a historicidade confiável do livro de Daniel

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a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Dom Set 26, 2010 11:42 am

Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:

1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel.

a) Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.).

b) Outro ponto de questionamento era sobre a existência ou não de Nabucodonosor, rei de Babilônia na época do profeta Daniel. Mais uma vez a arqueologia resolveu a questão trazendo à luz muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor! Não é incrível como um tablete de 2.600 anos consegue esmiuçar teorias fundamentadas no silêncio?

c) Assim como a opinião dos críticos teve que ser radicalmente mudada a respeito de Babilônia e de Nabucodonosor, o mesmo aconteceu com Belsazar, o último rei da Babilônia. Críticos modernos não concordavam com essa informação. Novamente a arqueologia refutou essa opinião. Vários tabletes cuneiformes confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do Império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Você pode confirmar em Daniel 5:7 que Belsazar ofereceu para Daniel o terceiro lugar no reino, já que o pai, Nabonido, era o primeiro e ele, Belsazar, o segundo.

d) Até os amigos de Daniel estão documentados nos tabletes cuneiformes da antiga Babilônia. Foi descoberto um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor. Três nomes nos interessam: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Incrível! Os mesmos nomes dos companheiros de Daniel mencionados nos capítulos 1, 2 e 3 de seu livro! Um grande defensor dessa associação é o adventista e especialista em estudos orientais William Shea, em seu artigo: "Daniel 3: Extra-biblical texts and the convocation on the plain of Dura", AUSS 20:1 [Spring, 1982] 29-52. Hoje esse artefato encontra-se no Museu de Istambul, na Turquia.

Resumindo: as informações históricas do livro de Daniel são confirmadas pela arqueologia bíblica.

2) Por muitos anos os defensores da composição do livro de Daniel no 2º século a.C. se valeram das palavras gregas do capítulo 3 para "confirmar" a autoria da obra no período helenístico. Essa opinião apresenta dois problemas sérios:

a) Há ampla documentação do relacionamento entre os gregos e os impérios da Mesopotâmia antes mesmo do 6º século a.C. Nos registros do rei assírio Sargão II, por exemplo, fala-se sobre cativos da região da Macedônia (Cicília, Lídia, Ionia e Chipre). Se os judeus em Babilônia eram solicitados para tocar canções judaicas (Salmo 137:3), por que não imaginar o mesmo com os gregos? Um poeta grego chamado Alcaeus de Lesbos (600 a.C.) menciona que seu irmão Antimenidas estava servindo no exército de Babilônia. Logo, não nos deve causar espanto algum o fato de termos na orquestra babilônica instrumentos gregos.

b) Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C.

Resumindo: o fato de existirem palavras gregas no terceiro capítulo de Daniel não prova sua composição no 2º século a.C., pelo contrário, intercâmbio cultural entre Babilônia e Grécia era comum antes mesmo do 6º século a.C.

3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28).

Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas "cortes" por volta do 7º século a.C.

Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais.

Qual a relevância dessas informações para um leitor da Bíblia no século 21? Gostaria de destacar dois pontos para responder esta questão:

1) Como foi demonstrado acima, Daniel escreveu seu livro muito antes do cumprimento de suas profecias. Logo, isso nos mostra a Soberania e Autoridade de Deus sobre a história da civilização. Se Deus é capaz de comandar o futuro, Ele é a única resposta para os problemas da humanidade.

2) A inspiração das Escrituras. O livro de Daniel se mostrou confiável no ponto de vista histórico e, consequentemente, profético. Essa é a realidade com toda a Bíblia, que graças a descobertas de cidades, personagens e inscrições, mostra-se verdadeira para o ser humano.

O livro de Daniel, longe de ser uma fraude, é um relato fidedigno. Ao escavarmos profundamente as Escrituras e estudarmos a História, podemos perceber que a Bíblia é um documento histórico confiável
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Dom Set 26, 2010 11:52 am






Daniel interpretando o sonho de Nabucodonosor.

Resumo da estátua: Ouro: Babilônia 608-538 a.c; Prata: Medo-Pérsia 538-331 a.c; Bronze: Grécia 331-168 a.c; Ferro: Império Romano 168-476 d.c. Pés:por fim, entre 351 e 476 temos a invasão do Império pelos bárbaros e sua consequente divisão em 10 Reinos ou a Europa ocidental até hoje.

Mais de 2500 anos atrás, em torno de 600 antes de Cristo, Nabucodonosor, Rei da Babilônia, que havia feito grandes conquistas, almejava estender as fronteiras do seu reino até as extremidades da Terra. No entanto, certa noite teve um sonho notável. Seu espírito ficou pertubado e perdeu o sono. Apesar de ter ficado impressionado com o que havia sonhado, ao acordar não pode se lembrar do sonho. Perplexo, ele convocou os sábios, os astrólogos, os adivinhos e os feiticeiros do seu reino para consultá-los. Ele queria que estes dissessem qual foi o seu sonho e a respectiva interpretação. Logicamente que os sábios não puderam desvendar o sonho, então o Rei Nabucodonosor enfurecido expediu um decreto mandando exterminar todos os sábios de seu reino. Esse decreto atingia também o jovem Daniel que era um escravo hebreu que servia na corte, bem como seus 3 companheiros. Daniel, de forma prudente, solicitou que o rei adiasse a sentença de morte; porque ele iria buscar auxílio ao Deus de seus pais. Então Deus revelou a Daniel, em visão, o sonho de Nabucodonosor e disse que cada parte da grande estátua simbolizaria um grande império que surgiria desde a época do reino da Babilônia até o estabelecimento do Reino de Deus. Dessa forma, Deus salvou a vida de Daniel e seus amigos; e Daniel foi elevado a condição de governador da Babilônia.

Vamos visualizar no gráfico e na tabela abaixos os Reinos como apresentados em Daniel capítulos 2 e 7. Perceba que em Daniel 7 eles são representados por animais. Estudaremos este capítulo em seguida.





Interpretação básica Daniel 2 Daniel 7
1- Babilônia

(608-538 AC)
Cabeça de ouro

(versos 32,37,38)
Leão (versos 4,7)

Duas asas e mente de homem

2- Medo-Pérsia

(538-331 AC)
Peito e braços de prata

(versos 32,39)
Urso (versos 5,17)

3 costelas na boca, firmou-se em um lado

3- Grécia-Macedônia

(331-168 AC)
Ventre e quadris de cobre

(versos 32,39)
Leopardo (versos 6,17)

4 asas, 4 cabeças

4- Império Romano

(168-476 DC)
Pernas de ferro

(versos 33,40).
Animal terrível (versos 7,17,19,23)
4.1- Reinos subseqüentes

(351-476)
Pés de barro e ferro (versos 33,41-43):

reinos fracos e fortes, tentariam se unir mediante casamentos.
10 Chifres do quarto animal* (versos 7,8,20,24)

3 Chifres caem**.



--------------------------------------------------------------------------------


* 1-Germanos= Alemanha, 2-Francos= França, 3- Burgundos= Suíça, 4- Suevos= Portugal, 5- Anglo-saxões= Inglaterra, 6- Lombardos= Itália, 7-Visigodos= Espanha.

** 8- Os Hérulos, 9- Os Vândalos e os 10- Ostrogodos não se tornaram nações européias.

5- Reino de Deus

Pedra (versos 34,35,44,45)

Ferro, cobre, prata e ouro destruídos.

“Toda a Terra, não passará a outro povo”.
Filho do homem (versos 8-14,18,26-28)

Animais e chifre pequeno destruídos

Reino dado aos santos

Reino eterno, jamais será destruído.



Baseado em Daniel capítulo 7



O capítulo 7 de Daniel continua a história contada no capítulo 2, mas utilizando ANIMAIS como símbolos, ao invés da estátua. Ele conta a mesma história, porém com MAIS DETALHES:

1-BABILÔNIA

O primeiro Reino, Babilônia é simbolizado por um leão com asas. Os Babilônios mantiveram o domínio de todo o mar mediterrâneo desde 608 AC até aproximadamente 538 AC quando foram vencidos pelos Medos-Pérsas.




2-MEDO-PERSIA

O segundo reino, a Média e a Pérsia são representados por um urso. Reinou de 538 AC até 331 AC quando foram derrotados pelos gregos.



3- IMPÉRIO GREGO-MACEDÔNICO

O terceiro Reino, o Império Grego é simbolizado por um Leopardo com 4 cabeças e 4 asas. O Reino foi estabelecido por Alexandre O Grande. Após a morte de Alexandre, o Reino foi dividido entre os 4 de seus principais generais: Cassandro, Seleuco, Lísimaco e Ptolomeu em cumprimento das 4 cabeças simbólicas do animal. Reinou de 331 AC até 168 AC.



4- O IMPÉRIO ROMANO

Reinou de 168 AC até 476 quando foi dividido pelas tribos bárbaras. O Império Romano foi o mais carniceiro de todos. Além de ter destruído Israel, acabou perseguindo os cristãos por quase 3 séculos até o Edito de Tolerância em 311 DC. Por isso ele é descrito tendo dentes de ferro.



A Europa Dividida = 10 chifres

Como já foi visto, após o Império Romano a Europa foi dividida pelas tribos bárbaras. No capítulo 2 de Daniel isso é representado pelos 10 dedos dos pés da estátua. No Capítulo 7 é representado pelos 10 chifres que sobem do último animal.

Repare nos 10 chifres:



A Europa se dividiu nas 10 seguintes tribos Bárbaras:



Eles se tornaram em países europeus atuais: MAPA ATUAL:



Vejamos a divisão dos 10 dedos/ 10 chifres da profecia:

1-Germanos = Alemanha,

2-Francos = França, 3

- Burgundos = Suíça,

4- Suevos = Portugal,

5- Anglo-saxões = Inglaterra,

6- Lombardos = Itália,

7-Visigodos= Espanha.

8- Os Hérulos,

9- Os Vândalos e

10- Ostrogodos

A profecia diz que 3 chifres seriam derrubados, ou seja, 3 tribos não se tornariam nações européias. É o caso dos Hérulos, Vândalos e Ostrogodos.

O Décimo Primeiro Chifre

O CHIFRE PEQUENO (A Nação Pequena)

A profecia diz que dentre os 10 chifres, surgiria um 11° Chifre que seria diferente de todos os outros pois teria OLHOS E BOCA E FALARIA CONTRA DEUS:



O ato de falar contra Deus denota que ele é um poder religioso.

A profecia também diz que ele é que derrubaria 3 chifres, ou seja, os Hérulos, Vândalos e Ostrogodos por não aceitarem sua autoridade.


O ato de derrubar poderes políticos denota que ele também seria um poder político.


Assim o 11° Chifre é um PODER RELIGIOSO + POLÍTICO, sendo símbolo da IGREJA CATÓLICA ROMANA.


A História mostra que os Hérulos caíram em 493, os Vândalos em 498 e os Ostrogodos em 538. Em 538 o Imperador Justiniano declarou o Papado o líder das Igrejas Cristãs.


As 3 Características principais do Chifre Pequeno (Daniel 7:25)

1) Ataca a Lei de Deus, modificando e apagando mandamentos:



A Igreja Católica não ensina os 10 mandamentos conforme estão em Exodo Capítulo 20. Ela apagou o segundo mandamento que proíbe o uso de imagens em cultos e o quarto mandamento que trata da guarda do sábado foi modificado para “guardar domingos e festas”.

2) Ataca o calendário que Deus estabeleceu:



O profeta Daniel também diz que ele alteraria os tempos (Versão Almeida de Daniel 7:25) ou o calendário do mundo (Edição Pastoral Católica de Daniel 7:25). Novamente a profecia se mostrou infalível, afinal foi a Igreja Romana quem instituiu o calendário solar de 12 meses intercalados de 31, 30 dias, com a diferença no mês de fevereiro. Este calendário vai contra o calendário divino solar-lunar de Israel que trazia o mês fixo de 30 dias . Igualmente contagem do início do dia foi modificado do bíblico pôr do sol para a meia-noite, tornando mais difícil a obediência do quarto mandamento da lei de Deus (Exodo 20:8-11).

Nosso calendário é chamado de gregoriano, pois foi imposto pelo papa Gregório XIII (1582).

3) Reina por 3 anos e meio, 1260 dias ou 42 meses

Em profecia 1 dia equivale a 1 ano. Veja Ezequiel 4:6 e Números 14:34.


No calendário judaico o ano tinha 360 dias e o mês 30 dias fixos.

Dessa forma: 42 meses = 3 anos e meio = 1260 dias.


Os 3 anos e meio aparecem em Daniel 7:25 e Apocalipse 12:14.

Os 1260 dias aparecem em apocalipse 12:6.

Os 42 meses aparecem em Apocalipse 13:5


Assim 1260 dias proféticos são 1260 anos. Isso significa que a nação pequena governaria por 1260 anos. No ano 533 o Imperador Justiniano lançou um decreto na qual tornava o Bispo de Roma cabeça de todas as igrejas da Cristandade, ganhando poder religioso e temporal. No entanto esse decreto só entrou em vigor no ano de 538. Dessa forma a Igreja passou a sub-governar a Europa ocidental. Os outros países ficaram sob sua influência durante a longa Idade Média. 1260 anos depois, em 1798, na época da Revolução Francesa, o General Francês Berthier invadiu Roma.


538—————poder temporal————–1798——-poder quebrado———1929 — ——poder temporal restaurado———————– Hoje.



Após ser apresentado o Chifre Pequeno reinando por 1260 anos/ 3 anos e meio, o capítulo 7 de Daniel termina com o estabelecimento do Reino de Deus:



Resumo:

Vimos anteriormente a identidade dos 4 primeiros impérios que foram revelados ao profeta Daniel:

1 Leão= Babilônia

2 Urso= Medo- Pérsia

3 Leopardo= Império Grego

4 Animal Terrível= Império Romano

Divide-se em 10 nações Bárbaras da Europa Ocidental. Surge dentre elas uma pequena nação, ou chifre pequeno, simbolo da Igreja Romana que:

— Altera a Lei de Deus, persegue os santos e muda o calendário Juliano. O tempo que persegue o povo de Deus é de 42 meses, ou 3 anos e meio, ou 1260 dias ou como 1 dia em profecia equivale a 1 ano, 1260 anos. Tal período vai do decreto de Justiniano em 538 até a invasão francesa de 1798. —

A Igreja perde o poder temporal entre 1798 e 1929.

Em 1929 seu poder é restaurado parcialmente com o Tratado de Latrão.

Agora que já estabelecemos os conceitos básicos da profecia passada, podemos entrar em fatos do futuro
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por alessandro em Dom Set 26, 2010 2:39 pm

Sinceramente, achei as interpretações por demais forçadas e sem nexo. vejo o texto violentado como na maioria das tentativas de explicações sensacionalistas das profecias bíblicas.

De qq maneira, acredito que o tópico valha como questão disputada.

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Yuri07 em Dom Set 26, 2010 7:24 pm

São profecias apocalípticas, as de Daniel. É próprio do gênero apocalíptico a utilização de seres fantásticos, de conflitos: dragões, bestas, monstros, etc. Mas sensacionalistas, só se for no sentido posito: o de causar emoção, não no sentido vulgar do termo, que é o de causar emoção a fim de enganar as pessoas.
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Dom Set 26, 2010 8:36 pm

querido, você leu o estudo? eu acho que não. essas bestas e animais estão na bíblia foram visões que Daniel teve. o anjo Gabriel explicou para Daniel que seriam reis da terra. Se vc ler sem preconceito e com atenção será abençoado
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Set 27, 2010 6:57 am

Caros amigos,

Esse "estudo" e' um exemplo otimo do que e' um interpretacao supersticiosa da Biblia.

Alem de estar repleto de erros historicos, apresenta uma interpretacao equivoca e desrespeitosa com os propris textos biblicos.

Quando eu tiver mais tempo, comentarei com cuidado esse "estudo" absurdo.

Um grande abraco a todos.
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Yuri07 em Seg Set 27, 2010 6:05 pm

"essas bestas e animais estão na bíblia foram visões que Daniel teve". Eu disse algo contrário? Eu só disse que nos gêneros apocalípticos essas figuras são usadas e representam alguma coisa. Qual foi aqui a confusão?
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Seg Set 27, 2010 7:04 pm

mas o estudo que postei diz exatamente isso. é por isso que eu acho que não leu. as bestas são reinos da terra. não sou eu quem disse isso. foi o anjo Gabriel, a não ser que o papa acha que o anjo Gabriel estava equivocado ai se o papa fala tá falado não é? mas eu acreditó no anjo Gabriel. vcs dizem que não tem sentido. então mostrem tópico por tópico e mostrem o que não tem sentido. falar que não tem sentido é fácil, mas é lógico que vcs vão dizer isso, porque se não disserem vão concluir que a ponta pequena é o papado e então estaram sujeitos as pragas do apocalípse a menos que se arrependam da idolatria e voltem aos ensinos da igreja primitiva., que fugiu da presença do dragão por 42 meses(1260 anos) período da inquisição onde cristão eram mortos nas fogueiras papais mas agora continua guardando os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.Apoc. 12:17
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Set 27, 2010 7:06 pm

Quanta estupidez!
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Seg Set 27, 2010 7:12 pm

huahuahuahua, desculpa, mas ainda voltam pra falar da inquisição.... hjauhauahuahua
Sendo que a inquisição protestante foi muito pior que a católica. Pela nossa inquisição o nosso papa pediu perdão em nome da igreja, e pelas falhas protestantes, quem pede perdão? Não tem ninguem né, são divididos né... pois é.... Quem é o o divisor??? hummm acho que são outros que precisam se arrepender....

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Seg Set 27, 2010 7:27 pm

Cara quemtembocadizaverdade, eu não sou o único que pede, mas parece que vc simplesmente ignora o que agente fala. Primeiro, coloque as fontes, colocar aqui coisas que vc ouviu dizer, ou leu em qualquer site como se fossem verdades beira o ridículo.

Mas pra não dizer que agente não fala, mais uma vez vou dizer pra vc olhar os tópicos antes de falar asneiras.
Antes de acusar os católicos pela inquisição, favor leia este tópico: http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/historia-da-igreja-f3/inquisicao-protestante-t466.htm
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Ter Set 28, 2010 6:32 pm

Caros amigos,

Vamos comecar aqui a comentar o estudo supersticioso que "quemtembocafalaaverdade" (tambem identificada como Harmonia e Eduardo) publicou aqui no nosso forum, depois de copiar e colar, inteligentemente, de sites da Igreja Adventista do 7 dia, no nosso forum. Vamos mostrar os erros historicos, doutrinais e biblicos desse texto absurdo, feito para alimentar o odio contra a Igreja de Cristo.

Reinou de 168 AC até 476 quando foi dividido pelas tribos bárbaras. O Império Romano foi o mais carniceiro de todos. Além de ter destruído Israel, acabou perseguindo os cristãos por quase 3 séculos até o Edito de Tolerância em 311 DC.

‘E dificil levar a serio um texto como esses. Mas vamos la apresentando os erros grosseiros de Historia e as interpretacoes absurdas da Biblia que os autores desse texto apresentam.

O primeiro erro: o Imperio Romano exitiu no Ocidente desde 27 a.C ate o 476 d.C. no Ocidente. O Imperio Romano do Oriente (chamado tambem de Imperio Bizantino, pois tinha sua capital na cidade antiga de Bizancia, ou Constaninopla) o permaneceu ate o ano 1476 d.C. ano que foi conquistado pelo Imperio Otomano.

Segundo erro:o “Edito de Tolerancia” a que deve se referir o autor desse texto foi na verdade o Edito de Milao, do ano 313, com o qual o Imperio Romano permitia o culto cristao no Imperio. Esse nao foi feito religiao oficial do Imperio entao, mas somente foi garantido a libertade de culto para os cristaos, durante o reinado de Constantino.

Como já foi visto, após o Império Romano a Europa foi dividida pelas tribos bárbaras. No capítulo 2 de Daniel isso é representado pelos 10 dedos dos pés da estátua. No Capítulo 7 é representado pelos 10 chifres que sobem do último animal.
1-Germanos= Alemanha, 2-Francos= França, 3- Burgundos= Suíça, 4- Suevos= Portugal, 5- Anglo-saxões= Inglaterra, 6- Lombardos= Itália, 7-Visigodos= Espanha.
** 8- Os Hérulos, 9- Os Vândalos e os 10- Ostrogodos não se tornaram nações européias.
Isso aqui e’ bem equivocado. Em primeiro lugar porque as invasoes barbaras ocorreram por volta do seculo V d.C. E esses paises comecaram a se estabelecar como Estados a partir do seculo XVI. A Italia, por exemplo, so se tornou um Estado Independente, como os outros europeus no seculo XIX. Por incrivel que pareca, a Italia e’ um Estado mais jovem do que o nosso Brasil. Identificar sem mais os povos barbaros do seculo V com os Estados Modernos e' um erro historico grossissimo. Especialmente porque os barbaros, quando invadiam um territorio, nao matavam a todos os que estavam diante. Matavam somente os que faziam guerras contra eles. Em geral, esses povos barbaros se mesclavam com os antigos romanos, nos diversos territorios por eles conquistados. Isso e' vis'ivel inclusive na variedade etnica que ha atualmente na mesma Europa, as vezes, nas regioes dos diversos paises.

Em Segundo lugar, as tribos barbaras invadiram o Imperio Romano do Ocidente, mas nao o do Oriente. O autor da interpretacao desse texto parece se esquecer disso.

Outro problema dessa interpretacao supersticiosa e’ que nao existiam somente essas 10 tribos barbaras, assentadas na Europa. Havia outras que nosso autor faz questao de nao citar, pois se o fizesse, sua “interpretacao genial” do texto de Daniel viria abaixo. Nos como nao nos comprometemos com interpretacoes forcadas da Biblia, mas com a verdade somente, lembramos aqui utros povos barbaros esquecidos por esse autor: Junto aos Anglo e Saxoes, se estabeleceram no que hoje e’ chamado de Inglaterra os Jutos. Mais tarde chegaram os Vikingos na regiao.

Os Herulos: O último imperador romano do Ocidente, Rómulo Augústulo, tinha sua autoridade praticamente restrita à cidade de Roma. Os bárbaros hérulos, que faziam parte do exército romano, depuseram-no em 476, colocando no poder seu chefe, Odoacro, que se intitulou rei de Itália. Assim acabou-se definitivamente a autoridade do Império Romano do Ocidente. A historiografia escolheu essa data para marcar a Queda do Império Romano e assinalar o fim da Idade Antiga e o início de Idade Média. Portanto esses formaram um primeiro reino na Italia, ao contrario do que afirma nosso autor.

Os Alanos, outro povo barbaro esquecido pelo nosso autor, saquearam a Galia em 407. Os Suevos e Vandalos conquistaram pela mesma ‘epoca a Hispania, dando origem no seculo XVI a esse pais.

Os Ostrogodos se assentaram na regiao balcanica em 482. Antes esses tinham o controle de toda a atual Italia e da regiao balcanica. Mas esses foram vencidos pelos Hunos. Alguns desses vencidos se uniram aos Hunos, assim como os Alanos e os Sarmatas (outro povo barbaro que nosso autor nao pode citar, se nao foge da sua interpretacao forcada da Biblia).

Um terceiro problema dessa interpretacao e' que so considera 10 Imperios da Historia e deixa de lado um grande numero de Imperios que ocorreram na mesma Europa (da mesma forma com ocorreram fora da mesma). Poderiamos perguntar ao autor desse texto: onde se encaixaria na visao de Daniel os Imperios: Romano do Oriente (que permaneceu ate 1476); o Sacro Imperio Romano Germanico (fundado no ano 800 e que seria sucessor do Imperio Romano do Ocidente); o Imperio Austriaco (que durou mais de 1000 anos!); o Imperio Otomano; o Imperio Britanico; o Imperio Espanhol; os Imperio Asteca e Inca; o Imperio Mongol; O Imperio Japones; podemos lembrar ate' mesmo do Imperio Portugues (e Brasileiro)? Onde entrariam esses Imperios na visao de Daniel? Por que nosso autor seleciona alguns imperios (como se fossem os unicos da Historia) e se esquece de tantos. Certamente, para distorcer os textos sagrado biblicos.

A profecia diz que dentre os 10 chifres, surgiria um 11° Chifre que seria diferente de todos os outros pois teria OLHOS E BOCA E FALARIA CONTRA DEUS:
O ato de falar contra Deus denota que ele é um poder religioso.

Gostaria de saber de onde e’ que nosso autor deduz que o ato de falar contra Deus denota um poder religioso. Mais bem, poderiamos dizer, que falar contra Deus e’ um ato anti-religioso. Nao da’ para entender esses raciocinios absurdos, sem nenhuma fundamentacao racional e muito menos biblica.

O ato de derrubar poderes políticos denota que ele também seria um poder político.
Assim o 11° Chifre é um PODER RELIGIOSO + POLÍTICO, sendo símbolo da IGREJA CATÓLICA ROMANA.

Vejam que absurdas e infundadas essas afirmacoes. Em primeiro lugar, porque a Igreja Catolica e’ sim um forca religiosa, mas jamais falou nada contra Deus. Em Segundo, porque nao e’ e nunca foi um poder politico. A Igreja e’ o Corpo de Cristo, como diz Sao Paulo, ‘e o novo Povo de Deus. E’ a esposa imaculada de Cristo, pois o Senhor mesmo disse que estaria com os seus discipulos todos os dias ate o final dos tempos. E as palavras do Senhor sao absulamente verdadeiras.

Esse tipo de afirmacao demonstra o que e’ uma mentalidade de seita: ensina a afirmar coisas absurdas, sem fundamentos racionais, historicos ou biblicos, com a unica finalidade de gerar odio nas pessoas e divisao entre os cristaos. Esse tipo de afirmacao absurda e’ um atentado contra a fe’ de mais de 1 bilhao de pessoas em todo o mundo (coisa bem diferente das seitas, que sao sempre particulares e sempre estao em processo de auto-destruicao e separacao), uma acusacao injusta, gratuita, ofensiva, definitivamente contraria ao espirito cristao.

Nosso Senhor nos disse: “em isso conhecereis que sois meus discipulos, que os ameis uns aos outros”. Infelizmente, os dirigentes das seitas (de hoje e de toda a Historia) so procuram gerar odio e imcompreensoes entre os cristaos.

A História mostra que os Hérulos caíram em 493, os Vândalos em 498 e os Ostrogodos em 538. Em 538 o Imperador Justiniano declarou o Papado o líder das Igrejas Cristãs.

E’ dificil acreditar que estamos lendo uma besteira tao grande assim. O Imperador Justiniano, que era imperador do Oriente (o Imperio do Ocidente tinha caido em 476) teria declarado o Papado como lider das Igrejas Cristas! Quanto absurdo. Os mesmos autores desses textos (os senhores Adventistas do 7 dia) afirmam em outros que foi o Imperador Constantino que uniu o Cristianismo e deu origem ao Papado. Agora, eles apresentam Justiniano. Gostaria que esses senhores apresentasse o documento que Justiniano faz isso. Gostaria de saber tambem porque ele, que dirigia com maos de ferro a Igreja Bizantina, iria declara o Papa da Roma falida (politicamente) o lider do Cristianismo? Por que ele nao declararia ele mesmo (o Imperador) o lider da religiao crista?

A Igreja Católica não ensina os 10 mandamentos conforme estão em Exodo Capítulo 20. Ela apagou o segundo mandamento que proíbe o uso de imagens em cultos e o quarto mandamento que trata da guarda do sábado foi modificado para “guardar domingos e festas”.

Essa grande besteira ja foi rebatida varias vezes no nosso forum, mas nossos interlocutures, que nao sabem dialogar, continuam repetindo inutilmente o mesmo.

Ja respondemos claramente a essas afirmacoes absurdas aqui:
http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/questoes-disputadas-f7/dez-mandamentos-t747.htm?highlight=mandamentos

E se alguem tiver duvidas, pode conferir o Catecismo da Igreja Catolica, onde fala dos Mandamentos.
http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p3s1cap3_1949-2051_po.html#OS_DEZ_MANDAMENTOS__

Sobre a idolatria, por exemplo, nos diz o Catecismo:

A IDOLATRIA
2112. O primeiro mandamento condena o politeísmo. Exige do homem que não acredite em outros deuses além de Deus, que não venere outras divindades além da única. A Sagrada Escritura está constantemente a lembrar esta rejeição dos «ídolos, ouro e prata, obra das mãos do homem, que «têm boca e não falam, têm olhos e não vêem...». Estes ídolos vãos tornam vão o homem: «sejam como eles os que os fazem e quantos põem neles a sua confiança» (Sl 115, 4-5.8) (40). Deus, pelo contrário, é o «Deus vivo» (Js 3, 10) (41), que faz viver e intervém na história.
2113. A idolatria não diz respeito apenas aos falsos cultos do paganismo. Continua a ser uma tentação constante para a fé. Ela consiste em divinizar o que não é Deus. Há idolatria desde o momento em que o homem honra e reverencia uma criatura em lugar de Deus, quer se trate de deuses ou de demónios (por exemplo, o satanismo), do poder, do prazer, da raça, dos antepassados, do Estado, do dinheiro, etc., «Vós não podereis servir a Deus e ao dinheiro», diz Jesus (Mt 6, 24). Muitos mártires foram mortos por não adorarem «a Besta» (42), recusando-se mesmo a simularem-lhe o culto. A idolatria recusa o senhorio único de Deus; é, pois, incompatível com a comunhão divina (43).
E sobre as imagens diz o Catecismo:

IV. «Não farás para ti nenhuma imagem esculpida...»
2129. Esta imposição divina comportava a interdição de qualquer representação de Deus feita pela mão do homem. O Deuteronómio explica: «Tomai muito cuidado convosco, pois não vistes imagem alguma no dia em que o Senhor vos falou no Horeb do meio do fogo. Portanto, não vos deixeis corromper, fabricando para vós imagem esculpida» do quer que seja (Dt 4, 15-16). Quem Se revelou a Israel foi o Deus absolutamente transcendente. «Ele é tudo», mas, ao mesmo tempo, «está acima de todas as suas obras» (Sir 43, 27-28). Ele é «a própria fonte de toda a beleza criada» (Sb 13, 3).
2130. No entanto, já no Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens, que conduziriam simbolicamente à salvação pelo Verbo encarnado: por exemplo, a serpente de bronze (61) a arca da Aliança e os querubins (62).
2131. Com base no mistério do Verbo encarnado, o sétimo Concílio ecuménico, de Niceia (ano de 787) justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: dos de Cristo, e também dos da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Encarnando, o Filho de Deus inaugurou uma nova «economia» das imagens.
2132. O culto cristão das imagens não é contrário ao primeiro mandamento, que proíbe os ídolos. Com efeito, «a honra prestada a uma imagem remonta (63) ao modelo original» e «quem venera uma imagem venera nela a pessoa representada» (64). A honra prestada às santas imagens é uma «veneração respeitosa», e não uma adoração, que só a Deus se deve:
«O culto da religião não se dirige às imagens em si mesmas como realidades, mas olha-as sob o seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não se detém nela, mas orienta-se para a realidade de que ela é imagem» (65).


2) Ataca o calendário que Deus estabeleceu:
O profeta Daniel também diz que ele alteraria os tempos (Versão Almeida de Daniel 7:25) ou o calendário do mundo (Edição Pastoral Católica de Daniel 7:25). Novamente a profecia se mostrou infalível, afinal foi a Igreja Romana quem instituiu o calendário solar de 12 meses intercalados de 31, 30 dias, com a diferença no mês de fevereiro. Este calendário vai contra o calendário divino solar-lunar de Israel que trazia o mês fixo de 30 dias . Igualmente contagem do início do dia foi modificado do bíblico pôr do sol para a meia-noite, tornando mais difícil a obediência do quarto mandamento da lei de Deus (Exodo 20:8-11).
Sobre o calendario, temos ja um topico sobre esse tema e nao vamos comentar aqui essas afirmacoes absurdas:

http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/historia-da-igreja-f3/jesus-um-marco-historico-t289.htm

Continuaremos mais adiante, faltam alguns pontos para desmontar e depois falta apresentarmos uma interpretacao correta do que diz o livro de Daniel.

Um grande abraco e que Deus sempre os abencoe.
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Ter Set 28, 2010 8:37 pm

Padre, acredito que o senhor não entendeu. O estudo apresentado é tão sério, que seus autores reescreveram a história, pq a história que foi amplamente estudada e fundamentada em fatos históricos em documentos antigos, e passada através do boca a boca está errada, e eles tiveram essa iluminação não só para dar a verdadeira e única interepretação da sagrada escritura, mas também tiveram essa mesma inspiração para dizer o que de fato aconteceu na história, já que o que se estudou e tudo que se sabe está errado.

Nós não temos humildade para reconhecer que eles são os senhores da verdade tanto histórica quanto bíblica.

Miserere....

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Set 29, 2010 10:55 am

falamos a respeito de reinos que comandaram o mundo desde babilonia e não fomos nós que falamos mas a biblia. veja
Daniel 7 No primeiro ano de Belsazar, rei de babilônia, teve Daniel um sonho e visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas.

Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande.

E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.

O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem.

Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.

Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.

Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.

Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.

Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça como a pura lã; e seu trono era de chamas de fogo, e as suas rodas de fogo ardente.

Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões assistiam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros.

Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que o chifre proferia; estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo;

E, quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes prolongada a vida até certo espaço de tempo.

Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.

E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.

Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas.

Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.

Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.

Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava;

E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.

Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles.

Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.

Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.

E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.

Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim.

E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.

Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e mudou-se em mim o meu semblante; mas guardei o assunto no meu coração.
vcs não podem concordar com nada mesmo e até a história geral torcem, porque se concordarem precisaram deixar vossa religião
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Qua Set 29, 2010 11:48 am

CARACA! NÓS TORCEMOS A HISTÓRIA GERAL?????????????

sem comentários... não da pra dialogar.... não mesmo. Vc vem aqui com um pseudo estudo com fatos históricos deturpados, não cita as fontes, não diz qual historiador embasa sua versão da história e diz que somos nós???? Parei contigo... Pelo menos a "nossa versão" da história é fundamentada com historiadores que muitas vezes se dizem ateus. E a sua versão da história é confirmada por quem?

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Set 29, 2010 4:34 pm

Caro (a) "quemtembocadizaverdade",

Muito obrigado por voce ter colocado o texto de Daniel aqui. Dessa forma, ficara' evidente aos nossos leitores que esse texto esta' falando do Imperio Romano, das invasoes barbaras de Europa, que deram origem aos Estados Modernos. Tudo isso e' bem evidente no texto.

Grande abraco.
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Set 29, 2010 4:47 pm

Caros amigos,

Agora falando seriamente, em resumo, a interpretacao dada pelos sabios dessa seita somente pareceriam ter algo de verdade se fosse verdade que so existiram os Imperios que eles aqui citam, se fosse verdade que somente houve os povos barbaros que eles aqui citam e se, por fim, so' houvesse esses paises europeus que eles nesse estudo citam. Na verdade, eles se esquecem de um grande numero de paises europeus (Holanda, Belgica, Dinamarca, Suecia, Finlanda, Polonia, Croacia, etc. etc.)

No fundo, essa interpretacao e' uma interpretacao supersticiosa da Biblia, que ignora os conhecimentos historicos mais basicos e desrespeita seriamente a santidade dos textos biblicos.

Isso nos mostra duas coisas:

“Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.” (2 Pe 1, 20-21)
Nenhuma profecia é de interpretação pessoal. E quem e' que nos ensina como interpretar as Escrituras entao? As mesmas Escrituras Sagradas nos respondem:

“Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.” (1Tim 3, 15)
Entao, ou acreditaos nas Escrituras ou seremos enganados por qualquer falso profeta nos nossos dias. Alias, o proprio Sao Paulo nos alertava sobre isso:

“Porque virá tempos em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2Tm 4, 3-4).
E' dificil nao chamar a essa interpretacao que foi apresentada nesse topico de "fabulosa".

Por isso, gosto de lembrar sempre o que dizia Chesterton:
"A pior mentira e' a que mais se parece 'a verdade".

Grande abraco a todos.
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qui Set 30, 2010 7:48 am

é engraçado ver um padre falar de supertição. que igreja é mais superticiosa que a católica com seus milhares de santos, canonizados pelo papa, suas cabeças de ceras suas rezas suas penitencias querendo anular o sacrificio de Jesus
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qui Set 30, 2010 7:52 am

quanto a história é só pesquisar e ver que é isso mesmo. sou professora e estudei tudo isso em livros comuns. a humildade permite o trabalho do Espírito de Deus, mas a arrogância o expulsa. Jesus vos ama e muito. Abram o coração. Orem diretamente a ele em nome de Jesus como diz a bíblia . não precisa se penitenciar, o sacrifício perfeito é o de Cristo. Aceite isso e seja feliz. Jesus vê o coração sincero. peça a ele discernimento .
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Qui Set 30, 2010 9:15 am

Minha cara,
é por essa e outras razões que as pessoas não querem mais te responder. Peço desculpas pelo que vou falar, mas suas palavras são sempre carregadas de arrogância e presunção.

Você diz ter estudado e que a história é essa mesma. Pois bem, preciso lhe pedir que nos mostre qual historiador confirma essa sua história, pois como eu já disse, podemos citar vários que confirmam que a história é bem diferente dessa que você expõe aqui.

Outra questão é acusar a igreja de coisas que ela não faz. O que é superstição? você sabe o que significa isso? Mostre-nos, com documentos oficiais da igreja, aonde a igreja ensina ou faz menção de práticas supersticiosas. Mas tem que mostrar em documentos oficiais. Mostre-nos também em que lugar da doutrina católica é ensinado que as penitencias são uma forma de anular o sacrifício de Cristo, mais uma vez te digo, tem que ser com documentos oficiais da igreja, e não com achismos.

Você tem acusado sistematicamente a igreja católica de coisas que não fazem parte da sua doutrina, apesar de diversas formas nós dizermos isso, você simplesmente ignora. Adimiro seu conhecimento a respeito da sua crença adventista, mas tenho que dizer que você não conhece nada a respeito do catolicismo. Faz acusações que são uma verdadeira falácia a respeito da Igreja católica. Acusações de idolatria, sobre inquisição, sobre santos, sobre ser supersticioso e outros, com base em coisas que ouve falar ou lê em qualquer site e nem se quer procura saber se é esse o ensinamento da igreja.

Gostamos muito do debate e do diálogo quando esse vem respaldado e embasado. Quando citamos as fontes, porque isso é importante, não nos baseamos em achismos. Por essas e outras razões as pessoas tem evitado discutir ou dialogar com você. Eu mesmo a partir deste tópico vou me limitar a participar ou responder somente a questões que venham com o devido embasamento. Quando se referir a fatos ou assuntos já definidos, como a história, só vou participar caso as fontes sejam citadas para uma consulta e subsequente análise, caso contrário não terá sentido participar, já que será baseado naquilo que você acha ou ouviu falar.

Se essa é sua idéia de ser cristã, você precisa repensar, pois Cristo atraia as pessoas e não as afastava. Assim como os apostolos.

Permaneça em Deus. Paz, unção e música!!!

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Pe. Anderson em Ter Out 05, 2010 6:14 pm

Cara Eresa Cristina,

Sobre os dados historicos que nos apresentamos aqui e que voce julga estarem distorcidos, gostaria de te pedir que nos esclarecesse, quais sao esses dados:

a) Seria o fato de que existiram mais Imperios dos que os 4 que voce citou?
b) Seria o que nos afirmamos que existiram mais povos barbaros dos que voce afirmou?
c) Seria o fato de que existem mais de 10 paises europeus?
d) Seria o fato de que o Imperio Romano do Oriente so caiu no seculo XV?

Por favor, voce como professora, mostre-nos os nossos erros, pois estamos dispostos a justificar. Somente te pedimos que voce indique fontes confiaveis.

Uma segunda questao: eu disse que sua interpretacao do texto de Daniel 'e uma interpretacao supersticiosa e o disse por tres motivos.

Em primeiro lugar, que 'e uma supersticao: 'e, essencialmente atribuir poder quase divino ao que nao tem esse poder.

Nesse sentido, o seu texto 'e supersticiono porque atribui um valor quase magico aos numeros. Para faze-lo o autor desse texto nao se envergonha nem de negar ou de modificar os dados historicos mais conhecidos pela grande maioria das pessoas. Esse 'e o primeiro motivo;

O segundo: toda supersticao 'e um atentado contra a verdadeira fe. Seu texto comete esse atentado porque nao encontra nenhuma fundamentacao na Escritura, nenhum outro texto biblico que justifique essas interpretacoes fantasiosas. E um atentado tambem porque atribui valor magico aos numeros.

Em terceiro: toda supersticao e' um atentado contra a razao. Por exemplo, cre que uma pata de coelho da sorte, nao 'e somente um atentado contra a fe crista, mas tambem contra a razao. Como diz o ditado popular: "se ferradura desse sorte, o burro, que usa 4, não puxaria carroça..." O seu texto ofende 'a razao por distorcer a Historia e por usar raciocinios ridiculos, do tipo: "o fato de falar contra Deus indica que e' um poder religioso".

Nao nos leve a mal, mas no nosso forum somos movidos pelo amor a verdade e procuramos sempre esclarecer as coisas. Um grande abraco e que o Senhor sempre a abencoe.

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qui Abr 21, 2011 12:28 pm

é lógico que não existiram só esse simpérios padre afffff. estou citando os que representam as partes da estátua. afffff
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qui Abr 21, 2011 12:30 pm

eu nunca disseque as pernas da estátua não era o imp´´erio romano afff. estou querendo saber sobre os dez dedos... alias na vossa versão, quem são os dez dedos?
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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Binhokraus em Qui Abr 21, 2011 1:54 pm

e qual é o critério para um império ser o império que faz parte da estátua?

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Re: a historicidade confiável do livro de Daniel

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Qui Abr 21, 2011 7:54 pm

Amados irmãos,

Que a paz de Jesus esteja sempre nos nossos corações !!!

Do texto colado pela Sra. Erenice, estou transcrevendo a seguinte parte:

"3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28). Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas "cortes" por volta do 7º século a.C. Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais."

O autor do texto a que ela nos reporta contém um erro que aqui tento explicar da forma mais conveniente:

O livro de Daniel não foi escrito em duas línguas como afirma a professora Erenice. Na verdade, ele foi escrito em três línguas: hebraica, aramaica e grega, conforme aqui transcrevo: Hebraica: 1,1-2a. e 8-12; Aramaica: 2,4b-7,28; Grega: 3,24-90 e 13-14, sendo os textos gregos manifestamente acrescentados, e a divisão entre os textos hebraicos (lingua tradicional e acadêmica) e aramaicos (lingua diplomática e popular) correspondendo, de forma aproximada, à mudança de temas.

CONTINUO MAIS TARDE !!!

Um grande abraço a todos !!!


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