O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

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O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Pe. Anderson em Qua Nov 10, 2010 10:03 pm

O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Por vontade exclusiva do nosso Governo o povo brasileiro deve reconhecer que o direito à vida, garantido a todos pela Constituição Federal, está com seus dias contados. Podemos dizer que há uma data limite para que esse direito seja negado, injustificadamente, a todos às futuras gerações de brasileiros: 04/02/2011. Provavelmente, a partir dessa data, cada brasileiro que nascer deve ser considerado um sobrevivente, pois ficará privado de direitos e de proteção legal na fase mais débil da sua vida. Comprovamos a veracidade dessa trágica afirmação numa noticia recentemente publicada, no Diário Oficial da União. O Governo se decidiu a despenalizar o aborto no Brasil nos próximos meses[1].

Antes das eleições, quem dissesse que o Governo era favorável à despenalização do aborto era acusado de calúnia e de difamação. Grande parte dos meios de comunicação do nosso País repetiu insistentemente essa acusação. Diante dessa notícia fica difícil entender o sentido de tais acusações.

Quais são os motivos para que o governo brasileiro assuma tão seriamente o compromisso com a despenalização do aborto? Parece impossível responder a essa pergunta, mas analisemos o que poderia justificar tal posição do nosso governo.

A vontade popular? A despenalização do aborto no Brasil seria algo querido pela vontade popular? Parece-nos impossível afirmá-lo. No último dia 08 de outubro de 2010 o Instituto Datafolha realizou uma pesquisa em todo o País. O resultado foi que 71% da nossa população pensa que a lei do aborto deve continuar como está[2], enquanto que 11% da nossa população defende a ampliação das hipóteses em que a prática é permitida e apenas 7% apoia a descriminalização. O mais chamativo é o fato que em 1993 o índice das pessoas que diziam que a legislação deve continuar como está era de 54%, em 1997 era de 55% e em 2006 o índice era de 63%. Durante esse mês está sendo feita uma enquete na website do Senado Federal sobre o aborto dos anencéfalos. O resultado parcial mostra que mais de 70% dos que estão participando da mesma se declarara contrária à essa prática. O que tudo indica é que a rejeição ao aborto no nosso País cresce a cada ano e, parece que na mesma velocidade cresce o empenho do nosso Governo em despenalizá-lo.

Questão de saúde pública? Certamente há uma minoria que defende que o aborto deve ser despenalizado no Brasil e que deve ser tratado como questão de saúde pública. Quais são as bases que esses têm para tal afirmação? São as seguintes: a Federação Internacional de Planejamento familiar (IPPF) afirma que no Brasil existem cerca de 200.000 mulheres internadas todos os anos por complicações de aborto[3], sendo o número de morte bastante elevado. E a OMS diz que na América Latina ocorrem anualmente 3.700.000 abortos ilegais e 62.900 mulheres morrem em decorrência de complicações dos mesmos[4].

Mas são verdadeiros esses números? Em primeiro lugar devemos saber que essas duas instituições não possuem nenhum hospital no Brasil e nenhuma equipe que recolha dados estatísticos em hospitais brasileiros ou latino-americanos. Na verdade, os únicos dados científicos que temos são os dados do DATASUS[5]. Esses provêm de cada caso clínico no Brasil (já que o médico que atende é obrigado a marcar num relatório diário cada procedimento que ele realiza). Os últimos dados divulgados por esse organismo no Brasil são os de 2008 e mostram que naquele ano houve 117 mortes maternas por gravidez que terminaram em aborto. Nessas 117 mortes maternas estão incluídas as mortes por complicações de abortos espontâneos. Incluindo as mortes de mães que sofreram involuntariamente o aborto, seria menos de 0,02% dos dados da ONU para a América Latina (lembramos que em extensão e em população o Brasil representa 50% da América Latina). Alguns dizem que esses dados são subnotificados para evitar complicações legais, mas isso é uma mentira desavergonhada, pois nesses dados não se inclui a ficha clínica do paciente (nenhum dos seus dados é vinculado ao procedimento realizado). Tais dados são meramente estatísticos e não provas legais contra algum paciente. Portanto, só pode defender que o aborto é caso de saúde pública, quem defende dados manipulados e argumentos ilógicos[6].

Dados científicos? O argumento mais popular, que possui a pretensão de ser científico diz: o feto é parte do corpo da mulher e essa teria total autonomia para decidir sobre o próprio corpo.

Evidentemente é falso afirmar que o feto faz parte do corpo da mãe, assim como afirmar o direito dessa eliminar uma vida inocente e desprotegida. Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela. Biologicamente, o ser que está no seio da mãe é um novo ser. O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; sua estrutura genética é a de um ser “humano”, com um genoma humano próprio e não é um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo; e, se for protegido de doenças e violência, se desenvolve até o estágio maduro[7].

Perseguição às mulheres que sofrem? Outro tipo de argumentação dada pelos que pretendem justificar a despenalização do aborto no Brasil é que a atual Lei representa uma forma de perseguição à mulher; dizem (e com razão) que nenhuma mulher pretende realmente fazer o aborto, e quando o faz, essa necessita de ajuda e não de uma punição por parte do Estado.

A isso respondemos que é lógico que quem pensa que a lei do aborto deve continuar como está não tem em mente perseguir nenhuma mulher que está sofrendo. Na prática, nenhuma mulher é enviada à prisão por ter cometido um aborto no Brasil e è claro que ninguém está defendendo isso. O motivo pelo qual o aborto deve continuar sendo considerado um crime é porque somente assim o valor incondicional da vida humana é afirmado, em todos os seus estágios e é protegido contra todo tipo de manipulação e ameaça. Manter legalmente a pena ao aborto significa continuar afirmando a maldade intrínseca de tal ato, (o seu caráter de reprovável socialmente) e o valor absoluto da vida humana. Sabemos bem que as leis tem uma função pedagógica nas sociedades. Antes de dizer o que deve ser permitido ou proibido, as leis promovem e defendem bens e valores, indispensáveis à construção de uma sociedade justa. Manter o aborto como crime (e não aceitá-lo como direito) significa defender a vida humana, toda vida (especialmente dos seres mais indefesos que existem), em todas suas fases e não constitui, absolutamente, uma forma de perseguição contra as mulheres que sofrem.

Na verdade sabemos bem que o que as mulheres brasileiras realmente desejam do Estado é apoio para que possam constituir suas famílias com tranquilidade. Essas necessitam de leis trabalhistas dignas, que as possibilitam de cumprir sua missão de cidadãs e de mães de família com responsabilidade e justiça. Essas requerem ajudas adequadas (financeiras e legislativas) ao Estado; é função do Estado promover a natalidade responsável e não incluir um elemento de violência e destruição na instituição familiar.

Qual será, pois, a justificação para que o Governo se apresse em despenalizar o aborto no Brasil? Seguramente nenhuma. Não é um desejo da sociedade brasileira, que tem sempre uma grande alegria diante da vida e da instituição familiar. Se o Governo aprovar tal despenalização será certamente uma atitude anti-democrática, uma medida que contraria frontalmente a vontade da imensa maioria do nosso povo, que trairia a confiança depositada pelos brasileiros nos que foram eleitos, democraticamente, pelo mesmo povo. Não há nenhuma justificação para tal atitude. Essa decisão não seria baseada em dados científicos, estatísticos, jurídicos e não representaria, de fato, uma reinvindicação social. Evidentemente essa medida pode ser afirmada somente pelo autoritarismo e pelo abuso de poder, constituindo assim uma verdadeira ofensa à democracia e ao bem comum.

E o que poderia fazer o povo brasileiro para mostrar sua rejeição ao aborto? Certamente o mesmo que foi feito com a Projeto de Lei “Ficha Limpa”. O povo brasileiro pode e deve continuar mostrando seu amor pela vida e pela participação democrática através de um abaixo assinado em favor do “Estatuto do Nascituro”, projeto de Lei do deputado Luiz Bassuma[8], que prevê a defesa da vida em todas as suas fases, segundo o dito na nossa Constituição[9] e nosso Código Penal[10]. Ou podemos promover um projeto de Lei, por iniciativa popular, que defenda a vida humana contra toda forma de violência e agressão em todas as suas fases. Esse projeto deveria deixar claro a rejeição ao aborto e à eutanásia no nosso País, assim como é da vontade popular.

Portanto, confiando na vontade do nosso Governo de trabalhar para construir um Brasil melhor para todos, que se comprometa em solidificar a democracia e a participação popular, esperamos que nosso Governo escute a voz dos seus eleitores, trabalhe pela defesa e promoção da vida e desista de promover a despenalização do aborto no nosso País.

Anderson Machado

[1] No seguinte link pode ser consultado essa notícia: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010
[2] O mesmo índice foi obtido entre os eleitores dos três principais candidatos à Presidência do nosso País, no primeiro turno. Isso demonstra que essa questão não é uma questão partidária, mas é comum à toda população do Brasil.
[3] http://www.ippf.org/en/News/Intl+news/Brazil+legislators+reject+abortion+reform.htm
[4] http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789241546669_3_eng.pdf nesse link estão os dados da OMS sobre morte materna em decorrência de aborto “não seguro” (evidentemente o adjetivo “seguro” não se aplica às crianças, nesses casos). Os dados do Brasil estão juntos com os da América Latina (3.700.000 abortos “não seguros” anuais e 62.900 mortes maternas em decorrência dos mesmos).
[5] Os dados oficiais do DATASUS podem ser conferidos no seguinte link:
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?simp/cnv/matuf.def
[6] Um argumento muito comum a favor do aborto é o seguinte: “há muitas mulheres que recorrem ao aborto no nosso País de modo irregular, correndo grande risco de vida. Permitir que isso continue ocorrendo é uma grande hipocrisia. Essas devem ser protegidas; o Estado deve dar as mesmas as condições apropriadas para que possam ‘abortar’ sem correr perigo de vida”. A isso podemos responder que: no nosso País é considerável o número de pessoas que alguma vez na vida já ingeriu bebida alcoólica antes de dirigir, (embora haja a explícita proibição do nosso Código de Trânsito), assim como é alto o número de pessoas que tenha experimentado alguma vez determinada droga. Esses fatos não tornam “hipócritas” as nossas Leis de Trânsito ou nossas leis de combate às drogas. Ao mesmo tempo, o fato de que essas infrações sejam frequentes, não fazem as mesmas ações se tornarem “boas” ou socialmente aceitáveis ou um direito dos cidadãos. No caso do aborto, o fato de o fato de que haja muitas pessoas que recorram ao mesmo (fato que deveria ser demonstrado e não suposto) não faria lícito o ato de eliminar uma vida humana inocente (não faria lícito o “homicídio uterino”, como diz nosso Código Civil), não tornaria “hipócritas” nossas leis que defendem a vida e não constituiria um “direito” verdadeiro.
[7] Não é necessário lembrar que todos nós passamos por esse estágio antes do nosso nascimento e, certamente, estamos muito agradecidos pelo fato de que tivemos o direito à vida reconhecido naquela época da nossa vida.
[8] Para conhecer o Projeto: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=345103
[9] “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.”
[10] Código Penal Artigo 2º: "A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro". Esse Código define o aborto como “homicídio uterino”.

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Julio em Qui Nov 11, 2010 10:52 am

Padre Anderson,

Outra iniciativa que pode ser tomada é o direito de respostas iguais em todos os meios de comunicação, pois a mídia é um grande formador de opinião e já vi muitas vezes debates abordando questões de moral, sobretudo o aborto, com uma desvantagem tremenda, por exemplo: No programa CQC do dia 18/10 rolou uma reportagem sobre o aborto, foram entrevistadas uma 5 pessoas, a maioria eram à favor do aborto e o único que argumentou à favor da vida foi o pastor Silas Malafaia. Vejam que no programa deram muito tempo para os pró aborto e deixaram o pastor em desvantagem, confiram: http://www.youtube.com/watch?v=4Jn11yrh0ds

Já vi muitos programas sensacionalistas e muitas reportagens tomando a mesma atitude e isso me preocupa, sobretudo se futuramente houver um plebiscito relacionado ao tema aborto, creio que sairemos em desvantagem, pois a mídia pode bombardear o povo com informações falsas e teremos pouco espaço e tempo para defender os sem voz e sem vez.

Li um livro do professor Felipe Aquino, Aborto Nunca, no livro é possível ver o testemunho do Dr. Bernard Nathanson que em 1969 foi um dos fundadores do NADAL, que hoje é a liga nacional do direito ao aborto nos EUA. O Dr. Bernard relata que a clínica que ele dirigiu fez mais de sessenta mil abortos, mas assim que se iniciou o estudo da fetologia, ele constatou que a vida humana começa na fecundação e imediatamente parou de praticar o aborto, o doutor começou um processo de reparar o mal que causou com grandes campanhas contra o aborto.

As estratégias de marketing que os pró aborto utilizam para conquistarem a opinião pública e a aprovação das leis à favor do aborto, segundo relatos do Dr. Bernard Nathanson, incluem: a tática de ganhar a simpatia dos meios de comunicação. Vejam o que diz o doutor: “Nós persuadimos os meios de comunicação que a causa de permitir o aborto era uma causa liberal, esclarecida, sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa fiável fosse feita, nós seríamos derrotados, nós simplesmente fabricamos resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos aos meios de comunicação que tínhamos feito pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto. Esta é a táctica da mentira auto-satisfatória. Poucas pessoas gostam de fazer parte da minoria” [i]No livro o Dr. Bernard Nathanson também fala de outras duas táticas utilizadas para conquistar a opinião pública, [/i]atacar o Catolicismo e suprimir toda evidência de que a vida se inicia na concepção. Confira o testemunho completo dele:
http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc45845

A idéia que eu sugiro está relacionada aos meios de comunicação, mas vejo que é muito difícil de ser aplicada, pois pode ferir o direito de liberdade de imprensa. Não sei se é possível, mas acho que seria interessante um projeto de lei que visa dar direitos iguais de resposta e tempo, em qualquer veículo de comunicação, quando o assunto a ser tratado estiver relacionado a questões morais.

Nem sei se existe alguma lei neste sentido, mas acho muito injusto a mídia dar destaque a pessoas favoráveis ao aborto e quando coloca alguém para defender, ou convida um que não conhece nada do assunto ou envia pessoas que se dizem católicas para denegrir a imagem da igreja, uma prova disso é a matéria do CQC, lá a igreja era “representada” pelas católicas pelo direito de decidir, um grupo de feministas que utilizam o nome “católicas” para enganar as pessoas.

O que acha?

Paz e bem!

Julio

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Pe. Anderson em Seg Nov 22, 2010 9:25 am

Caro Júlio,

Como vai? Muito boa a sua participaçao. Creio que seria ótimo o direito de respostas nos meios de comunicaçao, mas creio que essa é uma medida somente defensiva. Creio que devemos ter mais audácia. Em vez de somente nos defender nos meios, temos que usá-los com mais criatividade, em maneira de transmitir nosso doutrina crista e uma proposta saudável de sociedade antes que nos ataquem.

Eu sinceramente creio que a Igreja tem um grande problema. Estou estudando aqui em Roma e vejo que a Igreja tem respostas a tudo, inclusive aos ataques que nos fazem diariamente. O problema da Igreja é que essas respostas ficam somente no meio acadêmico, nas Universidades Católicas (e nao em todas elas) e nao chega aos fiéis, às paróquias. Esse é o problema, somente vamos aos meios de comunicaçao para nos defender e nao para propor nada.

Pensamos no seguinte exemplo. Foi estudado nos últimos anos muitíssimo o caso Galileu. Hoje temos todos os documentos publicados, sabemos o que ocorreu no caso dele perfeitamente e nao vemos que nao ocorreu nada de extraordinário com ele. O problema é que ninguem sabe disso.

Nós nao poderiamos transformar o que sabemos, no ambito cientifico, do caso Galileu em videos, de forma à chegar aos jovens nas paróquias, nas escolas? Tem gente que nao para de repetir que ele morreu na fogueira, quando a verdade foi que ele morreu de morte natural com 76 anos!

Esse é só um exemplo, tanto poderia ser feito, mas faltam pessoas disponíveis a trabalhar nesse tipo de idéia. Evidentemente, há muitas pessoas ótimas fazendo um extraordinário trabalho na Igreja em todo o mundo, o problema é que, quase sempre, fazem de maneira isolada, num mundo dominado pela comunicaçao. Entende o problema?

Deixo essas idéias para nossa reflexao e, quem sabe, para que possam nascer projetos de açao, no futuro.

Como dizia C.S. Lewis: "Todas as grandes coisas feitas na História iniciaram como uma brincadeira entre amigos."

Grande abraço.

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Binhokraus em Seg Nov 22, 2010 11:01 am

Eu topo fazermos projetos de divulgação em massa.... criando vídeos e tudo mais...

Eu penso que para entrar na mídia, primeiro tem que ter o interesse público, então, nada melhor do que começar com o youtube.

Poderiamos criar um canal no youtube, com uma proposta semelhante a esta do fórum. Aonde, cada um de nós, podia criar um material audiovisual, com explicações a respeito de pontos polemicos.
Porém, se fizermos isso de uma forma formal, ficara chato, e cairemos no mesmo problema de só o povo da igreja acessar esse material.

Por isso minha sugestão é que se faça uma força tarefa dividindo em equipes. Um cria o texto, com os arggumentos e tudo, outros ficam reponsáveis pela produção do vídeo com as idéias de como fazer com que o vídeo seja atraente, seja com charges ou em forma de teatro, ou o stand up comedy, sei lá... e outros ainda pela gravação desse material.... só precisamos de pessoas com tempo suficiente para se dedicar. Meu tempo é limitado, mas estou muito disposto a doar o pouco que me sobra para essa causa...

fica ai minha sugestão....

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Julio em Seg Nov 22, 2010 12:03 pm

Assim que li o texto do Padre Anderson, enviei para um amigo jornalista que é responsável pela revista do espiritismo, uma publicação da editora que eu trabalho. Sugeri a ele uma matéria sobre este tema antes do natal, ele achou muito interessante, mas como a edição já estava fechada ele ficou de criar uma matéria para a 6ª edição da revista. Como a revista é bimestral a 6ª edição só vai sair em fevereiro.

A idéia do Binho em criar uma força tarefa, que está dentro dos projetos de ação sugeridas pelo Padre Anderson, é muito boa.

Gostaria de sugerir uma equipe de assessoria de imprensa, assim poderíamos criar algumas estratégias para impactar o público com a Verdade. "MEU POVO SE PERDE POR FALTA DE CONHECIMENTO". Oséias 4,6

Da mesma forma que encaminhei o texto para meu amigo jornalista, o pessoal responsável pela assessoria de imprensa poderia enviar artigos e criar matérias para os meios de comunicação.

Para ajudar a refletir. São ações estratégicas da Assessoria de Imprensa:


  • Divulgar as atividades da instituição a seus públicos-alvos através de uma publicação estratégica dirigida (boletim, jornal, informativo e/ou revista)
  • Contatos com as emissoras de rádio e televisão para sugestão de entrevistas com representantes da instituição e possíveis participações em programas
  • Inserir a instituição no mailling dos veículos de comunicação como fonte de informação
  • Organização de entrevistas coletivas, com a convocação de toda a imprensa local e sucursais instaladas na cidade
  • Ações especiais de comunicação, de acordo com a atividades e necessidades da instituição
  • Desenvolvimento de projeto gráfico e editorial para publicações institucionais
  • Coleta, arquivo e montagem de clipping para fornecer ao cliente o material publicado na imprensa escrita ou divulgado em emissoras de rádio e TV de interesse do assessorado

Vamos amadurecer esta idéia!

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Binhokraus em Seg Nov 22, 2010 12:46 pm

Talvez seja a hora de o nosso fórum dar uma passo além e mais audacioso...

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Pe. Anderson em Qui Nov 25, 2010 4:20 pm

Caros amigos,

Desculpa por nao ter respondido aqui antes, mas estava envolvido em outras batalhas.

Sobre as idéias aqui apresentadas, só posso dizer que sao muito boas e com certeza, podemos fazer mais. Eu gostaria muito de ajudá-los na diocese, bem de perto, mas tenho o problema de estar mais de 10.000 kms de distancia de Petrópolis e creio que por algum tempo.

Mas muito pode ser feito na nossa diocese (trabalho que pode ser extendido a outros lugares, de acordo com a colaboraçao de amigos). Em Petrópolis tem um padre, que estudou aqui comigo, estudou exatamente a Faculdade de "Comunicaçao Institucional", que é a Faculdade de Comunicaçoes da Igreja, aqui em Roma. Esse padre é o pe Alexandre, que é o Vigário da Catedral. Todos esses pontos que eu sugiro aqui, já conversei com ele antes e ele está de acordo com tudo isso, a única coisa que falta sao pessoas (leigos comprometidos e dispostos a dedicar um pouco do seu tempo) dispostas a ajudar. Muito pode ser feito. O pe Alexandre está fazendo muito. Agora a diocese tem até mesmo programa na Televisao da Cidade (dirigido pelo pe Brandao). Mas muito poderia ser feito ainda.

Eu tenho muitas idéias de açao e estou disposto a colaborar, ainda que materialmente distante.

http://www.tvvilaimperial.com.br/ver_sinopse.php?id=14

Idéias de açao tenho muitas. Posso expor mais adiante.

Por hora, se alguem está mesmo disposto a ajudar, entre em contato com o pe Alexandre, muito pode ser feito. E se voces pensam que tem muitos trabalhos, nao se preocupem, sempre trabalhamos muito quando temos muita resposabilidades e Deus sempre multiplica nosso tempo. Como diz um amigo meu: "se voce quer que algo seja feito, peça a alguem que tem muito trabalho, pois é esse que certamente o fará. Quando pedimos a quem tem muito livre, ou esse nao faz, ou o faz com atraso."

Grande abraço a todos.

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Re: O DIREITO À VIDA NO BRASIL ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS.

Mensagem por Binhokraus em Qui Nov 25, 2010 7:40 pm

Fico muito contente em saber disso tudo Pe. Muito mesmo!!! Porém como o senhor, eu também estou materialmente longe, pois estou morando em Brasília para fazer o meu mestrado em Ecologia. Peço a oração de todos por essa intenção. Mas também, mesmo a distância quero colaborar com tudo que for possível. Por isso deixo aqui registrado a minha disponibilidade em fazer com que as idéias saiam do papel e comecem a se tornar realidade, mesmo estando a distancia.

Abraços a todos, e sigo em oração por essas idéias.

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