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Mensagem por quemtembocadizaverdade em Sab Mar 05, 2011 3:37 pm

hj na igreja um rapaz apressentou um artigo. gostaria de saber da vossa versão, por favor.
Papa reivindica domingo como o “dia do Senhor”

O papa Bento XVI reivindicou este domingo como o “dia do Senhor”, denunciou que este dia se transformou em “fim de semana” na sociedade ocidental, e disse que, embora o tempo livre seja necessário, “se não tiver um centro, que é o encontro com Deus, acaba sendo um tempo perdido”.

Bento XVI fez essa declaração na homilia da missa celebrada na Catedral de São Estevão, em Viena. Milhares de pessoas – cerca de 15 mil, segundo a polícia – participaram da cerimônia, a maioria da praça e das ruas adjacentes, sob uma incessante chuva.

O Pontífice começou a homilia lembrando a frase dos primeiros cristãos: sine dominicano non possumus (“sem o dia do Senhor, não podemos viver”). Bento XVI afirmou que as palavras continuam em vigor, já que o homem precisa de um “centro, uma ordem interna e uma relação com Aquele que sustenta nossa vida”.

Segundo o Papa, sem isso a vida está vazia, pois o domingo não é só um dia de preceito para os cristãos, mas uma necessidade. Bento XVI, que durante sua estada na Áustria falou dos problemas que afetam a sociedade ocidental, acrescentou hoje que a “vida desvairada” de hoje “não dá tranqüilidade às pessoas” e acaba “perdida”.


“Em nossa sociedade ocidental, o domingo se transformou em fim de semana, em tempo livre. O tempo livre, especialmente com a pressa com que se vive, é certamente uma coisa necessária”, disse. No entanto, “se esse tempo não tem um centro interior, do qual saia uma orientação, acaba por ser um tempo perdido, que não nos reforça nem nos muda”, acrescentou.

O Papa disse que o domingo tem que ser um dia de gratidão e de alegria pela criação e que, na época atual, “na qual as intervenções do homem colocam o mundo em perigo”, é necessário mais do que nunca dar dimensão a esse dia da semana.

Um dia antes dessas advertências sobre as intervenções do homem na natureza, Bento XVI tinha afirmado, no santuário de Mariazell, 150 km a sudeste de Viena, que, se o homem não distinguir a verdade, a ciência pode destruir o mundo.

O Papa visitou Mariazell na festa da natividade de Nossa Senhora (8 de setembro), e hoje, em homenagem à Virgem, a música que acompanhou o ofício na catedral de São Estevão foi a “Missa Cellensis”, composta por Joseph Haydn em 1782, em homenagem a Maria.

Participaram da missa representantes da Aliança para o Domingo, grupo que procura fazer com que o dia seja reconhecido na Áustria como dia de repouso. Bento XVI deu pessoalmente a comunhão a vários fiéis.

Após a missa, o Pontífice saiu à praça da catedral, onde foi recebido com aplausos e cartazes pelos presentes, aos quais disse que tinha escrito uma oração à Virgem de Mariazell. O Papa recebeu um grupo de crianças, membros da Pontifícia Obra da Infância Missionária, agradecendo por seu trabalho e lhes entregando uma carta.

Bento XVI, que no sábado denunciou os casos de meninos-soldado, destacou em sua carta que há crianças que ainda não conhecem Cristo e que, “infelizmente, há outros muitos privados do necessário para viver, como comida, cuidados médicos e educação”.

Em seguida, o Pontífice rezou o Ângelus na praça da catedral, onde ressaltou que o rito desenvolvido com o “devido decoro” ajuda os fiéis a se conscientizarem da imensa grandeza de Deus, e pediu que os presentes estendam pelo mundo a “doação do domingo”.

Concluída a celebração, o Papa retornou ao palácio arcebispal, onde repousará antes de visitar ainda hoje a abadia de Heiligenkreusz, a mais antiga do mundo, localizada nos arredores de Viena. Depois, o Papa se reunirá com voluntários e, mais tarde, voltará a Roma.

Se no sábado o centro da peregrinação de Bento XVI foi o santuário de Mariazell, hoje foi a catedral de São Estevão, considerada a igreja gótica mais bonita da Áustria, construída no início do século XII.

Destruída por um incêndio em 1258, foi reconstruída no formato de cruz latina e tem 136 m de altura. Em uma das torres da fachada, está o grande sino chamado Pummerin, de 21 t, fundido em 1711 com o bronze dos canhões tomados dos
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Mensagem por Pe. Anderson em Sab Mar 19, 2011 12:32 pm

Cara Erenice,

Como vai? Tudo bem com voce? Saiba que continuo rezando por voce.

Sobre o que voce diz aqui, acho muito interessante que uma pessoa da sua Igreja tenha levado esse texto que voce citou na sua Igreja. Alegra-me muito ver esse tipo de atitude, tanto a do seu amigo, quanto a sua, que nos apresenta essa pergunta aqui. Tudo isso parece-me demonstrar uma busca sincera pela verdade.

Creio que para responder a sua questao, o melhor seria lermos tudo o que o Papa disse naquele dia, naquela maravilhosa visita que ele fez à Austria. Coloco aqui a sua homilia toda e depois que nós a tivermos lido, podemos comentar o seu conteúdo.


HOMILIA DO SANTO PADRE
NA SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
NA CATEDRAL DE SANTO ESTÊVÃO

Viena, 9 de Setembro de 2007

Queridos irmãos e irmãs!

"Sine dominico non possumus!". Sem o dom do Senhor, sem o Dia do Senhor não podemos viver: responderam alguns cristãos em Abitínia, actual Tunísia, no ano de 304 quando, surpreendidos durante a Celebração eucarística dominical, que era proibida, foram levados diante do juiz e interrogados porque tinham realizado de domingo a função religiosa cristã, mesmo sabendo que o facto era punido com a morte. "Sine dominico non possumus". Na palavra dominicum/dominico estão entrelaçados indissoluvelmente dois significados, cuja unidade devemos aprender a perceber. Há, antes de tudo, o dom do Senhor este dom é Ele mesmo: o Ressuscitado, de cujo contacto e proximidade os cristãos têm necessidade para ser eles mesmos.

Contudo, não é somente um contacto espiritual, interno, subjectivo: o encontro com o Senhor se inscreve no tempo através de um dia estabelecido. E deste modo se inscreve na nossa existência concreta, corpórea e comunitária, que é temporalidade. Dá ao nosso tempo, e portanto à nossa vida no seu conjunto, um centro, uma ordem interior. Para aqueles cristãos a Celebração eucarística dominical não era um preceito mas uma necessidade interior. Sem Ele que sustenta a nossa vida, a própria vida é vazia. Deixar ou trair este centro tiraria à vida o seu fundamento, a sua dignidade interior e a sua beleza.

Esta atitude dos cristãos de então tem relevância também para nós, cristãos de hoje? Sim, vale também para nós, que precisamos de uma relação que nos apoie e dê orientação e conteúdo à nossa vida. Também nós necessitamos do contacto com o Ressuscitado, que nos sustenta até depois da morte. Precisamos deste encontro que nos reúne, que nos doa um espaço de liberdade, que nos faz olhar para além do activismo da vida quotidiana em direcção do amor criador de Deus, do qual provimos e para o qual estamos a caminho.

Todavia, se prestarmos atenção agora à hodierna passagem evangélica, ao Senhor que nos fala através dela, nos assustaremos. "Quem não renuncia às suas propriedades e não deixa também os vínculos familiares, não pode ser meu discípulo". Quereríamos objectar: mas o que estais a dizer, Senhor? Porventura o mundo não tem necessidade da família? Não tem por acaso necessidade do amor paterno e materno, do amor entre pais e filhos, entre homem e mulher? Não precisamos do amor da vida, da alegria de viver? E não são necessárias também pessoas que investem nos bens deste mundo e edifiquem a terra que nos foi dada de maneira que todos possam ter parte nos seus dons? Não nos foi confiada também a tarefa de prover ao desenvolvimento da terra e dos seus bens? Se escutarmos melhor o Senhor e, sobretudo, escutá-lo no conjunto de tudo o que Ele nos diz, então compreenderemos que Jesus não exige de todos a mesma coisa. Cada um tem a sua tarefa pessoal e o tipo de seguimento projectado por Ele.

No Evangelho de hoje Jesus fala directamente do que não é tarefa de muitos que o seguiam na peregrinação para Jerusalém, mas que é chamada específica dos Doze. Eles devem, antes de mais, superar o escândalo da Cruz e depois estar prontos a deixar deveras tudo e aceitar a missão aparentemente absurda de ir até aos confins da terra e, com a sua escassa cultura, anunciar a um mundo repleto de suposta erudição e de formação fictícia ou verdadeira como também em particular aos pobres e aos simples o Evangelho de Jesus Cristo. Devem estar prontos, no seu caminho na vastidão do mundo, para sofrer em primeira pessoa o martírio, para testemunhar o Evangelho do Senhor crucificado e ressuscitado. Se a palavra de Jesus nesta peregrinação a Jerusalém, na qual uma grande multidão o acompanha, é dirigida antes de tudo aos Doze, a sua chamada naturalmente, além do momento histórico, alcança todos os séculos. Em todos os tempos Ele chama algumas pessoas para contar exclusivamente com Ele, para deixar todo o resto e estar totalmente à sua disposição e, desse modo, à disposição dos outros: para criar um oásis de amor abnegado num mundo no qual muito frequentemente parecem valer só o poder e o dinheiro. Damos graças ao Senhor, porque em todos os séculos nos doou homens e mulheres que por amor a Ele deixaram tudo, tornando-se sinais luminosos do seu amor! Basta pensar em pessoas como Bento e Escolástica, Francisco e Clara de Assis, Isabel da Turíngia e Edvige da Silésia, Inácio de Loyola, Teresa d'Ávila, Madre Teresa de Calcutá e Padre Pio! Estas pessoas, com a sua vida inteira, foram uma interpretação da palavra de Jesus, que neles se torna próxima e compreensiva para nós. E rezemos ao Senhor para que também no nosso tempo conceda a muitas pessoas a coragem de deixar tudo, para estar à disposição de todos.

Contudo, se nos dedicarmos agora novamente ao Evangelho, podemos perceber que o Senhor não fala somente de alguns poucos e da sua tarefa particular; o fulcro do que Ele quer vale para todos. Do que se trata em última análise, exprime-o outra vez assim: "Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a própria vida por minha causa, salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, perdendo-se ou condenando-se a si mesmo?" (Lc 9, 24s.). Quem quiser somente possuir a própria vida, tomá-la só para si mesmo, perdê-la-á. Somente quem se doa recebe a sua vida. Por outras palavras: somente aquele que ama encontra a vida. E o amor requer sempre o sair de si mesmo, requer sempre deixar-se a si mesmo. Quem volta atrás para procurar a si mesmo e quer ter o outro somente para si, perde assim a si mesmo e ao outro. Sem este mais profundo perder-se a si mesmo não há vida. O irrequieto desejo de vida que actuamente não dá paz aos homens acaba no vazio da vida perdida: "Quem perder a própria vida por minha causa...", diz o Senhor: um deixar-se a si mesmo do modo mais radical é possível somente se com isto no final não caímos no vazio, mas nas mãos do Amor eterno. Apenas o amor de Deus, que se perdeu a si mesmo por nós, entregando-se por nós, torna possível que também nós nos tornarmos livres, não nos preocuparmos e, dessa maneira, encontrarmos deveras a vida. Este é o centro do que o Senhor nos quer comunicar no trecho evangélico aparentemente tão severo deste Domingo. Com a sua palavra Ele dá-nos a certeza de que podemos contar com o seu amor, o amor de Deus feito homem. Reconhecer isto é a sabedoria da qual nos falou a primeira leitura. De facto, vale também aqui que todo o saber do mundo não serve se não aprendermos a viver, se não compreendermos o que conta verdeiramente na vida.

"Sine dominico non possumus!". Sem o Senhor e o dia que lhe pertence não se realiza uma vida completa. O Domingo, nas nossas sociedades ocidentais, transformou-se num fim-de-semana, em tempo livre. Especialmente na pressa do mundo moderno, o tempo livre é algo bom e necessário; cada um de nós o sabe. Mas se o tempo livre não tem um centro interior, do qual provém uma orientação para o todo, acaba por ser um tempo vazio que não nos reforça nem recria. O tempo livre necessita de um centro o encontro com Aquele que é a nossa origem e a nossa meta. O meu grande predecessor na sede episcopal de München und Freising, o Cardeal Faulhaber, expressou-se assim certa vez: "Dá r alma o seu Domingo, dá ao Domingo a sua alma".

Exactamente porque no Domingo se trata em profundidade do encontro, na Palavra e no Sacramento, com Cristo ressuscitado, a luz desse dia abraça a inteira realidade. Os primeiros cristãos celebraram o primeiro dia da semana como Dia do Senhor, pois era o dia da ressurreição. Mas muito cedo a Igreja tomou consciência também do facto de que o primeiro dia da semana é o da manha da criação, o dia no qual Deus disse: "Faça-se a luz!" (Gn 1, 3). Por isso o Domingo na Igreja é também a festa semanal da criação festa da gratidão e da alegria pela criação de Deus. Numa época em que por causa das nossas intervenções humanas, a criação parece estar exposta a múltiplos perigos, deveríamos acolher conscientemente também esta dimensão do Domingo. Para a Igreja primitiva, o primeiro dia depois assimilou progressivamente a herança do sétimo dia, do sabbat. Participamos no repouso de Deus, um repouso que abraça todos os homens. Assim percebemos neste dia algo da liberdade e da igualdade de todas as criaturas de Deus.

Na oração deste Domingo recordemos sobretudo que Deus, mediante o seu Filho, nos redimiu e adoptou como filhos amados. Depois, peçamos que olhe com benevolência para os crentes em Cristo e nos conceda a verdadeira liberdade e a vida eterna. Peçamos pelo olhar de bondade de Deus.

Nós mesmos temos necessidade deste olhar de bondade, para além do Domingo, até r vida de todos os dias. Ao pedir sabemos que este olhar já nos foi doado, aliás, sabemos que Deus nos adoptou como filhos, nos escutou verdadeiramente na comunhão consigo mesmo. Ser filho significa sabia-o muito bem a Igreja primitiva ser uma pessoa livre, não um servo, mas uma pessoa pertencente pessoalmente r família. E significa ser herdeiro. Se nós pertencemos àquele Deus que é o poder sobre todos os poderes, então não temos medo e somos livres, e somos herdeiros. A herança que Ele nos deixou é Ele mesmo, o seu Amor. Sim, Senhor, faz com que esta consciência nos penetre profundamente na alma e que possamos sentir assim a alegria dos redimidos. Amém.

Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/homilies/2007/documents/hf_ben-xvi_hom_20070909_wien_po.html

Grande abraço, cara Erenice, e que o Senhor sempre a abençoe.
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Mensagem por quemtembocadizaverdade em Sab Mar 19, 2011 7:16 pm

Tem algo de errado padre dedicar o sábado ao Senhor, em vez do domimgo?
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Mensagem por Binhokraus em Sab Mar 19, 2011 7:30 pm

Desculpe-me minha cara, mas aonde está escrito isso no texto?
Se a senhora faz referência a esta passagem aqui: "Para a Igreja primitiva, o primeiro dia depois assimilou progressivamente a herança do sétimo dia, do sabbat. " pois foi a unica que eu encontrei que faz referencia ao sábado, começo a pensar que a senhora tem sérios problemas de interpretação de textos.

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Mensagem por Pe. Anderson em Dom Mar 20, 2011 4:28 pm

Cara Erenice,

Eu sinceramente penso que o ideal seria que tivéssemos a capacidade de dedicar o sábado e o domingo ao Senhor (hehehe). Certamente, no Céu, nao haverá semana e todos os dias serao um só presente, e nao haverá esse tipo de discussao. Esperemos esse dia eterno, esse "sabat" eterno, que Deus preparou para mim.

Na prática, no mundo atual, muitos cristaos querem dedicar o domingo ao Senhor e nao podem, por motivos de trabalho, sao impossibilitados. Quando esses me vem perguntar eu digo que devem entao dedicar outro dia da semana ao Senhor, aquele que eles tiverem livres. Quando é impossível viver a materialidade da Lei, é necessário viver o seu espírito.

Um forte abraço a todos.
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Mensagem por quemtembocadizaverdade em Seg Mar 28, 2011 6:17 am

ok padre e obrigada pela paciência e cortezia. gostaria de saber se alguns comentários que ouço procedem. dizem que existe um movimento religioso que deseja colocar na constituição americana o domingo como dia da família, devendo o mesmo ser guardado. isso procede, se verdadeiro prejudicará quem dedique outro dia ao culto? sabe algo sobre isso?
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Mensagem por quemtembocadizaverdade em Seg Mar 28, 2011 6:20 am

binho, eu não interpretei texto nenhum. só recortei e colei um texto católico. nem mesmo o comentei.
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Mensagem por RenatoPaulo em Seg Jul 11, 2011 6:58 pm

Aqui onde vivo,na Alemanha os Catolicos podem(mesmo apenas com um Padre numa cidade com milhares de portugueses e brasileiros)receber a missa ao Sabado como ao Domingo.
Eu sinceramento vou a missa ao Domingo,pois faz-me lembrar o Domingo de Pascoa,dia em que nosso Salvador ressuscitou.
Ja se torna mais dificil para a minha mulher,porque muitas vezes ela trabalha ao Sabado e Domingo,pois ela é enfermeira.
O Domingo tambem simboliza muito para mim...
Deus criou o mundo e criou o homem.Ao setimo dia descansou e viu sua obra,gostou e disse-nos:"Multiplicai-vos"
Por esse motivo vejo o Domingo sempre como um comeco...um passo em frente em direcao a Deus.

"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus."

Se a Palavra era nosso Senhor Deus e se Ele no terceiro dia ressuscitou(num Domingo)entao onde esta o problema?
Para mim a Pascoa tambem significa:
Sexta-Feira Santa dia de choro
Sabado Santo dia de meditacao,esperanca e Fé
Domingo Santo dia de alegria

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Mensagem por RenatoPaulo em Seg Jul 11, 2011 7:04 pm

Mais uma coisita que me ocorreu:
Se repararmos bem,de facto chegamos tambem a conclusao,que com a aparicao do Cristianismo,muitos povos tiveram a chance de conhecer a Biblia Judaica.
Se nao fosse isso,penso que ainda hoje em dia,existiria muito boa gente que nem sequer imaginava da existencia da Biblia Judaica,entao se fosse o caso,nem o Sabado nem Domingo (dias de descanso)conheceriam.

Vontade de DEUS,nao se deve discutir,mas sim cumprir

Abraco

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Mensagem por Manuel Portugal Pires em Qui Jul 21, 2011 1:16 pm

Sábado para os judeus (desde o pôr do sol de 6ª até ao pôr do sol de sábado).
Domingo para a maioria dos cristãos. Desde as zero horas até às 24 horas oficiais de domingo.
Sexta feira para os muçulmanos (seguidores do Islão), de pôr do sol a pôr do sol.


O sábado foi dado a Moisés para o povo de Israel.
O domingo teve duas fontes: a 1ª romana (pagã) e 2ª CRISTÃ em honra do aparecimento do Cristo Ressuscitado.
A sexta feira suponho que veio para que os muçulmanismos se antecipassem aos judeus e aos cristãos, tendo como pensamento as palavras de Yeshua (os últimos são os primeiros).(Mateus 20,16)

Assim quem vive em Israel e for simpatizante das 3 religiões pode ter três dias de descanso por semana.

Eu, por minha parte, quando trabalhava, praticamente sempre tive 2 dias para descansar: sábado e domingo.
Agora, que estou reformado tenho sete dias de descanso.
Mas há sempre qualquer coisa para entreter o espírito!
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