Bíblia: A Única Regra da Fé?

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Bíblia: A Única Regra da Fé?

Mensagem por Yuri07 em Sab Fev 20, 2010 1:59 pm

Por John Vennari

O Protestante acredita estar em solo firme, pois diz que acredita e aceita a Bíblia e somente a Bíblia, como única regra da Fé.
Esta é a doutrina central Protestante da Sola Scriptura – a Bíblia sozinha é a única regra de Fé. É a Bíblia e somente a Bíblia que é o Pilar e Suporte da verdade.
Portanto a primeira pergunta a fazer é: quão estável é este suporte Protestante? O Protestante está realmente em terra firme quando diz que a Bíblia sozinha é a única regra de Fé?
Há um conhecido convertido ao Catolicismo nos Estados Unidos chamado Scott Hahn – um ministro Protestante que tornou-se Católico. Parte de sua história de conversão nos dá boas respostas a esta questão (Eu pessoalmente gostaria que o Dr.Hahn tivesse se tornado um pouco mais tradicional após sua conversão, mas isso não diminui a força da história)
Dr. Hahn foi ministro Presbiteriano, que, em seus dias de seminarista, era veementemente anti-Católico. Subsequentemente, como ministro, fez um tremendo estudo das Escrituras, pois queria que seus sermões fossem impregnados das Escrituras.
Mas, quanto mais ele estudava as Escrituras, mais ele percebia que as verdades nas quais os Católicos acreditavam, particularmente manifestadas nos ensinamentos dos antigos Pais da Igreja – São Jerônimo, São Basílio, Santo Agostinho - eram firmemente enraizadas nas Sagradas Escrituras. Esses Pais da Igreja eram Católicos. Cada um deles celebrava o Santo Sacrifício da Missa!
Não vou contar toda sua história, mas quero ressaltar um evento crucial que foi decisivo para sua conversão. Foi algo que ocorreu enquanto ele lecionava.
Lá estava ele, um Ministro Presbiteriano – um Professor Presbiteriano – ensinando a jovens adultos.
E um dos mais inteligentes alunos da classe perguntou, “Dr. Hahn, o senhor sabe a maneira como nós Presbiterianos acreditamos que somente a Bíblia é a única regra da fé Cristã, e nós seguimos a Bíblia e somente a Bíblia – e não a Bíblia e a Tradição?”
Hahn disse “sim”
O aluno disse, “Bem, e em que lugar da Bíblia isso é dito?”
Hahn respondeu, “Que pergunta mais estúpida!”
Assim que falou isso Hahn disse a si mesmo, “Você nunca falou assim com um aluno antes. Você nunca respondeu a um aluno insultando-o.”
Mas a razão pela qual Hahn respondeu daquela maneira foi porque ele sabia que não tinha uma resposta.
Hahn disse, “Bem, em Timóteo 2o., 3:16”
Mas o estudante retrucou, “Não, Timóteo 2º., 3:16 diz ‘Toda Escritura, inspirada por Deus, deve ser aproveitada para ensinar, para reprovar, para corrigir, em instrução, em justiça’. Diz que as Escrituras são úteis! Não diz que só devamos acreditar na Bíblia!”
Então Hahn disse, “Bem, veja o que Nosso Senhor diz sobre a Tradição em Mateus 15”.
Mais uma vez o aluno respondeu, “Bem, nada! Nosso Senhor não estava condenando toda Tradição, mas Ele estava condenando a tradição corrupta dos Fariseus”.
Então, após mais algumas tentativas frustradas de citar as Escrituras, Hahn anunciou que a aula chegara ao final e que poderiam continuar na próxima semana.
Agora, Dr. Hahn percebeu que não havia respondido à pergunta do aluno. E o aluno sabia que sua pergunta não tinha sido respondida.
Hahn foi para casa suando frio aquela noite e pensava, “Qual é a resposta para aquela pergunta?”
Ao chegar em casa telefonou para aqueles que considerava serem os maiores estudiosos Protestantes das escrituras nos Estados Unidos. E perguntou-lhes: “Pode ser que eu tenha dormido durante esta parte do meu treinamento no seminário, mas: vocês sabem a maneira como nós Protestantes acreditamos somente na Bíblia, e não nas Escrituras e Tradições – Onde na Bíblia isso é citado?”
E cada um desses estudiosos Protestantes disse: “Que pergunta mais estúpida!”
Então cada um desses professores invocou os mesmos versículos que Hahn tinha invocado: “Bem, há Timóteo 2º., 3:16” Ao que Hahn respondia como seu aluno, “Não esse versículo só diz que as Escrituras são úteis, e não que sejam a única regra de Fé”.
Cada um dos professores também disse, “Ora, existem as palavras de Nosso Senhor em Mateus 15”.
E Hahn retorquiu, “Não, Nosso Senhor não estava condenando toda a tradição, mas somente a tradição corrupta dos Fariseus.” E disse mais, “São Paulo nos instruiu em Tessalonicences 2º., 2:14 para resistirmos e “mantermos as tradições que aprendemos, seja por palavras, ou por nossas epístolas” (Thes. 2, 2:14).
E esses grandes sábios, esses mais eminentes teólogos Protestantes ficaram sem resposta.
Foi aí que Scott Hahn percebeu que o princípio central, fundamental do Protestantismo – somente a Bíblia – não é Bíblico!
Esta é uma tremenda contradição, e uma das razões pelas quais nunca poderia ser um Protestante. O Protestantismo alega que a base de seu sistema de crença é somente a Bíblia, mas o princípio de “Somente a Bíblia” é um princípio não bíblico; é um princípio que não é encontrado em nenhum lugar da Bíblia.
Sem Base na História
Em segundo lugar, o princípio de que “somente a Bíblia como única regra de Fé”, não pode ser um verdadeiro princípio do Cristianismo pois não tem base na história do Cristianismo.
Como os primeiros cristãos aprenderam sua Fé?
Como a Fé era comunicada a eles?
Como foi que Nosso Senhor pediu aos Apóstolos para comunicarem a Fé, as verdades que devem ser acreditadas para a salvação?
Ele ordenou: “vão em frente e ensinem todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Ele disse a Pedro, “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja” (Mat. 16:18). E São Paulo ensinou claramente que é a Igreja que é o pilar e o mastro principal da verdade (Tim. 1, 3:16).
Nosso Senhor deu a Pedro a autoridade, e incumbiu os Apóstolos a pregar em Seu nome. “Como meu Pai me enviou eu também vos envio”. (João 20:21).
Nosso Senhor não escreveu livros. Tampouco disse aos seus Apóstolos: “Sentem-se e escrevam Bíblias e as espalhem sobre a terra, e que cada homem leia sua bíblia e julgue por si mesmo”, o que é a essência do Protestantismo – cada indivíduo lê a Bíblia e decide para si quais são as verdades do Cristianismo. Não! Como disse, Nosso Senhor fundou uma Igreja para pregar em Seu Nome: “Aquele que os escutam, é a Mim que está escutando, aquele que os rejeitam é a Mim que rejeitam” (Lucas 10:16). “E aquele que não ouvir a Igreja, seja considerado pagão e pecador público”. (Mat: 18:17)
A Igreja e a Fé existiam antes do Novo Testamento. Somente cinco dos doze Apóstolos escreveu algo! A Igreja estava ensinando, administrando sacramentos, os Apóstolos estavam perdoando pecados, a Igreja fazia mártires de sete a dez anos antes que uma só letra fosse escrita num pergaminho.
A Igreja estava espalhada por todo o Império Romano antes que uma só palavra do Novo Testamento fosse escrita. Tínhamos santos e mártires Católicos antes de termos Evangelhos e Epístolas.
O primeiro Evangelho foi escrito por São Mateus, cerca de sete anos após Nosso Senhor ter deixado este mundo. O próximo foi o Evangelho de Marcos, escrito 10 anos após Cristo ter subido aos céus. O Evangelho de São Lucas foi escrito 25 anos após a Ascenção de Nosso Senhor, e o Evangelho de João foi escrito 63 anos após Nosso Senhor ter deixado esta terra. O Apocalipse foi escrito 65 anos após a Ascenção de Nosso Senhor. E tudo isso foi escrito, como reitera o Papa Leão XIII, sob a Divina Inspiração.
Sendo assim, como é que os primeiros Cristãos se tornaram Cristãos e salvaram suas almas? Lendo a Bíblia? Não, pois não havia o Novo Testamento.
Vimos que o Novo Testamento nem havia sido terminado 65 anos após Nosso Senhor Ascender ao Céu.
Mas isto não é tudo.
Por mais de trezentos anos, a Igreja não tinha todos os livros da Bíblia compilados em um só livro.
E isto nos leva diretamente à questão da Autoridade.
Pois se você me der um livro – chamado A Bíblia. E você me disser que tudo naquele livro é a infalível palavra de Deus, a primeira coisa que vou perguntar é, “Quem disse isso?”
“Quem disse isso?”
Os livros não se escrevem sozinhos. Livros de múltiplos autores não se compilam sozinhos em um grande livro, e depois se auto-proclamam terem sido escritos pela palavra de Deus.
Não! Alguém, ou algum núcleo social, a quem Deus outorgou a autoridade de ensinar; de ensinar em Seu Nome; de ensinar infalivelmente, que pode me dizer isso. Somente uma autoridade como essa pode me dizer que esse livro é a palavra infalível de Deus.
E foi a Igreja Católica, no Concílio de Cartago em 397 DC, através da orientação do Espírito Santo, que determinou de uma vez por todas, qual era o Cânone do Novo Testamento; que decidiu que livros foram divinamente inspirados e quais não foram.
Vocês se lembram que existiam vários outros “Evangelhos” e “Epístolas” em circulação; alguns escritos por homens bons e santos, mas que não foram palavras inspiradas por Deus (por exemplo, as Epístolas de São Clemente). Outros foram simples fabricações; como os chamados Evangelho de Pilatos ou o Evangelho de Nicodemos.
E foi a Igreja Católica que decidiu quais livros foram inspirados divinamente e quais não foram. Foi a Igreja Católica que juntou o Novo Testamento, agregou-o ao Velho Testamento, e entregou a Bíblia ao mundo. Foi a Igreja Católica que produziu a Bíblia, não foi a Bíblia que produziu a Igreja.
Portanto, como disse, o princípio Protestante de “Somente a Bíblia” não tem base na história. A religião Católica é a única religião que pode responder à pergunta “Quem disse isso?” – ou seja “quem disse que a Bíblia é a palavra escrita de Deus?”
E apareceu Gutenberg!
Mas o problema não pára aí. Pois se é necessário que eu leia a Bíblia para ser salvo, se a fé vem somente ao lermos a Bíblia, então a fé só vem pela intervenção da palavra impressa, que só foi inventada em meados do século 15 por Johannes Gutenberg.
Antes disso, todos os livros eram copiados manualmente. Era uma tarefa laboriosa, demorada e dispendiosa. Não era possível dar uma cópia da Bíblia a cada Católico, nem mesmo a cada família Católica.
Somente tivemos Bíblias distribuídas amplamente há pouco mais de 400 anos. Então o que acontecia com os milhões de Cristãos que viveram antes disso, que viveram toda a sua vida sem nunca terem visto uma Bíblia ou um texto impresso do Novo Testamento?
Então, a teoria de “Somente a Bíblia” – ou seja, de que seguindo só a Bíblia como caminho da salvação – pressupõe que a Bíblia deveria ter estado disponível a todos os homens desde a fundação do Cristianismo. Bem, já vimos que esse não foi o caso. Vimos que os livros do Novo Testamento foram escritos 65 anos após Nosso Senhor ter deixado a terra. E vimos que o Mundo Cristão não teve uma Bíblia completa e compilada antes de 397 DC; e que nem estavam disponíveis para distribuição em massa até meados do século 15. Portanto, o princípio “Somente a Bíblia” não tem base na história.
Conflitos com a Razão
Finalmente, o princípio de Somente a Bíblia é contrário à razão. Pois se você me der um livro e me falar que tudo o que é escrito nesse livro é a Palavra de Deus, e que devo lê-lo e acreditar Somente na Bíblia para a salvação, a primeira coisa que vou dizer-lhe é “Ótimo, então deixe-me em paz. Me dê essa Bíblia e eu decido qual é o verdadeiro sentido das Escrituras”.
Esse é essencialmente o sistema Protestante. Se você for a uma congregação Luterana, você estará vendo só a interpretação particular de Martinho Lutero sobre a Bíblia.
E se for a uma congregação Metodista, você estará vendo a interpretação particular da Bíblia por um indivíduo chamado John Wesley.
E se for a uma congregação Presbiteriana, você verá só a interpretação particular de John Knox, o fundador desse grupo.
E se você for membro de uma denominação Protestante, não há razão para que se levante e diga ao pregador; ”Irmão, eu acredito que não fales a verdade. Sua interpretação está errada! Eu encontrei o significado correto”.
E se você for muito zeloso e eloquente suficiente, e determinado, você poderá começar a pregar, e você poderá começar sua própria congregação Protestante – pois foi assim que todas elas começaram.
E percebemos que isso é consequencia da interpretação particular da Bíblia. Pois, de acordo com o sistema Protestante – que todo homem que lê a Bíblia e chega a sua própria interpretação – a conclusão lógica disso é que poderiam haver tantas religiões Protestantes tanto quanto forem os indivíduos. Para eles não há uma igreja estabelecida por Cristo para ensinar em Seu nome! Não existe uma autoridade estabelecida por Deus para dizer-me que talvez eu tenha cometido um erro!
Esta é uma das razões pelas quais eu nunca poderia ter sido um Protestante. Vejo que o princípio de “Somente a Bíblia” é contrário ao das Escrituras, não tem base histórica e é contrário à razão: pois termina em milhares de interpretações conflitantes das Escrituras, e é contrário ao que Nosso Senhor estabeleceu para o que seria Sua Igreja.
A Bíblia Me Tornou Católico!
Um dos muitos Protestantes que finalmente descobriram esta verdade foi um homem chamado Paul Whitcomb.
Paul Whitcomb era um ministro Protestante cujos intensos estudos das Sagradas Escrituras o fizeram aceitar a Igreja Católica como a única verdadeira Igreja edificada na Bíblia. Isso é explicado em um folheto já esgotado chamado A Bíblia me Tornou um Católico.
O Sr. Whitcomb estudou as Escrituras através do método “interpretação por correlação”.
O método funciona da seguinte maneira. Ele focava em determinada frase das Escrituras, como por exemplo “Filho de Deus”, e procurava nas Escrituras cada vez que aquela frase era usada, a fim de encontrar a verdade Bíblica do significado daquela frase.
Quando usou esta interpretação por correlação para a palavra “Igreja”, foi levado a uma descoberta inesperada (resumida aqui em quatro pontos).
1) Sua primeira descoberta, disse, foi de que a “Igreja” na Bíblia era definida como “um corpo” – e não somente um corpo humano, mas um Corpo Divino – o Corpo Místico do Próprio Cristo.
“Ele é também a Cabeça daquele corpo que é a Igreja”(Colossenses, 1:18)
“Ora, vocês são o corpo de Cristo e membros dele cada qual por sua parte” (Coríntios I, 12:27)
“Pois somos membros do seu corpo” (Efésios, 5:30)
2) O Sr. Whitcomb também descobriu que esta Igreja não era um corpo desmembrado, mas sim um corpo unificado.
“Haverá um só rebanho e um só pastor” (João, 10:16)
“Eu lhes dei a Glória que me destes, para que eles sejam um, assim como nós somos um” (João 17:22).
“Há um só corpo e um só espírito, como também uma só esperança... um só Senhor, uma só Fé, um só Batismo” (Efésios 4:4-5).
O Sr. Whitcomb percebeu claramente que este corpo – a Igreja – era constituído como único: único em membros, único em crença, único em adoração, e único em governança.
3) Então ele percebeu que esta Igreja deve ser uma Igreja de ensinamentos. E não apenas isso, mas uma Igreja de ensinamentos infalíveis:
“De Deus recebi todo o poder no céu e na terra. Portanto vão e façam de todos os povos discípulos meus, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar o que eu ordenei” (Mateus 28:18-20).
4) Percebeu que Nosso Senhor pedia a divina proteção para aquela autoridade que ensinava:
“Eu lhes disse estas coisas enquanto permaneço com vocês. Mas o Peráclito, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar-lhes em Meu nome, ele lhes ensinará todas as coisas e lhes recordará tudo o que eu lhes disse. Quando vier o Peráclito, que eu lhes enviarei da parte do Pai, ele dará testemunho de mim, porque desde o princípio estão comigo” (João 14:25-26 – 15:26-27)
Leu também em Timóteo 1 3:15
“Enquanto lhe escrevo isso …que você saiba como se comportar na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”
“Após ler tudo isso, ele notou, “ Eu estava perturbado pela descoberta dessa verdade Bíblica ... pois [como Protestante] não era membro de uma Igreja que ensina, muito menos de uma Igreja que ensina a verdade infalível”.
Pois essa “igreja” nem existe no sistema Protestante.
O Sr. Whitcomb continua:
“A Igreja da qual eu era membro, como todas as outras igrejas Protestantes, ao contrário mantinha que a Bíblia é a única distribuidora e garantia da verdade divinamente autorizada, que se alguém será salvo ele deverá aprender através da Bíblia o que deve fazer para ser salvo. De acordo com a crença Protestante, a única responsabilidade da Igreja é garantir aos “salvos”, aqueles que professam Cristo como Senhor e Salvador, um lugar onde possam se reunir na ‘comunhão da oração’”.
“Isso apesar do fato de que nos primeiros quatrocentos anos não havia uma bíblia Cristã publicada;
“Apesar do fato de que nos próximos mil anos até a invenção da imprensa escrita, havia pouquíssimas Bíblias;
“Isso apesar do fato de que aqueles que fizeram da Bíblia sua única regra de Fé inventaram centenas de regras de fé conflitantes;
“Isso apesar do fato de que a própria Bíblia afirma que muitos que a interpretam privadamente (II Pedro 3:16) a interpretarão erroneamente”.
Para encurtar a história, O Sr. Whitcomb explicou que a única “Igreja” que se encaixava na descrição de “Igreja” encontrada na Bíblia, era a Igreja Católica. (Ele também percebeu que a Bíblia não diz tudo, como João 21:25 nos diz “há muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que seriam escritos”)
Foi a Igreja Católica, segura em sua infalível autoridade outorgada por Nosso Senhor que nos deu a Bíblia, e é somente pela autoridade da Igreja Católica que sabemos com certeza que a Bíblia é a verdadeira palavra de Deus. Foi por isso que Santo Agostinho, no século quarto falou: “Eu não acreditaria nos Evangelhos, caso a autoridade da Igreja Católica não me movesse a fazê-lo”

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