Sobre o homossexualismo

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Jun 22, 2009 5:29 pm

Caros amigos,

Querida Marina, desculpa por nao ter me expressado bem, eu só quis dizer que nao queria comentar todos os textos postados nesse tópico, mas queria me ater ao essencial, que é o texto do Catecismo que eu postei. Vi que havia um "tom passional" aqui (assim com bem expressou o Alessandro) e que várias palavras foram retificadas aqui, por isso quis me ater somente ao conteúdo doutrinal principal da questao.

Creio que é evidente que eu nao considero todo esse tópico aqui desnecessário, pois se assim fosse, eu nao teria postado nada aqui. Mas de qualquer modo, desculpe pela ambiguidade da minha frase, todos os "tira-dúvidas oficiais" tentamos ser bem claros, mas algumas vezes caímos nas armadilhas da linguagem.

Um grande abraço e obrigado pela sua participaçao. Estamos sempre à disposiçao.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Qua Jun 24, 2009 11:21 am

Não são os grupos religiosos os preconceituosos na questão:

http://www.midiaamais.com.br/cultura/583-a-sexualizacao-da-heresia

Nós, católicos, temos de agir conforme a nossa fé e os ensinamentos da Bíblia e não de convenções politicamente corretas.

Acredito cada vez mais na veracidade do texto do Padre Leo.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por M. Bérgamo em Qua Jun 24, 2009 12:46 pm

Leo Santos escreveu:

Nós, católicos, temos de agir conforme a nossa fé e os ensinamentos da Bíblia e não de convenções politicamente corretas.


Não se preocupe com o politicamente correto, pois pra grande maioria, a fé e os ensinamentos da Bíblia são o politicamente correto.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Qui Jun 25, 2009 4:16 pm

A Bíblia não é politicamente correta porque é verdade e fé, coisas ausentes no politicamente correto, que é hipócrita e é uma forma de relativização da moral, dos bons costumes e da boa índole, ao cerceá-los sobre a pecha de preconceito toda vez em que alguém critica abertamente algo que considera errado, como o desvio que é o homossexualismo e tanto é desvio que a droga do meio gay é o cristal de metanfetamina, que foi até abordado por Dick Wolf, em um episódio de Lei e Ordem:Unidade de vítimas especiais.

Politicamente correto é chamar de homofóbico quem condena o homossexualismo ou botar em votação um projeto de lei chamado de mordaça gay, como o plc 122.

Fé e respeito ao próximo é o que está na Bíblia e não essa hipocrisia de hoje, que aliás passa longe do livro sagrado, chamada politicamente correto.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por M. Bérgamo em Qui Jun 25, 2009 4:23 pm

Continuo achando que a maioria, se não acredita que o catoliscismo é o politicamente correto, acha que ele está bem perto do que é o "esperado pela maioria" ou "mais aceitável na sociedade".

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Qui Jun 25, 2009 5:17 pm

Texto do blog de Julio Severo, com uma importante medida da Lituânia:


Peter J. Smith

VILNIUS, Lituânia 18 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento da Lituânia deu aprovação final a uma lei que proíbe os meios de comunicação e as escolas de promoverem condutas adversas ao desenvolvimento dos jovens, inclusive exposição pública à violência, suicídio e propaganda homossexual.

O Seimas, que é o Parlamento da Lituânia, aprovou a lei na terça-feira. A lei proíbe a disseminação de informações públicas que sejam reconhecidas em geral como tendo efeito negativo na saúde mental e no desenvolvimento físico, intelectual e moral dos jovens. Isso inclui a propagação de informações que “incitem a opinião pública a favor das relações homossexuais e bissexuais ou da poligamia”.

Contudo, a lei atual necessita de sanções sérias contra os infratores. Os legisladores haviam debatido, mas rejeitaram por pequena margem em 11 de junho, uma emenda que teria multado ou preso os infratores com até três anos de cadeia.

A versão final da lei foi aprovada com 67 parlamentares votando a favor, três contra e quatro abstenções.

A coalizão conservadora governista apoiou a lei como parte de seus contínuos esforços para fortalecer e incentivar a família natural.

A lei precisa ainda da aprovação do Presidente, que tem dez dias para autorizar um veto depois que o projeto de lei for assinado pelo presidente do Seimas Valinskas.

A Anistia Internacional e os grupos de ativistas homossexuais condenaram o projeto de lei, alegando que viola os direitos humanos, tais como a liberdade de expressão e a proteção contra a discriminação.

Vladimir Simonko, diretor da Liga Gay Lituana declarou: “Este é uma terça negra, isto é homofobia institucionalizada”, acrescentando que sua organização pedirá que o Presidente Valdas Adamkus vete a lei.

No entanto, o parlamentar Jarosaw Narkiewicz, disse ao diário católico polonês, Nasz Dziennik, que ele crê que o Presidente Adamkus assinaria a lei.

“Os membros do parlamento chegaram a uma conclusão, de que essa conduta, que tem um efeito destrutivo nas crianças, não pode ser tolerada. A situação presente nos meios de comunicação influenciou isso”, disse Narkiewicz numa entrevista. “Estamos vendo violência crescente nos meios de comunicação, e menores de idades estão tendo acesso a isso. Tentamos também apresentar a homossexualidade ou a bissexualidade de um modo positivo, não apenas em programas de entretenimento ou entrevistas, mas também em programas educacionais. É verdade que esses tipos de condutas são contra a lei natural e contra o Cristianismo, mas esse fato é em grande parte ignorado”.

Narkiewicz acrescentou que a lei não é inteiramente satisfatória para ele já que não tem penalidades que desencorajariam grupos de violar a lei.

A parlamentar Aleknaite-Abramkiene disse para o jornal Baltic Times que os legisladores não estavam tencionando discriminar os homossexuais, mas em vez disso queriam garantir paz na comunidade e respeito pelos valores das famílias lituanas.

“A opinião pública é bem clara — eles não querem uma demonstração de sexualidade”, disse ela. “As pessoas querem viver de acordo com suas regras, com liberdade para que cada um viva como quer, mas sem intervir na vida pública e influenciar os jovens”.

“Essa lei criará um equilíbrio democrático entre a maioria e a minoria — queremos paz”.

A Lituânia e sua vizinha Látvia têm nos anos recentes se tornado importantes alvos de propagandas e demonstrações antagonizantes de ativistas homossexuais europeus, que fizeram ou tentaram fazer paradas de orgulho gay sexualmente provocantes nas capitais dos países bálticos.

Em 2007 e 2008, autoridades de Vilnius e Kowno proibiram uma demonstração tal, uma “marcha de tolerância” organizada sob a direção da Comissão Européia.



A Bíblia teve o relato fiel dos acontecimentos, inspirada pelo Espírito Santo, enquanto que essa hipocrisia chamada politicamente correto foi criado por pessoas comuns, as ditas celebridades, pra cercear a defesa dos bons costumes.Talvez, M. Bérgamo, como não católica, você não tenha a menor ideia do que está falando ou esteja fazendo uma patrulha ideólogia num fórum frequentado por pessoas católicas.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Sex Jun 26, 2009 11:27 am

Só pra continuar, o politicamente correto foi criado pela escola de Frankfurt pra isolar e reprimir todos aqueles com morais rígidas e noções fortes do certo e o errado, promovendo a hipocrisia e a inversão de valores.
Ao afirmar que a Bíblia é politicamente correta, cometeu uma leviandade,M.Bergamo, por falta de conhecimento de causa ou por conhecimento demais.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por M. Bérgamo em Sex Jun 26, 2009 12:56 pm

Leo Santos escreveu:
A Bíblia teve o relato fiel dos acontecimentos, inspirada pelo Espírito Santo, enquanto que essa hipocrisia chamada politicamente correto foi criado por pessoas comuns, as ditas celebridades, pra cercear a defesa dos bons costumes.Talvez, M. Bérgamo, como não católica, você não tenha a menor ideia do que está falando ou esteja fazendo uma patrulha ideólogia num fórum frequentado por pessoas católicas.

Vc só pode estar brincando, certo? A Bíblia teve o relato fiel dos acontecimentos. Que isso, todos sabemos que a bíblia foi modificada e adaptada uma centena de vezes desde seu surgimento, cada uma delas modificada de acordo com os interesses dos que matinham o controle sobre ela.
Se vc não acredita nisso ou não tem essa informação, acredito que é vc quem esta fazendo patrulha ideológica no fórum.
Outra, a religião, independente de qual seja, sempre regulou e ditou regras a serem seguidas cada uma da sua maneira óbvio, servindo de moderador das atividades humanas. Não posso desvinculala das ações da maioria, pois acham que agindo conforme as "leis religiosas" estão seguindo o politicamente correto sim.

Agora, deixe-me fazer uma observação, se é pra me contradizer em todos os sentidos, é melhor que o faça com bons argumentos, ao invés de querer me "empurrar" dados que sejam de dentro da igreja, assim talvez você pare de me julgar "patrulheira" e comece a se referir a mim como uma pessoa que entra num fórum com a intenção de usá-lo justamente para o fazer o que ele nos dá a liberdade de fazermos, discutir.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Sex Jun 26, 2009 4:43 pm

[quote="M. Bérgamo"]
Leo Santos escreveu:
M. Bérgamo escreveu:]

No vídeo não mostra que foi gente de fora e sim de dentro, inclusive na outra pancadaria tinha até um vestido de village people, logo de dentro do dito "movimento".Então, onde está o preconceito?
E quanto a preconceito, o plc 122 é bastante preconceituoso ao suprimir qualquer crítica ao homossexualismo. E também tem o tal Luiz Mott, homossexual que quer mesmo é ter um menino de 16 anos na cama com ele.Grande parâmetro de virtude ele, não?


Se você for parar pra pensar, interessante né, em atos violentos nesse tipo de "movimento" envolver só os homossexuais, contudo, o pior é que então eles são os violentos, são os corruptos morais, são os humanos doentes....
Interessante, quanto milhões de homens e mulheres que não são homossexuais comentem crimes horrendos em todo mundo, se tacam, comem a carne do próprio vizinho, matam seus filhos... Parâmetro de virtude "deles", e nós, somos tão melhores assim nos nossos parâmetros... acho que não!

Se eles são tão coitadinhos, como é que fundaram um partido, na Holanda, eu acho, de sexo entre meninos e homens?

M. Bérgamo escreveu:Padre,

O que não entendi é...o Sr. é da mesma opinião que a Dr?Ou melhor, a igreja católica tem a mesma opinião?

M. Bérgamo escreveu:Sua opinião sobre o fato destacado demonstra bem o seu preconceito em relação ao homosexualismo, contudo, deve-se pensar o seguinte... Em uma parada gay, onde o principal foco é a disseminação do orgulho gay, é óbvio que quem provoca esse tipo de discussão e briga, jogar bomba, morte de três, não vem do movimento, e sim de pessoas que não aceitam o evento, preconceituosas, e que acreditam em uma verdade que se não for aceita pelos outros, os outros nunca vão prestar...Então, amigos, revejamos nossas considerações ao falar de seres humanos que são nossos irmãos e que, tomaram uma decisão na vida que não é o caminho mais fácil, como muitos aí que seguem algo pq dizem que é o certo e nem se preocupam em se aprofundar no que realmente é o certo!!!

Sempre que ocorrer confusão dentro da parada do orgulho gay é culpa dos outros então?

[quote="M. Bérgamo"]
Leo Santos escreveu:
M. Bérgamo escreveu:

No vídeo não mostra que foi gente de fora e sim de dentro, inclusive na outra pancadaria tinha até um vestido de village people, logo de dentro do dito "movimento".Então, onde está o preconceito?
E quanto a preconceito, o plc 122 é bastante preconceituoso ao suprimir qualquer crítica ao homossexualismo. E também tem o tal Luiz Mott, homossexual que quer mesmo é ter um menino de 16 anos na cama com ele.Grande parâmetro de virtude ele, não?


Se você for parar pra pensar, interessante né, em atos violentos nesse tipo de "movimento" envolver só os homossexuais, contudo, o pior é que então eles são os violentos, são os corruptos morais, são os humanos doentes....
Interessante, quanto milhões de homens e mulheres que não são homossexuais comentem crimes horrendos em todo mundo, se tacam, comem a carne do próprio vizinho, matam seus filhos... Parâmetro de virtude "deles", e nós, somos tão melhores assim nos nossos parâmetros... acho que não!

Pra pessoas que se dizem oprimidas, criar um partido político que defende a pedofilia deve ser algo corriqueiro e ai de quem falar um a contra.Já ouviu falar disso ou não?

M. Bérgamo escreveu:
Rafaela Botelho escreveu:Olá Marina. (É assim seu nome, né?)
Como vai?

Então, com essa afirmação você diz que o mal, a violência, a corrupção, a mortalidade infantil e tantas outras fatalidades não existem?


Sim, meu nome é Marina (desnecessária essa perguntinha)

Peço perdão, relmente não entendo de Cristianismo, não sei o que diferencia vcs Cristãos de qualquer outra reliagião do mundo. Pensei que sabia, mas não sei.
A única coisa que procuro aqui, é debater o real, os acontecimentos baseados nas ações das pessoas, independente de sua religião. Aí que cometo mais um erro, estou em um site com 97% de Católicos, praticamente impossível se discutir deixando de lado a influência religiosa, sendo assim, termino minha participação aqui lembrando que minha intenção não é julgar, é só provocar para debartermos um ponto de vista, contudo, lembrando sempre que não existe uma verdade única.
Não penso que vocês são perfeitos, longe disso, eu nem ao menos acredito em pecado, portanto, a opinião de vcs ou o que dizem não vão me fazer julgá-los como pecadores. Até pq, quem sou eu.
Pra finalizar, o mal, a violência, a corrupção, a mortalidade infantil e tantas outras fatalidades que existem, podem ser comparadas com a criação de um ser com uma "doença natural" que deve ser curada? Outra dúvida, todas essas coisas terríveis foram criadas por Deus, achei que elas tivessem sido criadas pelo próprio homem, ou decorrente da ação do mesmo, não são?

Se quer debater, discutir, não existia razão pra querer sair e o que fome, violência, miséria e a corrupção tem a ver com o homossexualismo, como pecado? Tentou defender a parada do orgulho gay e não encontrou eco e então fala de coisas que não tem a ver com o tópico? Foi uma saída pela tangente?Isso, pra mim, configura patrulha ideológica.Tanto que diz que " as coisas terriveis foram criadas por Deus só porque são perpetuadas pelo homem?Discordo, porque é um Deus de amor, que perdoa os pecadores e o homem, por ser dotado de livre arbítrio, causa a corrupção, a violência e a pobreza e não Deus.Mania de culpar Deus pelos atos humanos.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Sex Jun 26, 2009 5:15 pm

Ah, eu cheguei a conclusão da "patrulha ideológica" quando você não demonstrou repulsa ao que o Sr. Luiz Mott declarou sobre os meninos de 16 anos e ainda pela defesa da parada do orgulho gay, que sempre é culpa de elementos externos a confusão dentro destas aglomerações e nunca interna.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por M. Bérgamo em Sab Jun 27, 2009 9:07 am

Se você ler certinho, todas as linhas do que escrevi em todas as discussões passadas, inclusive os comentários de outras pessoas, vai encontrar respostas para todas as perguntas que você selecionou e esta me fazendo, inclusive, muitas que já foram questionadas, e posteriormente respondidas por mim.

Só para enfatizar, não acho que os gays são um bando de santos, livre de toda culpa por tudo que aconteça ao seu redor, mas também, não sou tão radical quanto vocês ao me referir a eles, com desrespeito e acusações sem provas (muitas vezes, não todas).
Eles agem como qualquer ser humano na face da terra...não são diferentes nas ações porque se tornaram homosexuais, são pessoas comuns que vivem suas vidas como qualquer outra pessoa, com altos e baixos, e assim como os próprios homens, tem seus erros.
Espero que tenha respondido mais alguma coisa que você me perguntou.

Agora, a patrulheira acha que ficou faltando você comentar o que te falei na última vez que escrevi. Falou sobre tudo que eu disse, só pulou meu último post.

Leo, não me mate...a gente vai conseguir se entender uma hora.
um abraço,

Marina Bérgamo
http://blog-inextenso.blogspot.com

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Dom Jun 28, 2009 11:10 am

Embora tentem sufocar críticas contra o homossexualismo através do PLC 122, não encontram aprovação na sociedade brasileira:

Brasileiros não apoiam a homossexualidade


Geremias do Couto

Embora tenha havido nos últimos anos intenso bombardeio através da mídia secular para minar os valores morais e tornar a sociedade simpática à prática homossexual, atribuindo-lhe característica de normalidade comum à diversidade humana, não é de fato bem isso que vêm logrando aqueles que fazem desta a sua batalha de vida ou morte.

Nem mesmo as novelas, com as suas cenas ousadas de convivência afetiva e em alguns casos até de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, conseguiram esse intento. (Ainda que o façam, diga-se de passagem, mesmo na ficção, de forma criminosa, ao arrepio da constituição brasileira, cuja letra afirma que o casamento se dá entre homem e mulher.)

A verdade é que, segundo pesquisa produzida pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburg, à qual se reportou o jornal O Globo de 8 fevereiro, 99% dos brasileiros, em maior ou menor grau, não assimilaram a idéia de considerar normal o homossexualismo.

É claro que o jornal e os promotores da pesquisa não admitem essa interpretação. Para eles, embora em matizes variados, os dados revelam o preconceito ainda existente contra os homossexuais, que precisa ser combatido através de políticas públicas contra a discriminação para eliminá-lo. Não se podia esperar outra coisa dessa gente. Essa é a pecha que nos querem impor não só como forma de hostilização, mas de nos colocar na defensiva, com temor do rótulo, diante da ditadura do “politicamente correto”, que, hoje, toma conta do mundo dito “civilizado”.

Mas vejamos as informações da pesquisa. Ela empregou a metodologia da abordagem domiciliar para ouvir 2014 pessoas acima de 15 anos distribuídas por 150 municípios, em 25 unidades da federação, nas cinco macrorregiões do país. Foi ampla o suficiente para produzir com fidelidade os resultados anunciados e mostrar que a realidade não é bem aquilo que pretendem os apologistas do homossexualismo, embora seja lida de forma distorcida e vá servir de instrumento para nos hostilizar ainda mais.

O que mais chama a atenção são os números que ligam a não aceitação da prática homossexual aos princípios da fé cristã. Vejam só: 92% dos brasileiros, por exemplo, acreditam que “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram o seu papel e tenham filhos”. Os responsáveis pela pesquisa atribuem autoria anônima à frase (uma forma velada de tirar-lhe o mérito), como se fosse mero refrão da tradição popular. Mas ela revela, em essência, um fato bíblico para o qual torcem o nariz: a perpetuação da espécie como uma das finalidades pelas quais Deus criou macho e fêmea o gênero humano. E, como afirmam, 11 em cada 12 brasileiros acreditam nela.

Outro dado relevante da pesquisa é que 66% creem que a “homossexualidade é um pecado contra Deus”. Ora, não é isso resultado da influência direta daquilo que a igreja, baseada na Bíblia, ensina ao povo? Aliás, essa é a interpretação, mesmo que tortuosa, dada por Gustavo Venturi, doutor em Ciência Política e mestre em Sociologia, em seu ensaio sobre a pesquisa publicado no portal da Fundação Perseu Abramo. Para ele, isso é fruto do “peso legitimador dos discursos religiosos (especialmente cristãos, tratando-se de Brasil, e ainda particularmente católico, em que pese o crescimento recente acentuado das igrejas evangélicas) no reforço de concepções preconceituosas da homossexualidade”.

A única diferença é que Gustavo, preconceituosamente, identifica esse peso da fé cristã como o fator gerador dessas “concepções preconceituosas”, enquanto nós, os cristãos, sem nenhum preconceito, admitimos que essas concepções nada têm de preconceituosas e apenas refletem o padrão moral de comportamento que Deus estabeleceu para o gênero humano.

Em outras palavras, apesar da orquestração que se estende desde o mundo acadêmico, passando pela mídia, até as políticas de governo para impor o modus vivendi homossexual como prática moralmente aceitável, ainda assim a força da fé cristã, enfrentando todos os percalços, prevalece no coração dos brasileiros e nos serve de estímulo para não esmorecermos em nossa luta em defesa do evangelho.

No entanto, a leitura que deixou de ser feita pelo ensaísta é que, se 99% dos brasileiros discordam, de alguma forma, da prática homossexual, onde estaria então o propalado quantitativo do grupo, que se instrumentaliza de ferramentas públicas para impor a ditadura do seu comportamento sobre a sociedade? Sem nenhuma dúvida, por dedução, na faixa do um por cento, que apoia a “causa” do movimento.

Com esse dado claríssimo, percebe-se que o minoritário movimento homossexual está sendo também instrumentalizado pelo viés ideológico das ditas forças progressistas para criar um fato político e impor restrições à liberdade de expressão mediante a ditadura do pensamento único. É o que pretendem com a aprovação do PL 122 que consagra de forma autoritária, contra todos os princípios em que se sustenta o regime democrático, o “delito” de opinião, como já observou o filósofo Otávio de Carvalho.

Aliás, Gustavo Venturi deixa isso claro, quando afirma: “Enquanto o PL 122 (ou lei semelhante), hoje parado no Senado, não for promulgado, e enquanto não ocorrerem eventuais condenações exemplares por crimes de ofensa ou discriminação de pessoas por sua orientação sexual ou identidade de gênero, é pequena a chance que se reverta de forma expressiva ou que se acelere a reversão (provavelmente já em curso) no processo de reprodução de preconceitos de natureza homofóbica”. Ou seja, eles continuam em ação para transformar em lei essa aberração jurídica. E mais dia menos dia conseguirão a façanha, se nos omitirmos como força social organizada em nosso país.

Duas conclusões, entre outras, precisam ser extraídas da pesquisa:

1) Não obstante a nossa atuação como força social organizada estar muito aquém do que ainda pode ser feito (somos, por exemplo, relapsos em nos apresentar nos fóruns adequados para discutir temas desta natureza), não podemos desconsiderar a força da mensagem cristã na formação do pensamento brasileiro. Assim, continuemos a pregar a tempo e fora de tempo todo o conselho de Deus. Sem medo de restrição alguma.

2) Não nos enganemos, achando que as coisas melhorarão em nosso favor. Isso não acontecerá. O cerco será apertado cada vez mais, inclusive com a influência internacional de órgãos da própria ONU. Lembremo-nos que esse foi o propósito da pesquisa: fornecer ferramentas ao governo para assegurar a ditadura da diversidade sexual. Em outras palavras, precisamos estar preparados para os novos tempos e agir para que a nossa voz seja ouvida nos fóruns que ditam as leis do país.

Pelo menos não seremos omissos. Omissão também é pecado.
Texto retirado do blog de Julio Severo, que aliás, foi perseguido pelo movimento gay e teve de sair do Brasil.
Tolerantes e coitadinhos são os gays e organizadores da parada do orgulho gay, não?

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Dom Jun 28, 2009 11:15 am

Estimados irmãos

Já viram como o governo demonstra “preocupação” com as crianças? O governo estabelece leis e medidas sérias contra abusos. Mas é como se abusos acontecessem apenas na família e o governo fosse o maior protetor das crianças. Será que realmente o governo só tem boas intenções para com as crianças? É o que veremos a seguir.

O governo brasileiro diz:

“RESPEITO À DIVERSIDADE: Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de conhecimentos, até as diferenças de gênero, de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear as relações cotidianas. Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido às suas características peculiares, estão mais sujeitas à discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem-se criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa ou de trabalho. IDENTIDADE DE GÊNERO: No que concerne a identidade de gênero, a atitude básica é transmitir, por meio de ações e encaminhamentos, valores de igualdade e respeito entre as pessoas de sexos diferentes e permitir que a criança brinque com as possibilidades relacionadas tanto ao papel de homem como ao da mulher. Isso exige uma atenção constante por parte do professor, para que não sejam reproduzidos, nas relações com as crianças, padrões estereotipados quanto aos papéis do homem e da mulher, como, por exemplo, que à mulher cabe cuidar da casa e dos filhos e que ao homem cabe o sustento da família e a tomada de decisões, ou que homem não chora e que mulher não briga”. (Págs. 41 e 42, vol. 2)

“É importante possibilitar diferentes movimentos que aparecem em atividades como lutar, dançar, subir e descer de árvores ou obstáculos, jogar bola, rodar bambolê etc. Essas experiências devem ser oferecidas sempre, com o cuidado de evitar enquadrar as crianças em modelos de comportamento estereotipados, associados ao gênero masculino e feminino, como, por exemplo, não deixar que as meninas joguem futebol ou que os meninos rodem bambolê”. (Pág. 37 vol. 3)


Essas citações são do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, do Ministério da Educação. Esse currículo destina-se a crianças em idade pré-escolar, inclusive creches.
[1]

Assim, na visão oficial do governo, a simples aceitação da realidade de que o homem e a mulher têm papéis diferentes é preconceito, mas a aceitação do comportamento homossexual ou outras condutas contrárias à natureza é considerada como respeito à “diversidade”.

Sob o pretexto de combater o preconceito, o governo está introduzindo na educação de crianças em idade pré-escolar valores que com o passar do tempo corroerão o conceito de família natural que sustenta os lares.
Com tal educação imposta pelo currículo do governo, as crianças educadas em creches crescerão achando absolutamente normal que numa família o “casal” seja formado por dois “homens” ou duas “mulheres”.


Se o currículo do governo quer mesmo combater o preconceito, por que não adota medidas contra as ideologias hostis ao padrão cristão de família? Por que o governo dá preferência para a ideologia feminista, socialista e homossexual, como se essas ideologias representassem o melhor para a educação das crianças? Por que o governo é tão preconceituoso contra a ética cristã?


Até quando vamos aceitar, de braços cruzados, tanta intolerância e preconceito contra os valores cristãos?


O alvo do governo não é só as crianças de creche. Como mostra meu artigo abaixo, todas as crianças de escolas públicas serão atingidas pela educação imposta pelo governo.

Julio Severo

Explicando o Aumento do Homossexualismo na Sociedade

</SPAN>
Julio Severo

Talvez nada esteja contribuindo tanto para o aumento do homossexualismo hoje na sociedade do que a tentativa de tornar os homens e as mulheres iguais em seus papéis e funções. Esse condicionamento vem ocorrendo principalmente através dos meios de comunicação e das escolas.


O Ministério da Educação (MEC) produziu e distribuiu um currículo escolar moderno para o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série de todas as escolas públicas do Brasil. A fim de mudar a mentalidade das crianças com relação ao papel masculino e feminino e ensiná-las que as mulheres podem trabalhar em todas as ocupações dos homens e vice-versa, esse currículo instrui os professores das escolas públicas a “trabalhar as relações de gênero em qualquer situação do convívio escolar”.
[2] Por exemplo, quando os alunos acham que algumas brincadeiras, atividades e condutas só são para meninos e outras só para meninas, “o professor… pode intervir para combater as discriminações e questionar os estereótipos associados ao gênero”.[3]

O termo gênero, que o MEC usa no lugar da palavra sexo, expressa a idéia de que qualquer variedade sexual é aceitável e normal, inclusive a homossexualidade. Os educadores que crêem nessa teoria empregam o conceito gênero para ensinar que os papéis masculinos e femininos tradicionais são pura invenção da sociedade. Conforme mostra o MEC:
O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.
[4]

Assim é que, para combater a chamada “discriminação de gênero”, inverte-se a imagem do homem e da mulher. Em nome da igualdade sexual, princípios socialistas e feministas são sutilmente ensinados em muitas salas de aula do Brasil. As lições mostram para as crianças mães casadas trabalhando fora e maridos em casa cuidando dos deveres domésticos.[5] Mostram também como normal um menino se envolver em atividades de menina.[6] Tudo isso porque o governo estabeleceu “o compromisso de o Brasil não aceitar livros [didáticos] que contenham posturas tradicionais em relação ao papel do homem e da mulher”.[7] O governo brasileiro está assim atendendo diretamente as recomendações das feministas na ONU.[8]

No entanto, essas mudanças na área da educação também estão ocorrendo por pressão dos grupos feministas nacionais que atuam no Congresso Nacional em Brasília. Em sua edição de janeiro de 2000, o jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília elogia o plano do governo para todas as escolas do Brasil:

Plano Nacional de Educação Ganha Perspectiva de Gênero


O Plano Nacional de Educação, aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados… ganha três emendas que chamam a atenção para a necessidade de se trabalhar as relações de gênero na educação brasileira.[9]

Esse mesmo jornal diz que a legalização do “aborto traria mais democracia” para o Brasil.
[10] As parlamentares integrantes do Centro Feminista de Estudos e Assessoria destacam-se no Congresso Nacional não só pelo forte apoio aos projetos de lei a favor do aborto, mas também da união dos chamados “casais” gays.

Para as feministas, trabalhar as relações de gênero nada menos é do que eliminar as diferenças tradicionais entre homens e mulheres. O feminismo luta para que seja censurada e eliminada das escolas e dos meios de comunicação a imagem tradicional do homem como pai trabalhando para sustentar a família e da mulher como mãe totalmente ocupada com seu lar e filhos. A jornalista Dale O’Leary revela:

…as feministas exigem que os “estereótipos” e as “imagens tradicionais” sejam removidos dos materiais educacionais e dos meios de comunicação. A fim de alcançar a meta de que os homens e as mulheres tenham igualmente os mesmos desejos e interesses, as feministas exigem que os livros escolares, os desenhos, as comédias, os anúncios comerciais e as peças teatrais mostrem os homens e as mulheres trabalhando em número igual como soldados, cientistas, bombeiros e motoristas de caminhão, até mesmo quando isso não tem nada a ver com a realidade. As atividades em que só há a participação de homens deverão ser classificadas como más, opressivas e discriminatórias. As mulheres nunca deverão ser mostradas como mães e donas de casa de tempo integral, a não ser como vitimas de violência doméstica, mulheres com distúrbios mentais e comportamento anti-social ou esposas casadas com maridos fanáticos religiosos. [11]

O livro O Movimento Homossexual comenta:

A eliminação das diferenças entre o sexo masculino e o feminino é extremamente prejudicial à saúde psicológica das crianças. Foi o que notou, por exemplo, certa mãe cuja filha de dez anos voltava da escola com atitudes cada vez mais hostis em relação ao trabalho doméstico como função da mulher. Depois de muito pesquisar, ela acabou descobrindo algo. Na sala de aula, a professora, sem o conhecimento dos pais, apresentava uma boneca e um boneco de papel nus. Os estudantes deveriam vestir-lhes uma roupa masculina de trabalho a fim de mostrar que ambos os sexos podem escolher qualquer profissão. Além disso, os livros didáticos só apresentavam figuras opostas aos papéis tradicionais, como a de um pai dando mamadeira ao bebê e a de uma mãe trabalhando como bombeiro. Tudo feito em nome da “igualdade sexual”.[12]

No padrão bíblico para os comportamentos humanos, homens e mulheres são iguais em valor diante de Deus, porém têm funções e papéis diferentes. Contudo, a igualdade sexual que as feministas estão impondo está produzindo uma sociedade onde homens e mulheres ocupam um a função do outro e perdem a referência bíblica de identidade sexual masculina e feminina. Essa tendência unissex para os comportamentos está criando muita confusão sexual e favorecendo a homossexualização social.


O fato é que o movimento homossexual e o feminista estão tentando minimizar as diferenças entre os homens e as mulheres no trabalho, lazer e moda. A finalidade é demolir os padrões sexuais tradicionais e criar um ambiente favorável à homossexualização da sociedade. Conforme diz o Dr. James Dobson, conhecido psicólogo americano:

A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual. As mulheres jogam futebol… Os homens assistem a novelas e usam brincos. Vê-se pouca identidade sexual no comprimento de seus cabelos, em suas maneiras, interesses ou ocupações, e a tendência é se igualar ainda mais. Tal falta de distinção entre os homens e as mulheres causa muita confusão na mente das crianças com relação à sua própria identidade de papel sexual. Elas ficam sem um modelo claro para imitar e acabam tendo de andar sozinhas como que cegas, à procura da conduta e atitudes apropriadas para elas.

É quase certo que esse obscurecimento dos papéis sexuais está contribuindo para a explosão do homossexualismo e da confusão sexual que enfrentamos hoje. A História mostra que as atitudes unissex sempre apareceram antes da deterioração e destruição das sociedades que se deixaram levar por essa tendência. O Dr. Charles Winick, professor de Antropologia na Universidade Municipal de Nova Iorque, estudou duas mil culturas diversas e encontrou cinqüenta e cinco que se caracterizavam pela ambigüidade sexual. Nenhuma delas sobreviveu…
[13]

Criança tem de ser criança, brincar, ganhar parabenizações de pai e mãe nos aniversários e ficar com ambos e ainda ser educada por eles.Além disso, o movimento homossexual faz ataques à família tradicional, que é a única família viável.
Também já li sobre doenças exclusivas de homossexuais, inclusive infecção anal por uso de garrafa de vidro.Menciona algo assim pra ver se não lhe sobra a pecha de homofóbico!

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por M. Bérgamo em Seg Jun 29, 2009 7:20 am

Leo Santos escreveu:

Nem mesmo as novelas, com as suas cenas ousadas de convivência afetiva e em alguns casos até de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, conseguiram esse intento. (Ainda que o façam, diga-se de passagem, mesmo na ficção, de forma criminosa, ao arrepio da constituição brasileira, cuja letra afirma que o casamento se dá entre homem e mulher.)


O povo brasileiro tem um defeito interesssante...nem sei se chega a ser defeito, mas olha só...as Novelas quando mostram esse tipo de cena, relacionamento, bjo e até casamento gay, levam a emissora a índices de audiência bem próximos aos de final de novela.
Então, se a grande maioria não aceita e fica inconformado, o número não deveria cair drásticamente?
E eles perceberam, casais homosexuais despertam a curiosidade do povo que assiste novela, e o que fizeram? Colocaram cada vez mais atores interpretando gays e lésbicas e as dificuldades dos mesmos na própria aceitação poupular.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Leo Santos em Seg Jun 29, 2009 10:27 pm

São duas coisas tristes que envolvem os homossexuais. O fato deles terem criado uma bíblia gay e o fato de usarem cristal de metanfetamina.Uma hora algum morre de overdose.

Todos aqueles que não querem fazer parte do movimento gay são agredidos pelos integrantes desse movimento, o que acaba desqualificando a tão alardeada homofobia.

Hoje, novela deixou de ser algo divertido pra virar um atentado à família e aos bons costumes ao insistir na temática homossexual.

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Re: Sobre o homossexualismo

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Dom Jul 17, 2011 2:43 pm


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Re: Sobre o homossexualismo

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