o grande conflito- pra se pensar

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o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Sab Mar 12, 2011 4:30 pm

Constantino, na primeira parte do século IV, causou grande regozijo; e o mundo, sob o manto de justiça aparente, introduziu-se na igreja. Progredia rapidamente a obra de corrupção. O paganismo, conquanto parecesse suplantado, tornou-se o vencedor. Seu espírito dominava a igreja. Suas doutrinas, cerimônias e superstições incorporaram-se à fé e culto dos professos seguidores de Cristo.

Esta mútua transigência entre o paganismo e o cristianismo resultou no desenvolvimento do "homem do pecado", predito na profecia como se opondo a Deus e exaltando-se sobre Ele. Aquele gigantesco sistema de religião falsa é a obra-prima do poder de Satanás - monumento de seus esforços para sentar-se sobre o trono e governar a Terra segundo a sua vontade.

Uma vez Satanás se esforçou por estabelecer um compromisso mútuo com Cristo. Chegando-se ao Filho de Deus no deserto da tentação, e mostrando-Lhe todos os reinos do mundo e a glória dos mesmos, ofereceu-se a entregar tudo em Suas mãos se tão-somente reconhecesse a supremacia do príncipe das trevas. Cristo repreendeu o pretensioso tentador e obrigou-o a retirar-se. Mas Satanás obtém maior êxito em apresentar ao homem as mesmas tentações. Para conseguir proveitos e honras humanas, a igreja foi levada a buscar o favor e apoio dos grandes homens da Terra; e, havendo assim rejeitado a Cristo, foi induzida a prestar obediência ao representante de Satanás - o bispo de Roma.

Uma das principais doutrinas do romanismo é que o papa é a cabeça visível da igreja universal de Cristo, investido de autoridade suprema sobre os bispos e pastores em todas as partes do mundo. Mais do que isto, tem-se dado ao papa os próprios títulos da Divindade. Tem sido intitulado: "Senhor Deus, o Papa", e foi declarado infalível. Exige ele a homenagem de todos os homens. A mesma pretensão em que insistia Satanás no deserto da tentação, ele ainda a encarece mediante a igreja de Roma, e enorme número de pessoas estão prontas para render-lhe homenagem.
Mas os que temem e reverenciam a Deus enfrentam esta audaciosa presunção do mesmo modo porque Cristo enfrentou as solicitações do insidioso adversário: "Adorarás ao Senhor teu Deus, e a Ele somente servirás." Luc. 4:8. Deus jamais deu em Sua Palavra a mínima sugestão de que tivesse designado a algum homem para ser a cabeça da igreja. A doutrina da supremacia papal opõe-se diretamente aos ensinos das Escrituras Sagradas. O papa não pode ter poder algum sobre a igreja de Cristo, senão por usurpação.

Os romanistas têm persistido em acusar os protestantes de heresia e voluntária separação da verdadeira igreja. Semelhantes acusações, porém, aplicam-se antes a eles próprios. São eles os que depuseram a bandeira de Cristo, e se afastaram da "fé que uma vez foi dada aos santos". Jud. 3.

Satanás bem sabia que as Escrituras Sagradas habilitariam os homens a discernir seus enganos e resistir a seu poder. Foi pela Palavra que mesmo o Salvador do mundo resistiu a seus ataques. Em cada assalto Cristo apresentou o escudo da verdade eterna, dizendo: "Está escrito." A cada sugestão do adversário, opunha a sabedoria e poder da Palavra. A fim de Satanás manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a autoridade humana, deveria conservá-los na ignorância das Escrituras. A Bíblia exaltaria a Deus e colocaria o homem finito em sua verdadeira posição; portanto, suas sagradas verdades deveriam ser ocultadas e suprimidas. Esta lógica foi adotada pela Igreja de Roma. Durante séculos a circulação da Escritura foi proibida. Ao povo era vedado lê-la ou tê-la em casa, e sacerdotes e prelados sem escrúpulos interpretavam-lhe os ensinos de modo a favorecerem suas pretensões. Assim o chefe da igreja veio a ser quase universalmente reconhecido como o vigário de Deus na Terra, dotado de autoridade sobre a igreja e o Estado.

Suprimido o revelador do erro, agiu Satanás à vontade. A profecia declarara que o papado havia de cuidar "em mudar os tempos e a lei". Dan. 7:25. Para cumprir esta obra


não foi vagaroso. A fim de proporcionar aos conversos do paganismo uma substituição à adoração de ídolos, e promover assim sua aceitação nominal do cristianismo, foi gradualmente introduzida no culto cristão a adoração das imagens e relíquias. O decreto de um concílio geral estabeleceu, por fim, este sistema de idolatria. Para completar a obra sacrílega, Roma pretendeu eliminar da lei de Deus, o segundo mandamento, que proíbe o culto das imagens, e dividir o décimo mandamento a fim de conservar o número deles.

Este espírito de concessão ao paganismo abriu caminho para desrespeito ainda maior da autoridade do Céu. Satanás, operando por meio de não consagrados dirigentes da igreja, intrometeu-se também com o quarto mandamento e tentou pôr de lado o antigo sábado, o dia que Deus tinha abençoado e santificado (Gên. 2:2 e 3), exaltando em seu lugar a festa observada pelos pagãos como "o venerável dia do Sol". Esta mudança não foi a princípio tentada abertamente. Nos primeiros séculos o verdadeiro sábado foi guardado por todos os cristãos. Eram estes ciosos da honra de Deus, e, crendo que Sua lei é imutável, zelosamente preservavam a santidade de seus preceitos. Mas com grande argúcia, Satanás operava mediante seus agentes para efetuar seu objetivo. Para que a atenção do povo pudesse ser chamada para o domingo, foi feito deste uma festividade em honra da ressurreição de Cristo. Atos religiosos eram nele realizados; era, porém, considerado como dia de recreio, sendo o sábado ainda observado como dia santificado.

A fim de preparar o caminho para a obra que intentava cumprir, Satanás induzira os judeus, antes do advento de Cristo, a sobrecarregarem o sábado com as mais rigorosas imposições, tornando sua observância um fardo. Agora, tirando vantagem da falsa luz sob a qual ele assim fizera com que fosse considerado, lançou o desdém sobre o sábado como instituição judaica. Enquanto os cristãos geralmente continuavam a observar o domingo como festividade prazenteira, ele os levou, a fim de
mostrarem seu ódio ao judaísmo, a fazer do sábado dia de jejum, de tristeza e pesar.

Na primeira parte do século IV, o imperador Constantino promulgou um decreto fazendo do domingo uma festividade pública em todo o Império Romano. O dia do Sol era venerado por seus súditos pagãos e honrado pelos cristãos; era política do imperador unir os interesses em conflito do paganismo e cristianismo. Com ele se empenharam para fazer isto os bispos da igreja, os quais, inspirados pela ambição e sede do poder, perceberam que, se o mesmo dia fosse observado tanto por cristãos como pagãos, promoveria a aceitação nominal do cristianismo pelos pagãos, e assim adiantaria o poderio e glória da igreja. Mas, conquanto muitos cristãos tementes a Deus fossem gradualmente levados a considerar o domingo como possuindo certo grau de santidade, ainda mantinham o verdadeiro sábado como o dia santo do Senhor, e observavam-no em obediência ao quarto mandamento.

O arquienganador não havia terminado a sua obra. Estava decidido a congregar o mundo cristão sob sua bandeira, e exercer o poder por intermédio de seu vigário, o orgulhoso pontífice que pretendia ser o representante de Cristo. Por meio de pagãos semiconversos, ambiciosos prelados e eclesiásticos amantes do mundo, realizou ele seu propósito. Celebravam-se de tempos em tempos vastos concílios aos quais do mundo todo concorriam os dignitários da igreja. Em quase todos os concílios o sábado que Deus havia instituído era rebaixado um pouco mais, enquanto o domingo era em idêntica proporção exaltado. Destarte a festividade pagã veio finalmente a ser honrada como instituição divina, ao mesmo tempo em que se declarava ser o sábado bíblico relíquia do judaísmo, amaldiçoando-se seus observadores.

O grande apóstata conseguira exaltar-se "contra tudo o que se chama Deus, ou se adora". II Tess. 2:4. Ousara mudar o único preceito da lei divina que inequivocamente indica a toda a humanidade o Deus verdadeiro e vivo. No quarto
mandamento Deus é revelado como o Criador do céu e da Terra, e por isso Se distingue de todos os falsos deuses. Foi para memória da obra da criação que o sétimo dia foi santificado como dia de repouso para o homem. Destinava-se a conservar o Deus vivo sempre diante da mente humana como a fonte de todo ser e objeto de reverência e culto. Satanás esforça-se por desviar os homens de sua aliança para com Deus e de prestarem obediência à Sua lei; dirige Seus esforços, portanto, especialmente contra o mandamento que aponta a Deus como o Criador.

Os protestantes hoje insistem em que a ressurreição de Cristo no domingo fê-lo o sábado cristão. Não existe, porém, evidência escriturística para isto. Nenhuma honra semelhante foi conferida ao dia por Cristo ou Seus apóstolos. A observância do domingo como instituição cristã teve origem no "mistério da injustiça" (II Tess. 2:7) que, já no tempo de Paulo, começara a sua obra. Onde e quando adotou o Senhor este filho do papado? Que razão poderosa se poderá dar para uma mudança que as Escrituras não sancionam?
No século VI tornou-se o papado firmemente estabelecido. Fixou-se a sede de seu poderio na cidade imperial e declarou-se ser o bispo de Roma a cabeça de toda a igreja. O paganismo cedera lugar ao papado. O dragão dera à besta "o seu poder, e o seu trono, e grande poderio". Apoc. 13:2. E começaram então os 1.260 anos da opressão papal preditos nas profecias de Daniel e Apocalipse (Dan. 7:25; Apoc. 13:5-7). Os cristãos foram obrigados a optar entre renunciar sua integridade e aceitar as cerimônias e culto papais, ou passar a vida nas masmorras, sofrer a morte pelo instrumento de tortura, pela fogueira, ou pela machadinha do verdugo. Cumpriam-se as palavras de Jesus: "E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues, e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa de Meu nome." Luc. 21:16 e 17.

Desencadeou-se a perseguição sobre os fiéis com maior
fúria do que nunca, e o mundo se tornou um vasto campo de batalha. Durante séculos a igreja de Cristo encontrou refúgio no isolamento e obscuridade. Assim diz o profeta: "A mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil e duzentos e sessenta dias." Apoc. 12:6.

O acesso da Igreja de Roma ao poder assinalou o início da escura Idade Média. Aumentando o seu poderio, mais se adensavam as trevas. De Cristo, o verdadeiro fundamento, transferiu-se a fé para o papa de Roma. Em vez de confiar no Filho de Deus para o perdão dos pecados e para a salvação eterna, o povo olhava para o papa e para os sacerdotes e prelados a quem delegava autoridade. Ensinava-se-lhe ser o papa seu mediador terrestre, e que ninguém poderia aproximar-se de Deus senão por seu intermédio; e mais ainda, que ele ficava para eles em lugar de Deus e deveria, portanto, ser implicitamente obedecido. Esquivar-se de suas disposições era motivo suficiente para se infligir a mais severa punição ao corpo e alma dos delinqüentes. Assim, a mente do povo desviava-se de Deus para homens falíveis e cruéis, e mais ainda, para o próprio príncipe das trevas que por meio deles exercia o seu poder. O pecado se disfarçava sob o manto de santidade. Quando as Escrituras são suprimidas e o homem vem a considerar-se supremo, só podemos esperar fraudes, engano e aviltante iniqüidade. Com a elevação das leis e tradições humanas, tornou-se manifesta a corrupção que sempre resulta de se pôr de lado a lei de Deus.

Dias de perigo foram aqueles para a igreja de Cristo. Os fiéis porta-estandartes eram na verdade poucos. Posto que a verdade não fosse deixada sem testemunhas, parecia, por vezes, que o erro e a superstição prevaleceriam completamente, e a verdadeira religião seria banida da Terra. Perdeu-se de vista o evangelho, mas multiplicaram-se as formas de religião, e o povo foi sobrecarregado de severas exigências.

Ensinava-se-lhes não somente a considerar o papa como seu mediador, mas a confiar em suas próprias obras para expiação do pecado. Longas peregrinações, atos de penitência, adoração de relíquias, ereção de igrejas, relicários e altares, bem como pagamento de grandes somas à igreja, tudo isto e muitos atos semelhantes eram ordenados para aplacar a ira de Deus ou assegurar o Seu favor, como se Deus fosse idêntico aos homens, encolerizando-Se por ninharias, ou apaziguando-Se com donativos ou atos de penitência!

Apesar de que prevalecesse o vício, mesmo entre os chefes da Igreja de Roma, sua influência parecia aumentar constantemente. Mais ou menos ao findar o século VIII, os romanistas começaram a sustentar que nas primeiras épocas da igreja os bispos de Roma tinham possuído o mesmo poder espiritual que assumiam agora. Para confirmar essa pretensão, era preciso empregar alguns meios com o fito de lhe dar aparência de autoridade; e isto foi prontamente sugerido pelo pai da mentira. Antigos escritos foram forjados pelos monges. Decretos de concílios de que antes nada se ouvira foram descobertos, estabelecendo a supremacia universal do papa desde os primeiros tempos. E a igreja que rejeitara a verdade, avidamente aceitou estes enganos.

Os poucos fiéis que construíram sobre o verdadeiro fundamento (I Cor. 3:10 e 11), ficaram perplexos e entravados quando o entulho das falsas doutrinas obstruiu a obra. Como os edificadores sobre o muro de Jerusalém no tempo de Neemias, alguns se prontificaram a dizer: "Já desfaleceram as forças dos acarretadores, e o pó é muito e nós não podemos edificar o muro." Nee. 4:10. Cansados da constante luta contra a perseguição, fraude, iniqüidade e todos os outros obstáculos que Satanás pudera engendrar para deter-lhes o progresso, alguns que haviam sido fiéis edificadores, desanimaram; e por amor da paz e segurança de sua propriedade e vida, desviaram-se do verdadeiro fundamento. Outros, sem se intimidarem com a oposição de seus inimigos, intrepidamente declaravam: "Não os temais: lembrai-vos do Senhor grande e terrível" (Nee. 4:14); e prosseguiam com a obra, cada qual com a espada cingida ao lado (Efés. 1:17).

O mesmo espírito de ódio e oposição à verdade tem inspirado os inimigos de Deus em todos os tempos, e a mesma

vigilância e fidelidade têm sido exigidas de Seus servos. As palavras de Cristo aos primeiros discípulos aplicam-se aos Seus seguidores até ao final do tempo: "E as coisas que vos digo, digo-as a todos: Vigiai." Mar. 13:37.
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Fabricio em Ter Mar 15, 2011 8:08 am

Esse texto daria vontade de rir se não levasse muitas almas para a perdição. Não sei se é de sua autoria ou se a sra copiou de algum lixo cibernético. Não há o mínimo compromisso com a verdade... A sra partiu de uma afirmativa que lhe convém (a Igreja Católica não presta) e construiu toda uma fábula sem um mínimo embasamento histórico...
Talvez a sra não conheça a históra de Santo Ambrósio bispo de Milão (séc. IV), que negou a eucaristia ao imperador Teodósio por causa de seus pecados. Se este santo bispo Católico negou a eucaristia ao imperador sob o risco de perder a cabeça, por que raio de motivos ele aceitaria quieto a "entrada do paganismo na Igreja"? A sra escreve, sem pudor nem provas, que o papado surgiu no séc. VI... como explicar então quando Santo Irineu de Lião (séc. II) afirma que "todas as igrejas devem estar de acordo com a Sé Romana"? Como explicar a célebre frase de Santo Agostinho "Roma locuta causa finda" (séc. IV)? Há muitos outros testemunhos sobre o papado antes do séc. VI (Santo Inácio, São Cipriano etc.). A sra insiste na heresia judaizante adventista, dizendo sem nenhuma evidência que a guarda do domingo foi introduzida por Constantino. Como explicar então quando Santo Inácio de Antioquia, discípulo de São João, que também conheceu São Paulo e suscedeu São Pedro no episcopado de Antioquia, escreve aos Magnésios em pleno séc. II: "Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre".
Lembre-se que quem propôs a submissão da Igreja ao Estado foi o heresiarca Lutero, quem criou o cristianismo burguês foi o tirano Calvino, quem trocou o teocentrismo medieval pelo antropocentrismo moderno foi a revolta protestante. Quem previu a data exata do fim do mundo foi a pitonisa Ellen White.
Bem, a versão católica baseia-se na verdade histórica e é muito bem documentada, a sua versão baseia-se em suposições e exercícios mentais, sem nenhuma evidência sequer. Para sair dessa "saia justa" diz a senhora que os escritos foram forjados por monges, a despeito de todas as descobertas arqueológicas e evidências científicas de que tais documentos são autênticos. Saiba que os maometanos usam deste mesmo argumento para desacreditar a Bíblia. A sra age como eles, recusa-se a aceitar a verdade diante de provas irrefutáveis. Prefere crer em suas fábulas que não têm a mínima evidência de veracidade do que aceitar a verdade libertadora que sempre foi proclamada pela Igreja. Troca o testemunho dos santos pelas conclusões mirabolantes de algum sujeito que acha ser o primeiro a ler a Bíblia.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Ter Mar 15, 2011 10:15 am

Não é de hoje que apontamos para a cara colega que ela NUNCA cita fontes. Ela critica a Igreja Católica mas nunca busca saber qual é a verdade. Copia e cola incansavelmente textos de não sei de onde. Mas parece que não adianta. Tem um pseudônimo de quem busca falar a verdade, mas se apóia em mentiras inventadas por sei lá quem. NEGA A HISTÓRIA, não é a primeira vez que faz isso. Então, esses discursos são como os outros. Carecem de fontes confiáveis, carecem de verdades históricas, alias, distorcem a história, são construídos em cima de achismos, e não retratam a realidade acerca daquilo que quer criticar.
Tudo isso já foi dito milhares de vezes a ela, mas, ela simplesmente ignora e continua. Quase tudo, se não tudo, já foi respondido em outros tópicos com a devida fundamentação, mas ela continua a criar estes tópicos com os mesmos pontos.
Acredito que sempre que sai uma "matéria nova" nas fontes que ela busca "a verdade" ela põe aqui. Mas ainda não se deu conta, que sempre falam as mesmas coisas de forma diferente. E NUNCA refletem a realidade a cerca do catolicismo. E pior que isso, chega ao absurdo de reescrever a história para fundamentar os argumentos propostos.
Diante disso tudo eu só lamento que o compromisso das pessoas não seja com a verdade, e se não se tem compromisso com a verdade, não se pode ter um compromisso com Cristo, pois Ele é a verdade!

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 10:28 am

Querido irmão Fabricio em primeiro lugar deixo claro aqui que de forma alguma tenho ódio pelos irmãos católicos, pelo contrário, tenho verdadeiro amor e respeito cristão. Creio que Deus tem filhos em todas as denominações e inclusive fora delas. Quando era criança eu queria ser freira e devotar a vida a Deus. Lia o catecismo todos os dias e decorei os 10 mandamentos nele contido com o intuíto de obedecer a Deus. Perguntei pra Deus: como posso guardar o domingo conforme reza o terceiro mandamento? eu não sei como faze-lo, então Deus me respondeu me dando contato com uma bíblia católica que me ensinou que o dia santo contido no mandamento era o sábado e não o domingo. percebi que o catecismo havia alterado os mandamentos, e que adoração de imagens era proibida pelo segundo mandamento. orei a Deus e ele me fez conhecer pessoas que realmente guardavam os mandamentos. Hoje sou adventista do sétimo dia.sei que religião não salva mas Jesus. Mas após pesquisar diversas igrejas percebi que a única que aceita a bíblia e os mandamentos como são é a igreja adventista. a minha sinceridade me conduziu à verdade. A bíblia é a regra e não pensamentos de homens sejam lá quem forem. Deus nada alterou de sua lei escrita com seu próprio dedo e nunca o fará pois Deus não é voluvel como o ser humano. ore aDeus e ele te conduzirá à sua vontade, seus olhos serão abertos e vc verá a luz. Deus te abençõe. Em breve toda a humanidade será posta a prova, pois o domingo será decretado como dia de descanso em favor da família, então uns receberão o selo de Deus e outros a marca da besta. De que lado vc quer estar? a quem deseja agradar?
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 11:19 am

estou sem tempo, mas prometo digitar aqui os livros de história quando na escola estadual estudei sobre a reforma protestante e a época denominada idade escura, teocentrismo,etc...
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Ter Mar 15, 2011 11:22 am

Cara Erenice, se suas fontes históricas são livros do ensino médio, sinto em lhe informar que muito provavelmente elas não são dignas de fé. Não é raro, alias é até bastante comum, os livros de ensino médio que temos aqui no Brasil tratarem a história de forma tendenciosa e imprecisa. Porém, ficamos no aguardo, afinal, não podemos criticar o que não conhecemos.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 12:26 pm

ok. como não sou atrasada, ou seja, parada no tempo pesquisei em fontes não cristãs via internet. aliás em várias fontes que aos poucos iremos postando. Veja abaixo o texto do portal terra lendo vc já começa perceber que a origem da igreja católica se deu na idade média . Na realidade aigreja que Cristo fundou começou a se fragmentar a partir daí por movimentos e interesses políticos. Por isso que João no Apocalípse a vê no deserto durante um tempo profético que corresponde a idade escura. no final ela é vista novamente sendo perseguida por guardar os mandamentos de Deus e ter o testemunho de Jesus. e o verso 17 de apocalípse 12 é claro em dizer que é o resto da semente, ou seja, um pequeno grupo não uma igreja numerosa.Bem, vamos à pesquisa:
greja cristã sofreu várias divisões na história
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No cristianismo, acredita-se que ao morrer na cruz, Jesus trouxe o perdão de Deus a todo o que nele crê

Foto: AP

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Os relatos bíblicos sobre a vida de Jesus Cristo foram fortemente influenciados pelas correntes teológicas da igreja cristã primitiva. Não há na Bíblia histórias sobre a vida de Cristo entre 12 e 30 anos. De acordo com os relatos bíblicos, a mãe de Jesus - Maria - era virgem quando engravidou.
E sua concepção teria sido uma intervenção do Espírito Santo que encontrou nela uma jovem pura e digna de trazer o salvador ao mundo. Para os cristãos, Jesus é o filho de Deus que veio para Terra em forma de homem para restaurar o relacionamento do ser humano com Deus.

Ressurreição
Segundo a Bíblia, Cristo morreu após ser crucificado, mas ressuscitou ao terceiro dia em Jerusalém. Os cristãos acreditam que, durante sua vida, ele mostrou ao mundo como se reconciliar com Deus. Acredita-se ainda que se deve viver de acordo com o exemplo de Jesus Cristo: amar Deus, amar o próximo como a si mesmo e repartir a mensagem de Cristo com os outros.

No cristianismo, acredita-se que ao morrer na cruz, Jesus trouxe o perdão de Deus a todo o que nele crê e ainda construiu uma ponte entre Deus e o ser humano. Essa ponte havia sido rompida com o advento do pecado de Adão e Eva, no início do mundo, que separou o ser humano de Deus.

Salvação
O cristão bíblico acredita em somente uma vida aqui na terra e outra que se chama vida eterna, após a morte. Caso tenha vivido de acordo com a vontade de Deus, o ser humano recebe a morada eterna no céu como recompensa, mas existe também a possibilidade de condenação a uma vida eterna no inferno em caso de desobediência à vontade de Deus.

Cristãos evangélicos acreditam que a escolha entre o céu ou o inferno é feita ainda em vida: quem aceita Jesus como Salvador vai para o céu, quem o rejeita não. A figura de purgatório é inexistente para evangélicos, mas persiste em variadas correntes da igreja católica apostólica romana.

Algumas correntes teológicas discutem sobre a existência de céu e inferno. Há diferenças também sobre o destino da alma. Para alguns, praticar boas obras basta. Para outros, só Jesus salva numa salvação gratuita que vem de Deus, "não vem de obras para que ninguém se glorie", diz o apóstolo Paulo.

Os principais ramos do cristianismo
O grande Cisma entre aos católicos do Ocidente e os do Oriente, conhecidos como ortodoxos, acontece em 1054. O racha com a igreja do Ocidente aconteceu por causa de um conflito sobre a autoridade suprema do papa.

Também havia divisões sobre uma cláusula presente no credo católico que estabelece que o Espírito Santo vem do filho de Deus como também de Deus. No século 16, é a vez da Reforma que cria a igreja protestante liderada pelo monge alemão Martinho Lutero. Estas foram as maiores divisões dentro do segmento judaico-cristão.

Mas nem tudo é marcado por diferenças. Tanto a igreja católica como a ortodoxa, por exemplo, reconhecem os sete sacramentos: batismo (visto como mandamento de Jesus, é aceito na infância ou na vida adulta, simboliza morte para uma vida de pecado), confirmação, casamento, ordenação, penitência (sacramento da reconciliação), extrema unção e a missa.

Igrejas do Oriente
Este grupo se refere a igrejas ortodoxas e os que partilham das éticas cultural e espiritual que se originam no Império Bizantino. Há mais de 214 milhões de cristãos ortodoxos atualmente. Quatro patriarcados desfrutam de autoridade e status especial: Alexandria, Antioquia, Jerusalém e Constantinopla.

Estas igrejas se localizam no leste da Europa, em países eslavos e no leste do Mediterrâneo. A veneração de ícones é parte importante da adoração em particular e em público de ortodoxos. Monastérios também têm função fundamental na história da igreja. O monte Athos, na Grécia, é o centro monástico desde o século 10.

A Igreja Católica Apostólica Romana
Com sede no Vaticano, a Igreja Católica Apostólica Romana se mantém como a maior das denominações cristãs, com aproximadamente 1 bilhão de fiéis. Esse grupo tem origem na igreja ocidental da Idade Média. Os católicos crêem na primazia e na autoridade do papa, que é tradicionalmente considerado representante de Cristo na Terra e sucessor de Pedro, um dos discípulos de Jesus e que se tornou o primeiro bispo de Roma.

Em matéria de fé e moral católicas, o que o papa diz é interpretado como obrigatório e correto para todos os seguidores. Mas isso é passível de muito debate entre outros cristãos não-católicos romanos.

A primazia da Igreja Católica, no entanto, foi alvo de reflexões no século 20 com a introdução do segundo Concílio do Vaticano (1962-1965), que elaborou grandes reformas e uma relação mais aberta com igrejas não-católicas.

Igrejas Protestantes
O grupo dos protestantes surgiu de um protesto contra a Igreja Católica no século 16 e congrega aproximadamente 500 milhões de pessoas. As questões polêmicas na reforma foram o questionamento da autoridade do papa e sua infalibilidade, a autoridade e acesso às escrituras e um significado preciso da eucaristia (o ritual da distribuição do pão e do vinho com estes elementos representando o sangue e o corpo de Cristo).

O ritual também é conhecido como Santa Ceia, em alusão à ceia tomada com os discípulos na véspera da crucificação de Jesus. A eucaristia é uma palavra grega que significa agradecimento e celebração. A interpretação da eucaristia ou ceia, ou comunhão, é diferente em várias igrejas. Os católicos acreditam que o pão e o vinho são realmente o corpo e o sangue de Cristo em substância.

Para a maioria dos protestantes, trata-se apenas de um simbolismo, uma metáfora. A igreja protestante rejeita a supremacia do papa e de qualquer figura única representante de Cristo na terra.

Os protestantes enfatizam a autoridade da Bíblia e as tradições da igreja primitiva. Segundo protestantes, o crente é salvo pela graça de Deus. Todos os que acreditam em Deus podem se tornar sacerdotes deste mesmo Deus.

Há quatro correntes principais da Igreja Protestante:

Anglicana ou Episcopal, Luterana, Renovada ou Presbiteriana e as igrejas livres, assim chamadas porque não são associadas aos Estados.

No Brasil, alguns exemplos de igrejas livres são: a igreja Batista, Metodista, Assembléia de Deus, Congregacional e Presbiteriana. Na segunda metade do século 20, o Brasil experimentou o surgimento de igrejas neo-pentecostais, como Universal do Reino de Deus, Sara Nossa Terra, Comunidades Evangélicas, Igreja da Graça etc.

Igreja: casa de adoração
O lugar de adoração e louvor dos cristãos é chamado de igreja ou templo. Geralmente são construções em forma de cruz como altar voltado para o leste, onde nasce o sol. A palavra igreja também se refere a um grupo de cristãos e denominações religiosas como a Igreja Anglicana, Luterana, Batista, Católica, Ortodoxa ou Metodista.

Para os cristãos, a Bíblia é o livro sagrado. Ela está dividida entre Velho Testamento, que compreende a bíblia hebraica, e o Novo Testamento, que traz relatos da vida de Jesus Cristo nos quatro primeiros livros, conhecidos como os Evangelhos, cartas escritas aos primeiros cristãos, e o Apocalipse, uma profecia sobre o fim do mundo.

Feriados da Igreja
A quaresma começa na quarta-feira de cinza quando algumas igrejas fazem missas especiais. Nessa data comemoram-se os 40 dias que Jesus passou jejuando no deserto. Católicos praticantes usam a quaresma como um período de penitência.

Para alguns, a data está errada, pois a quarta-feira de cinzas acontece exatamente 46 dias antes da páscoa, não 40, para isso não se contam os seis domingos durante a quaresma. Já a igreja ortodoxa comemora a quaresma na segunda-feira da nona semana antes da Páscoa e termina a quaresma na sexta-feira antes da semana santa. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas.

Semana Santa
É comemorada na semana antes da Páscoa e começa no Domingo de Ramos ou Domingo da Paixão, é o último domingo antes da Páscoa. Esse dia está ligado à entrada triunfal de Jesus em Jerusalém antes de ser crucificado e morto. Em algumas igrejas, é marcado por uma procissão de fiéis carregando folhas de palmeiras.

Sexta-feira santa
É a sexta-feira antes da páscoa e comemora a crucificação de Jesus. É um dos dias mais solenes para os cristãos e é marcado por cultos e orações especiais.

O Dia da Páscoa
É o dia mais importante do feriado e talvez o mais alegre, porque marca a ressurreição de Cristo. A Páscoa não ocorre sempre na mesma época. É o domingo que se segue à data no calendário eclesiástico da Lua cheia que acontece no dia 21 de março ou depois. A Lua cheia no calendário eclesiástico não ocorre sempre na mesma data da Lua cheia no céu, o cálculo pode ser bastante confuso.

Ascensão
Ela ocorre na quinta-feira, no quarto dia depois da páscoa e marca a ida de Jesus para o céu após ter passado um tempo na Terra.

Pentecostes
É celebrado no sétimo dia depois da páscoa. A data marca a descida do Espírito Santo sobre os cristãos e o nascimento da igreja cristã. É um festival celebrado com mais freqüência por igrejas carismáticas
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 12:31 pm

[quote="quemtembocadizaverdade"]ok. como não sou atrasada, ou seja, parada no tempo pesquisei em fontes não cristãs via internet. aliás em várias fontes que aos poucos iremos postando. Veja abaixo o texto do portal terra lendo vc já começa perceber que a origem da igreja católica se deu na idade média . Na realidade aigreja que Cristo fundou começou a se fragmentar a partir daí por movimentos e interesses políticos. Por isso que João no Apocalípse a vê no deserto durante um tempo profético que corresponde a idade escura. no final ela é vista novamente sendo perseguida por guardar os mandamentos de Deus e ter o testemunho de Jesus. e o verso 17 de apocalípse 12 é claro em dizer que é o resto da semente, ou seja, um pequeno grupo não uma igreja numerosa.Bem, vamos à pesquisa:http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI141886-EI312,00.html
igreja cristã sofreu várias divisões na história
No cristianismo, acredita-se que ao morrer na cruz, Jesus trouxe o perdão de Deus a todo o que nele crê


Os relatos bíblicos sobre a vida de Jesus Cristo foram fortemente influenciados pelas correntes teológicas da igreja cristã primitiva. Não há na Bíblia histórias sobre a vida de Cristo entre 12 e 30 anos. De acordo com os relatos bíblicos, a mãe de Jesus - Maria - era virgem quando engravidou.
E sua concepção teria sido uma intervenção do Espírito Santo que encontrou nela uma jovem pura e digna de trazer o salvador ao mundo. Para os cristãos, Jesus é o filho de Deus que veio para Terra em forma de homem para restaurar o relacionamento do ser humano com Deus.

Ressurreição
Segundo a Bíblia, Cristo morreu após ser crucificado, mas ressuscitou ao terceiro dia em Jerusalém. Os cristãos acreditam que, durante sua vida, ele mostrou ao mundo como se reconciliar com Deus. Acredita-se ainda que se deve viver de acordo com o exemplo de Jesus Cristo: amar Deus, amar o próximo como a si mesmo e repartir a mensagem de Cristo com os outros.

No cristianismo, acredita-se que ao morrer na cruz, Jesus trouxe o perdão de Deus a todo o que nele crê e ainda construiu uma ponte entre Deus e o ser humano. Essa ponte havia sido rompida com o advento do pecado de Adão e Eva, no início do mundo, que separou o ser humano de Deus.

Salvação
O cristão bíblico acredita em somente uma vida aqui na terra e outra que se chama vida eterna, após a morte. Caso tenha vivido de acordo com a vontade de Deus, o ser humano recebe a morada eterna no céu como recompensa, mas existe também a possibilidade de condenação a uma vida eterna no inferno em caso de desobediência à vontade de Deus.

Cristãos evangélicos acreditam que a escolha entre o céu ou o inferno é feita ainda em vida: quem aceita Jesus como Salvador vai para o céu, quem o rejeita não. A figura de purgatório é inexistente para evangélicos, mas persiste em variadas correntes da igreja católica apostólica romana.

Algumas correntes teológicas discutem sobre a existência de céu e inferno. Há diferenças também sobre o destino da alma. Para alguns, praticar boas obras basta. Para outros, só Jesus salva numa salvação gratuita que vem de Deus, "não vem de obras para que ninguém se glorie", diz o apóstolo Paulo.

Os principais ramos do cristianismo
O grande Cisma entre aos católicos do Ocidente e os do Oriente, conhecidos como ortodoxos, acontece em 1054. O racha com a igreja do Ocidente aconteceu por causa de um conflito sobre a autoridade suprema do papa.

Também havia divisões sobre uma cláusula presente no credo católico que estabelece que o Espírito Santo vem do filho de Deus como também de Deus. No século 16, é a vez da Reforma que cria a igreja protestante liderada pelo monge alemão Martinho Lutero. Estas foram as maiores divisões dentro do segmento judaico-cristão.

Mas nem tudo é marcado por diferenças. Tanto a igreja católica como a ortodoxa, por exemplo, reconhecem os sete sacramentos: batismo (visto como mandamento de Jesus, é aceito na infância ou na vida adulta, simboliza morte para uma vida de pecado), confirmação, casamento, ordenação, penitência (sacramento da reconciliação), extrema unção e a missa.

Igrejas do Oriente
Este grupo se refere a igrejas ortodoxas e os que partilham das éticas cultural e espiritual que se originam no Império Bizantino. Há mais de 214 milhões de cristãos ortodoxos atualmente. Quatro patriarcados desfrutam de autoridade e status especial: Alexandria, Antioquia, Jerusalém e Constantinopla.

Estas igrejas se localizam no leste da Europa, em países eslavos e no leste do Mediterrâneo. A veneração de ícones é parte importante da adoração em particular e em público de ortodoxos. Monastérios também têm função fundamental na história da igreja. O monte Athos, na Grécia, é o centro monástico desde o século 10.

A Igreja Católica Apostólica Romana
Com sede no Vaticano, a Igreja Católica Apostólica Romana se mantém como a maior das denominações cristãs, com aproximadamente 1 bilhão de fiéis. Esse grupo tem origem na igreja ocidental da Idade Média. Os católicos crêem na primazia e na autoridade do papa, que é tradicionalmente considerado representante de Cristo na Terra e sucessor de Pedro, um dos discípulos de Jesus e que se tornou o primeiro bispo de Roma.

Em matéria de fé e moral católicas, o que o papa diz é interpretado como obrigatório e correto para todos os seguidores. Mas isso é passível de muito debate entre outros cristãos não-católicos romanos.

A primazia da Igreja Católica, no entanto, foi alvo de reflexões no século 20 com a introdução do segundo Concílio do Vaticano (1962-1965), que elaborou grandes reformas e uma relação mais aberta com igrejas não-católicas.

Igrejas Protestantes
O grupo dos protestantes surgiu de um protesto contra a Igreja Católica no século 16 e congrega aproximadamente 500 milhões de pessoas. As questões polêmicas na reforma foram o questionamento da autoridade do papa e sua infalibilidade, a autoridade e acesso às escrituras e um significado preciso da eucaristia (o ritual da distribuição do pão e do vinho com estes elementos representando o sangue e o corpo de Cristo).

O ritual também é conhecido como Santa Ceia, em alusão à ceia tomada com os discípulos na véspera da crucificação de Jesus. A eucaristia é uma palavra grega que significa agradecimento e celebração. A interpretação da eucaristia ou ceia, ou comunhão, é diferente em várias igrejas. Os católicos acreditam que o pão e o vinho são realmente o corpo e o sangue de Cristo em substância.

Para a maioria dos protestantes, trata-se apenas de um simbolismo, uma metáfora. A igreja protestante rejeita a supremacia do papa e de qualquer figura única representante de Cristo na terra.

Os protestantes enfatizam a autoridade da Bíblia e as tradições da igreja primitiva. Segundo protestantes, o crente é salvo pela graça de Deus. Todos os que acreditam em Deus podem se tornar sacerdotes deste mesmo Deus.

Há quatro correntes principais da Igreja Protestante:

Anglicana ou Episcopal, Luterana, Renovada ou Presbiteriana e as igrejas livres, assim chamadas porque não são associadas aos Estados.

No Brasil, alguns exemplos de igrejas livres são: a igreja Batista, Metodista, Assembléia de Deus, Congregacional e Presbiteriana. Na segunda metade do século 20, o Brasil experimentou o surgimento de igrejas neo-pentecostais, como Universal do Reino de Deus, Sara Nossa Terra, Comunidades Evangélicas, Igreja da Graça etc.
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Ter Mar 15, 2011 1:10 pm

Cara Erenice, mais uma vez a senhora ignora que já tivemos um debate acerca da historicidade da Igreja Católica, posta um artigo (desta vez citando a fonte) aonde diz que a origem da igreja é a idade média, quando no nosso debate, na pasta história da igreja, a senhora mesma diz que a origem do nome é o ano de 381. Logo a senhora deveria ser a primeira a criticar a falta de compromisso com a verdade que o texto traz. Embora também a sua afirmação sobre a origem do nome seja falsa. Mas, se a senhora acredita no que postou no referido debate, não pode acreditar o que diz este artigo, e se acredita no que diz este artigo, não pode acreditar no que postou no outro tópico. Isso é contraditório. Assim como muitas coisas que a senhora posta acerca da igreja. O que só serve para corroborar aquilo que dizemos insistentemente, vocês se põe a falar do que não conhecem. História da igreja não é um tema no qual eu tenha muitos conhecimentos, mas o próprio fórum nos dá a possibilidade de refutar o que agora a senhora apresenta, e volto a dizer, a senhora deveria ser a primeira a refutar isso.

Agora um pedido, quase que implorando aos não católicos. ESTUDEM A IGREJA CATÓLICA, ESTUDEM OS DOCUMENTOS da IGREJA, e depois disso, ai sim, façam seus comentários com as bases necessárias. E para falar de história, seja da igreja ou qualquer história, ESTUDEM a HISTÓRIA, ler enciclopédias ou livros de ensino médio não significa estudar história.

Abaixo segue o link da discussão que eu citei acima.
http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t347-origem-da-igreja-catolica

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Fabricio em Ter Mar 15, 2011 2:05 pm

Olha só, dá vontade de rir... a sra diz que vai citar fontes históricas, eu tinha esperanças que a sra citasse a obra de Eusébio de Cesaréia, transcrevesse o Pastor de Hermas, ou pelo menos fizesse uma alusão às epístolas de São Clemente ou qualquer escrito com mais de 1.000 anos, no mínimo podia citar um medievalista respeitável, algum trabalho acadêmico... e a sra dá uma derrapada feia, começa falando de livros de História do ensino médio e termina citando texto do “portal Terra”. Pensei que a sra fosse mergulhar em uma biblioteca, resgatar documentos antigos, e a sra me vem com “Portal t...ERRA?
Eu lhe citei obras dos primeiros cristãos, a sra não teve como refutar, preferiu dar uma enrolada, e por fim mostra um texto do portal t...ERRA.
A sra não tem argumentos contra a História, e usa textos extremamente superficiais, chega a conclusões que não estão nem mesmo nestes textos rasteiros, e dá um valor documental inestimável a uma pesquisa do portal t...ERRA.
Já que a sra gosta de aprender História de Igreja em pesquisas na internet, dou-lhe uma dica. Digite no Google “Movimento de Oxford” e “John Henry Newman”, daí vai descobrir o que acontece quando protestantes decidem estudar de verdade a História da Igreja. Mais uma dica, no site http://www.newadvent.org/fathers/ há uma coletânea de obras dos primeiros cristãos. Se queres saber a verdadeira História da Igreja tens que beber na fonte, e não se contentar com pesquisas no portal t...ERRA.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 8:14 pm

o surgimemento da igreja católica como denominação é uma coisa, o trabalho de Constantino é outra coisa. a história de vossa igreja contada por vcs com certeza irá esconder o que todo mundo já sabe...vou postar estou postando textos de historiadores não religiosos para não tender pra nenhum lado. e por que será que Bento 16 pediu perdão aos judeus? por que ele é humilde?
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Ter Mar 15, 2011 8:23 pm

Esperamos ansiosos pelos historiadores. E esperamos também, que não sejam artigos do portal terra, ou wikipedia.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Ter Mar 15, 2011 9:03 pm

como queira, embora seja como for, vcs não vã aceitar nada que não seja como vcs desejam. mas os sinceros irão pesquisar por si. e sabe de uma coisa basta ter mente aberta pra perceber as coisas.
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Ter Mar 15, 2011 9:12 pm

Engana-se minha cara. Aceitaremos de bom grado qualquer historiador sério que você nos apresentar. Alias, qualquer argumento devidamente embasado será muito bem aceito. O problema é que seus colóquios aqui no nosso fórum são repetições e quase sempre sem fundamentação nenhuma. Carece de fontes confiáveis, sejam cristãs ou não.

Tudo que respondemos, respondemos dando bases históricas, ou doutrinárias. A senhora ao contrário, não nos da nada. Critica o catolocismo com falácias. Levanta levianamente questões e acusa a Igreja Católica de coisas que não são da igreja. Agente tenta esclarecer, tenta ensinar o que é de fato doutrina católica, mas infelizmente, a única mente que parece estar fechada no fundamentalismo adventista é a sua.

Todas as suas questões foram repondidas com argumento baseados na Bíblia. a senhora, ao contrário, nunca fez a tal comparação com documentos da igreja e a bíblia que disse que faria para nos mostrar o quanto estávamos errados. Então...

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Qua Mar 16, 2011 6:35 am

Caros amigos e irmãos,

Desde quando lí este tópico, minha intenção era não postar nenhum comentário, pois, como descreveu Fabrício, dá vontade de rir mesmo devido ao caráter literário de natureza até certo ponto cômica.

Fabrício foi muito feliz quando escreveu:

"A sra partiu de uma afirmativa que lhe convém (a Igreja Católica não presta) e construiu toda uma fábula sem um mínimo embasamento histórico..."

E foi por encontrar-me diante dessas fábulas postadas pela professora Erenice que tinha me proposto a nada discorrer neste tópico. Entretanto, o ato de calar-me poderia ser interpretado como conivência, e para que assim não o seja, estou recomendando a leitura de algumas advertências que nos dirigem as Sagradas Escrituras:

"Nem se deidiquem as fábulas e genealogias intermináveis, que favorecem as controvérsias e não o plano de Deus que se baseia na fé" (1Tm 1,4);

"Rejeita superstições e fábulas; exercita-te na piedade" (1tm 4,7);

Pois chegará o tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas, seguindo suas paixões, se rodearão de mestres que lhes afaguem os ouvidos. Não dando ouvidos à verdade, se voltarão para as fábulas" (2Tm 4,3-4);

"Repreende-os severamente, para ver se recuperam a saúde da fé e abandonam as fábulas judaicas e os prceitos dos homens afastados da verdade" (Tt 1,13-14);

"Quando vos anunciamos o poder e a vinda do Senhor nosso Jesus Cristo, não nos guiamos por fábulas engenhosas, mas tínhamos sido testemunhas de sua grandeza" (2Pd 1,16).

Aqui, comungando do mesmo pensamento, manifesto o meu agradecimento a Fabrício e Binho pela forma honesta com que expõem a verdade com frases abertas que vão de encontro a qualquer tipo de fábula, de erro e de heresia.

Um grande abraço a todos !!!
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 7:19 am



10 Mandamentos Êxodo 20:3-17



Amor a Deus

Não terás outros Deuses diante de mim;
Não farás para ti imagem de escultura; Não as adorarás...
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;
Lembra-te do dia do Sábado para o Santificar... Mateus 22:38;37


Amor ao próximo

Honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os seus dias na Terra;\
Não matarás;
Não adulterarás;
Não furtarás;
Não dirás falso testemunho contra o teu próximo;
Não cobiçarás a casa do teu próximo, Não cobiçarás a mulher do teu próximo... Mateus 22:39


Mandamentos escritos pelo dedo de Deus (Êxodo 31:18)


10 Mandamentos segundo o catecismo





Amar a Deus sobre todas as coisas
Não tomar seu santo nome em vão


Guardar domingos e festas


Honrar pai e mãe






Não matarás
Não pecar contra a castidade
Não furtarás
Não levantar falso testemunho
Não desejar a mulher do próximo
Não cobiçar as coisas alheias.










Mandamentos escritos pelo dedo do homem.






Amor a Deus e Amor ao próximo =>Mateus 22:40



“O Catecismo segue a divisão dos mandamentos estabelecidos por Santo Agostinho e que se tornou tradicional na igreja católica”. Extraído do catecismo da igreja católica – Edição revisada de acordo com o texto oficial em latim, p. 545 – parágrafo 2066 – Edições Loyola – 10ª. edição – julho de 2000.

Nota: O segundo mandamento que proíbe a adoração de imagens foi retirado. O terceiro tornou-se o segundo. O quarto tornou-se o terceiro, mas, substituindo o sábado pelo domingo. Para manter os Dez Mandamentos, o décimo foi dividido em dois.

A igreja romana mudou os mandamentos e não esconde de ninguém. Tudo está documentado no catecismo. A igreja é romana, existe para divulgar os ensinos pagãos de Roma. É uma igreja sincera naquilo que acredita, não oculta nada dos seus seguidores. Embora seus ensinos contrariam as escrituras e confrontam com os ensinos de Cristo desde a igreja apostólica. (Ler Atos 16:21) O que Deus diz a você neste momento? Tito 1:14; Atos 5:29.











Mudanças ocorridas na história durante o período de 1650 anos



Orações pelos mortos começaram ao redor do ano – 300 D.C
Fazer sinal da cruz – 300
Velas de cera – 320
1 decreto dominical promulgado pelo imperador romano Constantino em 7 de março – 321
Mudança do sábado para o domingo como dia de repouso pelo concilio de Laodicéia em 364
Veneração dos anjos e de santos mortos, e o uso de imagens – 370
Começo da exaltação de Maria, o termo de Mãe de Deus, cuja primeira aplicação deu-se no Concilio de Éfeso – 431
Sacerdotes começaram a se vestir de forma distinta dos leigos – 500
Extrema-unção – 526
A doutrina do Purgatório, estabelecida por Gregório I – 593
Orações dirigidas à Maria, santos mortos e anjos – 600
Titulo de papa ou bispo universal dado a Bonifácio III pelo imperador Focas – 607
Beijar o pé do Papa, começa com o Papa Constantino – 709
Culto à cruz, imagens e relíquias autorizado em 786
Água benta misturada com um pouco de sal abençoada por um sacerdote – 850
canonização de santos mortos, pela primeira vez, pelo Papa João XV – 995
Jejum às sextas-feiras e durante a Quaresma – 998
Celibato do sacerdócio decretado por Gregório VIII (Hildebrando) – 1079
A Inquisição,instituída pelo Concilio de Verona – 1184
Venda de Indulgências – 1190
Transubstanciação, proclamada pelo Papa Inocêncio III – 1215
Confissão Auricular de pecados, ao sacerdote em vez de a Deus, instituída por Inocêncio no Concilio de Latrão - 1214
Proibição da Bíblia aos leigos e colocada no índice de livros proibidos pelo Concilio de Valença -1229
O Purgatório proclamado como um dogma pelo Concilio de Florença – 1439
A doutrina dos Sete Sacramento confirmada. – 1439
Ave Maria (parte da ultima metade foi acrescentada 50 anos depois e aprovada pelo Papa Sixto V no final do século XVI) – 1508
Tradição, declarada de igual autoridade que a Bíblia pelo Concilio de Trento – 1546
Livros apócrifos, acrescentados à Bíblia pelo Concilio de Trento – 1546
Imaculada Conceição da Virgem Maria, proclamada pelo Papa Pio IX – 1854
Silabo de erros, proclamado pelo Papa Pio IX e ratificado pelo Concilio Vaticano, condenando a liberdade de culto, de consciência, de pregação, de imprensa e os descobrimentos científicos que são desaprovados pela igreja Romana sustentando a temporal autoridade do papa sobre todos os governantes civis. -1864
Infalibilidade do papa em matéria de fé e de moral proclamada pelo Concilio do Vaticano -1870
Assunção da Virgem Maria (ascensão corporal ao céu, pouco depois de sua morte proclamada por Pio XII) – 1950.
Maria, proclamada mãe da igreja pelo papa Paulo VI -1965

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 7:25 am

Vamos conhecer a Lei que Deus escreveu, com o Seu dedo, no monte Sinai (Êxodo 31:18) e passou para Moises a Milhares de anos.
Antes de abrirmos a Bíblia vamos orar ao nosso Deus:
Deus Pai, Criador dos céus e da terra, ajuda-nos a compreender a Tua palavra. Te pedimos por Jesus. Amém.
Êxodo 20: 3-17 (Os 10 mandamentos)
3 Não terás outros deuses diante de mim.
4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
7 Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
11 Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.
12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.
13 Não matarás.
14 Não adulterarás.
15 Não furtarás.
16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

O que mais me chama a atenção é como Deus é simples e ao mesmo tempo amoroso. Para entender o que o Senhor quer em nossas vidas não precisa ser doutor, nem ter um nível de estudo elevado, o mais simples dos humanos pode compreender a Lei de Deus, conheço até analfabetos que a seguem e compreendem ricamente.
Mas por que será que muitas pessoas não a seguem e ainda recriminam a Lei que Deus nos deixou?
É profecia. Está na Bíblia que o ser humano criado por Deus iria viver em grande apostasia (II Tessalonicenses 2:3, 4, 7) e que o inimigo de Deus, Satanás, iria propagar a mentira misturada com a verdade, que é o que está acontecendo atualmente desde o tempo em que Constantino misturou o paganismo com a igreja primitiva.
Todos sabem que a Igreja Romana mandou matar todos aqueles que seguiam fielmente a verdadeira Lei de Deus (os 10 Mandamentos) para exterminar com a verdade. No entanto, quanto mais morriam os “mártires” o povo que cultivava a verdade crescia e o inimigo logo adotou a cartada que está levando muitos a se perderem, que foi misturar a verdade com a mentira.
Vamos conhecer agora quais diferenças do mandamento de Deus para os mandamentos do catecismo:

Segundo a Bíblia – Êxodo 20:3-17 Segundo o catecismo
Não terás outros deuses diante de mim. Amar a Deus sobre todas as coisas.
Não farás para ti imagens de escultura; não as adorarás nem lhes dará culto. Não tomar Seu santo nome em vão.
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão. Guardar domingos e festas.
Lembra-te do dia de sábado para o santificar. Honra teu pai e mãe.
Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na Terra. Não matar.
Não matarás. Não pecar contra a castidade
Não adulterarás. Não furtar.
Não furtarás. Não levantar falso testemunho.
Não dirás falso testemunho contra teu próximo. Não desejar a mulher do próximo.
Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo … Não cobiçar as coisas alheias.
Estes mandamentos foram escritos pelo dedo de Deus (Êxodo 31:18). Os primeiros quatro mandamentos enfatizam nosso amor a Deus. Os seis últimos enfatizam nosso amor pelo semelhante (Mateus 22:37-40). Estes mandamentos foram escritos pelo dedo do homem. O segundo mandamento, que proíbe a adoração de imagens foi retirado, o terceiro se tornou o segundo e o quarto passou a ser o terceiro. A guarda do sábado foi substituída pelo domingo. Para conservar o número de dez mandamentos, o décimo foi dividido em dois.

“O catecismo segue a divisão dos mandamentos estabelecidos por Santo Agostinho e que se tornou tradicional na Igreja Católica.” Catecismo da Igreja Católica, edição revisada de acordo com o texto oficial em latim (Edições Loyola, julho de 2000), p.545
A Igreja Católica Romana, em seus documentos, não esconde de ninguém que alterou os mandamentos. É uma igreja sincera no que acredita, ciosa de sua autoridade, embora muitos de seus ensinos contrariem as Escrituras Sagradas e as orientações do próprio Cristo. Nesse caso, devemos seguir o conselho dos apóstolos: Atos 5:29 “Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” E Tito 1:14 “e não se ocupem com fábulas judaicas, nem com mandamentos de homens desviados da verdade.”
Sabemos que a Lei de Deus dura para sempre. Salmos 111:7-8; Mateus 5:18; Salmos 119:152 e Eclesiastes 3:14
Mas muitos dizem que Jesus veio para anular a Lei de Deus, porém o próprio Jesus diz que veio para confirmar e cumprir: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” Mateus 5: 17-18
E também Jesus guardou os mandamentos da Lei de Deus: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” João 15:10
Jesus deixa bem claro que os seus mandamentos são os mesmos do Pai. Se não fosse assim Jesus era contraditório, pois como é que ele guarda os mandamentos do Deus Pai e Ele como Deus Filho prega um mandamento diferente? Jesus sempre mandou guardar os mandamentos de Deus. “Tanto que ele disse “Amarás a Deus sobre todas as coisas” que se referia aos primeiros quatro mandamentos que conduzem a adoração a Deus e “Ama ao próximo como a ti mesmo” representando os últimos seis mandamentos que prezam pelo amor ao próximo. Mateus 22:36-40
Portanto amigos, a partir de hoje já sabemos a que Lei seguir e principalmente a ser fiel ao Deus verdadeiro.
Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” João 14:15
Você ama Jesus? Então chegou a hora de mostrar na prática e não teoricamente o verdadeiro amor que temos por Cristo. Vamos seguir os seus mandamentos e com certeza seremos abençoados ricamente.
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quemtembocadizaverdade

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 8:11 am

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE MARIA- LER TUDO APÓS ORAÇÃO, COM MENTE ABERTA, POR FAVOR E PARA VOSSO BEM:




CONCEBIDA SEM PECADO
SEMPRE VIRGEM
MEDIANEIRA E ADVOGADA
MÃE DE DEUS
INTERCESSORA
SENHORA E PADROEIRA
CO-REDENTORA
QUE DIZ A PALAVRA DE DEUS

HONREMOS A MARIA
O fanatismo pode levar muitos a não prestarem honras aos que honras merecem. Honrar significa considerar a virtude, o talento, a coragem, a santidade ou as boas qualidades de alguém. A mulher escolhida por Deus para dar à luz a Luz do mundo - a Santa Maria - nos deixou exemplos de fé, obediência, coragem, humildade, de amor e temor a Deus. Então, honremos a Maria porque Deus a honrou primeiro.
Maria foi agraciada mais do que todas as outras mulheres. Foi escolhida para tão nobre missão porque era justa e reta aos olhos do Senhor. "EIS AQUI A SERVA D0 SENHOR. CUMPRA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA" . Este foi um exemplo de fé, obediência e humildade que nos deixou Maria. Com estas palavras ela acatou a missão que lhe acabara de ser anunciada pelo anjo Gabriel, ou seja, a missão de ser a mãe de Jesus, de servir de veículo para que o Verbo se fizesse carne e habitasse entre nós.
Foi exemplo também de coragem. Ela não ficou a meditar se o seu casamento com José seria desfeito ou se José gostaria ou não, se iria compreender ou não a sua gravidez. Ela confiou no Senhor e na Sua Palavra. Seguindo seu exemplo, sejamos submissos à Palavra de Deus e à Sua vontade, ainda que isso nos cause algumas dificuldades no meio em que vivemos. Que bom seria se todos dissessem: "Cumpra-se em mim, Senhor, segundo a tua palavra".
Também Maria não se envaideceu diante das declarações de sua prima Isabel, que lhe disse: "Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do seu ventre". Tão logo ouviu estas palavras, dirigiu-se ao Senhor em oração: "A MINHA ALMA ENGRANDECE AO SENHOR E O MEU ESPÍRITO SE ALEGRA EM DEUS, MEU SALVADOR, PORQUE ATENTOU NA HUMILDADE DE SUA SERVA, POIS EIS QUE, DESDE AGORA, TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO BEM-AVENTURADA" (Lucas 1.39-55). Maria também não se abalou quando um certo homem chamado Simeão, cheio do Espírito Santo, profetizou a respeito do Menino: "Eis que é posto para queda e elevação de muitos... e uma espada traspassará também a tua própria alma"(Lucas 2.34-35). A missão seria difícil tanto para Maria quanto para Jesus. Maria foi uma mãe sofredora. Sofredora, porém resignada. Sofreu na apressada fuga para o Egito, livrando Jesus das mãos de Herodes; sofreu diante das perseguições e das ameaças com vistas a tirar a vida de seu filho; e, finalmente, sofreu muitíssimo ao ver seu filho traído, condenado sem justa causa e morto numa cruz.
Muitos outros santos bíblicos são merecedores, também, de nossa admiração e honra por haverem cumprido fielmente, com fé, obediência e humildade, os encargos que Deus lhes confiou. Exemplo do Santo Noé, homem reto e justo, que recebeu de Deus a incumbência de anunciar o Dilúvio a uma geração depravada, e de construir uma enorme barca. Exemplo do Santo Abraão, que deixou sua cidade natal, seus parentes, e seguiu em busca de uma terra desconhecida. Exemplo de Moisés, ao qual Deus confiou a espinhosa missão de livrar seu povo da escravidão do Egito. Exemplo de Josué que, atendendo ao Senhor, passou o Jordão e conquistou a Canaã prometida.
Exemplos de tantos profetas que não vacilaram em transmitir as mensagens do Altíssimo ainda que colocando em risco a própria vida. Exemplos como os do Santo João Batista, que pagou com sua vida por haver falado a verdade. Exemplos dos discípulos de Jesus, que não recuaram diante das dificuldades e das perseguições no cumprimento da elevada missão de "pregar o Evangelho a toda criatura". E muitos foram perseguidos, torturados e mortos.
Maria faz parte, portanto, dessa galeria de santos que souberam cumprir com firmeza, determinação, coragem e fé os encargos que Deus lhes confiou. Que nós, os santos vivos, nós os santos de nossa geração, saibamos cumprir a nossa missão como filhos de Deus, tendo como exemplo os santos do passado, tudo para honra e glória do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
ADOREMOS AO FILHO
Como vimos, honrar a Maria significa reconhecer que a sua missão aqui na Terra foi uma das mais nobres e importantes, qual seja, a missão de carregar em seu ventre, alimentar com seu sangue, amamentar e criar o nosso Redentor.
Todavia, não se deve dispensar à Santa Maria honrarias superiores às que ela merece. Nada podemos fazer para aumentar a posição de Maria diante de Deus. Como justo juiz, Deus não dará a Maria nada mais nada menos do que ela merece, do que ela conquistou com sua fé, humildade e obediência. E o que ela mais desejou foi a sua salvação, ou seja, viver com Cristo na eternidade.
Maria dedicou toda a sua vida ao cumprimento da honrosa missão que lhe confiara o Pai. Ela nunca teve a intenção de ofuscar o ministério de Jesus. E não poderia fazê-lo. Ela sabia que a missão de Jesus era muitíssimo superior à sua. A missão de Jesus era a do Verbo que se fez carne para trazer aos homens, na linguagem dos homens, a mensagem redentora do Pai. Em momento algum Maria avocou a qualidade de mãe de Jesus para usufruir regalias. Ela nunca demonstrou qualquer intenção de ser alvo das atenções, de roubar a cena, de ofuscar o Filho de Deus. Ademais, as atenções dos discípulos estavam voltadas para o Mestre, porque dEle emanava a verdade, e nEle se via o resplendor da glória do Pai. Não há registro na Bíblia de qualquer adoração a Maria - ou recomendações nesse sentido -, enquanto viva ou após a sua morte.
Maria manteve uma posição discreta com relação ao trabalho de Jesus. Vemo-la interferindo uma única vez nas bodas em Caná da Galiléia. Vejamos o diálogo: "E, no terceiro dia, fizeram-se uma bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus. E foram também convidados Jesus e os seus discípulos para as bodas. E, faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos empregados: Fazei tudo quanto ele vos disser"(João 2.1-5). Ao informar a Jesus que acabara o vinho, Maria deixa implícito que seu filho teria condições de resolver aquele problema. A resposta de Jesus - "que tenho eu contigo, mulher"- não desrespeita sua mãe, não significando uma repreensão, mas é uma recusa. Não era dos planos de Jesus iniciar a manifestação da sua glória naquela oportunidade. Ele disse que a hora dele não havia chegado. Porém, tudo indica que Maria continuou esperançosa de que algo poderia acontecer. Certamente, ela voltou a falar a Jesus sobre os vexames por que passariam os anfitriões em não havendo mais vinho para servir. Percebeu no seu coração que Jesus estava inclinado a reavaliar sua posição. Então, segura de si, chamou os empregados e disse: 'FAZEI TUDO QUANTO ELE VOS DISSER". E o milagre aconteceu.
Embora a mensagem de Maria tenha sido específica para aquela ocasião, quando ela orienta os empregados para obedecerem a Jesus, nada impede de estendermos esse apelo aos dias atuais, ou seja, fazermos tudo de acordo com os mandamentos e ensinos de Jesus: "Se me amarem guardarão os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre"(João 14.15-16).
Então, para que tenhamos o Espírito Santo, ou seja, o outro Consolador, é necessário que guardemos os mandamentos de Jesus. E o grande mandamento de Jesus foi este: "AMARÁS O SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, DE TODA A TUA ALMA, E DE TODO O TEU ENTENDIMENTO. ESTE É O PRIMEIRO E GRANDE MANDAMENTO. O SEGUNDO, SEMELHANTE A ESTE É: AMARÁS AO TEU PRÓXIMO COM A TI MESMO"(Mateus 22.37-39).
Ora, se você cumpre esse grande mandamento não haverá em seu coração espaço para adorar a outros deuses, a ídolos, a santos falecidos, a santos vivos, a anjos, a homens, a mulheres, a imagens. Jesus, respondendo a Satanás, afirmou: "VAI-TE, SATANÁS, POIS ESTÁ ESCRITO: AO SENHOR TEU DEUS ADORARÁS, E SÓ A ELE SERVIRÁS" (Mateus 4.10; Deuteronômio6.13). Se de alguma forma quisermos, nos dias de hoje, atendermos aos apelos de Maria - "fazei tudo quanto Ele vos disser"- estaremos na obrigação de adorar somente a Deus e só a Ele servir.
Assim, Maria está excluída de nossa adoração. Ela própria se excluiu. Nenhum santo vivo ou falecido aceita adoração. Nem os anjos aceitam-na. Maria ficou excluída, também, quando Jesus revelou que "ninguém vem ao Pai se não for através de Mim" (João 14.6). Portanto, através da mãe de Jesus ninguém chegará a Deus. Os santos falecidos ficaram de fora quando Jesus disse que todos deveriam buscar nEle a solução para seus problemas: "VINDE A MIM TODOS VÓS QUE ESTAIS CANSADOS E OPRIMIDOS E EU VOS ALIVIAREI" (Mateus 11.28). Aqui, Ele não dá oportunidade para irmos a outra pessoa viva ou falecida, a outro espírito, a outro santo que não seja a Ele, o Santo dos santos.
Conclui-se, portanto, que a Santa Maria deve ser honrada, e o seu exemplo - exemplo de fé, obediência, amor e humildade - deve ser seguido. Ela cumpriu sua missão aqui na Terra com bastante zelo, dedicação e confiança no Senhor. Deve ser adorada por isso? Não. As Escrituras Sagradas não apontam nessa direção. Jesus nos ensinou a orar ao Pai ("Pai nosso que estás nos céus"), e a adorar ao Pai ("Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás"). Convidou todos os homens a irem a Ele, diretamente a Ele: "VINDE A MIM TODOS VÓS..." Aqui Ele não deixa qualquer dúvida de que somente Ele pode resolver nossos problemas, porque somente Ele, e não a Santa Maria, recebeu autoridade e poder. Vejamos: "TUDO ME FOI ENTREGUE POR MEU PAI" (Lucas 10.22-a). "ORA, PARA QUE SAIBAS QUE O FILHO DO HOMEM TEM NA TERRA AUTORIDADE PARA PERDOAR PECADOS, LEVANTA-TE, TOMA O TEU LEITO E VAI PARA TUA CASA"(Mateus 9.6). "É-ME DADO TODO O PODER NO CÉU E NA TERRA"(Mateus 28.18).
A Santa Maria, quando viva, recebeu os mesmos poderes outorgados por Jesus aos seus discípulos: "Tendo convocado os doze discípulos, Jesus deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curarem enfermos"(Lucas 9.1); "Estes sinais hão de seguir os que crerem: em meu nome expulsarão demônios... imporão as mãos sobre enfermos, e os curarão" (Marcos 16.17-18).
Observem que esses poderes foram outorgados AOS QUE CREREM. Logo, Maria estava incluída. Ela era, obviamente, crente em Jesus. Ela poderia ter exercido o ministério de pregação do Evangelho, ou de libertação. O Espírito Santo estava sobre ela. Se não o fez é porque já cumprira sua missão. A dura batalha de divulgar as boas novas ficaria para os homens, fisicamente mais fortes. Os afazeres domésticos, a criação dos filhos, o desgaste decorrente da crucificação de Jesus não lhe permitiriam correr mundo, viajar, enfrentar tribulações. É óbvio que ela passou o resto de sua vida atenta aos acontecimentos; acompanhando à distância o movimento dos discípulos; sofrendo com as más notícias de prisões, perseguições e torturas por que passaram os discípulos; e alegrando-se com as boas notícias de muitas conversões, e com o crescimento do cristianismo. Como vimos, só Jesus salva, perdoa pecados, cura e liberta. Jesus veio salvar a humanidade; colocou-se em nosso lugar na cruz; pagou o preço da remissão de nossos pecados com Seu sangue. Foi Ele quem morreu em nosso lugar. Foi Ele, somente Ele, Ele e mais ninguém. Não foi São José, São Benedito, São Paulo, São João ou Santa Maria. A Ele toda a honra e glória. Portanto, HONREMOS A MARIA, MAS ADOREMOS O NOSSO SALVADOR; HONREMOS A MARIA, MAS ADOREMOS A JESUS; HONREMOS A MÃE, ADOREMOS O FILHO DE DEUS.
COMO SURGIU A ADORAÇÃO A MARIA
A falsa adoração a uma deusa-mãe, rainha dos céus, senhora, madona etc. teve início na antiga Babilônia e se espalhou pelas nações até chegar a Roma. Os gregos adoravam Afrodite; em Éfeso, a deusa era Diana; Isis era o nome da deusa no Egito.
Milhares desse tipo de adoradores "aderiram" ao catolicismo em Roma para ficarem mais próximos do poder, haja vista que o Império Romano no século III adotou o cristianismo como religião oficial. Então, esses "cristãos" nominais levaram suas práticas idólatras e pagãs para a Igreja de Roma. Em vez de coibir o abuso e conduzir os fiéis pelos caminhos da fé exclusiva em Deus, os líderes do catolicismo romano contemporizou a situação: aos poucos as imagens pagãs foram substituídas por imagens cristãs; os deuses pagãos, substituí-dos pelos deuses cristãos (os santos bíblicos) e, na esteira desse sincretismo religioso, a Santa Maria surgiu como "Mãe de Deus", "Senhora", "Sempre Virgem", "Concebida sem Pecado", "Assunta aos céus", "Mediadora e Advogada".
Na seqüência de atos tendentes à cristianização do paga-nismo, foram dogmatizadas ou proclamadas as seguintes crendices pela Igreja Católica Romana: 0 culto aos santos é reconhecido publicamente no ano 370 por Basílio de Cesaréia e Gregório de Nazianzo. No ano 400, iniciadas as orações pelos mortos. Trinta e um anos depois, Maria é proclamada "Mãe de Deus" Em 789, inicia-se o culto das imagens e das relíquias. A "Assunção de Maria" é festejada pela primeira vez, em 819. No ano 880, tem início a canonização dos santos.
No ano 1220, adoração à hóstia; Em 1229, os leigos são proibidos de ler a Bíblia. Em 1311, dá-se início à Procissão do Santíssimo Sacramento e à oração da Ave-Maria. Em 1546, declaração de que a Tradição tem autoridade igual à da Bíblia. Em 1950, a assunção de Maria transforma-se em artigo de fé.
Além desses atos, as rezas da Ave-Maria chamam-na de "Sempre Virgem", "Rainha", "Advogada", ''Mãe de Deus", Concebida Sem Pecado. Então, iremos examinar um por um esses títulos à luz da verdade contida na Palavra de Deus, lembrando que a Bíblia é a única regra de fé e prática do cristão.
CONCEBIDA SEM PECADO
De acordo com o ensino do catolicismo romano, a Santa Maria, mãe de Jesus, foi concebida sem pecado. Tal ensino está definido no Compêndio Vaticano II, pág. 105: "Daí não admira que nos Santos Padres prevalece o costume de chamar a Mãe de Deus toda santa, imune de toda mancha de pecado, como que plasmada pelo Espírito Santo e formada nova criatura". As expressões "concebida sem pecado" e "imaculada" são comuns nas rezas e escritos romanos. O dogma da Imaculada Conceição de Maria foi definido no ano de 1854.
A única forma de Maria ter sido gerada sem pecado seria mediante a intervenção direta do Espirito Santo no ventre de sua mãe, tal como aconteceu com Jesus. E essa exceção teria registro prioritário na Bíblia.
Contrariando a tese romana, a Palavra de Deus declara de modo enfático, sem rodeios: "POIS TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE DEUS, E SÃO JUSTIFICADOS GRATUITAMENTE PELA SUA GRAÇA, PELA REDENÇÃO QUE HÁ EM CRISTO JESUS" (Romanos 3.23). Como resultado da desobediência de Adão e Eva, TODOS somos pecadores; todos trouxemos ou herdamos a natureza pecaminosa do primeiro casal; todos fomos atingidos pelo "pecado original". A Bíblia fala em TODOS. Todos, sem exceção. Dos santos do Antigo Testamento (Noé, Abraão, Moisés, Josué, Davi, Elias, Isaías, dentre outros) aos do Novo Testamento (Mateus, João, João Batista, Paulo, Pedro, José, Maria e outros), todos pecaram e necessitaram da graça de Deus para serem justificados.
E ainda: "PELO QUE, COMO POR UM HOMEM ENTROU PECADO NO MUNDO, E PELO PECADO A MORTE, ASSIM TAMBÉM A MORTE PASSOU A TODOS OS HOMENS, PORQUE TODOS PECARAM" (Rm 5.12). Ora, "semente gera semente da mesma espécie". Uma semente de manga vai gerar manga. Assim acontece com a laranja, com o abacate e com as demais frutas. Assim aconte-ceu com os homens. Somos da semente de Adão. Jesus foi o único que não herdou a maldição do pecado porque Ele foi gerado pelo Espírito Santo.
"Todos estão debaixo do pecado. Não há um justo. Nem um sequer" (Rm 3.9c, 10). Em lugar nenhum da Bíblia está escrito que a Santa Maria foi uma exceção. Maria está incluída no "TODOS PECARAM". A própria Maria, mãe de Jesus, reconheceu ser pecadora, quando disse: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador" (Lc 1.46-47). Ora, uma pessoa sem mácula, sem mancha, sem pecado não precisa de Salvador. Ela declarou que sua alma necessitava ser salva. Ela clamou pela graça salvadora de Deus, pois "pela graça somos salvos, mediante a nossa fé" (Ef 2.8).
De Jesus a Bíblia diz que "Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano"(1 Pe 2.22). A mesma afirmação não se pode dizer com respeito a Maria, porquanto ela está inclusa no "Todos pecaram". Assim diz a Palavra de Deus.
Em oposição a essa verdade, dizem os romanistas que para gerar um ser puro - Jesus - Maria teria que ser de igual modo pura, porque um ser impuro não poderia acolher um ser puro. Ora, se admitido como verdadeiro e correto tal raciocínio, teríamos de admitir que a mãe da Santa Maria deveria ser, também, pura para carregar no seu ventre uma pessoa imaculada. A avó de Maria, por sua vez, teria que ser pura. E, nesse passo, chegaríamos ao primeiro casal Adão e Eva. E estaríamos dizendo que a Palavra de Deus é mentirosa, quando afirma: TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE DEUS"(Romanos 3.23; 5.12).
A VIRGINDADE DE MARIA
A Igreja de Roma assegura que a Santa Maria, mãe de Jesus, conservou-se virgem até a sua morte, daí porque nas rezas a ela dirigidas é chamada de "Sempre Virgem Maria". Vamos ver o que diz a Palavra de Deus a respeito disso.

Corroborando essa afirmação, lemos no mesmo livro de São Mateus: "Estando Maria, sua mãe (mãe de Jesus), desposada com José, antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. José, seu marido, sendo justo e não querendo difamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Projetando ele isso, em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher. MAS NÃO A CONHECEU ATÉ QUE ELA DEU À LUZ UM FILHO. E ELE LHE PÔS O NOME DE JESUS" ( Mt 1.18-20, 24-25 ) .
A expressão "ATÉ QUE" - "não a conheceu até que ela deu à luz um filho" - indica um limite de tempo, no espaço ou nas ações. Poderíamos traduzir assim: José não manteve relações íntimas com Maria enquanto ela estava grávida de Jesus, aliás, em cumprimento à profecia: "a virgem conceberá e dará à luz um filho ..." (Is 7.14). Veja-se que o anjo do Senhor falou a José, em sonhos, declarando o seguinte: "Não temas receber a Maria tua mulher". Isto significa dizer que José deveria continuar casado com Maria, apesar da gravidez inusitada; que o seu projeto de vida a dois não deveria sofrer qualquer retrocesso; que o casal não deveria partir para o desenlace; enfim, eles, José e Maria, deveriam continuar casados. No meu entendimento, se a vontade de Deus fosse perpetuar a virgindade de Maria, a fala do anjo a José seria restritiva e mais objetiva. No entanto, o anjo deixou aberta a possibilidade de os dois viverem uma vida normal de marido e mulher: "NÃO TEMAS RECEBER A MARIA TUA MULHER" (Mateus 1.20). É bom observar a expressão "a tua mulher". Maria foi a mulher de José.

Ademais, não consta que Maria fizera voto de castidade. José, seu marido, também não cogitou disso. O sexo não é pecado quando praticado entre casados. O anjo Gabriel ao anunciar a Maria o plano de Deus, de gerar no seu ventre o Salvador, e ao explicar o fato a José, não exigiu dela a manutenção da virgindade, nem de José o sacrifício da abstinência. As mães do mundo inteiro podem gerar muitos filhos e, paralelamente, levarem uma vida de santidade. Maternidade e santidade podem caminhar juntos. O sexo no casamento não é impureza. .
MEDIANEIRA, INTERCESSORA, ADVOGADA
Como diz Raimundo F. de Oliveira em seu livro Seitas e Heresias, um Sinal dos Tempos, "a essência da adoração na Igreja Católica Romana não gira em torno do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas da pessoa da Virgem Maria. No decorrer dos séculos tem sido as mais diferentes e absurdas crendices, as criadas em torno da humilde mãe do Salvador". Assim, à pág. 1O9 do Compêndio Vaticano II, lê-se: "A Bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de Advogada, Auxiliadora, Adjutriz, Medianeira".
Nosso raciocínio deve ser norteado não pelo que os homens afirmam, declaram, proclamam ou decidem. Em assuntos tais, a Bíblia é a nossa bússola, nosso guia, nossa regra. "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra"( 2 Tm 3.16-17).

A Bíblia declara que só Jesus é Mediador, Intercessor e Advogado nosso junto ao Pai . Vejamos:
"PORQUE HÁ UM SÓ DEUS, E UM SÓ MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS, CRISTO JESUS,HOMEM" (1 Tm 2.5).

"SE, PORÉM, ALGUÉM PECAR, TEMOS UM ADVOGADO PARA COM O PAI, JESUS CRISTO, O JUSTO" (1 Jo 2.1).

"PORTANTO, PODE TAMBÉM SALVAR PERFEITAMENTE OS QUE POR ELE SE CHEGAM A DEUS, VIVENDO SEMPRE PARA INTERCEDER POR ELES" (Hb 7.25).
Além dessas afirmações inequívocas, o próprio Jesus disse:
"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI, SENÃO POR MIM" (Jo 14.6).
Não podemos passar por cima da Escritura. Devemos ser submissos à vontade soberana de Deus. Se Ele declara na Sua Palavra que Jesus é o único Advogado, Intercessor e Mediador, não há razão para acreditarmos que exista outro exercendo as mesmas funções. E se o fizermos, estaremos chamando Deus de mentiroso, dizendo que a Sua Palavra não é a expressão da verdade, e que o próprio Jesus mentiu quando revelou que ninguém iria a Deus Pai se não fosse através dEle, isto é, por Seu intermédio. Logo, não há outros intermediários entre Deus e os homens. Jesus declarou que somente através dEle os homens teriam comunhão com Deus Pai. Logo, não chegaremos a Deus através da Santa Maria, nem por meio de qualquer outro santo. Em Hebreus 7.25, vimos que Jesus salva os que por Ele se chegam a Deus, confirmando que Cristo é verdadeiramente o caminho. Não há outro caminho. A Santa Maria não é o caminho, nem um dos caminhos.
Jesus declara que Ele é O CAMINHO. Note-se o artigo definido - "o" - definindo a existência de um único caminho. Jesus convidou todos a irem a Ele, sem intermediários: "VINDE A MIM TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, E EU VOS ALIVIAREI" (Mateus 11.28). Aqui, Jesus faz um convite e uma promessa. Ele não deixa chance para irmos a outros intercessores ou mediadores, ainda que seja a Santa Maria. Jesus é categórico: venham a mim, me procurem, peçam-me, busquem-me e eu resolverei seus problemas. Não há na Bíblia qualquer indicação para procurarmos os santos para atendimento de nossas necessidades.
Ademais, Maria não ouve os pedidos a ela dirigidos. Por que ela é surda? Não. Porque ela não possui o atributo na ONIPRESENÇA. Não só ela. Os santos falecidos não são dotados da capacidade de estarem em todos os lugares ao mesmo tempo, até porque estão descando no pó da terra aguardando a ressurreição dos justos-s. joão 5: 27 e 29. O atributo da onipresença pertence a Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo. É atributo intransferível, exclusivo da Trindade. Em meu estudo "Jesus Cristo, o Santo dos Santos", apresento dez razões para não adorarmos os santos e não dirigirmos a eles nossas súplicas. Logo, se a Santa Maria não se encontra em todos os lugares, inútil é falarmos a ela. Se porventura ela ouvisse nossas súplicas, não as poderia levá-las a Deus. E qual a razão? Ela estaria contrariando a palavra de Deus, que diz claramente:
"PORQUE HÁ UM SÓ DEUS, E UM SÓ MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS, CRISTO JESUS, HOMEM" (1 Timóteo 2.5).

De maneira nenhum a Santa Maria iria tomar a posição de Jesus. Contrariar a palavra de Deus é contrariar o próprio Deus.
Vejamos: "EU VELO SOBRE A MINHA PALAVRA, PARA A CUMPRIR" (Jeremias 1.12).Nossas ações devem ser dirigidas pelo que diz a palavra de Deus, e não pelo que os homens afirmam ou a tradição nos ensina. Vejamos: "ASSIM INVALIDASTES, PELA VOSSA TRADIÇÃO, O MANDAMENTO DE DEUS" (Mateus 15.6). "DEIXANDO O MANDAMENTO DE DEUS, GUARDAIS A TRADIÇÃO DOS HOMENS..." (Marcos 7.8)."TENDE CUIDADO PARA QUE NINGUÉM VOS FAÇA PRESA SUA, POR MEIO DE FILOSOFIAS E VÃS SUTILEZAS, SEGUNDO A TRADIÇÃO DOS HOMENS, SEGUNDO OS RUDIMENTOS DO MUNDO, E NÃO SEGUNDO CRISTO" (Colossenses 2.8).
Sei o quanto é difícil deletar de nossa mente anos e anos de ensino contrário à palavra do Senhor. Mas não existe outra saída para o cristão que deseja realmente reconciliar-se com o Pai, arrepender-se de seus pecados e deixá-los, permanecer na fé e seguir rumo ao encontro de Jesus, no arrebatamento da Igreja. Convém que apaguemos de nossa memória todos os ensinos, dogmas e doutrinas contrários ao que ensina e recomenda a Bíblia. Reflita: "SE O MEU POVO, QUE SE CHAMA PELO MEU NOME, SE HUMILHAR, E ORAR E BUSCAR A MINHA FACE, E SE CONVERTER DOS SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, E PERDOAREI OS SEUS PECADOS, E SARAREI A SUA TERRA" (2 Crônicas 7.14).
Vejam bem que Deus estabelece uma condição para atender aos pedidos. Ele requer humildade. Humildade significa reconhecermos que somos pó, somos pecadores e precisamos da graça de Deus para sermos salvos. Ele requer oração. Orar significa falar com Deus, não apenas na hora do aperto, da aflição, da angústia, do sufoco. Falar com Ele, também, quando tudo vai bem, para Lhe dar graças. Ele requer que busquemos a Sua face. Significa demonstrarmos sede de termos uma comunhão mais estreita com o Seu Santo Espírito. Significa orar com o coração, com a alma, com o espírito, com espírito de adoração, com fé. Ele requer conversão dos maus caminhos. Impõe que deixemos os pecados, a idolatria, os intermediários. Conversão implica arrependimento. Sem arrependimento não há perdão. Sem perdão não há salvação.
Nada devemos pedir à Santa Maria, nem a qualquer outro santo. Os santos falecidos nada podem fazer por nós. As suas imagens, as imagens de escultura que os representam, também nada podem fazer em nosso benefício. Elas não falam, não andam, não vêem, não ouvem. São surdas, mudas e cegas. São barro, pedra, madeira, gesso, borracha, porcelana, ouro, ferro, bronze, papel.
Não podemos esquecer: somente JESUS pode mediar no céu em nosso favor. Não há outro. Se houvesse, Deus nos teria revelado. O primeiro mandamento de Deus é direto, taxativo, claro, objetivo, sem circunlóquio: "NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM" (Êx 20.3).
E o segundo mandamento ainda é mais preciso, categórico, cristalino, direto, sem rodeio ou meias palavras: "NÃO FARÁS PARA TI IMAGENS DE ESCULTURA... NÃO TE ENCURVARÁS A ELAS NEM AS SERVIRÁS..."(Ex 20.4).
Neste mandamento Deus afirma: não fazer, não adquirir, não usar imagens. A relação entre ídolos e imagens, entre deuses e imagens diz muito da tradição de muitos em adorar/venerar os santos bíblicos via suas respectivas imagens. A associação espírito-imagem é tal que por vezes não se distingue a quem as súplicas e a adoração estão sendo dirigidas: se ao santo falecido, se à sua imagem. O certo é que nem aquele, nem esta, deve ser objeto de nossa adoração. Portanto, Maria não é nossa Advogada, Intercessora ou Medianeira. Assim diz a Palavra de Deus.
A MÃE DE DEUS
Imaginei de início que o titulo "Mãe de Deus" atribuído à humilde mãe de Jesus fosse apenas uma demonstração de carinho.
Com o passar dos anos, notei que se tratava de algo mais sério. Muitas crianças, jovens e adultos estão convictos de que Maria é mãe do Altíssimo. Sei que estas palavras escritas não alcançarão a massa de 30 milhões de analfabetos, 30 milhões de alfabetizados, 30 milhões que têm medo de confrontar suas tradições e crenças com a verdade.
A Palavra de Deus incomoda. A Bíblia causa uma certa inquietação e até temor. O temor do confronto. A Palavra é como um espelho: quando nos miramos nele percebemos nossas imperfeições, nossas rugas, nossos pecados. E, em face disso, somos movidos a tomar uma decisão. Desprogramar de nossa mente o que foi armazenado durante cinco séculos é tarefa árdua. Bom, para muitos, é deixar rolar, na onda do "me engana que eu gosto" .A Bíblia nos revela, de Gênesis a Apocalipse, que Deus é nosso Pai, o Criador de todas as coisas. A oração-modelo ensinada por Jesus começa assim: "PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS".
Todos os que aceitam a Jesus como Senhor e Salvador passam a ser filhos de Deus: "PORQUE TODOS SOIS FILHOS DE DEUS PELA FÉ EM CRISTO JESUS" (Gl 3.26). "Vós sois filhos do Deus vivo" (Os 1.10c).Maria sempre foi temente a Deus; era justa aos olhos de Deus; creu em Jesus, nas suas palavras, na Sua morte e ressurreição. E, assim, ela foi constituída filha de Deus.
Quando Jesus disse a Nicodemos que era necessário nascer de novo para ver o reino de Deus, Ele não excluiu sua mãe do processo (Jo 3.3). Também, a declaração de Jesus, a seguir, confirma que sua família - mãe, pai e irmãos - necessitava de submissão a Deus e obediência à Sua Palavra para ser salva: "Chegaram então seus irmãos e sua mãe e, estando de fora, mandaram-no chamar". "A multidão estava assentada ao redor dele, e lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora". Jesus lhes perguntou: - "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Então, olhando em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: -"Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Portanto, "QUALQUER QUE FIZER A VONTADE DE DEUS, ESTE É MEU IRMÃO, IRMÃ E MÃE" (Mc 3.31-35). São palavras de Jesus a respeito de sua própria família.
A Bíblia diz que os que morreram em Cristo ressuscitarão, na Sua volta, num corpo celestial e incorruptível (1 Ts 4.16-17). Logo, de acordo com esta Palavra, a Santa Maria aguarda, como todos, esse dia glorioso. Como, nesse estágio, poderia ser mãe de Deus?
Por outro lado, para ser mãe de Deus a Santa Maria, por óbvias razões, deveria possuir os mesmos atributos do Altíssimo, ou seja, ser onipresente, onisciente e onipotente. Sabemos que estes atributos são exclusivos de Deus. São absolutos e incomunicáveis. Em resumo, para ser mãe de Deus ela teria que ser igual a Deus. E mais: se admitirmos a hipótese da existência de uma mãe para Deus, seria válido esquecermos a tese da Santíssima Trindade e, em seu lugar, ensinarmos a do Santíssimo Quarteto, assim compreendido: Deus Pai, Deus Mãe, Deus Filho e Deus Espírito Santo, o que seria um absurdo, além de se contrapor ao que ensina a Bíblia. Deus é eterno, não teve começo, não foi gerado, e não terá fim. Deus não tem mãe, nem pai. Maria não pode ser mãe do seu Criador, do seu Salvador. Maria não pode ser mãe do seu próprio Pai. A criatura não pode ser mãe do Criador. A Santa Maria foi mãe de Jesus, homem, escolhida que foi por Deus para que em seu ventre o Verbo se fizesse carne. Mas o Verbo, o Deus Filho, este sempre existiu porque eterno. O Verbo não foi gerado por Maria. Leia-se: "No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele... e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vemos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.1-3, 14). Esta é uma afirmação da eternidade de Jesus: Ele estava no princípio, esteve presente na Criação, estava com Deus, era Deus. Logo, um ser humano, finito e limitado (a Santa Maria) não poderia gerar um ser eterno, divino, infinito e ilimitado. Outra afirmação e prova da eternidade de Jesus: "PORQUE UM MENINO NOS NASCEU, UM FILHO SE NOS DEU; O PRINCIPADO ESTÁ SOB OS SEUS OMBROS, E O SEU NOME SERÁ: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ" (Isaías 9.6).
Maria teria condições, como humilde serva do Senhor, de ser mãe do Deus Forte, do Pai da Eternidade, Aquele que sempre esteve com Deus, Aquele que é Deus? Vejamos as palavras de Maria: "EU SOU A SERVA DO SENHOR. CUMPRA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA"(Lucas 1.38). Maria não desejava outra coisa senão ser serva de Deus. Jamais passou por sua cabeça ser mãe do Altíssimo. Seria completamente impossível uma mulher ser mãe de Deus. Mais adiante ela declara, dando ênfase à sua condição de serva: "A MINHA ALMA ENGRANDECE AO SENHOR, E O MEU ESPÍRITO SE ALEGRA EM DEUS MEU SALVADOR, POIS OLHOU PARA A HUMILDADE DA SUA SERVA. DESDE AGORA TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO BEM-AVENTURADA" (Lucas 1.46-48). Vê-se que a Santa Maria não almejou nada mais nada menos do que colocar-se na posição de serva do Senhor. E assim ela fez por toda a sua vida.
SENHORA E PADROEIRA
A santa e humilde Maria nunca desejou tomar o lugar do Salvador, do Filho de Deus. A sua posição foi de serva ciente de sua missão: a missão de trazer à luz a Luz do mundo, o Pão da vida, o Verbo de Deus. Até nas suas palavras a mãe de Jesus foi discreta. 0 registro mais extenso sobre palavras por ela pronunciadas está em Lucas 1.46-55, sob o título "O cântico de Maria." Nessa oração, como já vimos atrás, Maria se mostra muito feliz e agradecida a Deus por haver sido agraciada com tão nobre missão:
"Pois olhou para a humildade da sua serva. Desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada". Nos versículos 46 e 47, Maria se declara necessitada de salvação: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador".
Não se encontra nas Escrituras qualquer tipo de adoração a Maria, ou qualquer ensino nesse sentido. Muitas pessoas interpretam mal o título "Bem-aventurada". Uma pessoa bem-aventurada quer dizer uma pessoa feliz, ditosa e bendita. É o estado "daqueles que, por seu relacionamento com Cristo e com a sua Palavra, receberam de Deus o amor, o cuidado, a salvação e sua presença diária. O arcanjo Gabriel disse: "Bendita és tu entre as mulheres". A mesma declaração foi feita por Isabel a Maria acrescentando: "... e bendito o fruto do teu ventre" (Lc 1.42). E a própria Maria afirmou que "desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1.48b). Jesus, no "Sermão da Montanha", chamou de "BEM- AVENTURADOS" os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores, os que sofrem perseguição por causa da justiça e os perseguidos por causa dele (Mt 5.3-11). E bem-aventurada é Maria porque foi instrumento usado por Deus para que o Verbo se fizesse carne e entre nós habitasse. Então, os salvos somos bem-aventurados, isto é, somos felizes porque agraciados com bênçãos de Deus. Não há a menor possibilidade de, após a nossa morte - a morte dos bem-aventurados - chegarmos à condição elevada de Senhor ou Senhora, Pai ou Mãe de todos. Vejamos o que diz a Bíblia: "OUVE, Ó ISRAEL: O SENHOR NOSSO DEUS É O ÚNICO SENHOR"(Deuteronômio 6.4). "AMARÁS O SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, DE TODA A TUA ALMA, E DE TODA A TUA FORÇA. ESTAS PALAVRAS QUE HOJE TE ORDENO ESTARÃO NO TEU CORAÇÃO. (Deuteronômio 6.5-6). Este mandamento foi confirmado por Jesus, quando afirmou que não existia outro mandamento maior do que este (Mc 12.30-31). Ora, um coração completamente cheio do amor a Deus não possui espaço para amar outro "Senhor" ou "Senhora".
"EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR... NUNCA NOS ACONTEÇA QUE DEIXEMOS AO SENHOR PARA SERVIRMOS A OUTROS DEUSES" (Js 24.14-16). Em nenhuma parte da Bíblia a Santa Maria é elevada à posição de senhora, padroeira, protetora, negação que se estende a todos os santos falecidos. Nenhum homem ou mulher pode, depois da morte física, ser Senhor ou Senhora. Foi o que lemos na palavra de Deus.

"BEM-AVENTURADA É A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR, E O POVO QUE ELE ESCOLHEU PARA SUA HERANÇA" (Salmos 33.12). Daí porque não foi feliz a idéia de, por decreto, eleger a Santa Maria à posição de "Padroeira do Brasil", isto é, defensora e protetora de nosso País. Mais coerente com a nossa fé cristã, seria declararmos o que está na Bíblia, ou seja, que Deus é o nosso Senhor.
"ADORARÁS AO SENHOR TEU DEUS, E SÓ A ELE SERVIRÁS" (Lc 4.8) Vamos repetir. Jesus, respondendo a Satanás, citou o versículo 13 de Deuteronômio 6. Jesus foi categórico, direto, claro, objetivo. Ele disse que a nossa adoração deve ser dirigida exclusivamente a Deus, e só a Ele devemos servir, servir com o nosso louvor, com o nosso exemplo, com a nossa fé, com nossas orações, nossas lágrimas, nossos jejuns, nossos louvores e obediência à Sua Palavra. Se as nossas lágrimas, súplicas e louvores forem dirigidos à Santa Maria, logo estaremos em oposição à palavra do Senhor Jesus. Oposição significa desobediência. Desobediência significa rebeldia. Rebeldia significa pecado. Pecado é morte.
"HÁ UM SÓ DEUS E PAI DE TODOS, O QUAL É SOBRE TODOS, E POR TODOS E EM TODOS" (Hb 4.6). Se até aqui o leitor ainda estava em dúvida, creio que este versículo colocou as coisas no devido lugar. Como já disse, a Bíblia não fala na existência de uma "Senhora"" ou de um outro "Senhor". O Deus da Bíblia é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó; o Deus que tirou seu povo da escravidão do Egito; que abriu o Mar Vermelho e o seu povo fez passar; que lhe entregou a Terra das promessa; que não está de braços cruzados, impassível, assistindo a rebeldia da humanidade. Ele é por todos.
Como vimos, a eleição da humilde serva Maria, mãe de Jesus, à posição de Senhora ou de Padroeira não encontra respaldo nas Escrituras. A nossa adoração não pode ficar dividida entre o Senhor Deus e a Senhora Maria. Não se pode "coxear entre dois pensamentos", seguir dois caminhos, ter dois senhores. Devemos aprender com Maria e declararmos que a "nossa alma exalta e engrandece ao Senhor, e que o nosso espirito se alegra porque estamos em comunhão com Jesus nosso Salvador".
ORANDO DE ACORDO COM A PALAVRA
Deus não atende a orações mentirosas. Mentirosas são as orações que não estão em consonância com a Sua Palavra. Vamos ver como ocorre este desencontro: Se apresentamos a Maria nossas petições - ou a qualquer santo - estamos dizendo que a oração do "PAI NOSSO" ensinada por Jesus não é correta. E, então, nossa posição é de rebeldia, de desobediência. Todas as orações registradas na Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, são dirigidas a Deus. Não há uma só oração dirigida por exemplo, a Santo Noé, Santo Moisés, Santo Isaías, São João Batista, ou a qualquer outro; Quando chamamos a Santa Maria de Medianeira ou Advogada, também estamos mentindo e declarando que a Palavra de Deus é mentirosa. A Bíblia declara que só há um Advogado, Mediador e Intercessor entre Deus e os homens: Jesus Cristo (1 Tm 2.5, 1 JO 2.1, Hb 7.25).
Se em nossas orações dissermos que Maria foi "concebida sem pecado", também estaremos duvidando da Palavra de Deus. Em Romanos 3.23 está dito que "TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE DEUS". A única pessoa não gerada em pecado, porque gerada pelo Espírito Santo, foi Jesus Cristo. As demais - Pedro, Paulo, José, Maria - herdaram a natureza pecaminosa da semente de Adão e Eva. A Palavra é cristalina, objetiva e direta: TODOS PECARAM. Todos. É por isso que existem muitos fracos e doentes - doentes da carne e do espírito - porque não oram de acordo com a Palavra, conforme a Palavra, em consonância com a Palavra de Deus.
OS ARGUMENTOS CONTRÁRIOS
A seguir, os argumentos dos que defendem a adoração à Santa Maria, sua atuação como Mediadora e Padroeira, sua qualidade de Mãe de Deus, e outros títulos e missões a ela atribuídos.
"TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO BEM-AVENTURADAS" (Lucas 1.48). Esta declaração de Maria é apresentada como justificativa do culto a ela prestado. Contestação: Segundo o Dicionário Aurélio, "bem-aventurado" quer dizer muito feliz. É também a situação "daquele que, depois da morte, desfruta da felicidade celestial e eterna". É sinônimo de santo. Jesus chamou de bem-aventurados os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores, e os que sofrem perseguição por causa da justiça (Mateus 5.3-10). Em Salmos 112.1, lê-se: "Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande prazer". Apocalipse 20.6: "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição". Jesus disse: "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, pois não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus" (Mateus 16.17).Outras referências: Salmos 1.1; 2.12; 32.1; 106.3; 119.1; 146.5; Mateus 24.46; Apocalipse 22.7. Como se vê, bem-aventurados somos todos nós que seguimos a Jesus. Porém, tal felicidade não nos confere o direito de sermos adorados, quer em vida, quer na morte. A bem-aventurança que nós asseguramos em vida, pela aceitação do senhorio de Jesus, se estende por toda a eternidade. O fato de a Santa Maria ter sido chamada de Bem-aventurada, não significa uma doutrina, mandamento ou ensino no sentido de a ela prestarmos culto.
Numa festa de casamento, em Caná da Galiléia, a Santa Maria disse aos empregados: "FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER". (João 2 5).Contestação: Essa passagem bíblica é muitíssimo citada pelos que prestam culto a Maria. Sinceramente, não vejo aí nenhum motivo para justificar tal culto. Se a declaração fosse de Jesus, ordenando que os serviçais teriam que obedecer em tudo à sua mãe, ainda poderíamos parar para meditar. Mas não foi assim. Maria, vendo que Jesus estava disposto a operar o milagre da transformação da água em vinho, recomendou aos empregados que seguissem à risca as instruções do Mestre. Só isso. Nada mais do que isso. A história morre aí. Aliás, se admitida a hipótese de que Maria estava falando às gerações futuras, devemos nos lembrar o que Jesus falou: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás" (Mateus 4.10). Logo, por este mandamento, Maria está excluída de qualquer espécie de adoração. Portanto, atendendo a Maria, façamos o que Jesus nos ordena. O que aconteceu nas bodas de Caná deve servir, também para a seguinte reflexão: A Santa Maria, ao transferir o problema para Jesus, mostrou-se incapacitada de resolvê-lo. A "Mãe de Deus" não teria poderes para transformar água em vinho? Naquela época ela ainda não era mãe de Deus? Só passou a sê-lo após sua morte? É evidente que Maria não operava milagres em vida, nem os opera depois de sua morte.
MARIA É A NOSSA MÃE ESPIRITUAL, PORQUE JESUS A ENTREGOU AOS CUIDADOS DE UM DISCÍPULO, E NÓS SOMOS DISCÍPULOS DE JESUS. Contestação: Jesus, já prestes a falecer, disse à sua mãe: "Mulher, eis aí o teu filho". E disse ao discípulo a quem ele amava: "Eis aí tua mãe". "E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa". Em resumo, Jesus entregou sua mãe aos cuidados do querido discípulo, certamente João. Jesus deu exemplo de amor filial, lembrando-se de sua mãe num momento de grande agonia. Então, a intenção de Jesus não foi constituir a Santa Maria mãe espiritual da humanidade. Desejou apenas que ela não ficasse desamparada na sua velhice (João 19.26-27).
MARIA É MÃE DE DEUS PORQUE JESUS É DEUS E ELA É MÃE DE JESUS.Contestação: Se válido o raciocínio acima, poderíamos afirmar que Deus é filho de criação ou filho adotivo de José. Ou José seria padrasto de Deus? Como já dissemos, a Santa Maria foi um instrumento usado por Deus, no Seu plano de salvação da humanidade, para que Verbo se fizesse carne.
MARIA, NA QUALIDADE DE MÃE DE JESUS, É CO-REDENTORA. Contestação: A palavra de Deus não ascende Maria à posição de igualdade com o Filho. Seria afirmar que Maria é Deus. Aliás é esta a intenção dos romanos, ou seja, colocar a humilde serva do Senhor como uma quarta pessoa da Trindade. Daí os seus títulos de Mãe de Deus, Advogada, Medianeira, Adjutora, Senhora, co-Redentora, Protetora, Rainha dos Céus, Mãe de todos, Intercessora, Sempre Virgem, Imaculada, Concebida sem pecado, e outros. Só que não há respaldo bíblico para tais títulos. Ora, o Redentor é Jesus, e como Redentor e Messias Ele foi esperado: "E VIRÁ UM REDENTOR A SIÃO E AOS QUE SE DESVIAREM DA TRANSGRESSÃO EM JACÓ, DIZ O SENHOR" (Isaías 59.20). Não se lê que, paralelamente, viria uma redentora, ou um ajudante do Redentor, ou uma co-Redentora. Em Lucas 4.18, Jesus declara que "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração; a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor".
Cumpriu-se aqui a profecia de Isaías 61.1-2. A Bíblia não afirma que Maria fora ungida para idêntica missão. Veja-se 2 Reis 13.5: "O Senhor deu um salvador a Israel..." A Santa Maria não poderia ela própria ser uma salvadora (ou redentora), e ao mesmo tempo precisar ser salva, precisar do Salvador. Mais uma vez, leiam: "Disse, então, Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, MEU SALVADOR, porque atentou na humildade de sua SERVA..." (Lucas 1.46-48). Logo, Maria não pode ser redentora ou salvadora porque ela própria precisou do Salvador ou do Redentor. Já o nosso Salvador Jesus Cristo nunca se dirigiu ao Pai declarando-se necessitado de salvação. Quando a Santa Maria fez esta oração, com convicção e plena segurança no que estava dizendo, ela igualou-se a todos, homens e mulheres, herdeiros da natureza pecaminosa do primeiro casal. Ela nivelou-se a todos os mortais. E não poderia ser de outra forma. Eu considero um grave pecado elegermos Maria à qualidade de redentora, ou de redentora junto a Jesus, ou ajudante de Jesus no trabalho de salvação, ou coisa parecida. A Trindade é soberana, auto-suficiente, onipresente, onisciente, onipotente, imutável, eterna. Não precisa, portanto, do auxílio dos santos falecidos para execução do seu plano de salvação da humanidade. A Igreja de Cristo, que recebeu de Jesus poder e autoridade para, em Seu nome, expulsar demônios e curar enfermos, e recomendação para pregar o Evangelho em todo o mundo, esta sim, pode e deve dar continuidade, NA TERRA, ao trabalho do Salvador. Estamos falando de Igreja viva, atuante, visível. Jesus outorgou poderes a essa Igreja visível. Não deu poderes aos mortos, ainda que em vida tenham sido santos (Marcos 16.15-18). Quem pagou preço de sangue foi Jesus, não foi Maria.
QUEM SÃO OS SANTOS
Muitas pessoas não têm a exata compreensão do que seja um santo. Primeiramente, a palavra "santo", no conceito bíblico, quer dizer "separado para Deus", "consagrado a Deus". Dicionário Aurélio: "Que vive segundo os preceitos religiosos; puro, imaculado, inocente; bondoso em extremo". Dicionário Teológico: santo é "aquele que se separa do mal, e dedica-se ao serviço divino. O processo de santificação do crente tem como base a Palavra de Deus". Pode se referir também a um local determinado, indicando que não pode ser violado ou profanado. Exemplo de lugar santo foi o monte Horebe, onde Deus falou a Moisés: "Continuou Deus: não te chegues para cá. Tira as sandálias dos pés, pois o lugar em que estás é terra santa" (Êxodo 3.5). Com Josué, nas cercanias de Jericó, aconteceu idêntica recomendação: "Respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: descalça as sandálias de teus pés, pois o lugar em que estás é santo. E Josué fez assim" (Josué 5.15).
Tudo que é separado para o serviço do Senhor é santo, inclusive objetos: dízimo (Levítico 27.32); congregação (Números 16.3); povo (Deuteronômio 14.2, 21); objetos (Esdras 8.28; Ezequiel 22.26); jejum (Joel 1.14); cidade (Mateus 4.5; Apocalipse 21.2, 10); leis e mandamentos (Romanos 7.12); Igreja (Efésios 5.27); nação (Êxodo 19.6).
Agora, vejamos o que a Bíblia diz sobre pessoas santas. Em várias cartas paulinas, os crentes em Jesus são chamados de santos: "À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser SANTOS, com todos os que em todo o lugar invocam nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso" (1 Coríntios 1.2). "Aos SANTOS que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus" (Efésios 1.1). "A todos os SANTOS em Cristo Jesus, que estão em Filipos..." (Filipenses 1.1). "Aos SANTOS e irmãos fiéis em Cristo que estão em Colossos" (Colossenses 1.2).Deus falando ao seu povo: "Eu sou o Senhor vosso Deus. Consagrai-vos e sede santos, porque eu sou santo" (Levítico 11.44; 19.2; 20.7). Em Levítico 20.26: "Sereis para mim santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e vos separei dos povos para serdes meus". O desejo de Deus é que todos sejam santos e irrepreensíveis. O homem criado por Deus era santo. Na queda, perdeu a santidade e ficou afastado do Criador. O plano de salvação da humanidade contempla o retorno do homem à santidade perdida. A santidade em vida se estende à morte. Em outras palavras, quem é santo aqui na terra será, eternamente, santo no céu. Vejam: "Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressurgiram" (Mateus 27.52). Os santos participarão do julgamento das nações. Observem: "Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo?" (1 Coríntios 6.2-a). Jesus confirma: "Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel" (Mateus 19.28). "E ao que vencer e guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações" (Apocalipse 2.26). Quando da volta de Jesus, todos os santos falecidos ressuscitarão num corpo celestial. Nessa ocasião, os santos vivos serão arrebatados e, juntamente com aqueles, se encontrarão com Jesus nos ares (1 Tessalonicenses 4.16-17).
Vimos, portanto, que a santidade se adquire em vida. A igreja de Cristo, visível e invisível, é formada de santos. Logo, há milhões de santos ainda vivos, e um número incalculável (bilhões?) de santos que descansam no Senhor. Diante do que se depreende da palavra de Deus, acima, outro não pode ser o entendimento. Certa vez, alguém escreveu para o POVO LEITOR (caderno dominical do Jornal O POVO, desta cidade de Fortaleza, Ceará) em que, opondo-se a uma questão por mim colocada, disse que "não conhecia um só santo evangélico". Santa ignorância. Para muitas pessoas, não existem santos vivos, pessoas santas. Acreditam que somente alguns, depois da morte - e se houver milagre a eles atribuído - têm o privilégio de serem santos, receberem adoração, serem mediadores junto a Deus de nossas súplicas, e terem uma imagem em cada templo. Ora, os santos somos nós; se cultuarmos os santos, ainda que mortos, estaremos cultuando a nós mesmos. Noutras palavras, estaria o homem adorando a si próprio, ao seu semelhante. Homens vivos buscando as bênçãos de homens mortos. A Santa Maria foi em vida uma mulher santa, e sua santidade se eternizou após a sua morte. Ela irá juntar-se a bilhões de santos no Paraíso. O costume de se buscar alívio nos que morreram, cheira a espiritismo, a consulta aos mortos, a necromancia. "Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti." (Deuteronômio 18:10 ao 12)
E para sua reflexão última:
"ADORARÁS AO SENHOR TEU DEUS, E SÓ A ELE SERVIRÁS" (Lucas 4.8).
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 10:41 am


Queria dizer so senhor fábio que alegou que eu conto fábulas o que se entende realmente por fábulas:
contos populares com lições morais, onde normalmente se dá vida a objetos eanimais. assim sendo sr,Fábio acredito estar mais para fábula a seguinte história:

A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por dois pescadores do Rio Paraíba do Sul, na região de Guaratinguetá, estado de São Paulo, por volta do ano de 1717. Os pescadores Domingos Martins Garcia, João Alves e Filipe Pedroso já pescavam há bastante tempo, sem que conseguissem tirar peixe algum das águas do rio. Foi quando João trouxe em sua rede a parte correspondente ao corpo da imagem e, depois, lançando a rede um pouco mais distante, trouxe nela a cabeça da Senhora. Dali por diante, a pescaria tornou-se copiosa e, receosos de que a quantidade de peixe trazida para os barcos ocasionasse um naufrágio, os três amigos voltaram para casa, trazendo a imagem e contando a todos o prodígio que haviam vivido.
Isso sim é uma verdadeira fábula. mas existem outras, pois alguns juram de pé junto ter visto o saci pererê ou a mula sem cabeça, acho que está mais parecida com essa última.
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Qua Mar 16, 2011 11:19 am

Bom, me dei ao trabalho de ler tudo. Infelizmente não era necessário. Como estamos dizendo constantemente, a senhora repete incansavelmente as mesmas falácias. Pois bem, para mostrar que a má vontade e a falta de compromisso com a verdade vem de sua parte e não da nossa, vou postar aqui os pontos mais gerais que responde a tudo que a senhora copiou e colou de algum lugar.

Para começar, mais uma vez vem com o tema sempre presente da idolatria na igreja católica. Uma das maiores mentiras já inventadas pelas igrejas protestantes a respeito do catolicismo. Se tem dúvidas consulte este tópico:

http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t818-adoracao-e-idolatria?highlight=adora%E7%E3o


Depois segue com uma explanação a respeito de Maria Santíssima. Bom mais uma prova de que não lê nada do que postamos. Sobre o Assunto de Maria temos uma série de tópicos que você pode conferir aqui: http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/search?search_keywords=Maria

Pra finalizar fala sobre santidade também temos alguns tópicos que versam sobre o assunto, que você pode conferir nestes links: http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/search?search_keywords=Santos

Só falta responder algumas questões históricas, que como eu já disse, não é o meu forte. Então deixo para alguém mais instruído em história do que eu responder a essas afirmações feitas pela senhora.

Bom, como podemos perceber, a senhora tem pouca ou nenhuma vontade de dialogar. ABSOLUTAMENTE TUDO que a senhora apresenta neste grande texto, já foi amplamente debatido em vários tópicos, muitos do quais a senhora participou. Mas como vivemos dizendo, a senhora repete falácias, e fábulas sobre o que a senhora julga ser o catolicismo, ou que ouviu dizer dos seus pastores. Não se interessa em estudar o que diz a igreja católica, e acredita piamente que sabe mais do catolicismo do que os católicos.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 11:23 am

olha, oque apresentei é a bíblia, quem lê tudo e não aceita inocente não está. se apenas uma alma se convertar e eu puder abraçá-la no céu meu trabalho valeu apena
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Qua Mar 16, 2011 11:26 am

E todas as respostas ao que a senhora apresentou a damos também com base na bíblia. Mas a senhora não leu, então não tem como saber. Estou dizendo, leia. E digo o mesmo, quem lê tudo que respondemos com as bases bíblicas e não aceita, inocente não está. Absolutamente nenhuma de nossas respostas, minha e principalemente dos tira-dúvidas oficiais está em desacordo com a bíblia. Assim como nenhum ensinamento do catecismo ou documentos da igreja também não estão em desacordo com a bíblia. Se tem dúvida, faça como eu fiz, e gaste seu tempo os lendo, e saia do seu achismo e daquilo que você ouve falar.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Flávio Roberto Brainer de em Qua Mar 16, 2011 12:21 pm

Acho que a coordenação do fórum deveria excluir as postagens que fogem do tema proposto e que se destinam a polemizar. Como Binho afirmou, as questões que a professora Erenice insiste em postar e em repetir exaustivamente com uma linguagem repleta de malícia, de distorções da Palavra de Deus são de uma falta de respeito sem precedentes, geralmente coladas ou copiadas de outras pessoas, até mesmo porque ela não demonstra ter opinião formada, o que a limita a "papagaiar" os textos de outras pessoas e de outros sites comprometidos com a "adaptação" das Sagradas Escrituras às paixões e aos desejos de falsos "mestres".

De modo mais específico, tudo a que ela se refere nos seus textos, nada tem com relação à temática do tópico que ela mesma sugeriu com objetivo único de desvirtuar a discursão e tentar conduzir o debate à moda da tempestade de idéias comuns à seita que integra.

CHAMO A ATENÇÃO DOS NOSSOS ORGANIZADORES PARA O ZELO PELA CONDUÇÃO DO NOSSO FÓRUM.

Um grande abraço a todos !!!
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por quemtembocadizaverdade em Qua Mar 16, 2011 1:00 pm

e também acho que devam excluirminhas mensagens para que a igreja não perca mais dizimistas
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Re: o grande conflito- pra se pensar

Mensagem por Binhokraus em Qua Mar 16, 2011 1:06 pm

haushasuhsuahsuahsusahusa Essa piada foi boa!!! Qualquer pessoa que tenha um pingo de inteligência percebe a falácia e a contrariedade de seus colóquios. Eu mesmo, admito aqui para todos, que só respondo a senhora devido a um zelo aos outros participantes. Mas qualquer pessoa que frequente e leve a sério sua fé, encontraria facilmente aqui mesmo no fórum respostas para tudo que a senhora expõe. Enfim... não gastemos mais nosso latim com essa vã discussão. A senhora expôs o que acredita, coloquei as respostas já dadas a muito tempo, já que sempre falam as mesmas coisas. O fórum está ai também pra isso, mesmo sendo extremamente chato ficar repetindo respostas a questões repetitivas.

Permaneçam em Deus.

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Re: o grande conflito- pra se pensar

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