um lado, a experiência mística, ou seja, a união profunda com Deus, vivida como uma união esponsal; e, por outro, a assistência aos doentes, a organização do hospital, o serviço ao próximo, especialmente aos mais abandonados e necessitados. Esses dois polos - Deus e o próximo - preencheram toda sua vida, transcorrida praticamente dentro dos muros do hospital.
Queridos amigos, não devemos esquecer que, quanto mais amamos a Deus e somos constantes na oração, mais amaremos verdadeiramente quem está ao nosso redor, quem está perto de nós, porque seremos capazes de ver em cada pessoa o rosto do Senhor, que ama sem limites nem distinções. A mística não cria distâncias com relação ao outro, não cria uma vida abstrata, mas sim aproxima dos outros, porque se começa a ver e agir com os olhos, com o coração de Deus.

O pensamento de Catarina sobre o purgatório, pelo qual é particularmente conhecida, está condensado nas duas últimas partes do livro citado no início: o Tratado sobre o purgatório e o Diálogo entre a alma e o corpo. É importante notar que a Catarina, em sua experiência mística, nunca teve revelações específicas sobre o purgatório ou sobre as almas que estão sendo purificadas nele. No entanto, nos escritos inspirados por nossa santa, é um elemento central, e a maneira de descrever isso tem características originais com relação à sua época. O primeiro traço original diz respeito ao "lugar" da purificação das almas. Em sua época, representava-se o purgatório principalmente com o uso de imagens ligadas ao espaço: pensava-se em uma determinada área, onde se encontraria o purgatório. Em Catarina, no entanto, o purgatório não é apresentado como um elemento da paisagem das entranhas da terra: é um fogo interior, não exterior. Isso é o purgatório, um fogo interior. A santa fala do caminho de purificação da alma até a comunhão com Deus, partindo de sua própria experiência de profunda dor pelos pecados cometidos, em contraste com o amor infinito de Deus (cf. Vita mirabile, 171v).
Ouvimos sobre o momento da conversão, em que Catarina sente de repente a bondade de Deus, a distância infinita de sua própria vida dessa bondade e um fogo abrasador dentro dela. E este é o fogo que purifica, é o fogo interior do purgatório. Também aqui há uma característica original com relação ao pensamento da época.

Não se parte, de fato, do Além para narrar os tormentos do purgatório - como era costume na época e talvez ainda hoje - e, em seguida, apontar o caminho para a purificação ou a conversão, mas a nossa santa parte da experiência interior e pessoal de sua vida no caminho rumo à eternidade. A alma - diz Catarina - é apresentada a Deus ainda vinculada aos desejos e dores decorrentes do pecado, e isso lhe torna impossível gozar da visão beatífica de Deus. Catarina afirma que Deus é tão puro e santo, que a alma, com as manchas do pecado, não pode se encontrar na presença da divina majestade (cf. Vita mirabile, 177r). E também nós percebemos quão afastados nos encontramos, como estamos cheios de muitas coisas, de modo que não podemos ver Deus. A alma é consciente do imenso amor e da perfeita justiça de Deus e, portanto, sofre por não ter respondido correta e perfeitamente a esse amor e, por isso, o próprio amor a Deus torna-se uma chama, o próprio amor a purifica das suas escórias de pecado.

Em Catarina se percebe a presença de fontes teológicas e místicas às quais era normal recorrer em sua época. Em particular, há uma imagem de Dionísio, o Areopagita, a do fio de ouro que une o coração humano com o próprio Deus. Quando Deus purifica o homem, Ele o ata com um fio finíssimo de ouro, que é o seu amor, e o atrai a si com um carinho tão forte, que o homem permanece como "superado, vencido e todo fora de si mesmo". Assim, o coração humano é invadido pelo amor de Deus, que se torna o único guia, o único motor da sua existência (cf. Vita mirabile, 246rv). Essa situação de elevação até Deus e de abandono à sua vontade, expressa na imagem do fio, é utilizada por Catarina para exprimir a ação da luz divina sobre as almas do purgatório, luz que as purifica e as eleva aos esplendores dos raios resplandecentes de Deus (cf.Vita mirabile, 179r).
Caros amigos, os santos, em sua experiência de união com Deus, chegaram a um "saber" tão profundo dos mistérios divinos, no qual o amor e o conhecimento se compenetram, que são de ajuda para os próprios teólogos na sua tarefa de estudo, de intelligentia fidei, de intelligentia dos mistérios da fé, do aprofundamento real nos mistérios, por exemplo, sobre o que é o purgatório.

Com sua vida, Catarina nos ensina que, quanto mais amamos a Deus e entramos em intimidade com Ele na oração, mais Ele se deixa conhecer e acende nosso coração com seu amor. Escrevendo sobre o purgatório, a santa nos recorda uma verdade fundamental da fé que se torna para nós um convite a rezar pelos defuntos, para que possam chegar à visão beatífica de Deus, na comunhão dos santos (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1032). O serviço humilde, fiel e generoso, que a santa prestou durante toda a sua vida no hospital de Pammatone, também é um brilhante exemplo de caridade para com todos e um incentivo especial para as mulheres que dão um contributo essencial para a sociedade e para Igreja com sua belíssima obra, enriquecida por sua sensibilidade e pela atenção aos mais pobres e necessitados. Obrigado.


Grande abraço a todos.
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Re: Purgatório

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 02, 2011 6:54 am

desculpe-me padre, mas pesquuisando o livro de Jó descobri que ele oferecia sacrificio pelos filhos, enquanto os mesmos se achavam vivos.veja:
Jó 1 Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal.

E nasceram-lhe sete filhos e três filhas.

E o seu gado era de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas; eram também muitíssimos os servos a seu serviço, de maneira que este homem era maior do que todos os do oriente.

E iam seus filhos à casa uns dos outros e faziam banquetes cada um por sua vez; e mandavam convidar as suas três irmãs a comerem e beberem com eles.

Sucedia, pois, que, decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: Talvez pecaram meus filhos, e amaldiçoaram a Deus no seu coração. Assim fazia Jó continuamente
jó 1: 1 a 5
espero ter colaborado.
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Re: Purgatório

Mensagem por Fabricio em Qua Mar 02, 2011 7:56 am

Prezados,
Sinceramente, acho q a troca de citações bíblicas são infrutíferas, pois nós católicos entendemos de um jeito, e os protestantes entendem de outro. Como os protestantes podem provar que suas interpretações estão certas se eles não se entendem nem mesmo entre si? Nós católicos fundamentamos nossa crença nas Escrituras, Tradição e Magistério. Sabemos que os primeiros cristãos criam no Purgatório, temos evidências desse fato já nos primeiros séculos do cristianismo, bem antes do édito de Milão: temos as orações escritas nas lápides dos primeiros cristãos enterrados nas catacumbas, temos os escritos de Santa Tecla, testemunhos de Tertuliano, Orígenes, Clemente de Alexandria, São Cipriano etc. Ou seja, durante 1500 anos a doutrina do purgatório era inquestionável. Se a doutrina do Purgatório está errada, porque raios de motivo será que ninguém se levantou contra ela durante 1.500 anos? Por que será que aqueles cristãos que tinham fé suficiente para entregar suas vidas nos circos romanos não tiveram coragem para combater o Purgatório? Qual motivo levaria aqueles cristãos adeptos da ortodoxia, intolerantes com as heresias judaizantes, gnósticas e tantas outras a aceitaram de tão bom grado o Purgatório, se esta doutrina está errada segundo os 'doutores de bíblia dos dias de hoje'? Será q eles não sabiam ler (bom, pelo menos escrever eles sabiam, vide suas epístolas)? Será que eles, dos quais muitos ouviram diretamente dos apóstolos a pregação do Evangelho, não entenderam o que leram e ouviram? Será que o Espírito Santo abandonou a Igreja durante todo esse tempo e veio encarnar depois do séc. XVI na pessoa de Lutero, ou Calvino, ou Zwinglio, ou John Smith (bom, só pode ser em um deles, visto que cada um entende as Escrituras de forma diferente). Deixemos bem claro que a fé da Igreja Católica não muda, é a mesma ensinada por Nosso Senhor e pelos apóstolos, a mesma que se cria a 2.000 anos atrás, e será a mesma na qual se vai crer daqui há 2.000 anos. Já a efêmera fé protestante de hoje em dia não é nem mesmo parecida com a fé de Lutero e cia., e provavelmente não será a mesma na qual se vai crer na próxima década. Apelemos para o bom senso.

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Re: Purgatório

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qui Mar 03, 2011 3:52 pm

Eu acredito na existência de algo semelhante ao «Purgatório».
Mas em primeiro lugar o «Purgatório» começa aqui, na terra.
Em segundo lugar a morte é como que um «purgatório».
Depois da morte, há o «eterno descanso».
Descansem em Paz! ...

Penso que as pessoas não vão logo para o céu, como muita gente diz, mas só DEUS é que sabe acerca deste tema «oculto».
O mais caricato são as fábulas e as lendas que são contadas pelo "Zé Povinho".
Penso que YHWH é amoroso; não é sádico; nem quer que sejamos masoquistas.
A dor é um sinal de que algo está mal, e que necessita de ser corrigido.

Contudo, apesar de o tema ser difícil, penso que é salutar que as pessoas mostrem as suas ideias para que as possamos confrontar e daí não cairmos em exageros.
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Re: Purgatório

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Sab Mar 05, 2011 3:12 pm

eu ainda não encontrei na bíblia nada sobre purgatório
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Re: Purgatório

Mensagem por Binhokraus em Qui Mar 10, 2011 10:10 am

Bom, vou colocar aqui a doutrina do purgatório segundo a Igreja. Nada do que vou colocar aqui é novidade, pois já foi dito em posts anteriores. Peço um pouco mais de boa vontade para relerem todo o tópico e buscarem as passagens já citadas sobre o purgatório, e a partir daí, e não do que ouvem falar, construam sua argumentação contrária caso não concordarem com o que já foi escrito.

O catecismo da igreja católica ensina assim:

1030 Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.
1031 A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador: (Parágrafos relacionados 954,1472)
No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.
1032 Este ensinamento apóia-se também na prática da oração pelos defuntos, da qual já a Sagrada Escritura fala: "Eis por que ele [Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos de seu pecado" (2Mc 12,46). Desde os primeiros tempos a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em seu favor, em especial o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, eles possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos: (Parágrafos relacionados 958,1372,1479)
Levemo-lhes socorro e celebremos sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai que deveríamos duvidar de que nossas oferendas em favor dos mortos lhes levem alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer nossas orações por eles.

Para um melhor entendimento, consultem os parágrafos relacionados no Catecismo da Igreja católica. Se alguém quiser uma cópia do Catecismo, eu tenho uma versão digital do mesmo, e posso passar por e-mail.

Permaneçam em Deus. Paz, unção e música!!!

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Re: Purgatório

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