Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Ter Ago 31, 2010 12:44 pm

A RELIGIÃO DOS ROMANOS (CONTINUANDO...)

JANO e VESTA eram duas divindades que estavam sempre associadas uma a outra. JANO se tornou o deus de todas as portas e de todos os arcos, o deus que protegia a entrada e a saída, a partida e o regresso. Era também chamado PATULCOS (aquele que abre) e CLUSIUS (aquele que fecha), e por essa duplicidade de funções, sua imagem de escultura tem duas faces que representam os seus dois atributos.

O primeiro sacrifício religioso do ano acontecia no dia 9 de janeiro e era dedicado a JANO.

Já o culto de VESTA estava relacionado ao fogo que, naquela época, era muito difícil de se obter. O fogo de VESTA era mantido aceso por mulheres virgens que eram obrigadas a guardar a castidade sob pena de serem enterradas vivas.
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Qua Set 01, 2010 6:22 am

A RELIGIÃO DOS ROMANOS ( Continuando... )

Além de todo esse conjunto de deuses a que me referi nos meus colóquios anteriores, os romanos ainda cultuavam vários outros deuses.

MINERVA era a deusa dos artistas, associada a deusa ATENA dos gregos.

VENUS era a deusa dos jardins, associada a deusa AFRODITE, também dos gregos.

HERCULES era o deus dotado de musculos e de magnanimidade, correspondendo ao deus HERACLES dos gregos.


(CONTINUO MAIS TARDE)

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A RELIGIÃO DOS ROMANOS (continuando..)

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Set 04, 2010 8:55 pm

As festas religiosas dos romanos eram arcadas por atividades ligadas a agicultura, as questões domésticas e ao culto aos mortos.

Para além do culto a MARTE que era considerado por muitos romanos como o deus dos vegetais, as festas agrícolas incluism cultos a outros deuses. TELLUS era a deusa dos camos semeados, e sua festa era conhecida como FORDICIDIA, tendo como ápice a imolação de vacas prenhes no dia 15 de abril, para fazer brotar os grãos de trigo semeados na terra. Com idênticos rituais, no dis 19 do mesmo mês,era realizada a festa conhecida como CERIALIA em honra de CERES, deusa da força produtiva.

No dia 21 de abril realizavam a festa da PARILIA, dedicada a PALES, divindade responsável pela proteção dos rebanhos. Nesta festa se colocava grinaldas em porcos, acendia-se fogueiras de ramos de loureiro e de oliveira, sendo estas fogueiras abastecidas com enxofre. Diante dos rebanhos se oferecia a PALES bolo de milho com leite para obtenção dos pecados involuntariamente cometidos como pisar em terreno sagrado, servir-se da água das fontes sagradas e utilizar ramos de árvores dedicadas aos deuses para qualquer finalidade que não fosse o culto. Nesta festa, todos se colocavam voltados para o leste para pedir prosperidade e por quatro vezes lavavam as mãos no orvalho ingerindo leite e vinho. Em seguida, passavam por sobre o fogo com todos os rebanhos que possuiam.

No dia 23 de abril era realizada a festa da VINALIA. Nela se cultuavadeuses que tinham poderes sobre as plantações para assegurar a prosperidade das vindimas. Esta festa se repetia no mes de agoso por ocasião da colheita das uvas.

No dia 25 de abril, nos mesmos moldes, se realizava a festa da ROBIGALIA caracterizada pelos cânticos e procissões em honra de vários deuses, marcando o fim das colheitas do ano agrícola. Nos mesmos moldes, no dia 28 de abril, acontecia a festa da FLORALIA,conhecida como a festa das flores.

No dia 17 de dezembro acontecia a SATURNALIA, que era a festa mais popular dos romanos, celebrada em honra de SATURNO, o deus das sementeiras. Esta festa se prolongava por vários dias nos quais não se podia fazer negociações, as pessoas se presenteavam e os escravos eram considerados livres enquanto durasse a festa.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Set 05, 2010 2:45 pm

A RELIGIÃO DOS ROMANOS (continuando..)

As festas domésticas do povo romano sempre foram tidas como manifestações religiosas nas quais eram honrados JUNO, o deus da porta, VESTA, a deusa do lar e os PENATES, deuses da dispensa.

Estas festas aconteciam sempre em cada acontecimento de família como o dia do nascimento de uma criança, o dia em que a criança deu os primeiros passos ou articulou as primeiras palavras, dias de aniversários, casamentos e, por fim, o dia da morte.

A origem destas festas levou em conta a crença no GENIUS, definido como a personificação do poder gerador do homem, algo equivalente à idéia de alma espiritual, do qual dependia a existência do homem e que por esta razão, prestavam culto, inicialmente ao GENIUS DOMUS (gênio do pai de família), depois, considerando que o gênio do pai se tornara o da família, ao GENIUS FAMILIAE que, à medida que o culto foi se estendendo às comunidades, às províncias e ao estado, tornou-se o GENIUS POPULI ROMANI.

Com o passar do tempo, estas festas-culto sairam do domínio particular das famílias e foram gradativamente e de maneira informal se inserindo no contexto da sociedade. Assim, as festas do "LAR FAMILIARIS" ganharam status de festas "COMPITALIA" (festa das encruzilhadas) que eram realizadas entre os meses de dezembro e janeiro. Posteriormente, o Estado normatizou o dia 1 de maio como data específica para estas celebrações.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Seg Set 06, 2010 5:01 am

A RELIGIÃO DOS ROMANOS (CONTINUANDO...)

Outro aspecto da religião dos romanos tratava do culto aos mortos. Considerando que os cerimoniais privados dos funeraisfaziam parte do conjunto das festas domésticas conforme citei anteriormente, para além desses cerimoniais, os romanos conservavam outros eventos nos quais cultuavam os seus mortos.

Os romanos não acrditavam que a morte física era o fim da vida. Para eles, os os mortos, uma vez sepultados, mantinham os seus fantasmas onde jaziam os seus cadáveres. Assim, embasados por esta crença, costumavam enterrar, junto com os seus mortos, alimentos, suas jóias e suas armas, dentre outros pertences chegando, muitas vezes, a sacrificar as viúvas e alguns dos escravos dos falecidos sobre as suas respectivas sepulturas.

Era comum entre os romanos a crença de que os espíritos dos mortos tomados pelos sentimentos de de hostilidade, de inveja, de vingança e de ambição, dentre outros, poderiam voltar em plena luz do dia para tomarem alimentos e beberem sangue humano a fim de reanimar a sua existência física.

O medo de terem o sangue bebido pelos espíritos dos mortos era contido com a festa em honra dos mortos conhecida como LEMURES, festa realizada nos dias 9, 11 e 13 de maio, quando o chefe de família se levantava à meia noite e percorria descalço e sem olhar para trás todos os compartimentos de suas casas estralando os dedos, jogando para trás de si caroços de fava preta e pronunciando por nove vezes as seguintes palavras: "com estas favas resgato-me a mim mesmo e aos meus familiares". Em um segundo momento, aspergiam a casa com água sagrada e também, por nove vezes, ordenavam aos espíritos dos antepassados que se retirassem de suas casas. Estes rituais eram semelhante aos da festa das ANTESTERIAS, celebrada pelos gregos na primavera.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Seg Set 06, 2010 5:31 am

Posteriormente, a festa dos LEMURES reduziu o seu caráter exclusivamente familiar e passou a ser assimilada pela sociedade, dando origem a outra festa conhecida como DIES PARENTALES que acontecia no período de 13 a 22 de fevereiro. Nela, as famílias passaram a celebrar os aniversários dos seus mortos que não mais eram considerados como maléficos e temíveis. A partir de então, passaram a construir as cidades dos mortos (cemitérios) em um espaço reservado ao lado da cidade dos vivos e criaram o IUS MANIUM conhecido também como "CÓDIGO DE LEIS DOS DIREITOS DOS DEFUNTOS". Até o dia 21, os familiares ofereciam azeite leite, mel e grinaldas de flores sobre os túmulos dos seus parentes falecidos e tomavam o alimento convidando os mortos para participarem da refeição. Terminada a refeição, despediam-se dos mortos pedindo-lhes a bênção e pronunciando o "SALUE, SANCTE PARENS". A festa se encerrava no dia 22 com um grande banquete em cujas mesas estavam reservados os assentos dos mortos e das estátuasdos deuses, caraterizando a união entreos deuses, os vivos e os mortos por sob o mesmo teto.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Qui Set 09, 2010 6:01 am

A RELIGIÃO DOS ROMANOS (CONTINUANDO...)

A influência helênica em Roma foi muito grande, ao ponto de os romanos abrirem mão da monarquia e adentrarem no período da república que, para além das idéias ineentes à forma de governo, foi também mudando aos poucos a tradição da "religião de Numa". As lendas e os costumes gregos foram se infiltrando na cultura romana com exacerbada facilidade, gerando enormes modificações nas relações comerciais, sociais e religiosas.

A principal característica da transformação religiosa diz respeto ao antropomorfismo dos deuses. Os deuses ganharam formas humanas e atributos específicos. A partir de então, a crença dos romanos começa a estabelecer um novo tempo no qual os deuses e as deusas de fisionomias mais definidas, ao contrário de tudo o que professavam no exercício da religião primitiva, necessitavam de templos para viverem. Assim, a tríade etrusca de divindades (JUPTER, JUNO e MINERVA) foi oficialmente entronizada no ULUM IOUIS, cerimonial pomposo e politeísta, do qual tomavam parte os magistrados e os senadores.

No ano 399 a.C., uma tríade de casais de deuses gregos é introduzida em Roma. Estes casais de deuses são APOLO e LATONA, HERACLES e ARTEMIS e HERMES e POSSEIDON. O culto prestado a esta tríade incluia umamesa abarrotada de oferendas e era conhecido na Grécia como LECTISTERDIUM, tendo como finalidades a intercessão e a ação de graças.

De forma gradativa, as divindades helênicas foram sendo associadas às romanas, ou seja, foram assimilando os atributos umas das outras, de maneira que DIANA é assimilada por ARTEMIS, CERES por DEMETER, VENUS por AFRODITE, LIBER PATER por DIONÍSIO e MARTE por ARES, dente muitos outros.

Neste mesmo período, MERCURIO e HERMES são considerados mensageiros dos deuses e condutores das almas e NETUNO é considerado o deus do mar.

Em 204 a.C., o culto de CIBELE, a grande deusa da Frígia, foi também trazido para Roma, sendo a estátua de CIBELE também entronizada no Capitólio.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Set 19, 2010 5:00 am

A RELIGIÃO DOS ROMANOS NO TEMPO DO IMPÉRIO

O fim da república romana foi marcado por inúmeras guerras civis nas quais houve muito derramamento de sangue e muitos foram os que morreram. A restauração de toda a província se tornou algo muito difícil e que necessitaria de muito trabalho, uma vez que o povo estava muito dividido e, em meio às suas mais variadas modalidades de crença, a vivência da religião que desempenhava o mais forte princípio de união, se tornara quase que inexistente.

O imperador Octavio, filho adotivo de Júlio César, no sentido de reunificar toda a província dividida em consequencia dos fatos que antecederam o império, se incumbiu de organizar um grande despertar religioso. Assim, no ano 27 a. C. ele próprio se auto-denominou com o nome de Augusto que, na língua latina, designava "aquele que era consagrado ao serviço divino". A partir de então, o imperador passou a ser considerado como "o representante da divindade".

No exercício da função de representante da divindade, Augusto cuidou de restaurar 82 templos de vários deuses que tinham sido danificados durante as guerras e ordenou aos nobres que fizessem o mesmo nos seus templos familiares e reestabelecessem as cerimônias religiosas que a indiferença ou as guerras deixaram cair no esquecimento.

Restaurados os templos, Augusto prolongou a festa das Saturnais, reinaugurou as festas Lupercais (culto à fertilidade), popularizou os cultos de significação dinásica, dentre os quais, o culto de VÊNUS GENITRIX, antepassada de sua família, o culto de MARTE, vingador do crime de Júlio César, e o culto de APOLO PALATINO, patrono divino da dinastia. Deu uma nova dimensão aos "LUDI SAECULARES (jogos seculares), transformando-os de uma festa sombria e triste consagrada aos deuses subterrâneos (DITE e PROSERPINA) que eram rei e rainha dos mortos, em uma festa de solenidade e de triunfo dedicada a JÙPTER, JUNO, APOLO e DIANA, deuses da luz e do esplendor. Aos poucos, em um primeiro momento, foi sendo reestabelecida, no início do império, toda a prática religiosa que vinha dos antigos e, ao mesmo tempo, foram sendo inseridas novas práticas que integraram o rol das manifestações religiosas dos romanos.

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Set 19, 2010 5:41 am

A RELIGIÃO NO TEMPO DO IMPÉRIO ROMANO (continuando...)

O culto imperial se tornou em uma das princiais formas da religião oficial dos romanos. Os imperadores eram honrados em vida e tinham o seu culto associado ao culto da deusa ROMA, com grande importância política e religiosa. Eram erguidos templos em honra dos imperadores nos quais se celebravam as suas festas que marcavam os principais acontecimentos de suas vidas.

No caso específico de Augusto, no dia 5 de fevereiro, celebrava-se o aniversário do dia em que recebeu o título de Pai da Pátria; no dia 4 de julho, comemorava-se a sua volta da Espanha e a consagração do grande altar da paz. O seu nome estava em todas as fórmulas de oração, nas festas públicas e privadas. Faziam brindes em sua honra que eram tidos como verdadeiras invocações ao novo deus.

Posteriormente, não bastavam as honras e foi inaugurado um culto específico ao imperador. Seu nome foi dado ao mês que até então se chamava "Sextilis", e sua estátua, o "GENIUS AUGUSTI" foi colocada entre as dos lares compitales, deuses protetores dos bairos de Roma que haviam sido reorganizados, onde lhe faziam libações. Depois de sua morte, o Senado lhe conferiu as maiores honras divinas, construiu um grande templo em sua honra e instituiu um colégio de sacerdotes em sua memória conecidos como "AUGUSTALIS SEUIRI", com o fim de honrar a divindade imperial. Todos os romanos tinham obrigação de participação no culto de Augusto como expressão de lealdade ao império romano, de forma que os que se recusassem, como fizeram os primeiros cristãos, cometiam crime de "LESA CIDADE", se tornando sujeitos de implacáveis perseguições.

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"DIGNUS ROMA LOCUS QUO DEUS OMINIS EAT" (Ovídio)

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Seg Set 20, 2010 4:42 am

O culto imperial era demasiadamente oficial e exterior, não contemplando os desejos mais profundos da alma hmana no que diz respeito à união com a divindade e à purificação do homem. Esta exterioridade de culto levou muitos romanos à adesão de qualquer religião procedente de qualquer lugar como sendo uma verdadeira "tábua de salvação", e foi no sentido dessa busca que o poeta Ovídio se referiu a Roma como morada digna de todos os deuses. Tal afirmação demonstrava não somente a necessidade do povo no sentido de estar próximo da divindade, como também exigia, em uma análise mais profunda, um estudo pormenorizado dos mais estranhos cultos alí existentes e oriundos de diversas partes do mundo, transcendendo toda a religiosidade da cultura greco-romana.

Para além da religião fundamentada nos costumes greco-romanos, durante o império se instalaram o culto de ISIS e de OSIRIS originários do Egito. A expressão maior deste culto era vivenciada nas duas festas principais conhecidas como NAUIGIUM ISIDIS e INUENTIO, festas realizadas na primavera nas quais o povo saia em procissão, se vestia com túnicas brancas, carregava tochas e lançavam flores por onde passava, cantando hinos acompanhados pelo toque de flautas e sistros. Os sacerdotes tinha a cabeça rapada e levavam as imagens dos deuses e a urna sagrada que continha água do rio Nilo até que chegassem à margem do mar, onde um navio esplendidamente ornamentado e consagrado a Isis era lançado ao mar, comemorando a morte de Osiris, a sua busca por Isis e o seu triunfo definitivo (ressureição). Esta festa se encerrava com três dias de banquetes nos quais se conferia aos devotos de Isis e de Osiris os penhores de beatitude após a morte e as garantias de admissão pelos deuses nos seus reinos subterrâneos.

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ESCLARECIMENTO E PREVENÇÃO !!!

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Set 25, 2010 6:57 am

Caríssimos Irmãos,

Que a paz de Jesus reine nos nossos corações !

Sabemos que o nosso fórum é católico na sua essência, e que nele são abordadas questões inerentes à noss fé, mediante o exame das Sagradas Escrituras, considerando ainda o magistério e a tradição da nossa santa igreja. Entretanto, o nosso fórum está aberto à participação de pessoas de outras religiões, pessoas sem religião e até mesmo pessoas que não crêem em Deus, mas que estão dispostas e accessíveis a um diálogo pautado no respeito, na ética cristã e na caridade enquanto expressão do amor ao próximo, amor este que não necessita de religião para ser vivido, visto que o amor, o respeito e a cordialidade, dentre outros sentimentos, são caracteres naturais do ser humano.

Comprometido com o respeito que devemos ter de maneira recíproca uns para com os outros, antes de dar prosseguimento ao diálogo neste tópico, sinto-me no dever de demonstrar a falta de seriedade de alguns membros da seita adventista do sétimo dia em fatos ocorridos no processamento das postagens dos mesmos no nosso fórum, e de modo mais específico neste tópico, cuja característica principal é o desrespeito, a falsidade ideológica e um exacerbado conjunto de perniciosidade, se é que assim o posso descrever.

Há três membros da cidade de São Paulo que se denominam adventistas do sétimo dia e se identificam como Harmonia, Eduardo e Quemtembocadizaverdade, como veremos a seguir.

Harmonia se identificou como mulher no seu colóquio do dia 22 de agosto às 7:37 pm.

Eduardo se identificou como homem no seu primeiro colóquio do dia 23 de agosto às 6:05 pm, e no mesmo dia, às 6:20 pm, fez uma postagem para si mesmo, respondendo, como se fosse outra pessoa, à pergunta da sua postagem anteior, ou seja, EDUARDO PERGUNTA PARA EDUARDO E EDUARDO RESPONDE PARA EDUARDO.

Mais na frente, ainda na mesma postagem de Eduardo de 23 de agosto às 6:20 pm, está escrito o seguinte: "É claro que a igreja católica procura dar uma outra interpretação e quando o padre vê que meus comentários convencem, ele costuma tirar os estudos. Se fossem estudos mentirosos ele não tiraria. Se quizer poderei te postar estudos no seu email. è só me mandar uma mensagem." Sabemos que foram retiradas do fóum pelo Pe. Anderson somente algumas postagens agressivas e repetitivas postadas por Harmonia. Neste caso, percebe-se que Harmonia quis montar uma farsa na qual fez se passar por Eduardo para fazer uma pergunta e se esquecer de se identificar como Harmonia para dar a resposta. CAIU A FARSA !!!

Agora aparece mais um adventista do sétimo dia que, tendo medo de identificar-se, o que nos parece comum aos adventistas que aqui se apresentaram, a exemplo de Harmonia que não sabe se é Eduardo ou de Eduardo que não sabe se é Harmonia, se serve, de maneira satírica, do termo "QUEM TEM BOCA DIZ A VERDADE" para se identificar. Entretanto, este tal de "QUEM TEM BOCA DIZ A VERDADE" é mais um adventista que, como os demais que aqui se apresentaram, já começa mentindo quando se apresenta com um nome que não lhe pertence. Na verdade, procede mentindo (escondendo a cara) como se quizesse dizer a verdade. MAIS UMA FARSA DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA!

Um grande abraço para todos !



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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Dom Set 26, 2010 12:40 am

olha aqui seu ignorante e mal educado todo site pede apelido . eu não tenho medo de me identificar seu tolo mentira é atributo católico que torce a biblia
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Dom Set 26, 2010 12:42 am

mentira é dizer que o domingo é dia santo. cite um verso na biblia que diga isso. usar apelido em site não é mentir seu grosso. (TÓPICO EDITADO POR POSSUIR CONTEÚDO OFENSIVO A OUTRO USUÁRIO)
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Set 26, 2010 5:15 am

Quem é harmonia e quem é Eduardo? Será que foi algum católico que se serviu desses nomes praticando a mentira? Não foram ! Aliás, conheço alguns adventistas de boa conduta, pelos quais conservo grande respeito e amizade.

Quando me refito a "quem tem boca diz a verdade", assim me refito porque, a própria escolha de tal apelido foi uma maneira de ofender ao site, de satirizá-lo.

Não importa ser chamado de ignorante, de mal educado e de grosso pelo fato de expressar verdades que insiste em não aceitar.

Quanto à sua insinuação de "bater em mulher", fica aqui comprovado mais uma vez os atributos daqueles que falam a mentira. Assim, o "QUEM TEM BOCA DIZ A VERDADE" prova por A + B com toda a clareza QUE DIZ A MENTIRA TAMBÉM, E COM FRASES BEM ABERTAS, COMO ERA DE SE ESPERAR.

Um grande abraço e, fica na paz do Senhor !
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Dom Set 26, 2010 9:57 am

Quem Tem Boca Diz A Verdade escreveu:

"No séulo XXI encontramos a igreja verdadeira, [adventista do sétimo dia]..."

Seria mesmo a igreja adventista do sétimo dia a igreja verdadeira ?

Creio que não. A Igreja verdadeira de Nosso Senhor Jesus Cristo, necessariamente, deve datar do seu tempo.

A igreja adventista do sétimo dia surgiu de um movimento de rebeldia e discordância de protestantes de diversas seitas nos Estados Unidos, tendo como ponto de partida uma série de falsas profecias que, segundo eles, estabeleciam a data precisa da segunda vinda de Jesus que, não sendo tão precisas quanto afirmavam, foram remarcadas por inúmeras vezes e até hoje não se cumpriram.

Seria verdadeira uma igreja que, fundada na falta de unidade e na propagação de falsas profecias tem levado muitas pessoas ao engano ?

A esse respeito, dentre as colocações de outros adventistas, uma me chama bastante à atenção:

Desmond Ford, professor de uma universidade adventista, denuncia que as doutrinas adventistas do santuário e do juizo investigativo NÃO SÃO BÍBLICAS !!!

O mesmo Dr. Desmond Ford acusa sua própria seita adventista de idolátrica ao conferir a Hellen Whith o status de "espírito de profecia" !!!

Sabemos que um só é o Espírito de Deus que confere aos verdadeiros cristãos o dom da profecia.

Qualquer "espírito de profecia" que andar "baixando" por aí em qualquer lugar pronunciando falsos oráculos com certeza não é o Espírito Santo de Deus. O Espírito Santo de Deus não age de maneira antagônica aos ensinamentos de Jesus.

Se Jesus, se referindo ao ultimo dia, disse que ninguem o saberá, como podem os adventistas saberem ??? Por isso que as várias vezes que marcaram não aconteceu, porque SUAS PROFECIAS SÃO FALSAS, SÃO MENTIROSAS, E O PAI DA MENTIRA É O DIABO (JO 8,44).

Como pode ser verdadeira uma "igreja" que durante muito tempo assombrou a humanidade com as falsas profecias ?

É essa seita que nos acusa de sermos a babilônia e que acusa o Papa de ser a besta do Apocalípse ?

Acredite se quizer !!! Isso é tão verdadeiro quanto foi verdadeiro o conjunto de profecias que deu origem à seita adventista do sétimo dia.


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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Yuri07 em Dom Set 26, 2010 6:50 pm

Sem contar no fator cronológico. Cristo disse que iria fundar sua Igreja sobre Pedro e a fundou naquele instante e lhe enviou o Espírito Santo no dia de pentecostes. Como pode a verdadeira Igreja ter nascido no século XIX?

Não ia falar disso, mas quem está sendo grosso?
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Sab Out 16, 2010 8:24 am

Obrigado, Yuri,

Suas palavras resumem, em poucas frases, a verdade dos fatos a esse respeito!

Um grande abraço e, que a paz de Jesus esteja sempre com você !
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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qui Fev 17, 2011 1:46 pm

Uma verdade:
«Qual é a Igreja que não gosta de se afirmar como a Igreja verdadeira do Cristo?! ... »

Outra verdade:
«Qual é a Igreja que aceita ser (ou pertencer) à grande Apostasia?! ...»

Uma questão:
«Alguém quer ser o «anti-Cristo?! »

A minha resposta é que toda a gente gostaria de dizer que a sua Igreja é a Igreja Verdadeira do Cristo e que ninguém gostaria de pertencer (ou ser) a Apostasia.

Também pensava que ninguém teria a coragem de se afirmar como o «Anti-Cristo».
Mas já não é assim. Já vi um homem na "internet" que se afirma orgulhosamente como sendo o anti Cristo (e ao mesmo tempo o «Jesus Cristo Homem»)
Seu nome é José Luís de Jesus Miranda.

Quanto à confusão de nomes é natural na internet, porque ela é um mundo virtual (não verdadeiro) e ninguém sabe de imediato «quem fala com quem», mas mesmo assim, com as devidas cautelas pode ser muito proveitosa, até porque quem não dá a cara pode mostrar-se mais verdadeiro em relação ao que diz e ao que pensa. Apercebi-me disso no Yahoo - Respostas. Mas os perigos da "internet" são também imensos.
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Manuel Portugal Pires

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Paulo Henrique Viana em Seg Fev 21, 2011 11:30 pm

Apocalipse 17.1

A meretriz é Babilônia, sede do poder da besta e do paganismo organizado. Babilônia representava Roma e a manifestação mundial e final de oposição contra Deus. Aqui não se trata de uma religião, como vi em alguns videos dizendo que era a igreja catolica.

Paulo Henrique Viana

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Re: Quem é Babilônia apresentada em apocalípse 17?

Mensagem por Manuel Portugal Pires em Ter Fev 22, 2011 9:19 am

Acerca de Israel:
21Como se tornou numa prostituta a cidade fiel!
Outrora, cheia de direito,
nela morava a justiça,
mas agora são assassinos.
22Eras como a prata,
que agora se converteu em escória;
eras como bom vinho,
que agora se misturou com água.
23Os teus governantes são rebeldes,
companheiros de ladrões;
andam todos à procura de regalias e de recompensas.
Não defendem o direito dos órfãos
nem se interessam da questão das viúvas.
24Por este motivo, ó Israel,
- oráculo do Senhor DEUS do universo:
«Pedirei satisfações aos meus adversários,
hei-de vingar-me dos meus inimigos.
25Voltarei a minha mão contra ti,
purificar-te-ei no crisol,
eliminarei de ti todas as escórias.
(Isaias 1,21)
Veja também
(Jeremias 3)
(Ezequiel 16,15-43)
(Ezequiel 23)
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Manuel Portugal Pires

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