são os testemunhas de jeová cristãos

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Paulo Henrique Viana em Ter Fev 15, 2011 7:35 am

Olá Manuel

Alguns pontos doutrinários realmente me faz pensar que as Testemunhas de Jeová não é uma religião cristã.

1 - Jesus é a primeira criação de Deus
2 - Jesus era o arcanjo Miguel antes de se tornar homem
3 - Jesus só se tornou Cristo na ocasião do batismo
4 - Jesus não ressuscitou corporalmente
5 - Jesus não pode ser adorado
6 - Jesus retornou invisivelmente em 1914 e estabeleceu o seu reino
7 - Espírito Santo é uma força ativa
8 - Os autênticos cristãos são as Testemunhas de Jeová
9 - A tradução do Novo Mundo das Escrituras é a mais fidedigna
10 - Só o Servo Fiel e Discreto entende a Bíblia
11 - Só 144.000 foram eleitos para o céu
12 - Tempo dos gentios é uma era que começou em 607 a.C e durou até 1914
13 - Os santos do antigo testamento não irão para o céu
14 - O inferno não existe
15 - Os ímpios serão aniquilados
16 - As autoridades eclesiásticas são corruptas
17 - Natal, aniversário, Páscoa, Ano Novo, não devem ser comemorados
18 - É proibida a transfusão de sangue considerada como idolatria
19 - Os desassociados são considerados como mortos
20 - O corpo governante é o único canal de comunicação de Deus com os homens
21 - O próprio Jeová vai guerrear contra a humanidade no Armagedon e apenas as Testemunhas de Jeová serão salvas
22 - Ao voltar em 1914, Jesus encontrou o grupo de Russel fazendo o trabalho do servo fiel e discreto. Os demais são instrumentos do diabo.

Será que eles mudaram essas coisas também? Ou continuam crendo desta forma? Acredito que ainda, pensam assim. Por isso é tão dificil vê-los como cristãos, mas não duvido que alguns que estão dentro desta organização possam ser salvos por Cristo.

Paulo Henrique Viana

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Ter Fev 15, 2011 1:06 pm

Apesar de tudo isso e muito mais, eu continuo a considerá-los cristãos.
Porquê?!
1º - Cristo quer dizer Messiah, o Ungido de YHWH.
2º - O Ungido de YHWH (Cristo o Messiah) é aceite pelos TJ como o seu REI.
3º - Cristo veio a este mundo para ser REI, e isto eles acreditam:

36Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.» 37Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!» Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes: Eu sou rei! Para isto nasci, para isto vim ao mundo: para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz.»

4º - Eles acreditam na Redenção, a que chamam de «resgate».
5º - Eles tentam imitar Cristo (dentro dos seus limites, como toda a gente) e prestam-Lhe homenagem.
6º - Eles são zelosos pelas coisas de DEUS, dentro dos seus conhecimentos e esforçam-se.
7º - Eles não andam atrás dos bens materiais dos outros.

Há muitas mais razões, mas as que mencionei chegam para que eu tenha uma profunda consideração por essas pessoas, apesar de também terem defeitos como nós.

8º - Eles amam a vida (são contra a guerra) e detestam a morte.
9º - Nos casais a mulher respeita sinceramente o marido e o marido ama a sua esposa.
10º - Eles interessam-se vivamente pela educação dos seus filhos.

Quanto aos defeitos que o amigo lhe põe, eu deixo a sua defesa para quem for T.J.
Que se manifeste!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Paulo Henrique Viana em Qui Fev 17, 2011 8:36 am

EU CREIO NA TRINDADE!

Em 2008, o Padre Anderson levantou alguns textos sobre a doutrina da Trindade, vejam.
Eu creio em um só Deus em três pessoas: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo (São pessoas distintas, mas da mesma essência, natureza)
A palavra trindade não aparece no NT, ela foi desenvolvida por teológos que tentavam expressar idéias profundas que Deus tinha de si mesmo, não há nada de errado dizer: EU CREIO NA TRINDADE. agora se o problema é o termo que não está escrito na Bíblia, tudo bem, então, eu digo: EU CREIO EM UM SÓ DEUS EM TRÊS PESSOAS.
Agora, o Novo Testamento não ensina o TRITEÍSMO (crença em três deuses); não ensina o UNITARIANISMO (nega a divindade de Jesus e do Espírito Santo); não ensina o MODALISMO (que diz que Deus aparece as vezes como Pai, outras como filho e outras como o Espírito).
Alguns judeus messiânicos para evitar a palavra TRINDADE, usam o termo TRIUNIDADE.Talvez este termo satisfaça alguns.

Cada pessoa da divindade é considerada como sendo divina:
O PAI - Mateus 6.8/ Mateus 7.21/ Galatas 1.1
O FILHO - João 1.1/ Romanos 9.5/ Colossenses 2.9/ Tito 2.13/ Hebreus 1.8-10
O ESPÍRITO - Marcos 3.29/ João 15.26/ 1 Cor. 6.19/ 2 Cor. 3.17

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qui Fev 17, 2011 9:30 am

Na minha opinião cada um tem e pode ter uma concepção pessoal da DIVINDADE.
Seja qual for esse concepção é sempre incompleta (para não dizer errada).
Seria melhor, respeitarmos as concepções de outros, apesar de não serem iguais às nossas.
Mas devemos defender a nossa concepção se a julgarmos {mais} correcta.

Contudo, um dia conheceremos Deus tal qual ELE é.

Caríssimos, agora já somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. O que sabemos é que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque o veremos tal como Ele é.
(1ª João 3,2)
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 08, 2011 3:51 pm

eu não dessa religião, mas acredito que não devemosjulgar. deixem o julgamento para Deus. nessa corporação existem coisas boas e imaginações humanas. mas, quem poderá julgar senão Deus?
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Ter Mar 08, 2011 4:51 pm

Caríssimos Irmãos,

Desejo a todos a Paz do Senhor Jesus !!!

As Sagradas Escrituras nos ensinam a discernir quem é o anticristo nos seguintes termos:

"O ANTICRISTO É ESTE: QUEM NEGA O PAI E O FILHO. QUEM NEGA O FILHO NÃO ACEITA O PAI; QUEM CONFESSA O FILHO ACEITA O PAI" (1Jo 2,22).

Sabemos que as testemunhas de Jeová negam a divindade de Jesus, o que implica a afirmação de que não são cristãos, e este não é um julgamento nosso, mas é uma forma indiscutível da maneira como as Sagradas Escrituras nos ensinam a discernir quem são os cristãos. O Pai e o Filho são conceitos correlativos nas Sagradas Escrituras que se implicam mutuamente. Assim, quem nega que Jesus é Deus, nega opróprio Cristo, nega as Escrituras, não podendo ser considerado cristão.

Aqui, embora que um tanto constrangido, quero fazer referência ao último colóquio da Sra. "quemtembocadizaverdade", quando afirma que as pessoas devem deixar o julgamento para Deus, o que de certa forma me parece uma atitude nobre. Entretanto, não posso compreender tal nobreza ao verificar nos seus colóquios em outros tópicos quantas vezes a mesma julga a Igreja Católica, atribuindo-lhe o título de babilônia do apocalipse dentre outros predicados advendos do seu julgamento.

Quero crer que a Sra. "quemtembocadizaverdade" deva estar passando por um processo de conversão. Mas para que tal processo seja verdadeiro, convém que, ao menos, o seu julgamento a respeito das religiões alheias seja o mesmo para todas as religiões.

Para quem vem acompanhando suas postagens no nosso fórum, percebe-se dois tipos de julgamento por parte da professora quando se refere respectivamente à Igreja Católica e a seita das testemunhas de Jeová.

Ficarei no aguardo para ver se a Sra. "quemtembocadizaverdade" fará alguma ponderação revogando os seus julgamentos depreciativos a respeito da nossa Igreja postados por ela em vários tópicos do nosso fórum, ou do contrário, não poderei ver nela um espírito sincero, verdadeiro, cordial e honesto, acreditando que deva haver um "acordo de comadres" no sentido de "tapar o sol com a peneira" no que diz respeito aos erros de outras religiões e simplesmente depreciar aquela que, fundada por Jesus Cristo, é d'Ele, é única e verdadeira.

Um grande abraço a todos !!!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Ter Mar 08, 2011 5:17 pm

Peço desculpas a todos se estou sendo chato, mas acredito que no nosso fórum, todos os participantes devem ser transparentes e estar voltados para um diálogo verdadeiramente voltado para o aprendizado e o crescimento na fé.

Um grande abraço !!!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qua Mar 09, 2011 2:42 pm

Há aqui equívocos.
Uma coisa é ser trinitarista (apoiar dogma de trindade) outra coisa é aceitar as fórmulas bíblicas que são consideradas trinitárias pelos trinitaristas.
Eu não sou T.J. mas conheço um pouco a sua doutrina para afirmar que eles são cristãos.
Os Apóstolos não acreditavam, no dogma misterioso da SS. Trindade até porque esse problema ainda se não tinha posto. Mas se se pusesse era muito provável que não definissem um dogma. Ora está fora de questão afirmar que os Apóstolos não eram cristãos.
Eles acreditavam no Pai, no Filho e no Espírito Santo, tal como as T.J. e os cristãos ebionitas.
Ora opinar que quem não acredita que o Cristo é igual ao Pai (quer seja em divindade, quer em poder ou saber) não se pode, só por isso, dizer que não é Cristão.


Mas já que se fala na Trindade há pontos revelados por Yeshua que não deixam de ter muito valor.

Eis os mais importantes:

17*Jesus disse-lhe: «Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai; mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: 'Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus.'» (João 20,17)
Isto quer dizer que o PAI é O DEUS de Yeshua, donde Yeshua provem.
* Ouvistes o que Eu vos disse: 'Eu vou, mas voltarei a vós.' Se me tivésseis amor, havíeis de alegrar-vos por Eu ir para o Pai, pois o Pai é mais do que Eu.

(João 14,28)
Portanto, o PAI é MAIS que o FILHO.


27pois Deus tudo submeteu debaixo dos pés dele. Mas quando diz: «Tudo foi submetido», é claro que se exclui aquele que lhe submeteu tudo. 28E quando todas as coisas lhe tiverem sido submetidas, então o próprio Filho se submeterá àquele que tudo lhe submeteu, a fim de que Deus seja tudo em todos.

(1ª Corintios 15,27-28)

Assim, o Filho submete-se ao PAI e não o PAI ao Filho.

«Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua.» (Lucas 22,42)
E dizia: «Abbá, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Mas não se faça o que Eu quero, e sim o que Tu queres.» (Marcos 14,36)



Assim o Filho faz a vontade do Pai que é diferente da sua.

Mas Yeshua também disse:

Eu e o Pai somos Um.» (João 30,10)

Jesus disse-lhe: «Há tanto tempo que estou convosco, e não me ficaste a conhecer, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como é que me dizes, então, 'mostra-nos o Pai'? (João 14,9)


Na verdade, não podemos pôr as coisas de uma forma simples.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Jul 10, 2011 6:50 am

EXORCIZO TE, OMNIS SPIRITUS IMMUNDE, IN NOMINE PATRIS ET FILII ET SPIRITUS SANCTI.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Dom Jul 10, 2011 8:54 am

Tenha calma amigo! Não se enerve!
Deixe-se de fundamentalismos e de fanatismos.

Tire da cabeça os tempos antigos da degenerada inquisição!

Procure agradar a YHWH e seja paciente para com o próximo!

Está bem!


Jesus dizia: «Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem.» Depois, deitaram sortes para dividirem entre si as suas vestes. (Lucas 23,24)
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por RenatoPaulo em Dom Jul 10, 2011 10:23 am

Sinceramente Sr.Manuel!

Vc realmente em nada repara,desculpe la este termo...
Vc fixa-se em suas teorias e quando se ve aflito recorre a Biblia e dela mesmo copia as passagens que lhe convem mais e interpreta-as como vc as quiser entender.
Ora bem...se estamos aqui os dois a falar sobre Cristo,porque então não nos entendemos?
Quem tera pois a razão?
Eu?
Vc?
Ou nenhum dos dois?
Pergunto-lhe isto,porque em Cristo não foi manisfestado confusão.

Ja lhe disse a si varias vezes,mas ainda não o percebeu...
Para de atacar seja quem for e atente nos sinais!
Se não quiser atentar nesses sinais então meta-se dentro de saco com cinza e peça sabedoria a DEUS.
Torne a ler a historia de Job,para entender o que eu lhe quero transmitir...pois eu sou o mancebo que fala consigo.
Vc tem sabedoria de velhice,porque pelo vistos continua a ser velho,mas eu que sou ainda mais velho que vc corporalmente,tenho uma sabedoria mais jovem que a sua,porque estou a caminhar para a minha juventude.

Vc ja ouviu concerteza falar nos Evangelhos e Textos Apócrifos?
Concerteza que ja ouviu falar deles...
Mas antes de falar deles,vc sabe muito bem que Jesus costumava falar muitas vezes em parabolas,certo?
Porque?
Ele nos falava em parabolas,porque nem todos entenderiam o que Ele nos queria dizer.
Mas foi assim que DEUS desejou.
Nem todos entenderam Suas palavras e ainda nos dias de hoje muitos não as entendem,embora pensem que as entendem perfeitamente...
Sabendo de antemão disso,DEUS autorizou que paralelamente ao Evangelhos oficias,tambem fossem escritos outros Evangelhos e textos considerados Apócrifos.
Agora Sr.Manuel,atente a este sinal que lhe vou escrever:
Esses mesmos Apócrifos,tambem nada provam de sua autencidade!
Alguns desses Apócrifos,foram falsificados e inventados,mas tambem existem alguns que embora se duvide como disse de sua autencidade,nos dizem coisas bem verdadeiras e parecidas com os Evangelhos oficiais.
Tudo isso foi VONTADE DE DEUS,homem!Percebe?
DEUS assim o desejou,porque assim continuara o homem sem provas visuais que tanto deseja possuir.Porque o que conta para DEUS,é o acreditar sem ver!O que conta é nossa Fé verdadeira,mas sem provas visiveis.
O corpo nunca chegara a ver os misterios de DEUS,pois vai a sepultar transformando-se em pó.
Mas estando nós fora do corpo,viveremos em Espirito,e assim temos uma grande chance de ver a DEUS.

Mas voltando aos Apócrifos:
Vamos analisar o texto apócrifo da história de José,o Carpinteiro,que foi escrito no século IV.
Mas primeiro quero que saiba que existem mais apócrifos de outras personagens com datas bem mais antigas,como por exemplo do ano 50 depois de Cristo...(digo-lhe isto porque sei o que vc esta a pensar)

No texto apócrifo da história de José,o Carpinteiro esta escrito isto:

"Salve mil vezes, querido filho. Ao ouvir tua voz, minha alma recupera sua tranqüilidade. Jesus, meu Senhor! Jesus, meu verdadeiro rei, meu salvador bom e misericordioso! Jesus, meu libertador! Jesus, meu guia! Jesus, meu protetor! Jesus, em cuja bondade encontra-se tudo! Jesus, cujo nome é suave e forte na boca de todos! Jesus, olho que vê e ouvido que ouve verdadeiramente: escuta-me hoje, teu servidor, quando elevo meus rogos e verto meus lamentos diante de ti. Em verdade tu és Deus. Tu és o Senhor, conforme tem-me repetido muitas vezes o anjo..."

Mais uma vez se confirma que é Trinitario,PAI,FILHO E ESPIRITO SANTO.


ps:Ja agora para quem tiver interesse,aqui esta o texto apócrifo da história de José,o Carpinteiro:

Esta é a história da morte de José, conforme foi narrada pelo Senhor Jesus a seus apóstolos. Escrita no Egito, por volta do século IV, chegou até os tempos atuais apenas em uma versão copta e uma outra árabe, com algumas poucas diferenças.

Neste texto, o Senhor Jesus conta a história de José, o carpinteiro, cujo ofício era o de manufaturar arados e cangas. Fala de seus sentimentos, quando da aproximação da morte, avisado que foi por um anjo.

A narração da agonia e da morte de José é enriquecida por detalhes interessantes, como o da aproximação da morte, juntamente com seu séquito, inclusive com a presença do diabo.

Alguns detalhes importantes são apresentados, como o nome dos filhos e a idade de José, quando de seu casamento com Maria, enquanto que outros, como episódios da infância de Cristo, confirmam o que é apresentado nos Evangelhos de Pedro, Tiago e Tomé, sobre a Infância do Salvador. Importante alusão, no final do texto, é feita ao Anticristo, cuja vinda convulsionará todas as nações.

Quando nosso Salvador contou a vida de José, o Carpinteiro, a nós, os apóstolos, reunidos no monte das Oliveiras, nós escrevemos sua palavras e depois guardamo-las na biblioteca de Jerusalém. Além disso, deixamos consignado que o dia no qual o santo ancião separou-se do seu corpo: foi do dia 26 de Epep[1]

I. Jesus Fala a Seus Apóstolos

Estava um dia nosso bom Salvador no monte das Oliveiras, com os discípulos a sua volta e dirigiu-se a eles com estas palavras:

— Meus queridos irmãos, filhos de meu amado Pai, escolhidos por Ele entre todos do mundo! Bem sabeis o que tantas vezes vos repeti: é necessário que eu seja crucificado e que experimente a morte, que ressuscite de entre os mortos e que vos transmita a mensagem do Evangelho para que vós, de vossa parte, o pregueis por todo o mundo. Eu farei descer sobre vós uma força do alto, a qual vos impregnará com o Espírito Santo, para que vós, finalmente, pregueis para todas as pessoas desta maneira: fazei penitência! Porque vale mais um copo de água na vida vindoura do que todas as riquezas deste mundo. Vale mais pôr somente o pé na casa de meu Pai que toda a riqueza deste mundo. Mais ainda: vale mais uma hora de regozijo para os justos que mil anos para os pecadores, durante os quais hão de chorar e lamentar, sem que ninguém preste atenção nem console seus gemidos. Quando, pois, meus queridos amigos, chegue a hora de ir-vos, pregai, que meu Pai exigirá contas com balança justa e equilibrada e examinará até as palavras inúteis que possais haver dito. Assim como ninguém pode escapar à mão da morte, da mesma maneira ninguém pode subtrair-se de seus próprios atos, sejam eles bons ou maus. Além disso, vos tenho dito muitas vezes, e repito agora, que nenhum forte poderá salvar-se por sua própria força e nenhum rico, pelo tamanho da sua riqueza. E agora, escutai, que narrar-vos-ei a vida de meu pai José, o abençoado ancião carpinteiro.

II. Viuvez de José

Havia um homem chamado José, que veio de Belém, essa vila judia que é a cidade do rei Davi. Impunha-se pela sua sabedoria e pelo seu ofício de carpinteiro. Este homem, José, uniu-se em santo matrimônio com uma mulher que lhe deu filhos e filhas: quatro homens e duas mulheres, cujos nomes eram: Judas, Josetos, Tiago e Simão. Suas filhas chamavam-se Lísia e Lídia.

A esposa de José morreu, como está determinado que aconteça a todo o homem, deixando seu filho Tiago ainda menino de pouca idade. José era um homem justo e dava graças a Deus em todos os seus atos. Costumava viajar para fora da cidade com freqüência para exercer o ofício de carpinteiro, em companhia de dois de seus filhos mais velhos, já que vivia do trabalho de suas mãos, conforme o que estabelecia a lei de Moisés.

Esse homem justo, de quem estou falando, é José, meu pai segundo a carne, com quem se casou na qualidade de consorte, minha mãe, Maria.

III. Maria no Templo

Enquanto meu pai José permanecia viúvo, minha mãe, a boa bendita entre as mulheres, vivia por sua parte no templo, servindo a Deus em toda a santidade.

Havia já completado doze anos. Passara os seus três primeiros anos na casa de seus pais e os nove restantes no templo do senhor.

Ao ver que a santa donzela levava uma vida simples e plena de temos a Deus, os sacerdotes conservaram entre si e disseram:

— Busquemos um homem de bem e celebremos o casamento com ele, até que chegue o momento de seu matrimônio. Que não seja por descuido nosso que lhe sobrevenha o período da sua purificação no templo, nem que venhamos a incorrer em um pecado grave.

IV. Bodas de Maria e José

Convocaram, então, as tribos de Judá e escolheram entre elas doze homens, correspondendo ao número das doze tribos. A sorte recaiu sobre o bom velho José, meu pai, segundo a carne.

Disseram os sacerdotes a minha mãe, a Virgem:

— Vai com José e permanece submissa a ele, até que chegue a hora de celebrar teu matrimônio.

José levou Maria, minha mãe, para sua casa. Ela encontrou o pequeno Tiago na triste condição de órfão e o cobriu de carinhos e cuidados. Esta foi a razão pela qual a chamaram Maria, a mãe de Tiago.

Depois de tê-la acomodado em sua casa, José partiu para o local onde exercia o ofício de carpinteiro. Minha mãe Maria viveu dois anos em sua casa, até que chegou o feliz momento.

V. A Encarnação

No décimo quarto ano de idade, Eu, Jesus, vossa vida, vim habitar nela por meu próprio desejo. Aos três meses de gravidez o solícito José voltou de suas ocupações. Ao encontrar minha mãe grávida, preso à turbação e ao medo, pensou secretamente em abandoná-la.

Foi tão grande o desgosto, que não quis comer nem beber naquele dia.

VI. Visão de José

Eis, porém, que durante a noite, mandado por meu Pai, Gabriel, o arcanjo da alegria, apareceu-lhe numa visão e lhe disse:

— José, filho de Davi, não tenhas cuidado em admitir Maria, tua esposa, em tua companhia. Saberás que o que foi concebido em seu ventre é fruto do Espírito Santo. Dará, então, à luz um filho, a quem tu porás o nome de Jesus. Ele apascentará os povos com o cajado de ferro.

Dito isso, o anjo desapareceu. José, voltando do sono, cumpriu o que lhe havia sido ordenado, admitindo Maria consigo.

VII. Viagem a Belém

Então o imperador Augusto fez proclamar que todos deveriam comparecer ao recenseamento, cada um conforme seu lugar de origem. Também o bom velho se pôs a caminho e levou Maria, minha virgem mãe, até a sua cidade de Belém.

Como o parto já estava próximo, ele fez o escriba anotar seu nome da seguinte maneira:

— José, filho de Davi, Maria, sua esposa, e seu filho Jesus, da tribo de Judá.

Maria, minha mãe, trouxe-me ao mundo quando retornava de Belém, perto do túmulo de Raquel, a mulher do patriarca Jacó, a mãe de José e Benjamim.

VIII. Fuga para o Egito

Satanás deu um conselho a Herodes, o Grande, pai de Arqueleu, aquele que fez decapitar meu querido parente João. Ele me procurou para tirar-me a vida, porque pensava que meu reino era deste mundo. Meu Pai manifestou isso a José, numa visão, e este pôs-se imediatamente em fuga levado consigo a mim e a minha mãe, em cujos braços eu ia deitado.

Salomé [2] também nos acompanhava. Descemos até o Egito e ali permanecemos por um ano, até que o corpo de Herodes foi presa da corrupção, como castigo justo pelo sangue dos inocentes que ele havia derramado e dos quais já nem se lembrava.

IX. Retorno à Galiléia

Quando o iníquo Herodes deixou de existir, voltamos a Israel e fomos viver em uma vila da Galiléia chamada Nazaré. Meu pai José, o bendito ancião, continuava exercendo o ofício de carpinteiro, graças a que podíamos viver.

Jamais poder-se-á dizer que ele comeu seu pão de graça, mais sim que se conduzia de acordo com o prescrito na lei de Moisés.

X. Velhice de José

Depois de tanto tempo, seu corpo não se mostrava doente, nem tinha a vista fraca, nem havia sequer um só dente estragado em sua boca. Nunca lhe faltou a sensatez e a prudência e sempre conservou intacto o seu sadio juízo, mesmo já sendo um venerável ancião de cento e onze anos.

XI. Obediência de Jesus

Seus dois filhos Josetos e Simão casaram-se e foram viver em seus próprios lares. Da mesma forma, suas duas filhas casaram-se, como é natural entre os homens, e José ficou com o seu pequeno filho Tiago. Eu, da minha parte, desde que minha mãe trouxe-me a este mundo, estive sempre submisso a ele como um menino e fiz o que é natural entre os homens, exceto pecar.

Chamava Maria de minha mãe e José de meu pai. Obedecia-os em tudo o que me pediam, sem ter jamais me permitido replicar-lhes com uma palavra, mas sim mostrar-lhes sempre um grande carinho.

XII. Frente à Morte

Chegou, porém, para meu pai José, a hora de abandonar este mundo, que é a sorte de todo homem mortal.

Quando seu corpo adoeceu, veio um de Deus anjo anunciar-lhe:

— Tua morte dar-se-á neste ano.

Sentindo sua alma cheia de turbação, ele fez uma viagem até Jerusalém, entrou no templo do Senhor, humilhou-se diante do altar e orou desta maneira:

XIII. ORAÇÃO de José

— Ó Deus, pai de toda misericórdia e Deus de toda carne, Senhor da minha alma, de meu corpo e do meu espírito! Se é que já se cumpriram todos os dias da vida que me deste neste mundo, rogo-te, Senhor Deus, que envies o arcanjo Micael para que fique do meu lado, até que minha desditada alma saia do corpo sem dor nem turbação. Porque a morte é para todos causa de dor e turbação, quer se trate de um homem, de um animal doméstico ou selvagem, ou ainda de um verme ou um pássaro. Em uma palavra, é muito dolorosa para todas as criaturas que vivem sob o céu e que alentam um sopro de espírito para suportar o transe de ver sua alma separada do corpo. Agora, meu Senhor, faz com que o teu anjo fique do lado da minha alma e do meu corpo e que esta recíproca separação se consuma sem dor. Não permitas que aquele anjo que me foi dado no dia em que saí de teu seio volte seu rosto irado para mim ao longo deste caminho que empreendi até vós, mas sim que ele se mostre amável e pacífico. Não permitas que aqueles cujas faces mudam dificultem a minha ida até vós. Não consintas que minha alma caia em mãos do cérbero e não me confundas em teu formidável tribunal. Não permitas que as ondas deste rio de fogo, nas quais serão envolvidas todas as almas antes de ver a glória de teu rosto, voltem-se furiosas contra mim. Ó Deus, que julgais a todos na Verdade e na Justiça, oxalá tua misericórdia sirva-me agora de consolo, já que sois a fonte de todos os bens e a ti se deve toda a glória pela eternidade das eternidades! Amém.

XIV. Doença de José

Aconteceu que, ao voltar a sua residência habitual de Nazaré, viu-se atacado pela doença que havia de levá-lo ao túmulo. Esta apresentou-se de forma mais alarmante do que em qualquer outra ocasião de sua vida, desde o dia em que nasceu.

Eis aqui, resumida, a vida de meu querido pai José: ao chegar aos quarenta anos, contraiu matrimônio, no qual viveu outros quarenta e nove.

Depois que sua mulher morreu, passou somente um ano. Minha mãe logo passou dois anos em sua casa, depois que os sacerdotes confiaram-na com estas palavras:

— Guarda-a até o tempo em que se celebre vosso matrimônio.

Ao começar o terceiro ano de sua permanência ali — tinha nessa época quinze anos de idade — trouxe-me ao mundo de um modo misterioso, que ninguém entre toda a criação pode conhecer, com exceção de mim, de meu Pai e do Espírito Santo, que formamos uma unidade.

XV. O Início do Fim

A vida de meu pai José, o abençoado ancião, compreendeu cento e onze anos, conforme determinara meu bom Pai. O dia em que se separou do corpo foi no dia 26 do mês de Epep.

O ouro acentuado de sua carne começou a desfazer-se e a prata da sua inteligência e razão sofreu alterações. Esqueceu-se de comer e de beber e a destreza no desempenho de seu ofício passou a declinar.

Aconteceu que, ao amanhecer do dia 26 de Epep, enquanto estava em seu leito, foi tomado de uma grande agitação. Gemeu forte, bateu palmas três vezes e, fora de si, pôs-se a gritar dizendo:

XVI. Lamentos de José

— Ai, miserável de mim! Ai do dia em que minha mãe trouxe-me ao mundo! Ai do seio materno do qual recebi o germe da vida! Ai dos peitos que me amamentaram! Ai do regaço em que me reclinei! Ai das mãos que me sustentaram até o dia em que cresci e comecei a pecar! Ai de minha língua e de meus lábios que proferiram injúrias, enganos, infâmias e calúnias! Ai dos meus olhos, que viram o escândalo! Ai dos meus ouvidos que escutaram conversações frívolas! Ai das minhas mãos que subtraíram coisas que não lhes pertenciam! Ai do meu estômago e do meu ventre que ambicionaram o que não era deles! Quando alguma coisa lhes era apresentada, devoravam-na com mais avidez do que poderia fazê-lo o próprio fogo! Ai dos meus pés que fizeram um mau serviço ao meu corpo, já que o levaram por maus caminhos! Ao do meu corpo todo que deixou a minha alma reduzida a um deserto, afastando-a de Deus que a criou! Que farei agora? Não encontro saída em parte alguma! Em verdade é que pobres dos homens que são pecadores! Esta é a angústia que se apoderou de meu pai Jacob em sua agonia, a qual veio hoje a ter comigo, infeliz. Mas, ó Senhor, meu Deus, que és o mediador de minha alma e de meu corpo e de meu espírito, cumpre em mim a tua divina vontade.

XVII. Jesus Consola seu Pai

Quando terminou de dizer estas palavras, entrei no local onde ele se encontrava e, ao vê-lo agitado de corpo e de alma, disse-lhe:

— Salve, José, meu querido pai, ancião bom e abençoado.

Ele respondeu, ainda tomado por um medo mortal:

— Salve mil vezes, querido filho. Ao ouvir tua voz, minha alma recupera sua tranqüilidade. Jesus, meu Senhor! Jesus, meu verdadeiro rei, meu salvador bom e misericordioso! Jesus, meu libertador! Jesus, meu guia! Jesus, meu protetor! Jesus, em cuja bondade encontra-se tudo! Jesus, cujo nome é suave e forte na boca de todos! Jesus, olho que vê e ouvido que ouve verdadeiramente: escuta-me hoje, teu servidor, quando elevo meus rogos e verto meus lamentos diante de ti. Em verdade tu és Deus. Tu és o Senhor, conforme tem-me repetido muitas vezes o anjo, sobretudo naquele dia em que suspeitas humanas se aninharam em meu coração, ao observar os sinais de gravidez da Virgem sem mácula e eu havia decidido abandoná-la. Mas, quando eu estava pensando nisto, um anjo apareceu-me em sonhos e me disse: José, filho de Davi, não tenhas receio em receber Maria como esposa, pois o que há de dar à luz é fruto do Espírito Santo. Não guardes suspeita alguma a respeito de sua gravidez. Ela trará ao mundo um filho e tu dar-lhe-ás o nome de Jesus. Tu és Jesus Cristo, o salvador da minha alma, de meu corpo e de meu espírito. Não me condenes, teu servo e obra de tuas mãos. Eu não sabia nem conhecia o mistério de teu maravilhoso nascimento e jamais havia ouvido que uma mulher pudesse conceber sem a obra de um homem e que uma virgem pudesse dar à luz sem romper o selo de sua virgindade. Ó, meu Senhor! Se não tivesse conhecido a lei desse mistério, não teria acreditado em ti, nem em teu santo nascimento, nem rendido honras a Maria, a Virgem, que te trouxe a este mundo. Recordo ainda aquele dia em que um menino morreu, por causa da mordida de uma serpente. Seus familiares vieram a ti, com intenção de entregar-te a Herodes. Mas tua misericórdia alcançou a pobre vítima e devolveste-lhe a vida para dissipar aquela calúnia que te faziam, como causador da sua morte. Pelo que houve uma grande alegria na casa do defunto. Então eu te peguei pela orelha e disse-te: não sejas imprudente, meu filho. E tu me ameaçaste desta maneira: se não fosses meu pai, segundo a carne, dar-te-ia a entender que é isso o que acabas de fazer. Sim, pois, ó meu Senhor e Deus, esta é a razão pela qual vieste em tom de juízo e pela qual permitiste que recaíssem sobre mim estes terríveis presságios. Suplico-te que não me coloques diante do teu tribunal para lutar comigo. Eis que eu sou teu servo e filho de tua escrava. Se houveres por bem romper meus grilhões, oferecer-te-ei um santo sacrifício, que não será outro senão a confissão da tua divina glória, de que tu és Jesus Cristo, filho verdadeiro de Deus e, por outro lado, filho verdadeiro do homem.

XVIII. Aflição de Maria

Quando meu pai disse essas palavras, eu não pude conter as lágrimas e pus-me a chorar, vendo como a morte vinha apoderando-se dele pouco a pouco e ouvindo, sobretudo, as palavras cheias de amargura que saíam da sua boca.

Naquele momento, meus queridos irmãos, veio-me ao pensamento a morte na cruz que haveria de sofrer pela vida de todo mundo. Então Maria, minha querida mãe, cujo nome é doce para todos os que me amam, levantou-se e disse-me, tendo seu coração inundado na amargura:

— Ai de mim, filho querido! Está à morte o bom e abençoado ancião José, teu pai querido e adorado?

Eu lhe respondi:

— Minha mãe querida, quem entre o humanos ver-se-á livre da necessidade de ter de encarar a morte? Esta é dona de toda a humanidade, mãe bendita! E mesmo tu hás de morrer como todos os outros homens. Nem tua morte nem a de meu pai José, porém, podem chamar-se propriamente morte, mas vida eterna ininterrupta. Também eu hei de passar por este transe por causa da carne mortal com a qual estou revestido. Agora, mãe querida, levanta-te e vai até onde está o abençoado ancião José para que possas ver o lugar que o aguarda lá no alto.

XIX. As Dores de José

Levantou-se, entrou no local onde ele se encontrava e pôde apreciar os sinais evidentes da morte que já se refletiam nele. Eu, meus queridos, postei-me em sua cabeceira e minha mãe aos seus pés. Ele fixava seus olhos no meu rosto, sem poder sequer dirigir-me uma palavra, já que a morte apoderava-se dele pouco a pouco.

Elevou, então, seu olhar até o alto e deixou escapar um forte gemido. Eu segurei suas mãos e seus pés durante um longo tempo e ele me olhava, suplicando-me que não o abandonasse nas mãos dos seus inimigos.

Eu coloquei minha mão sobre seu peito e notei que sua alma já havia subido até a sua garganta para deixar seu corpo, mas ainda não havia chegado o momento supremo da morte. Caso contrário, não teria podido agüentar mais.

Não obstante, as lágrimas, a comoção e o abatimento que sempre a precedem já faziam presentes.

XX. A Agonia

Quando minha mãe querida viu-me apalpar o seu corpo, quis ela, de sua parte apalpar, os pés e notou que o alento havia fugido juntamente com o calor.

Dirigiu-se a mim e disse-me ingenuamente:

— Obrigada, filho querido, pois desde o momento em que puseste tua mão sobre seu corpo, a febre o abandonou. Vê, seus membros estão frios como o gelo.

Eu chamei os seus filhos e filhas e lhes disse:

— Falai agora com o vosso pai, que este é o momento de fazê-lo, antes que sua boca deixe de falar e seu corpo fique hirto.

Seus filhos e filhas falaram com ele, mas sua vida estava minada por aquela doença mortal que provocaria sua saída deste mundo. Então, Lísia, filha de José, levantou-se para dizer aos seus irmãos:

— Juro, queridos irmãos, que esta é a mesma doença que derrubou a nossa mãe e que não voltou a aparecer por aqui até agora. O mesmo acontece com o nosso pai José, para que não voltemos a vê-lo senão na eternidade.

Então os filhos de José irromperam em lamentos. Maria, minha mãe, e eu, de nossa parte, unimo-nos ao seu pranto pois, efetivamente, já havia chegado a hora da morte.

XXI. A Morte Chega

Pus-me a olhar para o sul e vi a morte dirigir-se a nossa casa. Vinha seguida de Amenti, que é seu satélite, e do Diabo, a quem acompanhava uma multidão de esbirros vestidos de fogo, cujas bocas vomitavam fumaça e enxofre.

Ao levantar os olhos, meu pai deparou-se com aquele cortejo que o olhava com rosto colérico e raivoso, do mesmo modo que costuma olhar todas as almas que saem do corpo, particularmente aquelas que são pecadoras e que considera como propriedade sua.

Diante da visão desse espetáculo, os olhos do bom velho anuviaram-se de lágrimas. Foi neste momento em que meu pai exalou sua alma com um grande suspiro, enquanto procurava encontrar um lugar onde se esconder e salvar-se. Quando observei o suspiro de meu pai, provocado pela visão daquelas forças até então desconhecidas para ele, levantei-me rapidamente e expulsei o Diabo e todo seu cortejo. Eles fugiram envergonhados e confusos. Ninguém entre os presentes, nem mesmo minha própria mãe Maria, apercebeu-se da presença daqueles terríveis esquadrões que saem à caça de almas humanas.

Quando a morte percebeu que eu havia expulsado e mandado embora as potestades infernais, para que não pudessem espalhar armadilhas, encheu-se de pavor. Levantei-me apressadamente e dirigi esta oração a meu Pai, o Deus de toda misericórdia:

XXII. Oração de Jesus

— Meu Pai misericordioso, Pai da verdade, olho que vê e ouvido que ouve, escuta-me, que eu sou teu filho querido! Peço-te por meu pai José, a obra de vossas mãos. Envia-me um grande corpo de anjos, juntamente com Micael, o administrador dos bens, e com Gabriel, o bom mensageiro da luz, para que acompanhem a alma de meu pai José até que se tenha livrado do sétimo éon tenebroso, de forma que não se veja forçado a empreender esses caminhos infernais, terríveis para o viajante por estarem infestados de gênios malignos e saqueadores e por ter de atravessar esse lugar espantoso por onde corre um rio de fogo igual às ondas do mar. Sede, além disso, piedoso para com a alma de meu pai José, quando ela vier repousar em vossas mãos, pois é este o momento em que mais necessita da tua misericórdia.

Eu vos digo, veneráveis irmãos e abençoados apóstolos, que todo homem que, chegando a discernir entre o bem e o mal, tenha consumido seu tempo seguindo a fascinação dos seus olhos, quando chegue a hora de sua morte e tenha de libertar o passo para comparecer diante do tribunal terrível e fazer sua própria defesa, ver-se-á necessitado da piedade de meu bom Pai.

Continuemos, porém, relatando o desenlace de meu pai, o abençoado ancião.

XXIII. José Expira

Quando eu disse amém, Maria, minha mãe, respondeu na língua falada pelos habitantes do céu. No mesmo instante Micael, Gabriel e anjos, em coro, vindos do céu, voaram sobre o corpo de meu pai José.

Em seguida, intensificaram-se os lamentos próprios da morte e soube, então, que havia chegado o momento desolador. Sofria meu pai dores parecidas com as de uma mulher no parto, enquanto que a febre o castigava da mesma maneira que um forte furacão ou um imenso fogo devasta um espesso bosque.

A morte, cheia de medo, não ousava lançar-se sobre o corpo de meu pai para separá-lo da alma, pois seu olhar havia dado comigo, que estava sentado a sua cabeceira, com as mãos sobre suas têmporas.

Quando me apercebi de que a morte tinha medo de entrar por minha causa, levantei-me, dirigi meus passos até o lado de fora da porta e encontrei-a só e amedrontada, em atitude de espera.

Eu lhe disse:

— Ó tu, que vens do Meio-dia, entra rapidamente e cumpre o que ordenou-te meu Pai. Porém, guarda José como a menina dos teus olhos, posto que é meu pai segundo a carne e compartilhou a dor comigo, durante os anos da minha infância, quanto teve de fugir de um lado para outro por causa das maquinações de Herodes e ensinou-me como costumam fazer os pais para o proveito dos seus filhos.

Então Abbadão entrou, tomou a alma de meu pai José e separou-a do corpo no mesmo instante em que o sol fazia sua aparição no horizonte, no dia 26 do mês de Epep, em paz.

A vida de meu pai compreendeu cento e onze anos. Micael e Gabriel pegaram cada qual em um extremo de um pano de seda e nele depositaram a alma de meu querido pai José depois de tê-la beijado reverentemente.

Enquanto isso, nenhum dos que rodeavam José havia percebido a sua morte, nem sequer minha mãe Maria. Eu confiei a alma do meu querido pai José a Micael e Gabriel, para que a guardassem contra os raptores que saqueiam pelo caminho e encarreguei os espíritos incorpóreos de continuarem cantando canções até que, finalmente, depositaram-no junto a meu Pai no céu.

XXIV. Luto na Casa de José

Inclinei-me sobre o corpo inerte de meu pai. Cerrei seus olhos, fechei sua boca e levantei-me para contemplá-lo. Depois disse à Virgem:

— Ó Maria, minha mãe, onde estão os objetos de artesanato feitos por ele desde sua infância até hoje? Neste momento todos eles passaram, como se ele não tivesse sequer vindo a este mundo.

Quando seus filhos e filhas ouviram-me dizer isto a Maria, minha mãe virginal, perguntaram-me com vozes fortes e lamentos:

— Será que nosso pai morreu sem que nós nos apercebêssemos?

Eu lhes disse:

— Efetivamente, morreu, mas sua morte não é morte, porém vida eterna. Grandes coisas esperam nosso querido pai José. Desde o momento em que sua alma sai do seu corpo, desapareceu para ele toda espécie de dor. Ele se pôs a caminho do reino eterno. Deixou atrás de si o peso da carne, com todo este mundo de dor e de preocupações, e foi para o lugar de repouso que tem meu Pai nesses céus que nunca serão destruídos.

Ao dizer a meus irmãos que o nosso pai José, o abençoado ancião, havia finalmente morrido, eles se levantaram, rasgaram suas vestes e o choraram durante um longo tempo.

XXV. Luto em Nazaré

Quando os habitantes de Nazaré e de toda a Galiléia inteiraram-se da triste nova, acudiram em massa ao lugar onde nos encontrávamos. De acordo com a lei dos judeus, passaram todo o dia dando sinais de luto até que chegou a nona hora.

Despedi, então todos, derramei água sobre o corpo de meu pai José, ungi-o com bálsamo e dirigi ao meu Pai amado, que está nos céus, uma oração celestial que havia escrito com meus próprios dedos, antes de encarnar-me nas entranhas da Virgem Maria.

Ao dizer amém, veio uma multidão de anjos. Mandei que dois deles estendessem um manto para depositar nele o corpo de meu pai José para que o amortalhassem.

XXVI. Bênção de Jesus

Pus minhas mãos sobre o seu corpo e disse:

— Não serás vítima da fetidez da morte. Que teus ouvidos não sofram corrupção. Que não emane podridão de teu corpo. Que não se perca na terra a tua mortalha nem a tua carne, mas que fiquem intactas, aderidas ao teu corpo até o dia do convite dos dois mil anos. Que não envelheçam, querido pai, esses cabelos que tantas vezes acariciei com minhas mãos. E que a boa sorte esteja contigo. Aquele que se preocupar em levar uma oferenda ao teu santuário no dia de tua comemoração, eu o abençoarei com afluxos de dons celestiais. Assim mesmo, a todo aquele que der pão a um pobre em teu nome, não permitirei que se veja agoniado pela necessidade de quaisquer bens deste mundo, durante todos os dias de sua vida. Conceder-te-ei que possas convidar ao banquete dos mil anos a todos aqueles que no dia de tua comemoração ponham um copo de vinho na mão de um forasteiro, de uma viúva ou de um órfão. Hei de dar-te de presente, enquanto vivam neste mundo, a todos os que se dediquem a escrever o livro da tua saída deste mundo e a consignar todas as palavras que hoje saíram de minha boca. Quando abandonarem este mundo, farei com que desapareça o livro no qual estão escritos seus pecados e que não sofram nenhum tormento, além da inevitável morte e do rio de fogo que está diante do meu Pai, para purificar toda a espécie de almas. Se acontecer que um pobre, não podendo fazer nada do que foi dito, ponha o nome de José em um de seus filhos em tua honra, farei com que naquela casa não entre a fome nem a peste, pois o teu nome habita ali de verdade.

XXVII. A Caminho do Túmulo

Os anciãos da cidade apresentaram-se na casa enlutada, acompanhados daqueles que procediam ao sepultamento à maneira judia. Encontraram o cadáver já preparado para o enterro. A mortalha se havia aderido fortemente ao seu corpo, como se houvessem atado com grampos de ferro e não puderam encontrar sua abertura, quando removeram o cadáver.

Em seguida, passou-se a conduzir o morto até seu túmulo. Quando chegaram até ele e estavam já preparados para abrir sua entrada e colocá-lo junto aos restos de seu pai, veio-me à mente a lembrança do dia em que me levou até o Egito e das grandes preocupações que assumiu por mim.

Não pude deixar de atirar-me sobre o seu corpo e chorar por um longo tempo, dizendo:

XXVIII. Exclamações de Jesus

— Ó morte, de quantas lágrimas e lamentos és causa! Esse poder, porém, vem d'Aquele que tem sob o seu domínio todo o universo. Por isso tal reprovação não vai tanto contra a morte senão contra Adão e Eva. A morte não atua nunca sem uma prévia ordem de meu Pai. Existem aqueles que viveram mais de novecentos anos e outros ainda muito mais tempo. Entretanto, nenhum deles disse: eu vi a morte ou a morte vinha de tempos em tempos atormentar-me. Senão que ela traz uma só vez a dor e, ainda assim, é meu bom Pai quem a envia. Quando vem em busca do homem, ela sabe que tal resolução provém do céu. Se a sentença vem carregada de raiva, a morte também se manifesta colérica para cumprir sua incumbência, pegando a alma do homem e entregando-a ao seu Senhor. A morte não tem atribuições para atirar o homem ao inferno nem para introduzí-lo no reino celestial. A morte cumpre de fato a missão de Deus, ao contrário de Adão, que ao não submeter-se à vontade divina, cometeu uma transgressão. Ele irritou meu Pai contra si, por haver preferido dar ouvidos a sua mulher, antes de obedecer à sua missão. Assim, todo ser vivo ficou implacavelmente condenado à morte. Se Adão não houvesse sido desobediente, meu Pai não o teria castigado com esta terrível sina. O que impede agora que eu faça uma oração ao meu bom Pai para que envie um grande carro luminoso para elevar José, a fim de que não prove das amarguras da morte e que o transporte ao lugar de repouso, na mesma carne que trouxe ao mundo, para que ali viva com seus anjos incorpóreos? A transgressão de Adão foi a causa de sobreviverem esses grandes males sobre a humanidade, juntamente com o irremediável da morte. Embora eu mesmo carregue também esta carne concebida na dor, devo provar com ela da morte para que possa apiedar-me das criaturas que formei.

XXIX. O Enterro

Enquanto dizia essas coisas, abraçado ao corpo de meu pai José e chorando sobre ele, abriram a entrada do sepulcro e depositaram o cadáver junto ao de seu pai Jacob. Sua vida foi de cento e onze anos, sem que ao fim de tanto tempo um só dente tivesse estragado em sua boca ou sem que seus olhos se tornassem fracos, senão que todo o seu aspecto assemelhava-se ao de um afetuoso menino.

Nunca esteve doente, senão que trabalhou continuamente em seu ofício de carpinteiro, até o dia que sobreveio a doença que haveria de levá-lo ao sepulcro.

XXX. Contestação dos Apóstolos

Quando nós, os apóstolos, ouvimos tais coisas dos lábios de nosso Salvador, pusemo-nos em pé, cheios de prazer e passamos a adorar suas mãos e seus pés, dizendo com o êxtase da alegria:

— Damos-te graças, nosso Senhor e Salvador, por te haveres dignado a presentear-nos com essas palavras saídas de teus lábios. Mas não deixamos de admirar, ó bom Salvador, pois não entendemos como, havendo concedido a imortalidade a Elias e a Enoch, já que estão desfrutando dos bens na mesma carne com que nasceram, sem que tenham sido vítimas da corrupção, e agora, tratando-se do bendito ancião José, o Carpinteiro, a quem concedeste a grande honra de chamá-lo teu pai e de obedecê-lo em todas as coisas, a nós mesmos nos encarregaste: quando fordes revestidos da mesma força, recebereis a voz de meu Pai, isto é, o Espírito Paráclito, e sereis enviados para pregar o evangelho e pregai também ao querido pai José. E ainda: consignai estas palavras de vida no testamento de sua partida deste mundo e lê as palavras deste testamento nos dias solenes e festivos e quem não tiver aprendido a ler corretamente, não deve ler este testamento nos dias festivos. Finalmente, quem suprimir o adicionar algo a estas palavras, de maneira a fazer-me embusteiro, será réu de minha vingança. Admira-nos, repetimos, aquele que, havendo chamado teu pai segundo a carne, desde o dia em que nasceste em Belém, não lhe tenhas concedido a imortalidade para viver eternamente.

XXXI. Resposta de Jesus

Nosso Salvador respondeu, dizendo-nos:

— A sentença pronunciada por meu Pai contra Adão não deixará de ser cumprida, já que este não foi obediente aos mandamentos. Quando meu Pai destina a alguém ser justo, este vem a ser imediatamente o seu eleito. Se um homem ofende a Deus por amar as obras do demônio, acaso ignora que um dia virá a cair em suas mãos se seguir impenitente, mesmo se lhe concederem longos dias de vida? Se, ao contrário, alguém vive muito tempo, fazendo sempre boas obras, serão exatamente elas que o farão velho. Quando Deus vê que alguém segue o caminho da perdição, costuma conceder-lhe um curto prazo de vida e o faz desaparecer na metade dos seus dias. Quanto aos demais, hão de ter o exato cumprimento das profecias ditadas por meu Pai acerca da humanidade e todas as coisas hão de suceder de acordo com elas. Haveis citado o caso de Enoch e Elias. Eles, dizeis, continuam vivendo e conservam a carne que trouxeram a este mundo. Por que, então, em se tratando de meu pai, não lhe permiti conservar seu corpo? Então eu digo que, mesmo que houvesse chegado a ter mais de dez mil anos, sempre incorreria na mesma necessidade de morrer. Mais ainda, eu asseguro que sempre que Enoch e Elias pensam na morte, desejariam já havê-la sofrido a verem-se assim, livres da necessidade que lhes é imposta, já que deverão morrer num dia de turbação, de medo, de gritos, de perdição e de aflição. Pois haveis de saber que o Anticristo há de matar esses homens e de derramar seu sangue na terra como água de um copo por causa das incriminações que lhe imputarão, quando os acusarem.

XXXII. Epílogo

Nós respondemos, dizendo:

— Nosso Senhor e Deus, quem são esses dois homens, dos quais disseste que o filho da perdição matará por um copo de água?

Jesus, nosso Salvador e nossa vida, respondeu:

— Enoch e Elias.

Ao ouvir essas palavras da boca de nosso Salvador, se nos encheu o coração de prazer e de alegria. Por isso lhe rendemos homenagens e graças como nosso Senhor, nosso Deus e nosso Salvador, Jesus Cristo, por meio de quem vão para o Pai toda a glória e toda a honra juntamente com Ele e com o Espírito Santo vivificador, agora, por todo o tempo e pela eternidade das eternidades.

[1] Epep era o mês copta que ia de 25 de junho a 24 de julho. Assim sendo, a data citada corresponde ao dia 20 de julho.

[2] Salomé foi a parteira que acompanhou a sagrada família ao Egito.


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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Dom Jul 10, 2011 2:24 pm

Lista dos Mêses judaicos:

Nomes hebraicos dos meses e seus correspondentes babilônicos
Número Hebraico Duração Análogo babilônico Notas
1 Nissan 30 dias Nisanu ou Aviv no Tanakh
2 Iyar 29 dias Ayaru ou Ziv no Tanakh
3 Sivan 30 dias Simanu
4 Tammuz 29 dias Du`uzu
5 Av 30 dias Abu
6 Elul 29 dias Ululu Mês em que se toca o Shofar
7 Tishrei 29 dias Tashritu chamado Eitanim no Tanakh
8 Heshvan 29 ou 30 dias Arakhsamna às vezes chamado Marcheshvan (Amargo Cheshvan); chamado de Bul no Tanakh
9 Kislev 29 ou 30 dias Kislimu às vezes chamado Chislev
10 Tevet 30 dias Tebetu
11 Shevat 30 dias Shabatu
12 Adar I 29 dias Adaru
13 Adar II 29 dias Adaru

Não vi lá o Mês de «epep» mas está realmente no calendário copta:


Os 13 meses são:
Thôout (Tût árabe) 11 setembro-10 outubro
Paopi (Bâbah) 11 outubro-9 novembro
Athôr (Hâtûr) 10 novembro-9 dezembro
Khoiak (Kîhah) 10 dezembro-8 janeiro
Tôbi (Tûbah) 9 janeiro-8 fevereiro

Mekhir (Amshîr) 9 fevereiro-9 março
Pharnenôth (Baramhât) 10 março-8 abril
Parmouthi (Baramûdah) 9 abril-8 maio
Pakhôn (Bashuns) 9 maio-7 junho
Paôni (Baû'ûnah) 8 junho-7 julho
Epêp (Abîb) 8 julho-6 agosto
Mesori (Misrâ) 7 agosto-5 setembro
Enabot de Pikoudi (Khamsat Ayâm um-Nasî) 6 setembro-10 setembro.

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Portanto, amigo RenatoPaulo, esses escritos que tanto valoriza parecem não serem oriundos da Judeia, mas de «crentes» coptas, possivelmente pagãos que aceitaram o cristianismo na sua versão "gnóstica".


Eu não conhecia esse género de escritos que tudo indica não têm a autoria de quem diz ser.

Acontece agora e acontecia já antes haver pessoas a fazer-se passar por outras. Assim, o valor dos textos não está na verdade (pois não possuem credibilidade) mas em curiosidades que nos fazem pensar (pelo menos os que se dedicam a procurar factos escondidos tal como uma agulha num palheiro).

São na verdade curiosos, estão fora do tema e não vieram a propósito de NADA.

Pelo menos fiquei a saber que o Sr. conhece coisas «muito curiosas», que conseguiram sobreviver ao tempo, pela mão de copistas.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por RenatoPaulo em Dom Jul 10, 2011 5:07 pm

Esta em cima escrito:

"Esta é a história da morte de José, conforme foi narrada pelo Senhor Jesus a seus apóstolos. Escrita no Egito, por volta do século IV, chegou até os tempos atuais apenas em uma versão copta e uma outra árabe, com algumas poucas diferenças."

Mas afinal em quais Evangelhos vc acredita?


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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Pe. Anderson em Dom Jul 10, 2011 6:00 pm

Caros amigos,

Esses temas já foram amplamente expostos em outros tópicos.

http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t569-jesus-e-deus?highlight=Jesus+Deus

http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t88-santissima-trindade?highlight=Sant%EDssima+Trindade

Aí mostramos dezenas de textos com palavras de Cristo e dos Apóstolos que falam explicitamente da divinhdade de Cristo e do mistério da Santíssima Trindade. Vejamos para nao repetir superficialidades.

Grande abraço a todos.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Seg Jul 11, 2011 10:08 am

O Sr. Está apenas a apresentar-me uma história antiga que SUPOSTAMENTE, Cristo disse aos seus Apóstolos.
Poderia muito bem até ter sido inventada por um escritor pagão convertido, ou feito a compilação de coisas que lhe contaram.
Deixo esse problema para os entendidos.
Contudo parece-me que a história é literariamente diferente dos Evangelho, até parece de mundos diferentes.

Ora o evangelho que me guia é contituido pelos conselhos de Yeshua (Sua doutrina) e que tem o seu auge na ressurreição.
O senhor conhece, não?! ...
O que o amigo apresentou só serve para título de curiosidade.

Não necessita de fé.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Jul 11, 2011 10:50 am

Caro sr. Manuel,

Seu relativismo nao tem mesmo limites. O relativismo signifia tentar fazer passar como relativo o que é absoluto e absoluto o que é relativo. No senhor o relativismo está em tentar negar, com os argumentos mais superficias e repetidos, o que é a fé crista de todos os tempos e em afirmar o que o senhor só quer acreditar (isso é absolutizar suas opinioes relativas).

Primeiro o senhor quer se apresentar aqui como grande intérprete da Bíblia, de modo a negar as crenças católicas. E quando mostramos que todas nossas crenças estao baseadas na Bíblia, o senhor poe em dúvida a verdade bíblica. Isso sim que é argumentaçao catolico-fóbica e contraditória.

Vejam as dezenas de textos bíblicos, com palavras de Jesus Cristo e dos Apóstolos onde sao apresentadas as doutrinas da Santíssima Trindade; se o senhor nao tem fé nos textos bíblico, confesse, mas nao queira negar os valores dos mesmos. Ou se o senhor insistir em negar o valor dos mesmos, lamento dizer, mas preferimos ter fé na Bíblia do que nas suas suposiçoes.

A questao é a seguinte: a Bíblia é verdadeira ou nao? Nós acreditameos que sim, que é um valor absoluto e nao a submetemos a nenhum tipo de relativismo superficial.

O Evangelho que me guia é o que estamos apresentando aqui e nos outros tópicos, no qual eu acredito e o qual o senhor está querendo negar.

Só posso rezar pelo senhor.
Grande abraço.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Seg Jul 11, 2011 12:40 pm

Todas essas opiniões são suas! Fique com as opiniões que quiser sobre quem quiser que nada me afectam.
Os textos acima apresentados pelo Sr. RenatoPaulo nada têm a ver com a Bíblia!
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Manuel Portugal Pires

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por RenatoPaulo em Seg Jul 11, 2011 1:45 pm

Manuel Portugal Pires escreveu:Todas essas opiniões são suas! Fique com as opiniões que quiser sobre quem quiser que nada me afectam.
Os textos acima apresentados pelo Sr. RenatoPaulo nada têm a ver com a Bíblia!

Pois de facto nada tem a ver com a Biblia,embora tenho certeza que alguns não foram inventados,apenas talvez passados de boca em boca.
Tambem não interessa agora isso,mas gostaria de mais tarde voltar a este tema,pois acho-o interessante.
De qualquer maneira estes textos e evangelhos não foram aceites para fazer parte da Biblia.

Para a Biblia foram escolhidos apenas 4 Evangelhos,Mateus,Lukas,Marcos e Joao.Esses são os Evangelhos Oficiais que eu e a Igreja consulta certo?
Pelo que vc diz,tambem os consulta,pois vc fala muito da Biblia e a estuda.
Agora quero-lhe perguntar quem foi que escolheu esses Evangelhos para fazer parte da Biblia?
Foi quem??
Diga ...não o estou a perceber...
Fale mais a alto por favor...
A igreja?Que igreja??
Ahhh a Igreja Catolica!Agora percebi:)

Mas o que não percebo,é o facto de vc dizer e afirmar que tem uma grande Fé em Jesus Cristo por ter lido esses Evangelhos,quando foi a Igreja que os escolheu...

Mudando de assunto.
Vc mistura tudo homem,desculpe la este meu termo,mas eu costumo por vezes ser demasiado directo.
Vc confunde Igreja,com imperios romanos,etc,etc
E se continuar assim,daqui por algum tempo se auto-proclamara ateu,quer apostar?
1°-Um grande misterio foi o facto de Constantino se tornar cristao,certo?Digo isto,porque se ele não o quissesse,tambem nada perderia,pois ele era poderoso...
Vc não acha que esse destino foi desejo de DEUS?!
Pois assim a Igreja devido a presença de povos bárbaros,depois da queda do imperio romano teve tudo mais facil,pois criou-se varias hipoteses de se poder expandir.Pois era essa a vontade de DEUS.
Assim tambem chegou a Portugal os Evangelhos,certo?

Mas e se nao tivesse acontecido isso,tambem Portugal nao poderia fazer a reconquista aus mouros,vc ja pensou nisso?
Analise tudo muito bem e me responda.Concerteza encontrara textos muito mais bem escritos que os meus tenho a certeza,mas se eu nao o teria aqui isto escrito,vc tambem nao iria procurar...
Ora sendo assim,se Portugal nao tivesse feito a reconquista,perderiamos terreno para os mouros e talvez tivessemos mais problemas mais tarde na epoca dos descobrimentos...
Talveu aeu e o Sr.Manuel fossemos hoje muculmanos...quem sabe?

Vc,Sr.Manuel,da voltas e mais voltas,mas nada encontra e nem percebe.Vc nao conhece o poder de DEUS.
Vc faz de DEUS um "idolo"desculpe la mais este termo.

DEUS tudo pode Sr.Manuel!DEUS esta em todo o lado!
DEUS é a historia!DEUS faz a historia...
Se nascer uma vespa,para daqui a uns dez anos essa vespa lhe ferrar no traseiro,desculpe la mais este termo,DEUS ja o sabe hoje Sr.Manuel!

O que o incomoda na Igreja?
As caras dos padres?
Um ri-se e outro nao se ri??
Deixe la isso,porque acredite que tambem os Catolicos nao sao todos santos.Tambem nós temos a Biblia,por isso temos de cumprir o que la esta escrito.
Se alguem fizer o contrario do que la esta escrito,nao pode ser nosso problema!

"Muitos vao ser chamados,mas poucos vao ser escolhidos"

Deixe-se disso e sejamos amigos,porque deste mundo a amizade é valiosa,seja onde for.
Quem sabe a gente um dia se encontra neste ou no outro mundo?
Wink

ps:Gostei de seus poemas.Mas os de Fatima,fizeram-me lembrar os bebados malcriados a falar sobre a Igreja e padres e santos ,etc,etc
Vc bem sabe que desses nada se espera.

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qui Jul 14, 2011 2:50 pm

Meu caro,
Não tem nada a ver uma coisa com a outra.
Eu não dou valor aos textos pelo facto de o Sr. dar, nem de qualquer igreja. Se assim fosse, estaria a dar mais valor a opiniões de simples homens que ao Evangelho de Cristo.
Quem é que deseja morrer?!
Eu não, nunca!
Mas são esses textos que, por acaso, foram aceites por outras pessoas (e instituições) que falam de vida eterna. Além disso, temos que contar com o discernimento que YHWH nos dá.
Ora, se uma instituição aceitar a Bíblia, mas nos facilitar o culto dos ídolos (apoiar a guerra etc. ), essa instituição não me merece confiança, apesar de ter sido a primeira a aceitar a Bíblia ou qualquer texto da mesma.
Por exemplo, a bíblia veio a ter comigo, porque foi um espólio deixado por um tio «padre». Mas se ele não morresse eu nunca teria nascido. É DEUS que providencia e não o homem. É a ELE que devo agradecer!

Eu não confundo Igreja com Impérios, mas todos sabemos que a chamada «Igreja Católica» na sua expressão clerical já foi um autêntico Império, dominando sobre muitos reis, e ainda tem a sua Capital em Roma (o «papa» é ainda hoje um chefe de estado). Não sou eu que confundo. A história é que fala dessa mistura que considero perigosa.

Que me interessa a mim se teria ou não existido Portugal. O facto é que existe e eu também existo. YHWH consentiu que as coisas se processassem assim, da mesma forma que permitiu que Job sofresse o que sofreu e da mesma forma que Cristo teve que morrer. São os homens que fazem a história. DEUS apenas controla e permite. Não foi DEUS que mandou aos Israelitas entregarem para ser morto o MessiaH que lhes enviou, apenas permitiu. Também não foi YHWH que mandou os Romanos matarem o MessiaH, ELE apenas permitiu isso. Todos fizeram as coisas erradas devido a serem cegos e imperfeitos devido ao pecado herdado e consentido.

O facto de YHWH conhecer tudo não significa que ELE seja o culpado.

O que me incomoda na Igreja Católica foi ter-se desviado dos ensinamentos de Cristo e fazer parte deste mundo, coisa que Cristo rejeitou.
De facto, eles não são do mundo, como também Eu não sou do mundo.
(João 17,16)

Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.»
(João 18,36)

Quanto a amizade e inimizade, eu não sou inimigo de ninguém e não viro as costas às pessoas que me prejudicaram, se precisarem da minha ajuda.

Quanto à sua opinião acerca do «vinho» (bêbados) devo lembrar um dito popular que diz:
"In vino veritas"

Contudo, eu não estou bêbado! É raro beber! Passam-se anos a fio sem provar álcool.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Paulo Henrique Viana em Sex Jul 15, 2011 10:34 am

OLÁ, Flávio

Talvez devessemos perguntar a algum membro das Testemunhas de Jeová que participam deste fórum sobre o que ele pensa a respeito de Jesus como sendo o Cristo. Pois, se negar João é enfático ao dizer que a pessoa é mentirosa, se é mentirosa então não está negando o Pai, se nega o Pai, então tal ensinamento ou pessoa não é de Deus, se não é de Deus é do maligno, pois ele é o pai da mentira. Portanto, estou curioso para ver o que dirão a respeito do caráter messiânico de Jesus.

Embora, você já tenha dito que eles negam a divindade de Jesus, e isto é verdade, pois já não passa na visão dos Tjs, como uma criação de Deus, ainda que superior as demais criações, Ele (Jesus) é apenas um deus, e não Deus Filho, da mesma essência do Pai.

E, Flávio. Ser transparente não é ser chato. O exercício do amor cristão e o da paciência, é o caminho certo para enfrentar argumentos, que ora vem despertar um interesse pelo assunto tratado, ora vem para despertar um conflito de idéias carregadas de ofensas, malícias e tudo mais que é da natureza humana. Portanto, permaneça o amor que é o vínculo da perfeição.

um abraço e até mais.

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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sex Jul 15, 2011 5:29 pm

É verdade, Paulo,

Nesta discussão questionamos a São Vieira (Conceição), que faz parte das Testemunhas de Jeová, e por um bom período participou do nosso fórum.

Entretanto, quando questionada, ela sempre encontrava uma forma de "sair pelas portas do fundo", como é comum a imensa maioria dos protestantes. Normalmente eles não se prestam a dialogar sobre um determinado assunto, de maneira que, quando questionados, costumam fugir do assunto e polemizar as discussões com outras questões que não dizem respeito ao tema proposto.

Para comprovar este fato, é só dar uma olhadinha minudente no desenvolvimento deste mesmo tópico, desde o seu início.

Em relação ao seu ultimo parágrafo, fico grato pelas suas palavras, pois estas me dão força para buscar a perfeição que me é possível.

Um grande abraço e, que a paz de Jesus esteja sempre com você !!!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Dom Jul 17, 2011 12:04 pm

Eu não sou Testemunha de Jeová, mas posso responder.
As «Testemunhas de Jeová» não são trinitaristas, isto é não aceitam o «dogma trinitário», mas não negam a divindade de Jesus. Pensam como Ario que foi «a primeira Criação de Jeová». Aceitam a Sua divindade, mas consideram-na inferior ao Pai.
Quanto a Jesus ser o Cristo, eles o consideram seu Rei, e acreditam no «Resgate», que é algo semelhante à Redenção. As doutrinas das T.J., tirando os rituais, não são assim tão diferentes das dos Católicos, no que têm por fundamental. Estou certo que se os primeiros Cristãos fizessem comparações nem se apercebiam muito. Agora, sim, depois de muitos fundamentalismos, discussões e até guerras, por uma pequenina diferença, já «cai o Carmo e a Trindade» (expressão portuguesa que quer dizer: «é uma desgraça»)
Não vou aqui discutir quem tem razão, porque penso que ambas as partes estão equivocadas, isto é, enfermam de exageros lautos.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Jul 17, 2011 2:46 pm

Essa concepção manuelina deixa claro que as testemunhas de Jeová são politeístas e que para elas existe um Deus maior e outo menor.

Que horrível !!!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Dom Jul 17, 2011 2:58 pm

Caro Flávio,
Mais uma precipitação sua.
As T.J. não adoram o Filho só o veneram.
Ele dizem que lhe prestam homenagem.
Assim eles não são politeístas.

A humanidade gosta muito de jogar com as palavras.
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Jul 17, 2011 3:26 pm

Sr. Manuel,

Não foi assim que o senhor escreveu antes. Aqui transcrevo o que o senhor afirmou:

"ACEITAM A SUA DIVINDADE, MAS CONSIDERAM-NA INFERIOR AO PAI"

Esta frase é sua e nela está muito claro que "JESUS É UM DEUSINHO MENOR DO QUE O PAI".

Portanto, quem está a jogar com as palavras não sou eu !!!

Um grande abraço !!!
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Re: são os testemunhas de jeová cristãos

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