Camisinha

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Camisinha

Mensagem por Ricardo Jahara em Sex Abr 24, 2009 9:42 pm

Olá, Gostaria de tirar uma duvida importante num caso mais particular.
Faço Medicina e tenho minha opinião muito bem definida quanto ao uso da camisinha. Sou contra.
Porém, quando estou nas aulas práticas atendendo pacientes, faço a anamnese e tenho que perguntar sobre a vida sexual da pessoa. E de fato, quando dizem ter varios parceiros sexuais e nao usar o preservativo, os professores médicos, chamam a atenção destes para o uso correto a fim de que façam a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.
Como eu, como católico, porém médico no futuro, devo me comportar?
Lembrando que eu não tenho nada a ver com a vida do paciente, somente no que diz respeito a sua saúde, nao podendo me intrometer em questoes religiosas e principalmente sobre moral.

Grande abraço e aguardo resposta como ajuda.
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Camisinha

Mensagem por Patrícia (Correas) em Ter Abr 28, 2009 6:54 pm

Ola Ricardo,

Recomendo dar uma olhada nos sites:

http://blog.bibliacatolica.com.br/tag/camisinha/ e

http://www.harvardaidsprp.org/faculty-staff/edward-c-green-bio.html

que questionam a eficiência do uso da camisinha.

Sei que essa não é a sua dúvida, mas dá para começar a pensar no assunto...

Um abraço,
Patricia

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Re: Camisinha

Mensagem por Ricardo Jahara em Qua Abr 29, 2009 1:13 am

PAtrícia, obrigado pelo tópico...li outra vez. Já o tinha visto.

Sei também sobre essa questão da camisinha, que não é 100%. Mas de fato, como você mesmo falou, minha dúvida é no meu comportamento como médico no futuro. Posso explicar sobre métodos naturais para evitar a gravidez, a questão da fidelidade e principlamente dizer que a abstinência, se esta pessoa nao for casada, é a melhor maneira para se evitar qq tipo de DST e a gravidez. Porém o paciente pode chegar e dizer, que não quer isso e talz.
Minha dúvida está nisso, pois a maioria diz ser um absurdo a questão da abstinência e fidelidade ( ou ter parceiro único).
Mas agradeço o link mandado...muito bom, e é algo científico, que é muito importante quando vou questionar algum professor.
Abraços.
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CASO PARTICULAR.

Mensagem por Pe. Leo em Qua Maio 06, 2009 2:47 pm

Olá, Gostaria de tirar uma duvida importante num caso mais particular.
Faço Medicina e tenho minha opinião muito bem definida quanto ao uso da camisinha. Sou contra.
Porém, quando estou nas aulas práticas atendendo pacientes, faço a anamnese e tenho que perguntar sobre a vida sexual da pessoa. E de fato, quando dizem ter varios parceiros sexuais e nao usar o preservativo, os professores médicos, chamam a atenção destes para o uso correto a fim de que façam a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.
Como eu, como católico, porém médico no futuro, devo me comportar?
Lembrando que eu não tenho nada a ver com a vida do paciente, somente no que diz respeito a sua saúde, nao podendo me intrometer em questoes religiosas e principalmente sobre moral.

Fala Ricardo, é bom te ver por aqui.

Antes de mais nada, como essa resposta poderia ser mal entendida e mal interpretada, coloco q esta posiçao da Igreja se dá SOMENTE EM CASOS PARTICULARES como vc se refere.

O uso da camisinha seria um pecado por romper como significado e a funçao procreativa do ato sexual. Mas neste caso, o pecados e encontra antes....na promiscuidade em que o paciente vive. Se o paciente afirme e está decidido a nao deixar tais práticas, é mais do q necessário ter q utilizar o princípio do mal menor. O erro já se encontra antes... ese nao quer se corrigir deste erro, colocado no caso concreto, deve-se, mas nao em nome da Igreja, como profissional, velar pela saúde dos indivíduos.

Se algo nao ficou claro, nao tenha rreceio me colocar. Um forte abraço.
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Re: Camisinha

Mensagem por Ricardo Jahara em Qua Maio 06, 2009 7:15 pm

Muito boa resposta Padre.
Ajudou muito, e naoabe o quanto. Resposta clara e objetiva.
Obrigado. E reze pelos médicos que eu rezo pelos sacerdotes...rs!
Abração!
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Re: Camisinha

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Seg Nov 30, 2009 6:50 pm

Os que vivem no sacramento do matrimônio vivem em santidade. Logo, não necessitam de camisinha.

Se a crítica da sociedade moderna à Igreja Católica é voltada principalmente para além do método anti-conceptivo, no que diz respeito à não proliferação das DST, comungar com esta concepção é abrir mão dos conselhos evangélicos inerentes à castidade conjugal para abraçar a promiscuidade, a fornicação, o adultério e os mais horrendos pecados contra a natureza humana.
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Re: Camisinha

Mensagem por Ricardo Jahara em Seg Nov 30, 2009 7:25 pm

Bom, eu como médico nao posso impor nada a ninguem. Posso propor, assim como a Igreja nao nos impoe nada, e sim propõe a vida em santidade.
O caso é um CASO PARTICULAR, e o padre respondeu bem de acordo com a Igreja.
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Re: Camisinha

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Ter Dez 01, 2009 2:31 am

Meu Caro Ricardo,
Que a paz do Senhor esteja sempre no seu coração !
Antes de qualquer coisa, quero felicitá-lo por ser um médico cristão e assim demonstrar o amor pela Igreja ao levantar este questionamento. Isso deixa clara a sua posição em relação a esta questão, o que é muito louvável. Louvo a Deus por isso e, com certeza, tenho seu nome presente nas minhas orações.
Em relação ao que escrevi, talvez tenha faltado uma maior clareza, mas quero afirmar que ESTOU EM UNIDADE COM A IGREJA e não me coloco de forma contrária ao que escreveu com tamanha propriedade e sabedoria o nosso sacerdote, pois nas entrelinhas do seu colóquio, ele afirma que se o paciente está decidido a não deixar tais práticas (ou seja, opta por viver no pecado - GRIFOS NOSSOS), é mais do que necessário ter que utilizar o princípio do mal menor, considerando-se que o pecado já existia antes.
No cotidiano do meu trabalho como professor de educação física, encontro situações semelhantes com as que você como médico encontra no seu exercício profissional. Aqui no Nordeste é muito comum aos jovens e adolescentes tanto do sexo masculino quanto do feminino, antes de conversarem assuntos dessa natureza com os próprios pais e com os profissionais da medicina, pelo caráter afetivo que se desenvolve principalmente na prática desportiva, procurarem o professor de educação física para esclarecer questões como esta. E é muito difícil ter uma postura cristã, e de modo mais específico, católica, diante das informações que permeiam os veículos de comunicação social e as políticas governamentais.
Por outro lado, mesmo quando me vejo diante de um conflito dessa natureza por causa da minha fé e da posição da única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo (pois Ele não tem outras), a minha postura é a mesma que o Padre colocou prá você. Apenas eu entendo que nós temos que, na condição de católicos, deixar a verdade do evangelho muito clara para as pessoas, e isso é evangelizar. Assim, antes de sermos médicos, professores, ou de estarmos atrelados a qualquer campo da vida profissional, ao recebermos as águas batismais, nos tornamos cristãos e temos que agir como cristãos. Neste sentido, temos que mostrar para todos o que é certo e o que é errado sem, contudo, como você afirma, querer forçar ninguem a proceder desta ou daquela maneira, mas deixando claro o que diz a nossa amada Igreja.
Creio que fui bem mais claro agora.
Um grande abraço !
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Re: Camisinha

Mensagem por Ricardo Jahara em Ter Dez 01, 2009 2:40 am

Sim, foi bastante mais claro...rs!
Que bom ver um outro profissional na area da educação bem ligado a saúde com as convicções da Igreja bem formadas e vivida, que é o mais importante.
Os nossos casos são dleicados e difíceis. Pedir então ao Espírito as palavras e o como falar de acorod como Ele quer.
Grande abraço!
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Re: Camisinha

Mensagem por jonatan faxola em Seg Nov 29, 2010 10:13 am

gostaria de saber se nao foi equivocada a decisao do papa de liberar a camisinha para garotos de programa e prostitutas? nao estaria ele com essa decisao salvando o corpo deles mais matando a alma. pois isso é consetir que eles continuem nessa vida, o pecado mata a alma e a aids mata o corpo, e dependendo de casos a aids converte a alma ja que as pessoa se deparam com a realidade e se convertem,por favor padre nao levem a mal mas teham misericordia de seus rebanhos, pois nos cristao que trabalhamos dia e noite,e nao temos tempo para estudar tudo o que o papa fala a todo momento, estamos igual o povo na epoca de jesus sendo acabados com o fardo que a igreja nos impoem a cada momento, por favor tentem nos explica o que jesus seria contara mas o papa aprovou! tenham paciencia padres pois o vaticano nao sofre na pele o que sabemos e vivemos todos os dias. abraço

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Re: Camisinha

Mensagem por jonatan faxola em Qua Dez 01, 2010 8:53 am

gostaria de saber se nao foi equivocada a decisao do papa de liberar a camisinha para garotos de programa e prostitutas? nao estaria ele com essa decisao salvando o corpo deles mais matando a alma. pois isso é consetir que eles continuem nessa vida, o pecado mata a alma e a aids mata o corpo, e dependendo de casos a aids converte a alma ja que as pessoa se deparam com a realidade e se convertem,por favor padre nao levem a mal mas teham misericordia de seus rebanhos, pois nos cristao que trabalhamos dia e noite,e nao temos tempo para estudar tudo o que o papa fala a todo momento, estamos igual o povo na epoca de jesus sendo acabados com o fardo que a igreja nos impoem a cada momento, por favor tentem nos explica o que jesus seria contra mas o papa aprovou! tenham paciencia padres pois o vaticano nao sofre na pele o que sabemos e vivemos todos os dias. abraço. se poderem responder sobre esse topico eu agradeço???

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Re: Camisinha

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Dez 01, 2010 9:30 am

Caro Jonatan,

Como vai? Temos outros tópicos que tratam a fundo essa questao, mas sei que estao longos os textos e por isso te darei uma resposta rápida e essencial aqui:

a) o Papa nao aprova a prostituiçao e jamais a aprovará. Essa é um pecado gravissimo, que ofende a Deus e a doutrina da Igreja. A mídia noticiou o contrário por uma confusao, que duvido muito que nao tenha sido querida pela mesma;

b) O Papa quis dizer que se um prostituto, portador de AIDS, quer continuar "trabalhando", se o faz, contagia outras pessoas e se o faz com preservativo, dá um primeiro passo em direçao à moralidade, em direçao a descobrir que nem tudo pode ser feito.

Como explicar isso? Vejamos por exemplos: se uma pessoa te diz que vai assaltar um Banco e matar a todos os que tentarem impedi-la. Se essa pessoa te diz isso e voce, que faria? Certamente tentaria convencer a essa pessoa a nao roubar. Mas se ela diz que vai roubar e voce diz a ela para, pelo menos, nao matar a ninguem. Nesse caso, voce estaria aprovando o roubo a Banco? Em nenhum caso e nao estaria nem menos aconselhando esse roubo.

Se essa pessoa vai roubar convencida de que nao pode matar ninguem no seu assalto, ela "deu um primeiro passo no caminho da sua moralizaçao." Nao se tornou uma pessoa boa por isso, mas, sem dúvidas, nao é a mesma coisa ser um ladrao e ser um ladrao e um assassino.

Um prostituto contagiado que nao usa preservativo é uma pessoa imoral e um assassino. Se ele pensa em nao assassinar ninguem mais, usando o preservativo, ele deu um passo no caminho da sua moralizaçao, mas nao se tornou uma pessoa boa por isso. Se tornará pessoa boa no momento em que deixar de ser protistuto.

Creio que é isso, posso continuar respondendo depois. Grande abraço.
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Re: Camisinha

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Dez 01, 2010 1:26 pm

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Re: Camisinha

Mensagem por Alan em Seg Dez 06, 2010 8:08 pm

Você tem que perceber que está ali como médico e não religioso

Quando você exerce sua profissão você nunca deixa a sua moral de lado, e não deixa "magicamente" de ser da religião que professa.

e a pergunta dele foi

Como eu, como católico, porém médico no futuro, devo me comportar?

Portanto o procedimento correto está na resposta do Pe. Leo.

pois fica difícil vc simplesmente aconselha-las a serem fiéis a um só parceiro quando elas têm outros conceitos de vida

Fica difícil pra quem não quer o bem alheio.

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Re: Camisinha

Mensagem por Binhokraus em Seg Dez 06, 2010 9:34 pm

Engraçado, as pessoas são tão fervorosas para criticar a igreja católica e seus ensinamentos, dizem que preferem morrer a acreditar na igreja católica, se dizem fiéis a bíblia, mas na hora em que tem que testemunhar e viver aquilo que dizem seguir fielmente deixam de lado todos os conceitos morais cristãos na hora em que mais deveriam expressá-los. Pergunto eu, que fé e que religiosidade são essas?

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Re: Camisinha

Mensagem por Binhokraus em Ter Dez 07, 2010 8:20 am

Olá quemtembocadizaverdade,
Gostaria de começar me desculpando, mas a senhora é quem cometeu equívocos de interepretação a respeito deste tema.

O papa não indicou o uso de camisinha, ele apontou que o fato de uma pessoa que trabalha se prostituindo usar o preservativo, é um passo na direção do cuidado que se precisa ter para evitar o mal do HIV, é um sinal de que já há na pessoa uma preocupação com o outro e isso é um bom sinal. Mas de maneira nenhuma ele quis dizer que o uso do preservativo é lícito, pois este fere gravemente os princípios e morais cristãos.

Sobre a questão do casal, é preciso lembrar que não é lícito dentro de uma moral e educação cristã, usar a camisinha. Se um casal quer evitar os filhos, por entenderem que não é o momento adequado ou por falta de condições para cria-los, a maneira pela qual deve fazer isso não é através do uso do preservativo. Existem métodos naturais que devem ser empregados neste caso. Claro que tais métodos vão exigir que a sexualidade na relação do marido com a mulher seja vivida de maneira FIEL pelos dois, e vai exigir em alguns momentos que eles abdiquem da relação, o que não é nada demais e contribuí bastante para a santidade do casal.
A sexualidade deve ser vivida no casamento também como forma de santifica-lo, e não deve ser vivida desregradamente só por se estar casado. Viver uma sexualidade desregrada no casamento é como cometer o pecado da gula, o ato de ingerir alimentos não é pecado, mas uma dieta alimentar desregrada acaba incidindo no pecado da gula. No casamento a mesmo a coisa, o sexo não é pecado entre o casal, porém, uma sexualidade desregrada no casamento pode se constituir em uma busca do prazer pelo prazer somente e deixa-se de lado uma das funções da relação que é a santificação do casal.
Não vou me estender sobre este assunto, o que quero dizer é que, a moral cristã não é como um barco a deriva que pode se ajustar a qualquer vento que sopre, ela é firme!
Para que os maridos não contaminem suas esposas devem viver a fidelidade do casamento. Para que o mal do HIV seja combatido, deve se viver a castidade antes do casamento. Para não se por filhos no mundo sem a condição de cria-los edequadamente, deve-se viver santamente a sexualidade no casamento, abstendo-se quando necessário.
Se eu me digo cristão esses preceitos morais não podem se ajustar ao caprichos da sociedade, porque estes sim variam de acordo com o vento das tendencias. Esses cuidados citados acima não atentam contra a vida, antes, preserva a mesma.

Fique com Deus.

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Re: Camisinha

Mensagem por Alan em Ter Dez 07, 2010 7:47 pm

até entre o casal é bom usar camisinha para evitar ruma pequena infecção que pode ocorrer.

Se o casal vive a fidelidade que doenças eles podem contrair, considerando que ambos quando se casaram não estavam infectados?

Evitar filho também é melhor do que por criança no mundo pra sofrer.

Isso é uma falta contra Deus visto que, você confia no seu "controle de natalidade" via camisinha ou outros contra-ceptivos em vez de acolher os filhos que Deus lhe confiar.
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Re: Camisinha

Mensagem por Alan em Ter Dez 07, 2010 8:21 pm

Só para lhe deixar claro vou lhe expor o assunto de modo mais detalhado:

Desde o principio Deus pede ao homem e a mulher que sejam fecundos (cf. Gn1, 26-28 e Gn 9,1ss)

A Bíblia cita as crianças como uma bênção (cf. Sl 127 e sl 128)

1Cor 6,19-20 Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?
Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.

Aqui Paulo cita que Cristo deve dominar em nossas vidas ou seja em tudo o que façamos, inclusive em nossa fertilidade, por isso ele diz para glorificarmos a Deus em nossos corpos.

Rm 12, 1-2 Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual.
Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.

Aqui Paulo expõe de modo bem claro a vontade de Deus para nossas vidas. Se você simplesmente recusa o maior dom que Deus pode dar a um casal que é gerar uma vida, você simplesmente está indo na mão contrária da vontade de Deus e fazendo a sua vontade.

Ai você me pergunta: Mas como fazer para não ter filhos dos quais, não terei condições para criar com dignidade?

A sua preocupação é louvavel, mas temos que ter confiança em Deus e ele não deixou essa parte sem instrução.

1Cor 7,5 Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência.

Aqui temos o que o Binho relatou acerca da abstinência sexual. Paulo exorta os casais a terem um "jejum" sexual, que no caso se faz nos perídos férteis, para se dedicar mais a oração, o que ajuda no crescimento espiritual.

Resumindo: Confie em Deus. Como ele disse "Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto." (Mt 7, 7)

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Re: Camisinha

Mensagem por Binhokraus em Ter Dez 07, 2010 8:24 pm

muito obrigado Alan, pelas passagens que dão credibilidade e confirmam tudo o que dissemos.

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Re: Camisinha

Mensagem por Pe. Anderson em Dom Dez 12, 2010 12:31 pm

Caros amigos,

Como é bom ver esse tópico. Alegro-me em ver que o Binho entendeu perfeitamente o que o Papa disse no seu último livro, assim como as sábias palavras do Alan.

Somente gostaria de acrescentar alguns pontos:

a) Eu nao considero adequado usar a expressao "evitar filhos"; parece-me que o que se deve procurar evitar sao enfermidades e nao filhos. Os filhos sao o grande bem do Matrimônio, sao um grande dom de Deus e nao um mal que se deve tolerar;

b) uma questao mais complicada. No caso de um casal, quando um dos dois tem o vírus da AIDS. O que vou dizer agora nao se encontra facilmente em outros sites, nem mesmo em católicos. O que estudos científicos médicos atuais estao demonstrando é que se uma pessoa é infectada pelo virús da AIDS e usar o chamado "coquetel" de remédios contra o vírus dentro de 3 ou 4 meses a força do vírus diminui muito de forma que, depois desse tempo, essa pessoa deve fazer um exame para ver a carga viral que tem. Normalmente essa carga diminui muito com esse tempo de forma que essa pessoa pode ter relaçao sexual, sem usar preservativo que nao infecta outras pessoas. Esses sao resultados científicos mais recentes e é uma questao totalmente aceita moralmente.

Por outro lado, a relaxao sexual com preservativos feita por uma pessoa que possui alta carga viral tem os preservativos tem uma eficácia de uns 70%. Isso significa que para essa pessoa, de cada 3 relaçoes que ela tiver uma será como se ela nao tivesse usado preservativos, ou seja, uma pessoa será infectada.

Dessa forma, o preservativo nao é a soluçao para o combate da AIDS e sim um reto uso da sexualidade, dentro do matrimônio fiel, o que supoe um período de namoro casto.

Além do mais, todas as pesquisas demonstram: quanto mais camisinhas, mais AIDS.

Podemos continuar esclarecendo mais tarde esses temas, mas creio que o que digo agora dá ainda mais luzes para o tema.

Grande abraço a todos.
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Re: Camisinha

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Dez 22, 2010 8:10 am

Caros amigos,

Apresento aqui essa nota explicativa, recentemente publicada. Vejam como está de acordo com o que nós viamos dizendo aqui no nosso forum desde a publicaçao do livro do Papa.


Nota da Congregação para a Doutrina da Fé: “Sobre a banalização da sexualidade. A propósito de algumas leituras de «Luz do mundo»

Por ocasião da publicação do livro-entrevista de Bento XVI, «Luz do Mundo», foram difundidas diversas interpretações não correctas, que geraram confusão sobre a posição da Igreja Católica quanto a algumas questões de moral sexual. Não raro, o pensamento do Papa foi instrumentalizado para fins e interesses alheios ao sentido das suas palavras, que aparece evidente se se lerem inteiramente os capítulos onde se alude à sexualidade humana. O interesse do Santo Padre é claro: reencontrar a grandeza do projecto de Deus sobre a sexualidade, evitando a banalização hoje generalizada da mesma.

Algumas interpretações apresentaram as palavras do Papa como afirmações em contraste com a tradição moral da Igreja; hipótese esta, que alguns saudaram como uma viragem positiva, e outros receberam com preocupação, como se se tratasse de uma ruptura com a doutrina sobre a contracepção e com a atitude eclesial na luta contra o HIV-SIDA. Na realidade, as palavras do Papa, que aludem de modo particular a um comportamento gravemente desordenado como é a prostituição (cf. «Luce del mondo», 1.ª reimpressão, Novembro de 2010, p. 170-171), não constituem uma alteração da doutrina moral nem da praxis pastoral da Igreja.

Como resulta da leitura da página em questão, o Santo Padre não fala da moral conjugal, nem sequer da norma moral sobre a contracepção. Esta norma, tradicional na Igreja, foi retomada em termos bem precisos por Paulo VI no n.º 14 da Encíclica Humanae vitae, quando escreveu que «se exclui qualquer acção que, quer em previsão do acto conjugal, quer durante a sua realização, quer no desenrolar das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação». A ideia de que se possa deduzir das palavras de Bento XVI que seja lícito, em alguns casos, recorrer ao uso do preservativo para evitar uma gravidez não desejada é totalmente arbitrária e não corresponde às suas palavras nem ao seu pensamento. Pelo contrário, a este respeito, o Papa propõe caminhos que se podem, humana e eticamente, percorrer e em favor dos quais os pastores são chamados a fazer «mais e melhor» («Luce del mondo», p. 206), ou seja, aqueles que respeitam integralmente o nexo indivisível dos dois significados – união e procriação – inerentes a cada acto conjugal, por meio do eventual recurso aos métodos de regulação natural da fecundidade tendo em vista uma procriação responsável.

Passando à página em questão, nela o Santo Padre refere-se ao caso completamente diverso da prostituição, comportamento que a moral cristã desde sempre considerou gravemente imoral (cf. Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, n.º 27; Catecismo da Igreja Católica, n.º 2355). A recomendação de toda a tradição cristã – e não só dela – relativamente à prostituição pode resumir-se nas palavras de São Paulo: «Fugi da imoralidade» (1 Cor 6, 18). Por isso a prostituição há-de ser combatida, e os entes assistenciais da Igreja, da sociedade civil e do Estado devem trabalhar por libertar as pessoas envolvidas.

A este respeito, é preciso assinalar que a situação que se criou por causa da actual difusão do HIV-SIDA em muitas áreas do mundo tornou o problema da prostituição ainda mais dramático. Quem sabe que está infectado pelo HIV e, por conseguinte, pode transmitir a infecção, para além do pecado grave contra o sexto mandamento comete um também contra o quinto, porque conscientemente põe em sério risco a vida de outra pessoa, com repercussões ainda na saúde pública. A propósito, o Santo Padre afirma claramente que os preservativos não constituem «a solução autêntica e moral» do problema do HIV-SIDA e afirma também que «concentrar-se só no preservativo significa banalizar a sexualidade», porque não se quer enfrentar o desregramento humano que está na base da transmissão da pandemia. Além disso é inegável que quem recorre ao preservativo para diminuir o risco na vida de outra pessoa pretende reduzir o mal inerente ao seu agir errado. Neste sentido, o Santo Padre assinala que o recurso ao preservativo, «com a intenção de diminuir o perigo de contágio, pode entretanto representar um primeiro passo na estrada que leva a uma sexualidade vivida diversamente, uma sexualidade mais humana». Trata-se de uma observação totalmente compatível com a outra afirmação do Papa: «Este não é o modo verdadeiro e próprio de enfrentar o mal do HIV».

Alguns interpretaram as palavras de Bento XVI, recorrendo à teoria do chamado «mal menor». Todavia esta teoria é susceptível de interpretações desorientadoras de matriz proporcionalista (cf. João Paulo II, Encíclica Veritatis splendor, nn.os 75-77). Toda a acção que pelo seu objecto seja um mal, ainda que um mal menor, não pode ser licitamente querida. O Santo Padre não disse que a prostituição valendo-se do preservativo pode ser licitamente escolhida como mal menor, como alguém sustentou. A Igreja ensina que a prostituição é imoral e deve ser combatida. Se alguém, apesar disso, pratica a prostituição mas, porque se encontra também infectado pelo HIV, esforça-se por diminuir o perigo de contágio inclusive mediante o recurso ao preservativo, isto pode constituir um primeiro passo no respeito pela vida dos outros, embora a malícia da prostituição permaneça em toda a sua gravidade. Estas ponderações estão na linha de quanto a tradição teológico-moral da Igreja defendeu mesmo no passado.

Em conclusão, na luta contra o HIV-SIDA, os membros e as instituições da Igreja Católica saibam que é preciso acompanhar as pessoas, curando os doentes e formando a todos para que possam viver a abstinência antes do matrimónio e a fidelidade dentro do pacto conjugal. A este respeito, é preciso também denunciar os comportamentos que banalizam a sexualidade, porque – como diz o Papa – são eles precisamente que representam a perigosa razão pela qual muitas pessoas deixaram de ver na sexualidade a expressão do seu amor. «Por isso, também a luta contra a banalização da sexualidade é parte do grande esforço a fazer para que a sexualidade seja avaliada positivamente e possa exercer o seu efeito positivo sobre o ser humano na sua totalidade» («Luce del mondo», p. 170).

Creio que isso esclarece definitivamente o problema. Grande abraço a todos.
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Re: Camisinha

Mensagem por mazzzo em Sex Ago 19, 2011 3:21 pm

Olá a todos !

Eu sou católico (ou pelo menos tento ser o melhor que consigo), mas entendo que, desde que não seja abortivo, os metodos artificiais de controle de natalidade não deveriam ser considerados pecado.

Que diferença há entre o uso da camisinha e o método natural se a intenção é a mesma ?

E o metodo natural, pelo que já li, é apenas tolerado durante um período de tempo... Se for algo adotado permanentemente pelo casal também pecado. Ou não ?

Como um casal que depende de emprego, pode ter 10, 12, 15 filhos se não podemos dar educação de qualidade a eles ? Ou não podem oferecer um assistencia médica de qualidade ?

Os casais não se casam para viver no celibato.

Eu entendo que poder ter muitos filhos seria ótimo se a sociedade fosse justa, se houvesse emprego, saude e eduação de qualidade para todos. Mas estamos muuuuuuito distante disso. E essa distancia é um pecado muito maior que o uso da camisinha ou outro método.

Na questão da educação: os colégios de religiosos que fazem voto de pobreza, são pagos, por cabeça... em outras palavras, a Igreja não ajuda a eduação dos filhos dos casais... não ajuda em nada... ( não vejo nem pastoral familiar, não vejo nem padres atendendo confissão.... triste.)

Uma consulta médica, de 10 minutas, R$ 200,00. Como pode um casal colocar muitos filhos no mundo desse jeito ?

Penso que o que a Igreja considera correto e moral seria numa sociedade justa. Na sociedade atual torna-se uma crueldade colocar isso como pecado para os casais

Eu não conheço nenhum casal que usa metodo natural. Nenhum !

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Re: Camisinha

Mensagem por Binhokraus em Sex Ago 19, 2011 3:33 pm

Existem muitos pontos a serem abordados, mas to sem tempo no momento, então vou focar em um só.

Os casais não se casam para viver o celibato, isso é evidente, porém, também não se casam para viver uma sexualidade de qualquer jeito a mercê de seus instintos e vontades. A abstinência sexual dentro do casamento tem um lugar muito especial, pois ajuda na santidade do casal. Não é viver no celibato, mas procurar evitar relações nos períodos mais férteis, mesmo que seja contra o desejo e a vontade daquele momento. Tudo isso, se vivido fora da realidade cristã da santidade e constante entrega da vida a Deus não faz sentido nenhum. Mas para um casal, católico, que busca a santidade nessa união, essa renúncia deve ser oferecida a Deus como exegese, meio de santificação do casal e também da família como um todo.

Tem muitas questões que merecem comentários ainda, mas como disse o tempo é corrido, em breve um tira dúvidas passará aqui, provavelmente o Pe. Anderson. Ou talvez eu mesmo volte e conclua.

Permaneça em Deus.

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Re: Camisinha

Mensagem por Pe. Anderson em Sex Ago 19, 2011 4:13 pm

Caro amigo,

Seja muito bem-vindo ao nosso forum. De fato voce apresenta muitas questoes interesantes aqui e, como tambem estou correndo, vou tentar responder a algumas.

Em primeiro lugar: tanto os métodos artificias como os métodos naturais anti-concepcionais sao pecados. Nao por causa do método, mas sim por causa de algo muito mais profundo: a visao anti-vida que propagam e tendem a dissolver os tres fins essenciais do Matrimonio: o amor dos conjuges e a criaçao e educaçao dos filhos.

Ditos métodos, usados de modo pecaminoso, ou seja, com uma mentalidade contrária à visao crista, levam a desvincular a relaçao sexual com o bem efetivo dos que se casam e, quando sao voluntariamente fechados à vontade de Deus (que pode querer dos casais o fruto natural da relaçao sexual: o filho) é um ato pecaminoso. Essa mentalidade pode estar presente quando se usa métodos naturais ou artificiais, levando à separar do ato matrimonial a abertura à vida e o bem efetivo dos casais.

O que a Igreja e a Moral sempre recomenda é a paternidade responsável: com esse tipo de atitude o casal nao se fecha voluntariamente ao projeto de Deus, mas por responsabilidade para com os futuros filhos mantém a abstinência temporária, ou seja, nos momentos férteis da mulher (que varia de 4 a 8 dias num ciclo da mulher. Quando o casal nao se fecha a Deus e à sua vontade mas, por dificuldades compreensíveis, decide nao ter filhos por certo período de tempo, nao cai em pecado.

Portanto, nao importa tanto se os métodos sao naturais ou artificiais, mas sim a abertura à vida e à vontade de Deus.

é verdade que há colégios de religiosos que cobram o que um colégio particular cobraria, por causa, provavelmente, de que no nosso País nao recebem incentivos do governo. Também nao dá para negar que há uma grande quantidade de colégios de religiosos que nao sao pagos, pois vivem de doaçoes ou de acordos com os poderes públicos. Anos atrás os colégios de religiosos eram dirigidos efetivamente por religiosos e eram esses mesmo que davam aulas. Hoje em dia nao é mais assim, pois quase todas a s congregaçoes religiosas, infelismente, passam por graves crises vocacionais, o que faz com que ditos colégios tenham que contratar professores leigos (nao religiosos) como os demais colégios. Evidentemente para que esses professores sejam pagos é necessário dinheiro e se nao vem do Governo deve vir das famílias.

Sei que o tema é complicado, que voce traz muitas questoes e estou respondendo rapidamente. Creio que nao está suficientemente claro, mas posso melhorar mais adiante.

Grande abraço e que o Senhor sempre lhe abençoe.

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Re: Camisinha

Mensagem por RenatoPaulo em Sex Ago 19, 2011 7:19 pm

Gente com falta de Fé.

Ou uma pessoa se vira para DEUS ou não!
Se não acreditamos em Deus ou Dele duvidamos e para com Ele nada falamos,então todo o homem sujeita-se e correr seus proprios risicos.
Agora todo aquele que acredita em DEUS e com ELE fala e pede conselhos,nada de mau pode acontecer.O filho ou filhos desejados aparecerão.

Não quero eu dizer que sou algum santo,mas quanto a isso nunca me apareceu um filho indesejado,graças a Deus.
Nunca usei camisinhas,nem camisas coletes ou capotes...
Na altura certa pedi a Deus um filho e Ele mo deu.
Nem mais nem menos!

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Re: Camisinha

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