Dia da terra e reengenharia social anticristã

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Dia da terra e reengenharia social anticristã

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Maio 03, 2010 4:29 pm

Caros amigos,

Publico aqui uma importante informaçao para todos.


Dia da terra e reengenharia social anticristã

Fonte: http://www.padredemetrio.com.br/

No dia 22 de abril se celebra o Dia da Terra, que em muitos aspectos está indissoluvelmente unido aos chamados direitos sexuais e reprodutivos e à Carta da Terra para implantar uma única e sincretista religião universal.

O manifesto oficial do Earth Day Network 2006 (Rede Dia da Terra) começa com uma passagem da Carta da Terra, criada expressamente para substituir os 10 Mandamentos e chegar a ser o novo paradigma ético do novo milênio, como declarou em 1992 um de seus promotores, o russo Mikhail Gorbachov.

’A Terra é nosso lar e o lar de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida interdependente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes diante da beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e pelas fontes de nosso ser…’ (extrato da Carta da Terra).

O Dia da Terra

Em 1970, um dos maiores promotores econômicos do controle da natalidade apoiou economicamente um senador norteamericano para instituir o Dia da Terra. A paternidade sobre esse dia é atribuída ao autor da Carta Magna da Terra e a Declaração de Direitos Planetários (1969), esta última apresentada em uma conferência da UNESCO, em San Francisco.

A iniciativa teve como base antigas associações ambientalistas norteamericanas como o Sierra Club (1862) e a Audubon Society (1905), e outras mais modernas como a União Internacional para a Conservação da Natureza, fundada em 1948 e revitalizada em 1961 após a criação do Fundo Mundial para a Vida Silvestre (World Wildlife Fund, WWF).

Estas organizações formaram uma aliança com instituições que propõem descaradamente o controle da população mundial e em 1981 as associações citadas e a National Parks and Conservation Association [Associação Nacional de Parquesa e Conservação], o Natural Resources Defense Council [Conselho de Defesa de Recursos Naturais], Enviromental Action [Ação Ambiental] se uniram ao Population Crisis Comitee [Comitê de Crise Populacional], Population Reference Bureau, Zero Population Growth [Crescimento Populacional Zero], o Population Action Council [Conselho de Ação Populacional] e a International Planned Parenthood Federation (IPPF – Federação Internacional de Paternidade Planejada), a multinacional do aborto e perversão de menores, e formaram um bloco único para obter do Congresso dos Estados Unidos planos concretos de controle de população em nível mundial.

A Rede Dia da Terra

Atualmente existe uma rede, a Earth Day Network, integrada por numerosas organizações abortistas, ecologistas, feministas, lesbicofeministas, etc., como por exemplo Population Action International, World Wildlife Fund (WWF), Women’s Environment and Development Organization (WEDO), Humane Society International, National Wildlife Federation, Earth Justice Legal Defense Fund, o Earth Council (Conselho da Terra – Carta da Terra), etc.

Encontramos no Conselho Internacional da Rede vários ativistas do projeto Carta da Terra e também da Aliança das Civilizações, a ex-diretora do Fundo para a População da ONU, promotora do “direito universal ao aborto” e do Protocolo Opcional do CEDAW. Ela continua sendo assessora do Secretário Geral da ONU, e atualmente dirige o Centro para os Direitos Reprodutivos (CRLP) de New York, que impulsiona, promove e sustenta economicamente causas judiciais em nível mundial para legalizar o aborto, especialmente na América Latina (na Colômbia, por exemplo).

Fazem parte também do Conselho para o Dia da Terra a ativista do ecologismo catastrofista, chefe do Worldwach Institute; e outros personagens promotores da cultura da muerte como Brundtland, que presidindo uma Comissão da ONU que levou seu nome, foi a primeira que sustentou publicamente o binômio «controle da natalidade – salvaguarda do meio ambiente», e a quem devemos o conceito de “desenvolvimento sustentável ou sustentado”; ex-Diretora da Organização Mundial da Saúde; defensora dos direitos sexuais e reprodutivos (homossexualidad e aborto), etc.

O Conselho conta ainda, entre seus afiliados, somente nos Estados Unidos, mais de 400 instituições universitárias e institutos de estudos superiores.

Uma religião única ou o sincretismo universal

O Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, no ano 2000, no discurso inaugural da sessão especial da Assembléia Geral chamada Pequim+5, fez sua uma afirmação das organizações eco-feministas envolvidas na Rede Dia da Terra: “Nós não somos hóspedes deste planeta. Nós pertencemos a ele”. Deste modo, Annan marcou uma constante nas intenções de “reengenharia das religiões”, um panteísmo cada vez menos dissimulado, que informa o que em documentos oficiais a ONU chama de globalização das crenças religiosas.

Neste contexto se enquadra este “culto” ao Dia da Terra, formado pela Carta da Terra e com as organizações que a promovem, como o Conselho da Terra, o Centro Interconfessional do Diálogo, (também chamado Templo do Entendimento Universal); o Forum Global de Líderes Espirituais e Parlamentares para a Sobrevivência Humana; organizações eco-abortistas, indigenistas (cultos à Pacha Mama, a Mãe Terra); lesbicofeministas (cultos à deusa Gaia); seitas orientalistas como a Bahá’í International Community, uma instituição new age pro-homossexual que, por exemplo, organizou em Miami (1992), a Conferência Mundial para o Desenvolvimento da Mulher e o Meio Ambiente, na qual propôs uma série de teses a favor do aborto seguro e legal como direito das mulheres e como medida para a proteção do meio ambiente.

Um membro do Conselho da Carta da Terra e Prêmio Nobel da Paz, declarou:
Deve-se voltar a reescrever a Bíblia. Uma bíblia na qual o homem, o meio ambiente e Deus façam parte de um todo no qual não haja diferenças, para romper com a tradição abrahãmica do judaísmo, do cristanismo e do islam, dominada pelo antropocentrismo e na qual a natureza tem uma importância secundária (NG 671). Portanto, o ser humano não é distinguido essencialmente das demais criaturas animadas ou inanimadas e além disso é o “maior depredador da natureza”.

Não se trata de ignorar o problema ecológico tão amplamente exposto por João Paulo II em seu magistério, mas de evitar que através do ecologismo caiamos em um indiferentismo ou um igualitarismo religioso imanentista e neo panteísta. Sem ir mais longe, nem uma palavra dos numerosos textos do Magistério sobre este tema é encontrada nos programas nem nos panfletos previstos para as “celebrações”.
Propostas que confundem

Dentro dos programas propostos destacam-se na Rede Dia da Terra as celebrações para as “comunidades religiosas”. O programa esclarece que é adaptável a todas as crenças, para aqueles que creem em “um deus criador” ou “diversas divindades”, para “os evolucionistas moderados”, para “quem crê que a matéria é um ser vivente”, etc…, em suma, uma mescla da qual nada bom pode sair.

Participam da Earth Day Network (EDN)
Interfaith Power and Light (IPL); Coalition on the Environment and Jewish Life (COEJL); Action Alerts; Jewish Vegetarians of North America (JVNA); National Council of Churches of Christ; National Religious Partnership for the Environment (NRPE); National Religious Partnership for the Environment (NRPE) é uma aliança independente (este grupo inclui um escritório da Conferência dos Bispos Norteamericanos, o Conselho Nacional de Igrejas dos EUA, a Coalisão para o Ambiente e Vida Judaica, e a Rede Ambiental Evangélica).

Além desses, participam os integrantes da Interfaith Climate Change Network: Earth Day and Global Climate Change Links for Communities of Faith; CCC Interfaith Call to Action; Interfaith Works (IW); Evangelical Environment Network; Unitarian Universalist Ministry for the Earth; a Conferência Norteamericana dos Bispos Católicos (USCCB); Buddhist Peace Fellowship (BPF); Quaker Earthcare Witness; Indigenous Environmental Network.

Fontes: ONU, Earth Day 2006 Events; NG 116 (com a Carta da Terra a ONU promove o panteísmo universal e denigre o judaísmo, o cristianismo e o islam); 161, 428, 429, 623, 671, 738, 741, 748 (ONU-Carta da Terra: culto pagão). A informação sintetizada neste informe está nos boletins de Noticias Globales em www.noticiaslobales.org, e em nososs livros El Gran Desafío, Ed. Serviam, Buenos Aires 1995 e El Desarrollo Sustentable. La Nueva Ética Internacional, Ed. Vórtice, Buenos Aires 2003.

Grande abraço a todos.

Pe. Anderson
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